Aliviado, Portugal comemora

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O discurso de alívio foi quase um senso-comum entre os jogadores de Portugal após a vitória sobre a Hungria, por 1 a 0 (gol do zagueiro Pepe), nesta quarta-feira, em Budapeste, que recolocou a seleção lusa na briga por uma vaga na Copa do Mundo. O astro Cristiano Ronaldo comparou a atuação com a do último sábado, quando o time desperdiçou inúmeras oportunidades e não conseguiu vencer.

– Contra a Dinamarca tivemos 30 oportunidades e não conseguimos marcar. Hoje não conseguimos jogar como devíamos, bonito, mas por vezes há que jogar feio e ganhar, foi o que aconteceu – disse Ronaldo ao jornal português “A Bola”.

O atacante Liedson se manteve na linha e destacou a eficiência de Portugal. “Fomos eficazes, conseguimos marcar um gol, era o mais importante e conseguimos os três pontos. Não jogamos como no sábado, com várias oportunidades, mas foi o suficiente para ganhar hoje, que era o objetivo”, afirmou.

Nelsinho teria confirmado armação

Matéria da revista Autosport revela que o piloto Nelsinho Piquet teria confirmado à FIA que foi coagido a bater propositalmente durante o GP de Cingapura no ano passado para beneficiar seu companheiro de escuderia Renault, Fernando Alonso, que acabou vencendo a corrida. A armação teria sido combinada em reunião entre os diretores da Renault Flavio Briatore e Pat Symonds momentos antes da prova. O brasileiro teria aceitado porque ficou com medo de ser mandado embora da equipe. Piquet teria sido orientado a bater entre as voltas 13 e 14, o que efetivamente aconteceu. Os dirigentes da escuderia negam o acerto e dizem que só houve uma conversa rápida, sendo que o próprio Nelsinho teria proposto a batida. Site da revista publicou nesta quarta-feira detalhes do caso Renault no GP de Cingapura de 2008, quando Nelsinho Piquet teria batido propositalmente ordenado pela equipe para favorecer Fernando Alonso.

O autor da denúncia teria sido Nelson Piquet, tricampeão da Fórmula 1 e pai do brasileiro, no dia 26 de julho, data da última corrida do piloto no time francês, o GP da Hungria. Segundo a reportagem, Nelson teria falado diretamente com Max Mosley, presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). No dia 30 de julho, Nelsinho teria ido à sede da FIA, em Paris e encontrado Alan Donelly, chefe dos comissários de prova, e os investigadores externos da agência Quest, onde teria contado toda a história.

Após o depoimento de Piquet, os três comissários do GP de Cingapura e dois investigadores externos viajaram para o GP da Bélgica para interrogar representantes da Renault. De acordo com a revista italiana Autosprint, a telemetria do carro de Nelsinho seria outro motivo para o caso ser julgado no Conselho Mundial da FIA.

Segundo a Autosport, as rodas traseiras da Renault, na curva 18, perdiam aderência normalmente na saída, o que forçava o piloto tirar o pé rapidamente. No entanto, na volta da batida, Nelsinho continuou acelerando, mesmo sem o apoio nos pneus. A revista publica partes do depoimento de Flavio Briatore em que o dirigente diz que é “uma vítima de extorsão feita pela família Piquet”. (Com informações no G1)

É claro que, se confirmada a gambiarra, a escuderia participou de tudo. O que não encobre o fato de que Nelsinho Piquet se prestou a um papel dos mais sórdidos, principalmente para quem é filho de um tricampeão mundial.

Acervo dos Beatles ainda fora da web

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Yoko Ono, viúva de John Lennon, afirmou ontem ao site Sky News que o catálogo dos Beatles estaria disponível a partir desta quarta-feira para compra no iTunes. A notícia se espalhou rapidamente pelo Twitter e por diversos blogs, mas o site responsável por divulgá-la originalmente tirou a reportagem do ar sem explicar os motivos. Yoko, pelo visto, segue imbatível na arte de explorar e manipular a herança artística dos Beatles – o que inclui a adoração de seus milhares de fãs pelo mundo.

Copa 2014: cartola contesta Fifa

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, voltou a criticar o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, que questionou a capacidade do estádio do Morumbi de ser sede da abertura da Copa-2014. “Se ele [Valcke] está na África do Sul, ele está correndo para aprontar os estádios para a Copa de 2010. Nós estamos falamos de 2014. Precisamos de tempo para adaptação”, disse Juvenal à rádio Jovem Pan. O dirigente da Fifa afirmou na África do Sul que o estádio paulista não tem condições de receber o primeiro jogo do Mundial do Brasil, segundo a TV Globo. O problema apontado é a falta de espaço no entorno do Morumbi para instalar estruturas necessárias para as partidas de abertura e semifinal da competição.

Juvêncio disse que um novo projeto foi enviado à Fifa e ao COL (Comitê Organizador da Copa-2014) na última sexta-feira. “Esse documento ainda não chegou até ele [Valcke].” O cartola são-paulino reclamou que Valcke faz críticas frequentes sem saber como é o Morumbi. “Os grandes eventos acontecem aqui no Morumbi. Acho que ele está desinformado”, falou.

O cartolão nem sempre acerta, mas desta vez foi no alvo: Valcke, o homem que define as escolhas da Fifa, prova a cada nova intervenção que está profundamente desinformado sobre as cidades (e seus estádios) brasileiras. Foi o mesmo que achava que Belém era uma cidade do Nordeste.

Bate-bola: Walter de Mattos Jr., do Lance!

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Por Robert Galbraith, do Meio & Mensagem

Num dos semestres mais difíceis para os jornais em todo o mundo, quando a crise econômica agravou as dificuldades estruturais que o meio impresso já enfrentava com o avanço da mídia digital, o diário esportivo Lance conseguiu integrar o seleto grupo de títulos que vem conseguindo ampliar sua circulação. Walter de Mattos Júnior, presidente do Grupo Lance, acredita que o investimento na qualificação do conteúdo em todas as plataformas tem sido o grande diferencial da empresa, permitindo a expansão da audiência e a conquista de novos anunciantes. A Copa do Mundo de 2014, a possibilidade de o Rio de Janeiro ser indicado como sede da Olimpíada de 2016 – processo no qual teve empenho pessoal – e a perspectiva de mudança no calendário do futebol brasileiro são fatos que fazem Mattos Júnior apostar que o terreno esportivo ficará ainda mais fértil para sua plataforma de negócios.

Que outros benefícios os clubes poderiam ter com o ajuste do calendário ao do futebol europeu?
Mattos Jr. – A volta deles aos torneios de verão da Europa seria muito vantajosa. Os clubes brasileiros estão fora desse circuito de exposição de suas marcas pelo mundo. Essas excursões de pré-temporada, que dão um faturamento excepcional, não recebem clubes brasileiros hoje por causa do calendário daqui. Boca Juniors, River Plate e até LDU são convidados todo ano com cotas milionárias e a possibilidade de valorizar suas marcas internacionalmente. Não é isso que vai impedir a exportação dos craques, mas ajuda a melhorar a qualidade do nosso campeonato sem que os times sejam mutilados no meio. Acabando o campeonato, monta-se um novo time.

Que caminhos os clubes podem seguir para atrair mais empresas interessadas em associar suas imagens ao futebol?
Mattos Jr. – O futebol brasileiro vive um momento extraordinário. Houve renovação com a saída de cena de alguns dirigentes, como Eurico Miranda. Há uma norma da Fifa que está sendo elaborada exigindo qualidade de gestão nas finanças dos clubes, quase como uma licença para poder disputar as competições. Apesar do crescimento das receitas dos clubes, há uma preocupação da Fifa com a escalada dos custos no futebol. O Clube dos 13 montou uma comissão para reestruturação do futebol brasileiro que é liderada pelo Luiz Gonzaga Belluzzo, presidente do Palmeiras. A proximidade da Copa, o interesse do presidente da República e a percepção clara de que o modelo amadorístico de gestão dos clubes está falido nos dão uma janela de oportunidade de transformação extraordinária. O próprio Ricardo Teixeira afirma que sem essa mudança “a vaca vai para o brejo”. E há um papel para os anunciantes nisso, tanto para aqueles que patrocinam a Seleção Brasileira e os clubes quanto os que estão nos pacotes comerciais da TV Globo. Eles estão hoje muito distantes desse processo, alguns porque não querem proximidade com esse ambiente, que consideram um pouco enlameado. Mas podemos mostrar que o negócio pode ser bem gerido e limpo, com benefícios tanto para marcas que queiram associar suas imagens ao esporte quanto para investidores sérios que queiram investir nesses clubes com marcas centenárias em projetos de longo prazo. A nova era é de uma relação mais umbilical e não apenas de colocar marca em camisa. Para isso, precisam poder influenciar nessa nova modelagem.

A mudança do calendário do futebol, que voltou à tona após queixa do presidente Lula sobre a saída de jogadores no meio do campeonato, é um tema que mexe com toda a cadeia produtiva. Qual a sua visão sobre isso?
Mattos Jr. – Temos professado a necessidade dessas mudanças no esporte brasileiro desde a primeira edição do Lance. O Brasil está descasado não é do calendário europeu, mas do mundial, porque temos no meio do ano, além de Copa do Mundo, Olimpíada, Eurocopa, Copa América, quando todos os campeonatos param. Somos o único país relevante no futebol que não para nessa época, com prejuízos graves para os clubes brasileiros. Não só eles são afetados com essa competição. A própria TV Globo precisa transmitir essas competições em paralelo ao Brasileiro, sendo que em ano de Copa o campeonato para no meio, uma coisa kafkiana. Ficou óbvio até para o Lula, o Serra (José Serra, governador de São Paulo) mandou o mesmo recado pelo Twitter dele e o Ricardo Teixeira (presidente da Confederação Brasileira de Futebol) também falou no assunto, ainda que na prática não tenha tomado nenhuma providência. Os clubes são a favor, mas o que tem impedido isso de acontecer é a posição da TV Globo, que afirma não ser isso algo bom para os eles. Trata-se de uma posição imperial, pois se os clubes enxergam que vai ser melhor… O próprio pay-per-view que é vendido pela Globosat anuncia o campeonato com Tiago Neves no Fluminense, Keirrison no Palmeiras, Ibson no Flamengo; mas quando se passa um terço do campeonato, esses jogadores vão embora. É quase uma fraude com o consumidor. O mesmo problema acontece na questão da venda de carnês para a temporada: como comprar se você não sabe qual é o time que joga até o fim? A Globo também era contra os pontos corridos, mas no último Brasileiro a bilheteria total do campeonato foi cinco vezes superior à do último campeonato com mata-mata. Vale lembrar que já houve final entre São Caetano e Atlético Paranaense, que é um desastre de audiência. Ainda que talvez não tenha sido melhor para o Lance, foi com certeza melhor para o negócio do futebol. E também para nós, no longo prazo.

O Lance é um dos poucos títulos que obteve crescimento em circulação de acordo com o balanço semestral do Instituto Verificador de Circulação (IVC), mantendo o ritmo dos últimos anos. Como fazer isso diante de um cenário em que a maioria dos títulos impressos encontra dificuldades?
Mattos Jr. – Esse tipo de resultado nunca é reflexo de apenas um fator; são vários. Estamos num processo, há muitos anos, de cada vez mais qualificar o produto. Saímos de um corpo de 100 profissionais de conteúdo quando o Lance começou, em 1997, e temos hoje 270 dedicados a essa área, de um total de 450, sendo que há duas gráficas no meio de tudo isso. Não conheço nenhuma empresa de mídia com uma concentração tão forte na área de conteúdo. Ou seja, 70% de nosso orçamento de pessoal é da área da redação. Outro ponto importante é que desde o primeiro momento tratamos nossa marca de uma forma diferente dos demais veículos de mídia impressa. Mais do que logotipo, temos hoje uma logomarca que virou o escudo Paixão Esporte Clube quando fizemos dez anos, sempre agregando valor e qualificação aos produtos. Quando a crise se anunciou já tínhamos um bom plano para 2009, mas adicionamos a ele um viés promocional. Pegamos nosso aprendizado com ações promocionais e aumentamos um ponto na intensidade. Temos neste ano promoções muito legais e com intensidade maior do que a gente já fez. A parte mais bacana dessa história é que o segundo semestre será melhor ainda em circulação e em audiência. Nosso número de crescimento na parte digital é muito alto.

Com a corda no pescoço

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Diego Maradona vive mais um inferno astral em sua vida. A seleção da Argentina passa por um dos piores momentos de sua história recente. Com três derrotas nas últimas quatro partidas das Eliminatórias, a equipe corre o risco de não ir para a Copa do Mundo de 2010. Diante do atual cenário, a partida contra o Paraguai, em Assunção, hoje, ganhou ares de final. E os argentinos mostram otimismo, mesmo depois da derrota por 3 a 1 para o Brasil, em casa, no sábado.

“Vamos para o Paraguai com a mesma confiança de sempre”, disse o treinador Diego Maradona. Uma derrota para os paraguaios pode derrubar a Argentina até para o sexto lugar, tirando os bicampeões do mundo não apenas da zona de classificação direta, como até mesmo da repescagem.

Os argentinos somam 22 pontos a três rodadas do fim das Eliminatórias. O Brasil lidera com 30 pontos e já tem vaga certa no Mundial. Chile e Paraguai têm 27, enquanto Colômbia e Equador somam 20. Uruguai e Venezuela, com 18, também estão na briga por uma das quatro vagas diretas, ou pelo quinto lugar, que leva a uma disputa contra o quarto colocado da Concacaf.

“Temos de levantar a cabeça rapidamente. No futebol não há muito tempo para se lamentar. Uma boa atuação contra o Paraguai só depende de nós mesmos. Temos de ter confiança no trabalho que está sendo feito”, disse o veterano lateral Zanetti. A Argentina não fica fora de uma Copa do Mundo desde 1970, quando esteve ausente no México.

Dia D para a Argentina – e Dieguito

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Bolívia, Equador, Brasil… São as seleções que ganharam da Argentina de Diego Maradona. E se nesta noite de quarta-feira se juntar à lista o Paraguai, estará em perigo tanto a permanência de Dieguito no comando técnico como a presença da seleção portenha no Mundial 2010. Quarta colocada, a esquadra alviceleste enfrenta à onzena guarani, que se mantém em terceiro lugar nas eliminatórias sul-americanas. O pior é que a Argentina joga como visitante num país onde não vence há 12 anos. Para calar os críticos, e por necessidade técnica, Maradona volta a modificar o time titular. Kun Agüero substitui o lesionado Carlito Tévez, e acompanhará Lionel Messi no ataque. (Com informações do As)

Coluna: Sobre as piores escolhas

A relação de estádios cotados para sediar jogos da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, publicada pelo jornal Lance! (antes da definição das sub-sedes), só aumentam as perplexidades quanto ao esdrúxulo processo de escolha das 12 cidades. Quando escrevi, baseado em estudos de consultores sobre a Copa de 2006 na Alemanha, enfatizando a importância dos estádios, houve quem contra-argumentasse que a infra-estrutura das cidades era mais importante no processo de escolha. Não é bem assim.
Reuniões recentes, entre técnicos da Fifa e representantes das 12 cidades escolhidas, confirmam minha impressão inicial, a partir dos exemplos de Copas anteriores: os estádios são itens fundamentais na avaliação. E as verbas para bancar suas ampliações ou construções constituem a maior preocupação dos dirigentes da entidade promotora do torneio.
Em meio às fortes especulações sobre a redução do número de cidades-sedes, cabe analisar alguns pontos do relatório sobre as condições dos estádios brasileiros repassado à Fifa – e que, pelo visto, foi olimpicamente ignorado na hora de eleger as sub-sedes.
O estudo destaca, claramente, que os três estádios em melhor saúde física e financeira para abrigar jogos da Copa são os seguintes: 1) Maracanã, no Rio, com reforma avaliada em R$ 430 milhões e rentabilidade (diferença entre a arrecadação necessária e a atual) de 133,9% – ou R$ 8,7 milhões; 2) Serra Dourada, em Goiânia, com projeto de R$ 180 milhões e rentabilidade de 104% (R$ 400 mil); e 3) Mangueirão, com obra orçada em R$ 200 milhões e rentabilidade estimada em 89,7% (R$ 1,1 milhão).
No meio do caminho, entre a entrega dos relatórios e a avaliação final da Fifa (com consultoria direta da CBF), dois dos estádios mais preparados para receber jogos da Copa foram descartados. Em contrapartida, entraram estádios deficitários – como o de Cuiabá, José Fragelli, com reformas que custarão R$ 380 milhões –, e outros que não passam de miragem, como o de Manaus, a futura Arena Verde, cujos gastos somam R$ 580 milhões. Em percentual de rentabilidade, o estádio de Mato Grosso tem apenas 5,6%, enquanto o da capital baré aparece com 5,4%.
Detalhezinho importante: os dois projetos, José Fragelli e Arena Verde, ocupam o 14º e o 15º lugar, respectivamente, no ranking do Lance! Estão à frente somente do Mané Garrincha, em Brasília, com reformas orçadas em R$ 522 milhões e rentabilidade de 3,3%, e do Morenão, de Campo Grande, com obras calculadas em R$ 500 milhões e rentabilidade de 2,1%.

Nem precisa ser o papa da contabilidade para notar que há um descompasso entre a análise de risco e o processo de eleição das sub-sedes. É legítimo duvidar se os relatórios foram realmente levados em conta. Custa-se a compreender, sob qualquer argumento, como o Mangueirão, rentável e quase pronto, terceiro melhor estádio do país, foi preterido em favor de uma arena que vai depender de verbas que, segundo o governo amazonense, serão todas drenadas dos cofres públicos. Farra financeira que a Fifa sempre vetou em países que sediaram a Copa.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quarta-feira, 9)

Buzz Lightyear, recordista no espaço

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O astronauta do filme de animação Toy Story, Buzz Lightyear, é o astronauta que passou mais tempo no espaço e será recebido como um herói quando retornar à Terra depois de passar mais de um ano a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). O ônibus espacial norte-americano Discovery, que se desacoplou da ISS nesta terça-feira para um retorno à Terra previsto para quinta-feira, trará, além de sua tripulação de sete astronautas, um boneco de 30 centímetros de altura do astronauta protagonista do filme Toy Story.

Criado pela Disney, Buzz Lightyear foi levado à ISS em junho de 2008 durante as filmagens de um filme pedagógico. Uma das sequências mostra o boneco flutuando na ISS. “Organizaremos uma grande parada na Disney World (Flórida, sudeste) para prestar nossa homenagem, já que, de todos os astronautas, é o que passou mais tempo no espaço, superando inclusive os russos”, declarou à AFP Todd Heiden, um dos diretores da Disney. (Com informações da Folha de S. Paulo)