Por Gerson Nogueira
A Fórmula-1 já foi o segundo esporte nacional, quando brasileiros voavam nas pistas do mundo inteiro, sempre nos primeiros lugares. Coincidência ou não, as vitoriosas manhãs de domingo começaram a minguar com a entrada em cena de um alemão. Michael Schumacher chegou quando Ayrton Senna ainda estava no topo e estraçalhando recordes.
Naqueles tempos, o Brasil era a sensação das pistas, com oito títulos conquistados em menos de duas décadas. De lá para cá o interesse pelas corridas arrefeceu na mesma proporção em que os carros passaram a ficar mais perfeitos e inquebráveis, sendo que os pilotos passaram a ser coadjuvantes de luxo.
Foi justamente o súbito crescimento do alemão, na extinta Benetton, que botou pressão no tricampeão e grande ídolo nacional – de alguns, pois estou no grupo que prefere Nelson Piquet. Depois de triunfos seguidos de Schumacher no campeonato de 1994, Senna passou a correr contra algo inédito em sua carreira: a ameaça real e imediata de um novato.
Em qualquer área de atividade é terrível a sensação de disputar espaço com um concorrente mais jovem, sem nada a perder e com reflexos mais afiados. Naquela época, Schumacher ainda não tinha um carro à altura do de Senna, mas já era muito veloz.
Logo depois da tragédia em Ímola, jornalistas ingleses levantaram a tese de que o acidente de Senna na fatídica curva Tamburello começou, na verdade, pela necessidade cada vez maior que o brasileiro tinha de se impor ao impetuoso alemão, que acabaria por conquistar o título mundial daquele ano. Difícil saber o quanto isso de fato afetava Senna, mas a pressão era indiscutível.
Pois agora, depois que Schumacher colecionou sete títulos mundiais e parecia inalcançável nas estatísticas, eis que aparece outro alemão rápido demais para os padrões normais. Sebastian Vettel vem pulverizando recordes com a mesma urgência que caracterizou o reinado do heptacampeão.
No domingo, o ás da Red Bull botou o pé no seleto rol de pilotos com quatro ou mais títulos na F-1. Juntou-se a Schumacher, ao francês Alain Prost e ao argentino Juan Manuel Fangio. Impressiona que chegou ao tetra com apenas 26 anos e 116 dias de idade.
Com a disposição para quebrar marcas a cada corrida, Vettel já iguala os feitos de Prost e Schumacher, encontrando resistência apenas nas médias estabelecidas por Fangio, que leva a vantagem de ter sido o que menos disputou corridas – foram apenas 51 em oito anos (de 1950 a 1958) com índice de vitórias na casa de 41,4%. Com 36 triunfos obtidos na curtíssima carreira, Vettel tem média de 30,7% vitórias. Perde para Fangio, mas bate Schumacher (29,7%) e Prost (25%).
Os recordes estabelecidos por Schumacher constituem hoje o maior desafio e também o principal estímulo para Vettel. Quase sem adversários (a exceção é o veterano espanhol Fernando Alonso), o alemão tem pista livre para acumular novos feitos nos próximos anos.
De quebra, impõe um novo patamar de idade para a glória nas pistas. Como no tênis e no futebol, a F-1 passa a ser um esporte dominado pelos jovens. Como carros cada vez mais inteligentes, o talento, a capacidade de ser rápido e o apetite para vitórias tendem a ser o maior diferencial. Vettel já provou ter as três coisas. Ainda vamos ouvir falar muito dele.
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Mapa da mina é pelas laterais
Com Diego Barbosa na lateral esquerda, Jailson no meio-campo e Marcelo Nicácio e Careca no ataque, Vagner Benazzi arma um Paissandu relativamente ofensivo para encarar o América-MG na Arena Independência. Contra um mandante que vai sair em busca da vitória, é previsível que o Papão disponha de espaço para contra-atacar.
Em pouquíssimas ocasiões nesta Série B, na condição de visitante, o Paissandu soube explorar essa situação de jogo. Talvez somente contra o Palmeiras no Pacaembu a estratégia tenha sido bem executada. Coincidência ou não, os laterais Pablo e Pikachu fizeram os gols bicolores naquele jogo.
O técnico é outro, mas os caminhos laterais continuam sendo os mais interessantes para chegar ao gol, tanto que Pikachu é o artilheiro (7 gols) do time no campeonato. A questão é saber se a equipe saberá criar as condições para que Pikachu e Barbosa avancem e surjam como elementos-surpresa. Vale lembrar sempre que o América é um dos mandantes mais fracos desta Série B, com mais derrotas que vitórias em casa.
(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta terça-feira, 29)
Não é bem assim GN, o América em casa tem muitos empates, mas não perdeu tanto assim, somente 3 derrotas pra Icasa, Figueirense e Joinvile. Acho que hoje será a 4ª.
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A queda de audiência esportiva da F1 se explica pelo fato de que o brasileiro é muito mais torcedor do que apreciador do esporte. O mesmo aconteceu no tênis com Guga, com a ginástica de Daiane e Hipólitos…. Se tem brasileiro ganhando, o Ibope bate nas alturas. Se brasileiro é coadjuvante, como tem sido na F1 há cerca de 20 anos, esquece…
Não creio que Senna sentisse qualquer pressão por Schumacher ter vencido as duas primeiras provas. A imprensa inglesa é sabidamente sensacionalista. Em 88, ele saiu de uma desvantagem de 3 vitórias de Prost nas 4 primeiras corridas para ser campeão mundial ao final do ano. Ayrton era um piloto cascudo e tarimbado. E ademais, já havia posto o alemão no bolso no ano anterior (93), ganhando 5 corridas frente a umazinha só do germânico, mesmo utilizando um motor Ford defasado em relação ao carro da Bennetton. Com cerca de 40 cavalos a menos de potência… Muita coisa em se tratando de F1.
Quanto aos números dos pilotos alemães, respeito, mas não vejo nada demais. Hora e lugar certo apenas. São ótimos pilotos, sem dúvida. Mas, correndo com carros nitidamente superiores em várias oportunidades. Os adversários de Schumacher não tiveram carros decentes em 2001, 2002 e 2004. Os de Vettel andaram em carroças em 2011 e 2013.
Dou muito mais valor aos dois ranhidos títulos de Emerson batalhando contra Stewart, Peterson, Lauda e Regazzoni em condições minimante iguais de disputa. Bem como dos tris de Piquet e Senna, sobre Reutemann, Jones, Lauda, Prost, Mansell e entre si, claro. Assim como também as de Prost, sobre os infernais brasileiros, sempre pilotando com argúcia e inteligência.
No mais, espero que a mudança do regulamento traga uma disputa mais equilibrada em 2014.
Abraços amigo Gerson!
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Os alemães esta no topo por terem investido nas bases, até outro dia Vettel era um fraldinha. Se os carros ao longo do tempo foram mexidos tecnologicamente ,o mesmo nao se pode dizer de nossos pilotos, antigamente havia o Kart e depois as F- Ford,Chevrolet..
Hoje nao há nada disso,acabou! Entao o moleque sen base alguma vai correndo para a Europa e ai se depara com enes dificuldades e tem que enfrentar gente com mais qualificação .
Sem uma base no Kart fica difícil para os pilotos brasileiros. Veja o exemplo dos alemaês ,eles Sempre tiveram Mercedes e BMW, mas nao tinham pilotos.
Criaram a base bem antes do Schmacher se apossar dos Copos na F1. Hoje o grid esta cheio de comedores de chucrutes,graças a base.
Já nossos pilotos sem base nenhuma,ainda lutam contra a pior das realidades,os caras nao tem patrocínio e ainda tem que enfrentar os pilotos compradores de vaga.
Para gostar de F1 , de velocidade,é preciso ver as pistas com outros olhos.
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Israel a pressão era enorme sim, e ele sentiu, logico que isso não foi o fator preponderante para o acidente, mas ele de fato se sentia pressionado. A comparação com os anos de 88 e 93 não cabe, em 88 apesar do Senna ter saído em desvantagem, venceu uma corrida e chegou em segunda em outra dessas 4, em 94 ele estava zerado, e a Williams não era o foguete de 93, inclusive o Senna só se mandou pra lá porque pensou q ia herdar o super carro de 93, a categoria teve mudanças profundas (como vai ter agora em 2014) e a Williams já não tinha o melhor carro.
Sobre o Vettel o que mais impressiona alem da jovialidade e rapidez do rapaz, é q ele tem sim adversários de peso, grandes pilotos, senão vejamos…. além dele, são outros 4 campeões do mundo… Hamilton é um talento, inclusive todos achavam no começo de sua carreira q ele seria tudo o q o Vettel é (engraçado isso não?)… Button é ótimo piloto, Kimi é sensacional e Alonso nem precisa comentar…. só espero q com as mudanças em 2014 as coisas fiquem mais equilibradas… e pra finalizar, se engana quem acha q o Alemão vem dominando a categoria só por ter o melhor equipamento, isso sem duvida ajuda, mas sem o talento do Vettel a RBR não chegaria a lugar nenhum.
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Sim Harold, perfeita análise!
Matamos a base e com ela a chance de formar novos pilotos com o feeling vencedor, com o cacoete de campeão… A CBA e nada é a mesma coisa, infelizmente. Por conta dela, desperdiçamos talentos como Sérgio Jimenez e Ricardo Maurício. Dois kartistas notáveis, diferenciados… Que por falta de grana, apoio, etc não puderam vingar.
Além do aporte das grandes montadoras (Mercedes, BMW, Audi), a escola alemã ainda tem a vantagem de não poupar recur$o$ na hora de colocar seus pupilos nas categorias top. No Brasil, empresa nenhuma tem cacife, nem em tempos de dureza, quer bancar uma carreira. Já é mais que fato consumado, que a formação de um piloto de ponta assim como um tenista de alto nível se dá já na mais tenra idade.
Vettel sempre teve a Red Bull a apoia-ló. Com 8 anos seu capacete já levava o touro vermelho na pintura. Hamilton foi bancado desde menininho por Ron Dennis/McLarem. Alonso carrega consigo o Santander há alguns anos. Grosjean tem a grana da Total por trás, Maldonado a PDVSA, Perez da Claro de Carlos Slim… Alguma chance de um jovem talento brazuca como Luiz Razia e Felipe Nasr ter um lugar decente na categoria??? Nenhuma…
Hoje, só resta aos pilotos brasileiros como único caminho a automobilismo de turismo e protótipos. Uma pena
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Jairo, dizer que um piloto tricampeão com dez anos de categoria se sentir pressionado após apenas duas corridas de uma temporada de 16, é o mesmo que dizer que Schumacher se sentia pressionado após os dois primeiros GPs da temporada de 2001. Convenhamos, é algo inconcebível.
É claro que o carro de 94 era completamente diferente. Não tinha nada da tecnologia embarcada dos anos que deram a taça a Mansell e Prost. E sabemos por quê. Porque quando a Williams anunciou o Senna, o Max Mosley se desesperou: “Ou a gente tira, ou esse cara ganha tudo esse ano!”. E assim, foi feito. O resultado disso, conhecemos. Alguém aqui tem alguma dúvida que com o modelo anterior Senna arregaçaria o caneco com muitas corridas de antecedência.
Tanto é, que depois que o Newey redesenhou toda a suspensão e bico dianteiro da Williams, a partir do GP da Espanha, quinto da temporada, e um cara como o Damon Hill (que não consta na lista dos melhores de todos os tempos de ninguém) colou no Schumacher e ganhou 6 dos 11 GPs restantes. E perdeu, por um ponto apenas, sabemos bem como…
Alonso, Hamilton, Kimi e Button são todos ótimos, mas não tem carro. Simples. Assim, como Piquet não tinha pra lutar em 85, 88, 89, 90 e 91, como Senna não tinha em 85, 86, 87, 92 e 93. Como o Prost não teve em 91, como o Schumacher não teve em 96… A lista é bem longa…
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Amigo Israel, respeito muito os seus conhecimentos sobre automobilismo (F-1 em especial), mas mantenho a opinião quanto ao fato de Senna se sentir pressionado – aliás, pressionadíssimo, por um emergente e veloz Schumacher. Essa pressão se manifestou até na mudança de comportamento de Senna nos dias que antecederam a trágica corrida de Ímola. Todas as matérias, textos e documentários fazem referência a esse momento de introspecção do tricampeão.
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A queda pelo apreço da Fórmula 1 é mas que explicável, é só ver o exemplo aqui na nossa casa, um número cada vez maior de “loucos” por times de fora do estado, e sem identidade futebolística regional aumenta cada vez mais, isto se deve tão somente a carência de vitórias expressivas do futebol regional no plano nacional, as estatísticas de torcedores, estão indo ladeira abaixo, há sim uma resistência, ferrenha, e diria que até uma guerrilha, composta por torcedores apaixonados, como o nosso colega Rocildo ( que sabe-se lá por que nasceu azulino e não bicolor ), pode ser que todos venham a sucumbir, mas cairemos de pé!!
Na F-1, eu realmente não devo entender nada de Marketing, porque eu jamais colocaria um produto, aqui no Brasil, associado a F-1, não sei como ainda dão tanta trela pra esse “esporte”.
Vale lembrar que Senna lutou contra tudo e contra todos assim como o Piquet que lutou contra a resistência dentro da própria equipe, por que não testaram a suspensão ativa logo desde o Piquet? Senna não teve uma montadora de peso como a Renault que acabou vetando ele ( preferido do Frank ) e colocando o nome do Francês, ele não tinha um cartola como o Balestre pra ficar protegendo ele, como o fez com o Prost. Tenho a plena convicção de que no Carro da Red Bull, poderia se ter colocado Alonso, Hamilton, ou até mesmo o Button que o resultado teria sido o mesmo, a energia que “dá asas” estaria lá no topo. A Bennetton usava controle de largada e tinha o lance lá dos filtros de combustível, tinha a eletrônica escondida, tão bem escondida que ninguém sabia detectar, não puniram a Benetton pra tornar o campeonato interessante ( já que por inúmeras vezes o campeonato esteve desinteressante e nada do tipo fizeram ), puniram a Benetton simplesmente poque sabiam que ali tinha treta, mas que ninguém ia provar, então pegaram o lance do assoalho e deram um baita garfo no Shummy, que depois jogou o carro no Damon Hill, foi tudo ao Estilo AL Capone, pega-se o criminoso por um crime, mas conde-se ele por outras prática, deve-se lembrar destes fatos e do motivo do Shummy bater o Senna no começo de 94.
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Lembranças muito pertinentes JPablo…
Eu nem gosto de citar todas essas mutretas porque parece coisa de mau perdedor… Mas, são fatos.
O caso do filtro de combustível era tão sério que a Bennetton abastecia em média 2s mais rápido que as outras equipes. Num GP qualquer, o carro do Jos Verstappen levantou uma labareda de uns 3 metros de altura pela falta do retentor. Numa corrida de duas, três paradas, façam as contas.
Os controles de largada eram mais que percebíveis… Em 95, vi um mediano Johnny Herbert pular de 6º pra 2º antes da primeira curva… Tá me gozando??!!rsrs Coisas do Capo Briatore…
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• 60. lf44Luiz Fernando | 29/10/2013 às 0:28
Seu comentário está aguardando moderação.
Sr. Gerson
Em momento nenhum afirmei vir do senhor a informação de 20 mil camisas.
As 11.000 quem as referiu foi o presidente do Remo no programa a Turma do Bate Papo
Já ouvi falar até de 30 mil. Por falar em 30 mil o número esperado para o jogo do leiãozinho era 35.000. Inclusive no dia do jogo o Paulo “liar” Caxiado afirmou por volta das 14 hs (salvo engano) a venda antecipada de 27.000 ingressos.
Quanto aos fariseus, em blog anterior já o disse: Excluindo o senhor, o sr. Jones Tavares, o sr. João Cunha – que neste dois últimos anos mudou muito – e os declaradamente torcedores do Paysandu, todos o são. Batem no peito, juram amores pelo futebol do Pará mas na realidade não conseguem esconder a surda torcida contra o Papão. Alguns até se dizem torcedores alvi azuis
mas é só ler e ouvir nas entrelinhas do que falam ou escrevem…
Não sou o dono da verdade, posso estar sendo injusto com alguns
mas, parodiando o Sr. Cláudio, esta é a minha opinião: são fariseus
e cou continuar a tratá-los como tais.
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Sr. Gerson
republico para o caso de o senhor, devido ao horário, não ter tido tempo de ler.
Aliás ainda não entendi o por que de essa postagem ter sido retirada, como foi. Tenho visto outras bem indecentes, anônimas, desrespeitosas e ofensivas serem publicadas sem quaisquer restrições.
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Amigo, apesar de excluído por você do rol dos “fariseus”, acho injusto o julgamento acerca do comportamento dos demais jornalistas e radialistas. Principalmente quando você isenta também “os declaradamente torcedores do Paissandu”. Ao fazer isso, dá a entender que somente quem é simpático ao seu clube de coração merece respeito.
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Ei Gerson,
Diz que da imprensa só vc sabe quem vai vestir a camisa 33.
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Acho que ninguém sabe, amigo Rodrigo. Talvez nem os dirigentes do Remo. A aposta do momento é no Herrera, mas já foi no E.Ramos e até no Túlio. Por ora, como escrevi na coluna de ontem, tudo ainda é especulação.
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Israel, não só era concebível, como aconteceu. Novamente, acho que a sua comparação com anos posteriores não tem muito cabimento. O Ayrton não estava zerado em duas corridas e sim em 3, pra piorar o Alemão havia vencido as 3 corridas em q ele não pontuou, some-se a isso o fato do Senna não ter um carro tão superior como a Williams de 93 (acho q naquele momento a Benneton do Shummy era até melhor) e o cara q ele estava competindo era jovem e rápido, todo mundo achava q seria um passeio do Brasileiro naquela temporada, e o q se viu foi completamente diferente, o cara q todo mundo achava o melhor piloto do circuito, tri campeão mundial e ja considerado um dos melhores de todos os tempos, tinha ali fungando do seu cangote, um novato talentoso e sem nada a perder, qualquer um nessas circunstancias se sentiria pressionado e embora muita gente ache o contrario Ayrton era só um ser humano como todos nós, com suas virtudes, defeitos e fraquezas, é claro também q isso não quer dizer q ele não pudesse conquistar aquele titulo, isso a gente nunca vai ter como saber, mas q ele estava pressionado, não há como negar…. e só pra te lembrar, Shummacher só quase perde aquele campeonato de 94 porque sofreu uma serie de punições como o jpablo falou, senão teria sido campeão com um pé nas costas.
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Amigo Jairo, o alemão sofreu duas punições e ainda deu uma trancada feia em Damon Hill na última corrida, vencendo o campeonato por um ponto apenas.
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Hoje, vi no SBT Esporte que um time de Bragança (minha querida Pérola do Caeté) eliminou o CR, no fut-salão. CR saiu a frente, com 3 gols, mas depois se lascou ! rs
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Esse jogo foi pelo campeonato estadual de fut. salão.
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Nossa imprensa é uma graça. Hoje no Bom Dia Pará vi o Carlos Ferreira falando sobre as possibilidades do Paysandu sair da zona, segundo o comentarista de 1,5m, basta empatar hoje e ganhar na próxima partida contra o Joinvile, ou ganhar hoje e empatar a próxima partida. Como diria o Garricha, será que combinaram com os russos?
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Começou a virada: julgamento do STJD foi retirado de pauta. Boooraaaaa PAPÃO, nós acreditamos até o derradeiro instante!!!
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Amigo Gerson, pressão todo mundo sente, mas Senna ligou até mesmo para o Prost e comentava sobre a treta que a Bennetton tinha com eletrônica embutida e controle de largada, e que todos sabemos que tinha, é tipo a espionagem dos estados unidos, antes todos os caras próximos do serviço secreto sabiam o grande público em geral fica longe da “verdade”, mas se alguém de fora fosse falar ia ser uma absurdo, o Snowder sabe-se lá por que deu com a línguas nos dentes o Asange tá ali naquele cubículo da embaixada do Equador, por conseguinte Senna ao pegar carro, foi dito pelo mesmo que “cagaram o carro justo na minha vez”, a pressão não vinha do Shummy, vinha da situação toda, tinha sim o fator de o Senna saber que o Shummy era um adversário de peso, grandes pilotos reconhecem grande pilotos, Senna já tinha padecido em 92 contra o Carro de outro Planeta, em 93 mesmo tendo momentos brilhantes o Motor Ford de sunda linha não foi Páreo para a Williams, em 94 o carro já era outro, havia sim a pressão por resultados, a impaciência do Senna, nesse ponto acho que tanto o Piquet quanto o Prost teriam sido superiores e calmamente aos poucos “domassem o carro”, Senna era uma cara do tipo que gostava de lances agudos e profundos, tentou isso num carro instável e deu no que deu. Acho que o Automobilismo de hoje não permite mais coisas desse tipo, tai o Alonso sofreu com a Ferrari, o Vettel é certamente bom, mas acho que está no nível do Alonso e do Hamilton, a diferença é a equipe, os 4 títulos do Vettel dão a falsa impressão que ele é duas vezes mais piloto que o Alonso, quando na verade a Red Bull é que é duas vezes mais equipe que Renault.
Minha conclusão é de que a pressão que o Senna sofreu veio de todos os lados e de que o Shummy só fazia parte dessa pressão, duas corridas é muito pouco pra determinar o que teria ocorrido no resto do Campeonato.
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Amigo Jairo, foram 2 GPs (Brasil e Pacífico). San Marino era a terceira prova do ano. Na primeira Senna errou em perseguição a Schumacher (erro admitido por ele próprio), que largou atrás, mas que “miraculosamente” após duas paradas liderava a prova com 6s de vantagem, sem ultrapassar o brasileiro na pista. Aliás, um hábito que o alemão cultivaria a carreira inteira. Na segunda, Hakkinnem o abalroou por trás logo na largada, antes da primeira curva.
Escriba, penso que a introspecção era mais fruto da frustração do “cagaram o carro justo na minha vez”, como bem lembrou o JPablo. O que na verdade, não deve ser posto nem na conta de Sir Frank, tampouco de Patrick Head ou Adrian Newey, mas sim da dona FIA (leia-se Max Mosley) que tirou tudo de tecnologia que o carro dispunha. A Williams passou anos investindo na suspensão ativa e, de repente, se viu sem pai nem mãe. A Bennetton sentiu muito menos ou quase nada, porque não dispunha de toda essa tecnologia embarcada. Logo deu um salto a frente em 94, do ponto de vista da competitividade.
Quanto aos 4 títulos de Vettel, é como li num comentário de um post no Blog do Flávio Gomes: “Se fosse Alonso, Hamilton, Kimi ou até mesmo sentado nessa Red Bull, não teríamos visto um resultado muito diferente do que vimos hoje”. Em outras palavras, todos no mesmo nível. A diferença está no carro. Só isso.
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“Se fosse Alonso, Hamilton, Kimi ou até mesmo Button sentado nessa Red Bull, não teríamos visto um resultado muito diferente do que vimos hoje”
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