O passado é uma parada…

Vista da antiga doca do Ver-o-Peso, em fotografia supostamente feita em 1900.

31 comentários em “O passado é uma parada…

  1. O problema dessa foto, e que em 1900 nem Santos Dumont nem os irmaos Wright Brother haviam inventado o Aviao, sera que algum caboclo da terra conseguiu essa facanha, e so agora estamos descobrindo, isso pode mudar o rumo da historia do pai da aviacao, mas voltando a foto, se percebe que a praca do relogio cujo none verdadeiro e praca Siqueira Campos, ainda nao existia.

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    1. Alberto, a discussão no Facebook é exatamente essa. A foto, de autor desconhecido, teria sido tirada de algum dirigível, tapete voador ou balão mágico? Rss

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  2. Gerson, tentei descobrir como essa foto foi tirada de Tao alto, mas para minha, descobrir o que talvez muito de nos paraenses e brasileiros, nao conhecemos nossa historia e nossos poucos ilustres e as vezes anonimos herois. Segue abaixo a probabilidade de como a foto foi tirada na epoca. Ela nada mais e do que Julio Cesar (tambem da o nome a avenida) Espero ter contribuido e faco e faco aqui os meus protestos de como somos pobres em cultura, deveriamos prestar homenagem sempre a esse grande paraense.

    Júlio César Ribeiro de Sousa[1] (Acará, 13 de junho de 1843 — Belém, 14 de outubro de 1887) foi um inventor brasileiro reconhecido como precursor da dirigibilidade aérea. Também foi professor, autor de uma gramática premiada, poeta, jornalista, funcionário público, diretor da Biblioteca Pública do Pará e secretário de Estado.
    OcultarOs primeiros passos

    De família pobre estudou no seminário do Carmo em Belém.

    Praça voluntária em 28 de maio de 1861 , transferiu-se para a cidade do Rio de Janeiro, à época capital do império brasileiro, onde completou o curso preparatório da Escola Militar. Em 1866 seguiu para Montevidéu, onde se integrou às forças militares brasileiras na Guerra do Paraguai.

    Em 1870, chega de volta ao Pará e dedica-se ao jornalismo, poesia e ao estudo da física como autodidata.

    Em 1874, depois de observar o vôo de pássaros amazônicos, passa a dedicar-se ao estudo das ciências aeronáuticas.

    Após seis anos de pesquisas, Ribeiro de Sousa acredita que os balões devem ter formato assimétrico, com o centro de empuxo à frente, formato já preconizado e utilizado por vários inventores franceses, como Guyot, Eulriot e Pierre Jullien.

    Após ter realizado conferência no Pará sobre suas idéias, parte para o Rio de Janeiro, onde vai ao encontro do Barão de Tefé, conhecido e respeitado na comunidade científica brasileira. O Barão de Tefé analisa os estudos de Júlio César Ribeiro de Sousa, fica entusiasmado e pesquisa por um mês material europeu sobre aeronáutica. Escapou-lhe, porém, o fato de que muitas das idéias de Júlio César Ribeiro de Sousa já haviam sido utilizadas por inventores franceses.

    Desta forma Ribeiro de Sousa consegue apoio do Instituto Politécnico do Rio de Janeiro então a maior instituição científica da América Latina. Com o apoio do Instituto e do governo imperial, consegue uma verba (20 contos de réis) da província do Pará.

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    OcultarOs balões Le Victoria e Santa Maria de Belém

    Com estes recursos, parte para a França e na Casa Lachambre em Paris encomenda a construção de seu balão batizado Le Victoria nome de sua esposa. Antes do início de sua construção comparece à Sociedade Francesa de Navegação Aérea expõe suas idéias e providencia a patente de seu invento: o “balão planador”. Patenteou seu invento nos seguintes países: França, Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, Rússia, Portugal, Bélgica, Áustria e Brasil.

    Em 08 de novembro de 1881 em Paris é realizado o primeiro vôo público e cativo do aeromodelo, que sobe avançando para frente, feito repetido no dia 12. Disse Ribeiro de Sousa que tais experiências teriam sido presenciadas pelo capitão francês Charles Renard, que presidira a Sociedade Francesa de Navegação Aérea até junho de 1881, e que ao assistir o balão avançar contra o vento, teria afirmado: “Como eu lamento que o inventor não seja um francês!” [2]. Essa acusação, contudo, nunca ficou provada.

    No Brasil, são feitas demonstrações no dia 25 de dezembro de 1881, no Pará, e em 29 de março de 1882, no Rio de Janeiro, sendo que nesta última o balão sofre um rombo, ficando seriamente avariado.

    Consegue no Pará a liberação de mais 36 contos de réis. Retorna a Paris e encomenda a construção de seu grande balão, com 52 metros de comprimento e 10,4 metros de maior diâmetro.

    Em 12 de julho de 1884, na Praça da Sé em Belém, Ribeiro de Sousa tenta realizar a ascensão de seu grande balão, então denominado Santa Maria de Belém. A fim de produzir o hidrogênio necessário para inflar o balão, ele conta com a ajuda de pessoas esforçadas, mas inexperientes. Os materiais e equipamentos são manipulados de forma incorreta o que acaba por danificar e impossibilitar a experiência.

    Menos de um mês depois, dois capitães franceses, Charles Renard e Arthur Constantin Krebs, a bordo do balão La France, que media 50,4m de comprimento por 8,4m de maior diâmetro , executaram o primeiro circuito fechado em um balão. A aeronave, contudo, não foi considerada verdadeiramente dirigível nem prática, por ser lenta e extremamente dispendiosa, em razão do motor elétrico, cujas baterias tinham que ser trocadas após cada vôo.

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    MostrarPolêmica

    MostrarDiferenças entre o “La France” e o “Santa Maria de Belém”

    OcultarO último balão

    Em 1886 conseguiu da Assembléia do Governo do Pará a quantia de 25 contos de réis. Munido destes recursos retorna à França e constrói seu último balão: o Cruzeiro, com o qual realizou demonstrações públicas. Ao chegar a Paris propôs debates públicos com Renard e Krebs na Sorbonne e na Academia de Ciências da França, mas é ignorado pelos capitães franceses. Em seu editorial de 13 de maio de 1886, o jornal parisiense “L’Opinion” publica um histórico das realizações de Ribeiro de Sousa, desde a aprovação de suas teorias no IPB no início de 1881 até aquela data, mencionando que o protesto do brasileiro tinha merecido comentários favoráveis dos países que o receberam, e fazendo votos de que se fizesse justiça a quem de direito. Este artigo foi enviado pelo próprio Ribeiro de Sousa a membros do governo e às academias francesas, a Renard e Krebs, e a toda a imprensa parisiense, sem ter recebido nem apoio nem contestação durante esta que foi a sua última estada na França.

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  3. hehehe!!! Jaime!!

    Julio César!!, Meu colega de turma!! kakak!

    Também estudei no Colégio do Carmo!, lá na cidade velha, e, (só agora revelo), cheguei a gazetar aula pra tirar manga na praça do Carmo (Dom Bosco).

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  4. Alberto, tambem estudei no Carmo, Morava tambem em um dos casaroes que ficava na esquina, tinha uma oficina de grades em baixo de frente para a porta principal do colegio, so que nao dava para gazetar, pois o padre Pedro e o Mao de ferro junto com a Lurdinha nao deixava. Hehhehe

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  5. Putz!! Jaime, tu és meu contemporâneo!

    Padre Pedro Gerosa (meu professor de EMC).
    Padre Benjamim (O diretor, porém cabeça fria)
    Padre Genivaldo (expulsava bagunceiros como ninguém!)
    E, Prof. Lourdinha, gostava muito dela, e nunca soube porque ela gostava de mim, já que de vez em quando os professores me mandavam lá pro PM BOX dela!!
    Minha mãe era chamada pela professora Lourdes na reunião de pais, por sinal, eu ficava apavorado com essas reuniões, pois meu nome sempre era citado.
    E, diferente de hoje em dia, meus pais não “refrescavam” comigo não! (eu pegava umas porradas mesmo!).
    Hoje em dia, dão razão pra aluno!! Os tempos mudam viu? heheh!

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  6. Um segredo:

    Tinha um portão lá no campo de futebol que dava direto no Porto do Sal! Poucas pessoas sabiam, e era por lá que a gente saía!

    O cadeado que ficava no portão, era grande, e bastava virar ele de lado que o trinco abria! … rsrsr!!! kakak!

    Impressionante como moleque descobre e aprende coisa que não presta, né?? kakak!

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  7. Lembro-me de uma senhora que debruçada no muro de sua casa que dava para o colégio, vendia uma deliciosa unha de caranguejo.
    Bastava tocar a campa do recreio para que braços se estendessem “aos céus” com trocados para comprar a iguaria que logo acabava.
    Sem esquecer do Iara Bar, onde sempre tomava meu café da manhã após as aulas de educação física com o Oswaldo.
    Até hoje sinto que poderia ter vivido mais o espírito salesiano, mas como eu morava do outro lado da cidade isso não foi possível. Ficou a lembrança.

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  8. Hehehe amigos, o padre Benjamin foi quem pediu para eu sair do colegio, a Lurdinha era o terror ficava vigiando todo mundo na hora do recreio rsrsrsrsrsrs. Amigo Acacio acho que a senhora chamava-se Dona Dada ela fazia doces como ninguem, hehe amigo Alberto, isso era verdade lembra que atras do campo tinha o muro de pedra que dava para o beco do carmo, pois e, Ali so eu e meus primos sabiamos como fugir para tomar banho na mare, Acacio a Dona Maria era a Dona do Iara Bar nossa casa ficava no mesmo lado no canto no sentido de quem vai para a praca em frente ao portao principal do colegio, quanto ao Oswaldo descupe mas sempre achei que ele tinha um jeitinho meio Boiola, mas era muito gente boa fazia lanche como ninguem. Tempos bons amigos, ah lembrei o porteiro era o seu Bene que usava oculos ele tinha mais de cem chaves no bolso, hehehe essa e do Bau.

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  9. Hehe Daniel, a Lurdinha nunca casou lembram? Quando ela dava aquele olhar por cima do óculos, haha era o terror. To vendo que aqui no blog tem cada figura. O bom era quando tinha os jogos salesianos, a velha richa entre Salesianos do Carmo x Salesiano do Trabalho, o bicho pegava pra valer, sem falar que as sabados tinha a manha alegre. E amigos como sempre digo “Tem coisas na vida que nao tem Preco”.

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  10. Daniel, eu não gostava das aulas de sábado, de 7:15 as 10:00 hs, só matemática!! Nenhum cristão merece isso!! .. Rsrs!
    E o mais irônico, depois de tudo isso, sou engenheiro! Kakaka!

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  11. Daniel, eu não gostava das aulas de sábado, de 7:15 as 10:00 hs, só matemática!! Nenhum cristão merece isso!! .. Rsrs!
    E o mais irônico, depois de tudo isso, sou engenheiro! Kakaka!!

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  12. Hehehe amigo Alberto, principalmente com japonezinho professor Midori ou acho que era Minori, nao importa ninguem conseguia passar direto com ele, Egua esse era o terror da matematica.

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  13. Desculpa ae Jaime!!, Mas eu passei direto sem precisar fazer a última prova do Minori. Hehehe!

    Mas tinha outra professora, uma insuportável chamada de Zelândia, não gostava de mim e eu tambem não gostava dela. Tentou me humilhar na sala, eu com 12 anos, falou umas besteiras que tive que levar ao conhecimento dos meus pais.
    Depois descobri que ela se incomodava das coleguinhas da sala gostarem de mim. Coisa de lésbica mal amada!
    Mas passou!
    Fiz meu segundo grau na Escola Técnica Federal do Pará, adivinha quem era a professora de matemática?? Um doce se tu acertares! Hehehehe!

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