
Do Folhaonline
O brasileiro Rubens Barrichello falhou na missão de levar a decisão da temporada 2009 para a última prova e viu seu companheiro de Brawn GP, o inglês Jenson Button, conquistar neste domingo, no GP do Brasil, o título de campeão mundial de F-1. Apesar de largar na pole em Interlagos, Barrichello não conseguiu se manter na primeira colocação, perdeu posições e terminou no oitavo lugar. A vitória ficou com o australiano Mark Webber (Red Bull), seguido pelo polonês Robert Kubica (BMW) e pelo inglês Lewis Hamilton (McLaren).
Button, ao contrário de Barrichello, teve uma ótima perfomance. Largando da 14ª colocação, o campeão mundial de 2009 abandonou a postura cautelosa das últimas provas, mostrou-se arrojado com uma série de ultrapassagens e chegou em quinto. Com isso, o inglês foi a 89 pontos, deixando para trás Barrichello (72) e o alemão Sebastian Vettel (74), da Red Bull, que chegou em quarto. Os dois pilotos ainda tinham chances matemáticas de ganhar o título.
O Barriquebra correu como nunca e chegou como sempre – lá atrás.
Ficou provado que a pole de ontem foi artificial. Barrichello largou com o carro muito leve. Quando parou para reabastecer, voltou pesado e não teve mais o mesmo rendimento. Ele correu já sabendo que, em condições normais, não tinha nenhuma chance.
A nota triste, como sempre, foi o locutor mala. Galvão usou a expressão “nesse momento”, sua preferida nos últimos tempos, mais de cem vezes, em pouco menos de duas horas. A expressão é uma excrescência. É mais do que óbvio que tudo o que se passa numa corrida ocorre em tempo real, e além do mais está errada: o certo seria “neste momento”.
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e aí gersão. não rolava colocar a fonte do texto original com link. pense nisso.
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Eu sinceramente não sei o que acontece com esse cara. Não sei se as escuderias adotam a estratégia errada com ele, se ele é um mal piloto, se ele é azarado…
Ma sei o qu acontece com o Rubens Barrichello. Tal como o time pelo qual ele torce, que não tem cacife pra ganhar uma Libertadores, o nobre piltoto não tem cacife para abocanhar o título mundial de F1.
PS: pra piorar ela ainda foi aos treinos e às coletivas de imprensa com a camisa do time azarado pelo qual ele torce… tinha que acabar como acabou né?!
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O Barrichelo é o famoso “dedo podre”. Quem gosta de F-1 sabe que o “Chorão” não é mau piloto, contudo está longe de ser brilhante ou até mesmo um “grande acertador de carros” (é um dos caras que mais “quebram” na F-1). É um cara mediano e como tal tem resultados à altura de sua capacidade.
É impressionante que todos seus resultados negativos são explicados por um ou mais dos fatores listados abaixo:
– Problema no carro.
– Descaso da equipe.
– Sabotagem.
– Shumacher.
– Azar.
– Alta do dólar.
-Baixa do dólar.
– Chuva.
– Sol.
Tem um ditado perfeito para o chorão: “Um pangaré jamais será um puro-sangue. Mesmo que apanhe todos os dias…”
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Rubinho ficou em oitavo?? Bravo, Rubinho!!
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Gerson, o Rubinho parece que sofre de Psíca da Maria Chica, né?
O que achas??..heheheh!!
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Ele pelo menos foi o primeiro – no abraço ao campeão… hehehe
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caraca Alberto, ha ha ha ha essa eh do meu tempo, he he he
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Ei Edmundo, na nossa época já era “psica da velha chica”. Maria Chica é de muitas e muitas décadas atrás. Rsrsrs. É da época do mingau “Farroz”…
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