A memória de 11 de setembro

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No oitavo aniversário dos ataques às torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, os americanos ainda se debatem com os fantasmas do 11 de setembro. O país busca uma estratégia para lidar com a resistência talibã no Afeganistão e no Paquistão e para reduzir a ameaça terrorista. Além, é claro, de tentar achar o principal cérebro por trás da ofensiva aérea que vitimou cerca de 3 mil pessoas: Osama Bin Laden. Sinal dos tempos: a tradicional solenidade em memória aos mortos no marco zero do WTC não terá a presença do presidente Barack Obama, mas somente a do vice Joe Biden. Obama, decidido a mirar no futuro, vai ao Pentágono, também alvo de ataques da Al Qaeda, debater os rumos das guerras no Iraque e no Afeganistão, iniciadas por seu antecessor, George W. Bush.

20 comentários em “A memória de 11 de setembro

  1. Os americanos não gostam de lembrar esta data com razão. Por aqui o dia 26 de setembro, também, não é uma boa lembrança para uma parcela da população sem série.

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  2. Tem também a data de 18 de Novembro que uma parcela da população paraense (minoria, é verdade) não gosta de lembrar… Se não me engano tem algo a ver com o número 9.

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    1. Quando você for ao PNEUMOLOGISTA, independente da preferência CLUBÍSTICA dele, não haverá JEITO, invariavelmente para lhe AUSCULTAR, lhe pedirá para falar 33 (TRINTA E TRÊS).

      Você será PERDOADO se for MUDO tá ???

      … rsrsrs …

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK !!!!!!!!!!!

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  3. Triste de quem tem mais de 100 anos e só conseguiu fazer 33 coisas que julga ser um fenômeno. Não tenho nenhum problema com esse número, Marco, afinal, os deuses do futebol reservam para cada um o que cada um merece. Para o bem e para o mal.

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  4. Sou remista e esse 33 pouco me interessa, pois afinal fazer tabu nos “pijamas” é algo que já está cristalizado na história do futebol paraense. Nosso passado glorioso nos levou à França e isso nenhum clube local até o momento conseguiu. Quanto ao 7×0, não há documentação histórica que comprove tal fato, portanto faz parte do imaginário social da cidade.

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  5. A única glória do Clube do Remo é ser superior ao rival(?) em vitórias e torcida. Simples assim!… Tomando por base que cada vitória e/ou “feito” é sinônimo de alegria (e alegria é alegria… Não existe alegria maior ou alegria menor), o paissandu deve ter uns 5 ou 6 “feitos” a mais do que o Remo. Como o Remo tem perto de 50 vitórias a mais que o rival, há de se imaginar a quantidade de porres de alegria que eu já tomei a mais do que o Diogo, o Acácio, o Daniel… (somados!)… rs.

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  6. Marcelo e Acácio, não precisaria, mas vou refrescar-lhes a memória: Torneio Internacional de Toulon (França) em 1993, decidindo com o Olympique de Marsseille.

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  7. Ahahahahahah… esses remitas são uns comédias mesmo! França? Quando? Não lembro!
    E olha, se a CBF unificar o calendário nacional ao europeu os Estaduais vão acabar… e aí o que os remitas vão ter pra disputar, ganhar e “se orgulhar”? Vale lembrar que mesmo assim, o maior time do norte do país ainda tem mais títulos que os “roxos” em Estaduais. Títulos que eu nem comemoro…
    Detalhe: tabu é coisa de time sem história pra contar, coisa de time de sem divisão (hahahaha). se os Estaduais acabarem, o que os “roxos” terão pra contar?
    Agora a Libertadores (não acabará tão cedo), a Copa dos Campeões e a Copa Norte (que acabaram, é verdade, mas ficaram pra história) e as conquistas da Série B estão marcadas para sempre não apenas no imaginário do torcedor, mas nos arquivos audiovisuais e impressos país afora… já os Estaduais…

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