“Transformers” rende alto em leilões

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A roupa de couro usada por Megan Fox, além de um robô de cinco metros e outras cem peças e objetos do set dos filmes “Transformers”, serão leiloados em uma cidade próxima a Los Angeles no próximo mês. A casa de leilão Profiles in History espera vender o robô herói Bumblebee, de 1,45 tonelada, usado no primeiro filme de 2007, por um valor entre US$ 60 mil (R$ 107 mil) e US$ 80 mil (R$ 143 mil) no leilão que acontece nos dias 8 e 9 de outubro. O traje de motociclista usado por Megan Fox, que interpretou Mikaela Banes na sequência de 2009, “A Vingança dos Derrotados”, além de short e top, deve ser vendido por cerca de R$ 9.000.

Liverpool fecha patrocínio recorde

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O Liverpool fechou nesta quarta-feira o melhor contrato de publicidade em camisas do mercado inglês. O Standard Chartered Bank vai pagar 80 milhões de libras (cerca de R$ 64,6 milhões) por quatro anos de contrato. O futebol inglês tem grande penetração no mercado asiático, onde o banco britânico, um dos grandes europeus, também atua. Após 17 anos, a cerveja Carlsberg deixa a camisa vermelha com uma proposta de “apenas” 22 milhões de libras por três temporadas, ou 7,3 milhões de libras anuais.

O político mais popular da Terra

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‘The Most Popular Politician on Earth’

For nearly seven years, he’s done a spectacular job as Brazil’s president. But can Lula resist the temptation to throw it away?

Assim começa matéria da revista Newsweek Web desta semana.

Égua, sumano. A macacada demo-tucana vai fazer hara-kiri baiano depois dessa. Hehehe

Belga processa adversário por falta violenta

Depois de ser ameaçado de morte pelos torcedores do Anderlecht, o meio-campista Axel Witsel, do Standard Liége, terá de enfrentar os tribunais por um fato inusitado: uma entrada violenta contra um adversário. O autor do processo será justamente o atleta que foi vítima do excesso de vontade de Witsel: Marcin Wasilewski, zagueiro do Anderlecht, que teve a perna fraturada em dois lugares após uma dividida com o rival em jogo disputado no último dia 30 de agosto, e ficará ao menos um ano afastado dos campos.

Wasilewski revelou sua decisão de processar o companheiro de profissão nesta quarta-feira pela manhã, após uma demorada reunião com seus advogados. O jogador deixou o hospital nesta semana e dará início a um demorado processo de recuperação e às sessões de fisioterapia dentro de algumas semanas. Segundo os jornais locais, o corpo jurídico contratado pelo jogador do Anderlecht para fazer a ação considera que a atitude de Witsel foi ‘assassina e anti-desportiva’ e que, por isso, colocou em risco a carreira de seu cliente. (Na ESPN)

Éguaaa. Se essa moda pegar no Brasil, não vai ter tribunal que dê conta de tantas demandas.

Tribuna do torcedor

Por Carlos Alberto Fima Souza

Meu amigo, nossos clubes estão numa trajetória para baixo sem volta, a imprensa sempre reclama de dirigentes comprissados com os clubes e vivem falando em clube empresa etc. Acredito que nesse turbilhão de incertezas que hoje vive o nosso futebol tem um pouco de culpa da imprensa esportiva paraense, senão vejamos: qualquer jogador perna-de-pau contratado por qualquer clube é recebido pela imprensa como “craque”, são recebidos no aeroporto, dão entrevistas na televisão, as manchetes dos jornais locais os endeusam.

Os setorista que cobrem os dois maiores clubes do Pará não são mais profissionais da imprensa e sim torcedores, dão informações equivocadas, iludem os torcedores, criam uma expectativa na torcida que nunca irá acontecer. Além disso, nossos dirigentes a maioria são pessoas ignorantes que não sabem nem se expressar quando necessário. A nossa madrasta federação tornou-se feudo de poucos que ninguém consegue derrubar tal muralha, e lá se vão 20 anos do nosso futebol jogado fora.

Após essa pequena narrativa acima volto ao assunto do Baenão que na opinião de todos é um estádio (ou campo) que não tem as mínimas condições: a imprensa sempre reclamou que as condições de trabalho são péssimas, cabines pequenas e apertadas, muita gente, fumaça de churrasco e barulho, impedindo o trabalho normal dos jornalistas. Para os torcedores ainda é pior. Acesso estreito e dificil, não temos bar ou lanchonete decente (ficamos à mercê de meia dúzia), banheiro não existe, arquibancadas quebradas com ferro exposto, podendo causar um acidente grave com o público.
Então quando se recebe uma proposta para venda desse imóvel que já não tem mais nenhuma utilidade para o clube (nem para treino serve), onde o clube irá receber um estádio (tipo arena) para 20 mil pessoas, com todas as condições de receber os seus torcedores e outros que por ventura venham de outras cidades, mais um centro de treinamento (profissional e base), e ainda mais alguma compensação financeira, acredito que não tem muito o que pensar. A oportunidade está aí.

O Remo pra voltar a ser grande tem que mudar, milhares de torcedores em todo o Brasil não podem ficar à mercê de 150 pessoas que se denominam Condel. Com todo o respeito, mais de 90% são de terceira idade. Foram homens que já fizeram muito pelo clube, mas tudo muda e a época e o tempo deles já passou. Nós temos que dar chances aos jovens e a quem realmente tem compromisso com o clube e o que ele representa para sociedade. Por tudo isso eu lhe digo: sou plenamente a favor desta transação comercial, pois no meu entender só irá beneficiar o Clube do Remo e suas novas gerações de torcedores, pois nós iremos passar, mas o clube que amamos e temos orgulho irá ficar para sempre.

Para cartola, uniforme engorda Ronaldo

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O diretor de futebol do Corinthians Mário Gobbi encontrou uma boa explicação para o aparente excesso de peso de Ronaldo, cuja barriga saliente voltou a chamar atenção. Segundo o dirigente, o uniforme repleto de anúncios de patrocinadores “engorda” o atacante do Corinthians. “É interessante o que a roupa faz com uma pessoa. Se a gente olhar para o Ronaldo de shorts, não vamos enxergar gordura nele. Acontece que ele possui um físico muito forte, avantajado, formado só de músculos. Isso pode dar a impressão de que está gordo”, argumentou Gobbi.

Sei. Esses uniformes…

Coluna: A combinação explosiva

O presente e o futuro do Remo estão na ordem do dia, desde que foi anunciada a proposta de venda do estádio Evandro Almeida. Opiniões de diferentes frentes se misturam num caldeirão de idéias, que quase sempre esbarram no emocionalismo próprio das refregas esportivas. É possível, porém, extrair alguns dados positivos do debate.
A discussão atual denuncia, por exemplo, o ressurgimento da política partidária como força influente no destino dos clubes, principalmente dos que têm grandes torcidas, como o Remo. Durante certo tempo, as agremiações paraenses, até mesmo pela decadência em campo, estiveram livres dessa combinação explosiva, que nem sempre resulta em bons resultados – para os clubes. 
Nas internas, grande parte dos conselheiros do Remo manifesta a desconfiança de que a atual diretoria abraçou a causa da venda do estádio por razões eleitoreiras. Muito dessa desconfiança prende-se ao fato de que o presidente Amaro Klautau, ex-vereador e político filiado ao PSDB, não confirma nem desmente a disposição de se candidatar à Assembléia Legislativa em 2010.
Enquanto o dirigente não disser claramente que a proposta de venda nada tem a ver com seus projetos políticos as dúvidas irão persistir – e afetar a discussão técnica sobre a necessidade de passar em frente o velho estádio.
Entre os conselheiros há quem enxergue uma perigosa vinculação com articulações iniciadas ainda pelo ex-presidente Raimundo Ribeiro. Por coincidência, a imobiliária por trás do plano é a mesma que apresentou proposta de compra da sede social em 2007.
Na linha conspiratória, há os que desconfiam de que a crise que assola o clube foi parcialmente fabricada. Criticam a passiva postura do presidente Amaro Klautau por ocasião da briga judicial visando garantir vaga para o Remo na Série D deste ano. A inesperada renúncia à ação no TJD da Federação Paraense de Futebol é, inclusive, apontada como parte do “plano”.
Os defensores dessa argumentação avaliam que, com o time fora de divisão, no fundo do poço, o terreno ficaria propício para o surgimento da figura sempre forte do salvador da pátria em 2010, sob a imagem reformista do dirigente que “tirou o Remo do inferno” e que vai reconstruir o clube a partir da venda do estádio. De qualquer modo, é um cenário que está próximo de ser desvendado.
 
 
Informação passada à coluna pelo ex-presidente Rafael Levy reforçam os questionamentos quanto ao valor real da dívida do clube. Ao contrário dos R$ 15 milhões que o presidente Amaro Klautau defende, o montante seria pouco superior a R$ 3 milhões, pois a pendência com o INSS não existiria. Segundo o advogado Mauro Bentes de Carvalho informou na penúltima reunião do Conselho Deliberativo, o Remo não é devedor, e sim credor do instituto, com cerca de R$ 4 milhões em créditos. E agora?

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quarta-feira, 23)