Ex-azulino na mira do Papão para a Série B

Remo Jhonatan,Tiago cameta,Val barreto e Henrique-MQuadros

Dirigentes do Paissandu admitiram nos últimos dias que o clube já começou a procurar reforços para a disputa da Série B no próximo ano. Entre os cotados para vestirem a camisa alviceleste estão o lateral-direito Tiago Cametá e o meia Guto, ambos do Fortaleza-CE. Tiago foi revelado na base do Remo (na foto acima, ao lado de Jonathan no Baenão) e depois deixou o clube, estabilizando-se finalmente no tricolor cearense nesta temporada. Apesar do interesse pelos atletas e de sondagens iniciais, nada ainda está oficializado. (Foto: MÁRIO QUADROS/Arquivo Bola)

No G20, Brics insistem na reforma do FMI

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O Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) classificaram como “desapontamento e grave preocupação” a não-implementação das reformas do Fundo Monetário Internacional (FMI). Para eles, a demora afeta a credibilidade e legitimidade do Fundo.

“A demora injustificada em ratificar o acordo de 2010 está em contradição com os compromissos conjuntos assumidos pelos Líderes do G20 desde 2009. Na eventualidade de os Estados Unidos não lograrem ratificar as reformas de 2010 até o final do ano, os líderes exortaram o G20 a agendar uma discussão sobre as opções quanto aos próximos passos, conforme FMI se comprometera a apresentar em janeiro de 2015”, defenderam o grupo em nota à imprensa.

selo_g20Os líderes dos cinco países se reuniram na manhã de sábado (20h30 de sexta-feira, no horário de Brasília), durante encontro do G20 na Austrália, onde se comprometeram a nomear chefe do Banco de Desenvolvimento antes da próximo cúpula.

O Brics demonstrou seu otimismo ao destacar que uma “recuperação forte e duradoura ainda está por se materializar” depois da crise financeira de 2009. Eles ressaltaram a importância das economias emergentes, que estão preparadas para choques externos e têm sustentado o crescimento apesar de impactos de políticas monetárias dos países desenvolvidos.

Barça tenta evitar assédio a Neymar

areacomum02O Barcelona já se move para não ter chance de perder Neymar na próxima janela de transferências. Para evitar qualquer assédio ao brasileiro, o clube catalão deve aumentar o vínculo e o salário do camisa 11, segundo informações do diário ‘Sport’. O bom rendimento do atacante também fazem os catalães pensar em oferecer mais vantagens.

Atualmente, Neymar não é o jogador com maior salário no Barcelona – de acordo com a publicação, o valor seria até menor do que o do lateral-direito Dani Alves. O clube planeja equipará-lo financeiramente com nomes remados como o de Iniesta, Xavi e Piqué – o que o deixaria ainda distante dos números de Lionel Messi.

Neymar tem vínculo até 2018, e o Barcelona não precisaria de pressa para renovar, mas a tendência, segundo o ‘Sport’ é que as mudanças aconteçam até o fim do ano ou começo de 2015. Mesmo com multa rescisória de 190 milhões de euros (cerca de R$ 600 milhões), o Barcelona se sente incomodado com as possíveis propostas. (Da ESPN)

Sobre as bravatas de Mendes

Por Guilherme Boulos, na Folha SP

Gilmar Mendes, todos sabem, é um bravateiro de notória ousadia. Certa vez, chamou o presidente Lula “às falas” por conta de um suposto grampo em seu gabinete, cujo áudio até hoje não apareceu. Lula cedeu e demitiu o diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência).

Mais recentemente, o ministro comparou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a um “tribunal nazista” por ter barrado a candidatura de José Roberto Arruda (PR) ao governo do Distrito Federal. O único voto contrário foi o dele.

O próprio Arruda afirmou que FHC –que indicou Mendes ao STF– trabalhou em favor de sua absolvição. Para quem não se recorda, Arruda saiu do palácio do governo direto para a prisão após ser filmado recebendo propina.

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Quem vê o ministro Gilmar Mendes em suas afirmações taxativas e bradando contra o “bolivarianismo” pensa estar diante do guardião da República. Parece ser o arauto da moralidade, magistrado impermeável a influências de ordem política ou econômica e defensor da autonomia dos poderes.

Mas na prática a teoria é outra. Reportagem da revista “Carta Capital”, em 2008, mostrou condutas nada republicanas de Mendes em sua cidade natal, Diamantino (MT), onde sua família é proprietária de terras e seu irmão foi prefeito duas vezes.

Lobbies, favorecimentos e outras suspeitas mais. Mendes, que questionou o PT por entrar com ação contra a revista “Veja”, processou a revista “Carta Capital” por danos morais.

Já o livro “Operação Banqueiro”, de Rubens Valente, mostra as relações de Mendes com advogados de Daniel Dantas, que após ser preso pela Polícia Federal na Operação Satiagraha, foi solto duas vezes pelo ministro em circunstâncias bastante curiosas. Na época, ele também acusou uma ditadura da PF, mostrando o que parece ser seu estratagema predileto.

Mais recentemente, seu nome foi envolvido na investigação da Operação Monte Carlo, sob a suspeita de ter pego carona no jatinho do bicheiro Carlinhos Cachoeira, na ilustre companhia do senador Demóstenes Torres, cassado depois por seu envolvimento no escândalo. Em julho deste ano, Mendes deu uma liminar que permitiu a Demóstenes voltar ao trabalho como procurador de Justiça.

São denúncias públicas, nenhuma delas inventada pelo bolivariano que aqui escreve. Assim como é público que o ministro mantém parada há 7 meses a ação da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) que propõe a inconstitucionalidade do financiamento empresarial de campanhas e que já obteve a maioria dos votos no Supremo, antes de seu pedido de vistas.

Ou seja, a trajetória de Gilmar Mendes está repleta de ligações políticas e partidárias, aquelas que ele acusa nos outros magistrados, os bolivarianos. Afinal, o que seria uma “corte bolivariana”? Se tomarmos os três países sul-americanos que assim são identificados –Venezuela, Bolívia e Equador– veremos que todos passaram por processos de reformas no Judiciário.

No caso da Bolívia, a reforma incluiu o voto popular direto para juízes, estabelecendo um controle social inédito sobre o Poder Judiciário. O mesmo controle que já existe sobre o Executivo e o Legislativo. Por que o Judiciário fica de fora? Por que não presta contas para a sociedade? Não, aí é bolivarianismo!

Na Venezuela e no Equador o foco das reformas foi o combate das máfias de toga e dos privilégios de juízes. Privilégios do tipo do auxílio-moradia que os juízes brasileiros ganharam de presente do STF neste ano. Mais de R$ 4.000 por mês para cada juiz. A maioria deles tem casa própria, mas mesmo assim poderá receber o auxílio. Cada auxílio de um juiz poderia atender a oito famílias em situação de risco.

O Judiciário é o único poder da República que, no Brasil, não tem nenhum controle social. Regula a si próprio e estabelece seus próprios privilégios. Mas questionar isso, dizem, é questionar a democracia. É bolivarianismo.

Este tal bolivarianismo produziu reformas estruturais e populares por onde passou. Os indicadores mostram redução da desigualdade social, da pobreza, dos privilégios oligárquicos e avanços consideráveis nos direitos sociais. Basta ter olhos para ver e iniciativa para pesquisar. Os dados naturalmente são de organismos bolivarianos como a ONU e a Unesco.

Arsenal perdeu Messi por não lhe dar apartamento

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Da ESPN

O livro Messi, do jornalista espanhol Guillem Balague, segue fazendo revelações sobre a carreira do argentino. Neste sábado, o jornal The Telegraph, da Inglaterra, publicou mais um trecho da obra, no qual o autor revela que o Arsenal quase contratou Lionel Messi no início dos anos 2000, mas acabou ficando sem o argentino por se recusar a dar um apartamento à sua família na capital inglesa.

De acordo com o livro, a aproximação entre os Gunners e La Pulga aconteceu na temporada 2002/03, quando o olheiro do Arsenal na Espanha, Francis Cagigao, assistiu a alguns jogos da equipe Cadete A do Barça e ficou impressionado com três atletas: o zagueiro Piqué, o meia Fábregas e o atacante Messi.

Cagigao, então, iniciou os contatos com o pai do craque, Jorge Messi, e o representante do atleta, então com 15 anos, Horacio Gaggioli. No entanto, o estafe do argentino não se impressionou com a proposta do clube britânico, que disse que não poderia dar um apartamento a Lionel em Londres (a família teria que arcar com os custos de moradia). Com isso, Jorge e Horacio disseram “obrigado, mas não” aos Gunners.

O olheiro do Arsenal, no entanto, não saiu de mãos vazias de sua viagem de observação. Ele ao menos conseguiu garantir a contratação de Fábregas, que jogaria oito anos pelo time de Londres até retornar ao Barça, time que o revelou, em 2011.