A frase certeira (16)

“Tiramos o Moisés da ‘lama’, demos dignidade para ele. Pagamos um dos salários mais altos do clube ao atleta, que de uma hora para outra faz isso conosco. Se ele quer ir, então que vá. O Paissandu tem 96 anos e não depende do Moisés. Acredito no futebol desse rapaz e queria que ele entendesse que pode estar dando um fim precoce na sua carreira. Vencemos três jogos sem ele na Série C, podemos vencer outros”.

De Luís Omar Pinheiro, presidente do Paissandu, mordido com a reclamação trabalhista movida pelo atacante Moisés.

24 comentários em “A frase certeira (16)

  1. Assim é LOP, pesado nas articulações das palavras. Tirar da lama pegou mal. Mas para quem chamou uma comunidade de miseráveis, este pode ser considerado um caso isolado. Agora o moleque fez feio e que segure as pontas.

    Curtir

    1. Realmente a torcida fica na mão, o cara nem mesmo teve a ombridade e respeito por quem já torceu por seu futebol. Uma ingratidão sem tamanho, infelizmente separam os homens dos muleques.

      Curtir

  2. O Luiz Omar segue a falar impensadamente e de forma imprópria para um presidente de clube. Usou expressões humilhantes – como tirar da lama – e ainda diz que deu dignidade. Dignidiade não se dá pra ninguém. A pessoa é ou não é digna, independente de ser rica ou pobre. O texto dele, escrito no site do Paysandu, está bem mais correta e educada, o que leva a crer que não foi ele quem escreveu.

    Por outro lado, penso que Moisés pisou feio na bola. Mesmo que o clube lhe deva algo, não havia necessidade de agir dessa forma, no mínimo intrasigente, e ainda falando mal do clube que está lhe projetando.

    É decepcionante. Penso que Moisés não tem mais clima para continuar no Clube. Mostrou que não está em sintonia com os colegas e nem predisposto a contribuir com o projeto Série B.

    Penso que deva ser emprestado pra onde ele quiser ir e que seja feliz por lá, pois o Papão não precisa de jogadores não comprometidos com a nossa causa principal que é o acesso à segunda divisão.

    Curtir

  3. Não é todo dia que se vira ídolo de um clube como o Paysandu e esse rapaz está jogando isso fora e saindo pelos fundos.
    Poderia entrar para a história do clube de forma positiva, mas não, preferiu acelerar um processo já rabiscado.
    No atual momento acho que perde mais o jogador que o clube.
    Se tiver que ir, que se vá e que se encontre.

    Curtir

  4. Abrir mão de direitos só para atender a vontade do jogador não me convence. Há pendencias que na Justiça serao esclarecidas. A boca que beija é a mesma que escarra.

    Curtir

  5. Vê, ninguem assistiu ao formidável enterro da tua última quimera/Somente a solidão, essa pantera/ foi a tua companheira inseparável/ acostuma-te a lama que te espera/ o homem que, nessa vida miserável vive entre feras/ sente o inevitável desejo de também ser fera/ toma um fósforo/ acende teu cigarro/ o beijo amigo é a véspera do escarro/ e a mão que afaga é a mesma que apedreja/ e se ainda a alguém causa pena tua mágoa/ apredeja essa mão que te afaga/ cospe nessa boca que te beija
    (Augusto dos Anjos diante de uma suposta ingratidão)

    Curtir

  6. Belíssimos todos os comentários acima. Só acrescentaria que Moisés não encontrará Brasil afora cartolas de comportamento ilibado. Antes, ao contrário, enfrentará uma selva de predadores insaciáveis, cujo apetite por dinheiro parece não ter fim. A questão é: se algo der errado em sua carreira, contará com o auxílio “amigo” de quem o orientou a tomar tão insólita decisão?

    Curtir

  7. Exato. Se não vingar para onde for, a fome por lucro o estará colocando em algum clube da quarta divisão da Áustria, Turquia, Eslovênia, Ajerbaijão, etc…

    Curtir

  8. PELA PRIMEIRA VEZ CONCORDO COM O PRESIDENTE BICOLOR. NÃO ACHO QUE USOU PALAVRAS HUMILHANTES, ATÉ PORQUE ESSA EXPRESSÃO “TIROU DA LAMA” PODE SER ENTENDIDA DE DIVERSAS FORMAS. AGORA QUE É VERDADE É. FOI NO PAYSANDU QUE ESTE MOLEQUE GANHOU ESPAÇO/CONFIANÇA. FOI NO PAYSANDU QUE ELE TEVE MÍDIA. ELE ESTÁ APENAS MOSTRANDO QUE NÃO TEM CABEÃ/CARATER, NEM MESMO FAMÍLIA PARA TIRÁ-LO DAS GARRAS DESSES BANDIDOS/EMPRESARIOS.
    FAÇO FORÇAS PRA NÃO JOGAR PRAGA, PORQUE ISSO É EXTRAMAMENTE ERRADO. MAS TALVEZ SEJA ESSE UM DOS MOTIVOS QUE CADA VEZ MAIS FICO DESANIMADO COM O SER HUMANO. Ô RAÇA!!!
    PAPÃO, VAMOS SUBIR. RAÇA E COMPETÊNCIA NESSE TIME QUE DÁ.

    P.S.: SÓ ESPERO QUE OUTROS BICOLORES NÃO SIGAM ESTE MAL EXEMPLO.

    Curtir

  9. Acho que no mínimo o Moisés deveria ter chamado o presidente (que tanto lhe ajudou) para conversar e mostrar seu ponto de vista. O que esse rapaz fez foi de uma covardia sem tamanho, querendo aproveitar-se de uma situação para colher lucros lá na frente. É simples, se optasse por ficar, subiria com o time, jogaria uma Série B e seria bem mais valorizado em 2011. Lamentável e triste, pois tinha tudo para contribuir com o clube e vice-versa.

    Curtir

    1. Eu que ”bandeirei” um jogo no campo da Escola de Educação Fisica por ocasiao da Copa da Juventude jamais pensaria que ele chegasse a tanto..mas como escreveu o Tavernard, a mão que afaga é a mesma que apedreja…boa sorte a ele…e o Vandick Lima ? como se sente ? poucos sabem mais ele foi um dos descobridores e incentivadores do Moises justamente nessa Copa da Juventude. Por falar nisso Gerson, ano passado nao teve..E esse ano ?

      Curtir

  10. Será que este rapaz não tem PAI, MAE, Esposa que possa orienta-lo que lá fora paraense não tem esta MIDIA local que dá força para esses jovens que estão querendo um lugar na MIDIA Brasileira. Vai ter que mostrar muita bola,senão……

    Curtir

  11. Ele faz muito bem em procurar seus direitos. A coisa listrada e seu presidente ignorante não pagou seus direitos trabalhistas enganando o jogador e sonegando o INSS e agora se mostra ofendido e traído. O jogador tem todo o direito de procurar um clube que o valorize mais.

    Curtir

  12. Caro Dorivaldo, confesso-te que não lembrei-me dos versos do augusto angélico , mas, dos beijos dados nas chuteiras do Zé Augusto comemorando um feito. Lembras ?

    Curtir

  13. O caso Moises, para finalizar. Comprova-se ser HIPOCRISIA o beijo que os jogadores dão no escudo da camisa na comemoração do goal.Jogador não é torcedor. Jogador vende seus serviços profissionais a quem lhe der mais, infelizmente. Nos tempos idos, jogador chorava, sofria quando não cvonseguia a vitória. Envengonhava-se quando derrotado. Os tempos eram outros e a vergonha também.

    Curtir

    1. Tavenard,
      O romantismo do futebol de épocas passadas era belo, mas não esqueçamos que a grande maioria desses jogadores após sua áurea fase era completamente esquecida pela torcida e, aos 35, 40 anos, estavam aposentados do futebol sem ter quaquer fonte de renda. Suas aposentadorias, via de regra, eram (ou são) recheadas de saudosismos e privações.
      Eu acho que, embora não seja nada romântico, o modelo atual é mais justo para todos: jogadores e torcedores.

      Curtir

  14. Como todos nós somos éticos! É muito difícil nos colocarmos no lugar dos outros. O “animal humano” não é bom nem mau. Os “outros” é que fazem essas distinções maniqueístas. Nós, os torcedores do Papão, condenamos o Moisés. Os torcedores do “IDH de Melgaço” condenam a direção bicolor – botam mais gasolina na fogueira. Ainda bem que não estamos no Irã, senão o jogador seria apedrejado por alguns. Mas, opinião é como nádega: todos, normalmente, têm uma.
    Vida que segue …. devemos desejar sorte para o jovem “jogador” na acepção do termo (vai precisar). E o Papão, esse sim, deve alcançar a B – é o que vale, por enquanto!

    Curtir

    1. É verdade.
      Impressiona como os julgamentos são maniqueístas: ou o cara é bom ou é mau.
      Até dois dias atrás o Moisés era a imagem da pureza celestial, com grande talento aliado à mais admirável humildade. Um verdadeiro garoto da vila com grande futuro no futebol mundial.
      Um dia depois ele entra na justiça contra o papão e pronto: tornou-se um perna de pau, traidor, que vai ter o mesmo futuro de outros perebas arrogantes como ele.

      Não há meio termo.

      Curtir

  15. Jogador promessa como Moisés nunca rederam boas cifras para clubes do Para, pelo menos é o que tem dado a imprenssão. O Fabrício foi negociado naquela época e o dinheiro, se entrou no clube, não ajudou em nada financeiramente, porque a pindaíba continua. Assim foram com tantos outros tanto do Remo como do Paissandú. Moisés seria bem negociado no futuro e esse valor mudaria a situação do clube? Fico a me perguntar. Por isso que minha opinião é contra a venda do Baenão, certamente nada mudaria no clube, somente efeitos momentâneos.

    Curtir

Deixe uma resposta