Novo Papão estreia com vitória

O novo Paissandu estreou com vitória, na tarde deste domingo, sobre o selecionado de Juruti por 3 a 1. Marcaram para o Paissandu: Jenison, aos 14 minutos, e Robert, aos 25 do primeiro tempo. Na etapa final, Zé Augusto fez o terceiro aos 9 minutos e Nilton descontou para o Juruti aos 38. O time de Nazareno Silva, ainda carecendo de mais entrosamento, não deu espetáculo, mas mostrou força no meio-campo e algumas boas jogadas ofensivas.

Mundico perde, mas joga por 1 a 0 na final

O Macaé derrotou o São Raimundo por 3 a 2, na tarde deste domingo, na primeira partida das finais do Brasileiro da Série D. André Gomes, Rafael Oliveira (contra) e Anderson fizeram os gols do time fluminense, enquanto Rafael Oliveira e Michel marcaram para o Pantera. Com a vitória, o Macaé joga por um empate no jogo de volta para conquistar o título inédito. O São Raimundo precisa de uma vitória por 1 a 0 ou 2 a 1 para ficar com a taça, e se devolver a derrota e vencer por 3 a 2, a decisão do título vai para os pênaltis. O jogo de volta acontece no próximo domingo, em Santarém. 

Sem aparentar respeito pelo mandante, o Mundico foi à frente e criou algumas situações perigosas no começo do jogo. Aos 20 minutos, Preto Marabá fez boa jogada e tocou para Rafael Oliveira, que bateu da entrada da área no ângulo, sem defesa para o goleiro Lugão. O Macaé partiu para tentar igualar e conseguiu o empate aos 32 minutos. Bill cruzou da esquerda e André Gomes, no segundo pau, se antecipou à zaga para cabecear para o fundo do gol.

A etapa final começou quente e o Pantera quase voltou a mandar no placar aos 4 minutos. Beto soltou uma bomba em cobrança de falta e no rebote a zaga do Macaé afastou o perigo. Mas, aos 13 minutos, Preto Marabá derrubou o atacante do time fluminense dentro da área e o árbitro marcou pênalti. Wallacer cobrou e o goleiro Labilá defendeu, vibrando muito. 

O pênalti perdido não abalou o Macaé, que cresceu de produção. Aos 21 minutos, conseguiu a virada: após bate e rebate na área depois de cobrança de escanteio, Rafael Oliveira tocou para o fundo das redes do S. Raimundo. Aos 41 minutos, o time fluminense ampliou com Anderson, que soltou uma bomba e fez o terceiro do Macaé. Nos acréscimos, o Mundico teve um pênalti a seu favor cometido por Bill em cima de Beto. Michel bateu e descontou para o time paraense aos 50 minutos. (Do Bola e do site da Rádio Clube)

Papão estreia importados em Juruti

O Paissandu viajou na noite deste sábado com destino a Juruti para o primeiro de quatro jogos amistosos pela região Oeste do Estado. A primeira partida será neste domingo, contra o selecionado local, a partir das 16h, no estádio “Pimpão”. O técnico Nazareno Silva terá a oportunidade de colocar a campo os reforços vindos para a temporada 2010. O time já viajou escalado: Naldo; Josemar, Carlos Eduardo e Bernardo; Denilson, Bruno Lança, Tácio, Hallax e Wagner; Eanes e Zé Augusto. Uma dúvida ainda persiste: Denílson se recupera de contusão e pode ser substituído por Jenison. (Com informações do Bola e da Rádio Clube)

Coluna: Planejamento de araque

Não passa um único dia sem que alguém defenda, publicamente, a salvação do futebol paraense pela via do planejamento. Parece mantra. Muita gente nem sabe ao certo do que se trata, mas todos acreditam que o caminho da redenção passa por aí. Obviamente, merece apoio geral a idéia de um futebol organizado e bem estruturado. Acontece que a história mostra resultados em campo que nada têm a ver com o tal planejamento.
Basta pesquisar um pouco para ver que algumas das maiores vitórias dos clubes paraenses decorreram, em boa medida, do simples acaso. Quem, por exemplo, haverá de negar que o sensacional triunfo do Paissandu na Copa dos Campeões, em 2002, deveu-se em grande parte a uma convergência feliz de coincidências?
O time de Givanildo Oliveira era bem entrosado e foi vencendo seus jogos em Belém, até chegar à final. A decisão, em Fortaleza, foi rica em acontecimentos surpreendentes. O Cruzeiro, que só precisava do empate, abriu o marcador. Aos poucos, porém, foi relaxando. Quando se deu conta, o Paissandu já havia virado o placar e acabou vencendo nos penais.
Viradas espetaculares são próprias do jogo e vivem a se repetir. A questão é que ninguém, em sã consciência, pode afirmar que a conquista refletiu ações planejadas. Tudo foi bem porque acabou bem, mas o triunfo derivou exclusivamente de ações de jogo. Depois disso, aí sim, o Paissandu montaria grande equipe, reforçada por Iarley e Róbson. A partir de então, incluindo a participação na Libertadores de 2003 (e a épica noite em La Bombonera), os êxitos refletiram atitudes estratégicas. 
Outro resultado igualmente fortuito foi obtido pelo Remo, em 2005, no Brasileiro da Série C. Remontado às pressas por Roberval Davino, depois que Valter Lima foi afastado, teve caminhada acidentada nas primeiras fases – chegando a ser ameaçado de eliminação pelo Abaeté. 
Na reta final, depois de empate frustrante com o Ipatinga (2 a 2), no Mangueirão, veio a vitória sobre o Novo Hamburgo, fora de casa. Sob todos os pontos de vista, foi um pequeno milagre. O time tinha fragilidades na defesa e no meio-campo, mas se safava em lances de bola parada, a cargo de Maurílio e Capitão, e nos contra-ataques puxados por Landu. 
Como o Paissandu de três anos antes, o Remo teve providencial ajuda do destino para chegar ao primeiro título nacional. Pequeno exemplo do caos: nas últimas rodadas, apesar dos boas rendas, uma pendência de R$ 8 mil quase fez Davino bater em retirada. Foi necessária a pronta intervenção de conselheiros para apagar o incêndio. Improvisos desse tipo continuam, até hoje, a disfarçar a ausência de profissionalismo que trava o futebol do Pará. 
 
 
O único problema de Lúcio Santarém para o jogo desta tarde, em Volta Redonda, é a ignorância sobre o adversário. O Macaé é um ilustre desconhecido. Seu mais famoso jogador é Lugão, goleiro que frangueou miseravelmente numa decisão de turno carioca, há dois anos, contra o Fluminense. Por outro lado, o Mundico não terá torcida contra, pois o Macaé também está fora de casa. Se a lógica prevalecer, dá empate.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO deste domingo, 25)

Por pontos, Lyoto vence e mantém cinturão

Do UOL Esporte

Depois de duas grandes vitórias, o brasileiro Lyoto Machida não foi convincente e sofreu muito no Staples Center em Los Angeles. No entanto, manteve o cinturão dos meio-pesados do UFC. Na luta principal da 104ª edição do maior torneio de vale-tudo do mundo, Machida venceu seu compatriota Mauricio Shogun por pontos, em decisão unânime dos juízes, mas acabou saindo vaiado. Lyoto começou com uma sequência de joelhadas, mas Shogun absorveu bem. Mauricio ia para cima com chutes médios e baixos. No segundo minuto, depois de uma tentativa se Shogun levar a luta para o chão, Machida acertou uma boa joelhada voadora.

O segundo minuto foi mais estudado, com Lyoto partindo para cima e Shogun conseguindo importantes contra-ataques de cruzados de direita. O round terminou equilibrado. O período seguinte iniciou parecido com anterior. Machida tentando o ataque e sendo contra-atacado. A primeira boa sequência foi de Lyoto, que entrou com diretos na guarda de Shogun. Os chutes médios e as joelhadas do campeão passaram a entrar um pouco mais, só que o curitibano se defendia bem e devolvia na mesma moeda.

Shogun começou melhor o terceiro round, acertando um chute médio, mas Machida devolveu na mesma forma e ainda mais eficiente. Depois disso, o combate voltou a ser muito estudado. O segundo minuto do período foi um pouco mais aberto, com os dois lutadores acertando golpes. O minuto final do terceiro round foi o mais empolgante do combate até então, com os dois partindo para cima e trocando de forma mais aberta, com Lyoto Machida levando uma pequena vantagem sobre Maurício Shogun.

O desafiante voltou a buscar os chutes baixos, minando de forma contundente as pernas do campeão no quarto round de combate. Lyoto voltou a contra-atacar com velocidade, mas seguia sofrendo com os chutes do adversário. Shogun se mantia bem na luta. O quinto e decisivo round foi um pouco mais aberto, só que com os dois demonstrando muito cansaço. Quem se aproveitou mais da falta de gás do adversário foi Maurício Shogun. O curitibano ficou melhor e acertou golpes mais certeiros. Mas não foi o suficiente para evitar a derrota por pontos, em decisão polêmica e muito vaiada pela torcida norte-americana.

Copa 2010: Brasil é 2º na bolsa de apostas

Apesar da campanha incontestável nas Eliminatórias Sul-americanas, somados aos títulos da Copa América e Copa das Confederações, o Brasil não é apontado como o principal favorito para a conquista da Copa do Mundo de 2010. Pelo menos é esta a visão dos apostadores do site bwin.com, que confiam em um título espanhol na África do Sul, pagando cinco vezes o valor pago pela primeira taça da equipe europeia. O Brasil segue logo atrás da Espanha com uma mínima desvantagem de 75 centavos em relação à “Fúria”. A Inglaterra, do técnico italiano Fabio Capello, aparece na terceira colocação com sete vezes a mais do valor apostado. As três seleções garantiram seus lugares no Mundial sem maiores problemas, com a equipe de Vicente del Bosque alcançando 100% de aproveitamento durante o qualificatório. (Da ESPN)