O técnico escocês Alex Ferguson, famoso pelos 26 anos em que comandou o Manchester United, declarou em sua autobiografia que tinha muita dificuldade para trabalhar com jogadores argentinos. O treinador também relatou que tinha preferência pelos atletas brasileiros. “Tenho que confessar que sempre foi muito difícil trabalhar com jogadores argentinos’. Ferguson também destacou o patriotismo dos hermanos. Sempre estavam com a bandeira perto”, comentou o escocês em seu livro. Ferguson destacou que o meio-campo Juan Sebastián Verón, atualmente no Estudiantes de La Plata, era um jogador excepcional.
Apesar dos elogios, ele admite que teve dificuldades para achar a posição ideal do meio-campo argentino: “Verón não conseguiu jogar na minha equipe. Eu o coloquei em todas as partes do campo onde ele poderia atuar. Podia ter treinado ele durante 100 anos que seguiria sem saber onde posicioná-lo. Os jogadores argentinos que eu treinei nunca se interessaram em falar inglês. No caso de Verón, ele apenas me chamava de Mister”; acrescentou o ex-técnico. Se os argentinos não agradaram Ferguson, os brasileiros, por outro lado, deixaram boa impressão em Fergie: “Sempre respeitei os brasileiros. Me diga um jogador brasileiro que não se destaque nos grandes momentos”, enfatizou. (Da revista Placar)

Como os argentinos carregam um patriotismo exacerbado, a recusa em falar inglês deve ser por causa da Guerra das Malvinas.
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Eu, pessoalmente, não acho errada a atitude dos argentinos.
Eles tem, ao contrário de nós, amor à pátria.
Nós somos “colonizáveis”. É por isso que temos dificuldades em avançar. Se tívéssemos metade do patriotismo deles seríamos não hexa mas hepta, octa, enea campeões, quem sabe.
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O chamava de Mister para ser cordial,mas no fundo o tinha como um pelotudo.
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