ESPN e Fox em vantagem na audiência durante a pandemia

Resenha ESPN, feito da casa dos participantes durante a pandemia  - Divulgação

A audiência total do mês de junho da TV por assinatura traz um equilíbrio inédito no segmento. Dados consolidados do PNT (Painel Nacional de Televisão), que corresponde à média de audiência das 15 principais metrópoles do Brasil, mostram que os três principais canais esportivos do país empataram. Mas as notícias são melhores para ESPN Brasil e Fox Sports (ou seja, Grupo Disney), que lideraram na maioria dos dias no mês passado.

Segundo dados obtidos pela reportagem do UOL Esporte, Sportv, ESPN Brasil e Fox Sports empataram com 0.15 ponto de audiência no universo da TV por assinatura na média 24 horas, de segunda a domingo. A diferença é pequena para a ESPN Brasil, que teve participação de 0.39%. Sportv e Fox Sports obtiveram 0.38%.

No entanto, o Grupo Disney tem mais motivos para comemorar. Nos 30 dias de junho, ESPN Brasil e Fox Sports se alternaram na liderança da média dia em pelo menos 25 dias do mês passado. Ou seja, em mais de 90% dos dias, algo inédito para um canal fora do Grupo Globo no setor esportivo.

Alguns fatores ajudam a explicar a situação. A primeira deles é a pandemia do novo coronavírus, que reduziu a audiência dos canais esportivos. Na comparação de maio para junto, todos os canais esportivos subiram no ranking geral da TV paga no PNT cresceram na audiência, mas ainda sem posições de grande destaque.

Outro ponto é que o Sportv, antes da pandemia, era líder de audiência na TV por assinatura, mas sem as competições nacionais, o canal esportivo da Globo perdeu muita audiência. Já os canais Disney (ESPN e Fox Sports) tiveram um ganho no Ibope muito por causa das transmissões dos torneios europeus de futebol, como o Campeonato Inglês e o Campeonato Alemão.

A tendência é de que o Sportv consiga recuperar um pouco dos números em julho, porque alguns campeonatos estaduais podem voltar. Mas a ESPN Brasil e o Fox Sports devem seguir bem por causa da continuidade de eventos europeus, além do retorno da NBA, marcado para o fim do mês.

Globo confirma transmissão de Bota x Flu pela semifinal da Taça Rio

Vitor Silva/Botafogo

Em comunicado lido neste sábado (4) no boletim do “Globo Esporte” dentro dos jornais locais, a Globo confirmou que irá cumprir a determinação judicial da 24ª Vara Cível do Rio de Janeiro e que irá transmitir a partida entre Fluminense e Botafogo, pela semifinal da Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Carioca. O jogo acontece neste domingo, às 16h, no estádio Nilton Santos.

O comunicado ainda afirmou que a Globo vai recorrer da decisão na Justiça favorável para a Ferj (Federação de Futebol do Rio de Janeiro), mas a emissora vai respeitar a decisão enquanto briga para ter uma liminar ao seu favor. O processo foi para a Justiça porque a Globo decidiu rescindir o contrato do Campeonato Carioca, que era válido até 2024.

O motivo da rescisão foi a transmissão de Flamengo x Boavista, pela última rodada da fase de grupos da Taça Rio, feita pelo clube no YouTube e nas redes sociais, na última quarta-feira. O Flamengo se baseou na Medida Provisória 984, recentemente colocada em prática pelo governo federal, que dá ao mandante os direitos de transmissão de uma partida de futebol.

A Globo alega que os contratos do Carioca foram feitos antes da MP e que a mudança da legislação não altera o que já foi acordado. Ontem (3), o UOL Esporte noticiou que a Globo foi pega de surpresa com a atitude da Ferj, mas que já tinha avisado seu conteúdo de que iria cumprir a determinação judicial e que iria recorrer na Justiça. (Com informações do UOL)

Governo comemora um mês de funcionamento do Hospital Regional de Castanhal

Ao acompanhar pelos noticiários o andamento das obras do Hospital Regional Público de Castanhal (HRPC), a professora Iolanda Pinho, 42 anos, não imaginava que seria uma das primeiras pacientes a ficar internada na unidade, que completa um mês de funcionamento nesta sexta-feira (3). Moradora de Ipixuna do Pará, ela foi encaminhada após o agravamento dos sintomas da Covid-19 e recebeu atendimento no hospital de retaguarda, referência para casos de média complexidade para 49 municípios do nordeste paraense.

De uma família de seis pessoas – todas acometidas pela Covid-19 – Iolanda apresentou os sintomas mais intensos. “Comecei com febre, dor no corpo, não sentia cheiro e perdi o paladar. Eu estava muito fraca, cansada, cada dia me sentia pior. A pressão (arterial) ficava oscilando o tempo todo e me encaminharam para o Regional. Fiquei assustada, quis rejeitar, mas um vizinho nosso faleceu um dia antes, conversei com a médica e a minha família, e achamos melhor por vir”, lembra a professora.

De acordo com a gerente assistencial Adalgisa Ribeiro, o HRPC é uma unidade de porta-fechada, ou seja o paciente precisa ser encaminhado por meio da Central de Regulação da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

“Ao ser aceito dentro do hospital, o paciente é recebido por uma equipe multiprofissional da clínica ou UTI, formada por enfermeiros, psicólogo, fisioterapeuta e serviço social. É feita uma abordagem com esse paciente e com o familiar, onde informamos a respeito de normas e rotinas do hospital, onde infelizmente não temos visitas e as informações sobre estado de saúde são dadas em boletim médico presencial, por ligações diárias ou até videochamadas” – Adalgisa Ribeiro, gerente assistencial.

 A entrega do Regional de Castanhal ocorreu em uma união de esforços de órgãos do Governo do Pará para a conclusão das obras e antecipação de seis meses do prazo para a abertura. Com 100 leitos clínicos e 20 de UTI, no primeiro mês, foram registradas 73 internações de pacientes, dos quais 22 receberam alta médica, 31 permanecem internados, 4 transferências e 16 óbitos.

“Estamos com um perfil humanizado e voltado para atender às necessidades dos 48 municípios circunvizinhos para quem somos referência, além de Castanhal. Nosso médico regulador e o enfermeiro entram em contato com as cidades disponibilizando nossos serviços, onde se faz uma discussão sobre a aceitação do paciente. Esse tipo de ação foi tomada no intuito de agilizarmos cada vez mais o traslado, a vinda do paciente para HRPC, evitando desperdiçar tempo, seja com exames ou condutas”, acrescentou Adalgisa.

A abertura antecipada do HRPC ocorreu em virtude da demanda da população durante a pandemia do novo coronavírus. Além dos três andares já entregues, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop) também concluiu a construção de 74 ambientes localizados no térreo. Os serviços prosseguem de acordo com o cronograma estabelecido pelo governador Helder Barbalho e a previsão de conclusão dos trabalhos é no início de outubro.

O passado é uma parada

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Papo molhado entre Caymmi, Gonzagão, Tom Jobim, Caetano e Chico. A realeza da música brasileira flagrada em momento raro.

A vitória do bom senso

POR GERSON NOGUEIRA

Depois de três meses, termina uma novela chata e desnecessária que angustiou e prendeu a atenção da torcida paraense. O retorno dos jogos do Parazão 2020 no dia 1º de agosto foi aclamado por unanimidade ontem à tarde em reunião do conselho técnico. A decisão restitui a normalidade das coisas e garante o cumprimento de um regulamento que foi acordado por todos os 10 clubes participantes.

Estado garante infraestrutura e segurança na abertura do Parazão

Curiosamente, desde maio, prosperou uma tentativa perigosa de mudar as regras do jogo e muitos clubes embarcaram naquela que seria uma aventura suicida para o Campeonato Paraense. Pelos mais variados interesses e contingências, pretendiam encerrar o torneio sumariamente, ainda que nem a primeira fase estivesse cumprida.

Os argumentos variaram bastante. Iam desde falta de grana para manter elencos, dificuldades para bancar os custos da retomada, exigência de definir o título conforme a classificação atual (parcial) e pleitear o fim da regra do rebaixamento.  

Felizmente, tudo acabou bem, não sem algum esforço e paciência para convencer os recalcitrantes. Ressalte-se o papel moderador exercido pela FPF, na figura do diretor Paulo Romano, que conduziu de forma habilidosa a aprovação da proposta de reinício do Parazão.

O entendimento foi tão pacífico que levou a uma novidade: a volta foi antecipada para 1º de agosto, quando todas as especulações anteriores indicavam que o recomeço seria no dia 9 ou 12 de agosto. Até a resistência manifestada por alguns clubes quanto à preparação insuficiente – exigiam cinco semanas – foi superada sem sobressaltos.

É preciso destacar que, em nome da paz mundial, os defensores do fim do rebaixamento foram atendidos, embora nem fosse tão justificado assim conceder tal benefício a clubes que tecnicamente mereciam a queda. A inclusão da obrigatoriedade de cumprimento do protocolo de segurança quanto à covid também foi item discutido e corretamente aprovado, gerando punição com perda de pontos a quem desrespeitar as normas.

O armistício selado foi construído a partir de contatos informais de Paulo Romano com representantes de sete clubes, logo depois da aprovação do protocolo de segurança pelo governo do Estado. Seguindo à risca a cartilha do Dr. Ulysses Guimarães, que pregava a tomada de decisões importantes antes das reuniões, a conversa prévia surtiu efeito e pavimentou as definições de ontem.    

Quanto ao detalhe da aventura suicida a que me referi lá no começo do texto, a explicação é óbvia. Caso os clubes desistissem do complemento do campeonato, o patrocinador da competição (Governo do Pará) certamente teria motivos para fechar a torneira financeira que mantém de pé o futebol paraense e que propicia aos clubes rendimentos que eles não obtêm em nenhum outro tipo de competição oficial.

Nem a Série C dá à dupla Re-Pa o que o Governo do Pará lhes concede em suporte financeiro. O mesmo, de forma proporcional, pode ser dito em relação aos representantes interioranos. Que o bom senso que marcou a aprovação da retomada norteie as ações dos dirigentes e que as vaidades sejam deixadas de lado, em nome do interesse maior dos clubes.

Um debate esclarecedor sobre executivos de futebol

Em live promovida ontem à noite pela advogada e desportista Vanessa Egla, o papel do executivo de futebol foi discutido ao longo de 2h, com a participação de Carlos Kila (Remo) e Sérgio Papellin (Fortaleza).

Conversamos sobre dúvidas e desinformações que rondam uma atividade profissional que existe há muitos anos, mas que só há pouco tempo ganhou a denominação atual, sustentada por cursos de aperfeiçoamento e exemplos que chegam de fora do país.

Calcada na figura do manager, comum ao futebol europeu há décadas, o executivo tem sido alvo de desconfianças em clubes que abraçaram novos modelos de gestão de futebol. Torcidas como a de Remo e PSC costumam ainda ter um pé atrás em relação aos profissionais.

Papellin e Kila discorreram pacientemente sobre as tarefas e responsabilidades de um executivo. Pelo que faz no Fortaleza, hoje na Série A, Papellin observou a fundamental importância de uma estrutura administrativa que valorize o trabalho de prospecção de atletas e de relacionamento interno na área do futebol.

Kila, que teve passagem pelo Ceará Sporting e pelo Grêmio antes de ser contratado pelo Remo, projetou um recomeço de temporada mais auspicioso para os azulinos. Explicou os critérios de contratação de jogadores mais rodados, como Zé Carlos e Marlon.

Segundo ele, em sintonia com o técnico Mazola Jr., o clube decidiu abraçar uma estratégia de mesclar jogadores com experiência na disputa das Séries B e A, a fim de suprir um problema verificado na Série C do ano passado, quando o Remo teve um excelente início, mas depois perdeu gás.

O papo foi proveitoso, estimulou novos debates e adicionou conhecimento a muitos, como eu, que veem o executivo de futebol apenas como responsável por contratar atletas. A abrangência da função é bem mais ampla e complexa do que isso.

Derrame de dinheiro para compensar a falta de Neymar

Jornais espanhóis admitem que o Barcelona, em vias de ficar sem o título de La Liga, perdeu tempo e um caminhão de grana nos últimos anos no afã de achar um novo Neymar. Antoine Griezmann foi o primeiro deles. Custu 120 milhões de euros, mas não frutificou até agora, embora seja muito utilizado pelo desgastado técnico Quique Setien.

Encontrar um novo parceiro para Suárez e Messi mostra-se uma tarefa quase impossível para o Barça. Nas buscas por esse jogador o clube já torrou R$ 2,4 bilhões. Além de Griezmann, trouxe Philippe Coutinho (que custou R$ 889 milhões) e Ousmane Dembelé (R$ 767 milhões).

Ironicamente, a resposta para solucionar o problema talvez esteja na rota Barcelona-Paris. Messi e Suarez já deixaram claro, em campo e fora dele, que Neymar é peça quase insubstituível. Ressuscitar a sigla MSN vai depender, além da declarada vontade de Neymar, dos humores de conselheiros e dirigentes do Barça. 

(Coluna publicada na edição do Bola desta sexta-feira, 03)

A frase do dia

“Se o próprio J, Edgar Hoover, em edição extraordinária, assegurar que a gangue da Lava Jato tem relações espúrias com o FBI que abalam para sempre a soberania nacional, a Globo poupará os telespectadores de revelação tão cruel. A emissora é espúria desde o Time-Life”.

Palmério Dória, escritor e jornalista

O obsceno conluio da Lava Jato com o FBI ao arrepio da lei

Por Reinaldo Azevedo

Verdades da Lava jato vêm à luz, e o que se tem é o retrato do descalabro, do desmando e do autoritarismo. E eles querem mais! - Geraldo Bubniak/AGB/Agência O Globo

A Lava Jato decidiu sair das catacumbas para ocupar de novo as manchetes, mas se vê que seu fôlego é curto. Esta quarta-feira trouxe à luz ações da força-tarefa que evidenciam a degradação a que ela conduziu o estado de direito e o devido processo legal no país. Deltan Dallagnol, diga-se, está me processando. Quer uma grana gorda. Não vou fazer proselitismo aqui. Respeito o Poder Judiciário. Quem já deu mostras evidentes de desrespeito é ele. Só fiquei sabendo hoje à tarde, quando chegou a intimação. Ignorava, portanto, a ação do rapaz quando escrevi o texto de ontem ou e anteontem. E agora sei.

O site Consultor Jurídico já havia noticiado em fevereiro de 2018 a colaboração do FBI com a Lava Jato. Bem, uma coisa é cooperação; outra, distinta, é uma parceria ao arrepio da lei, estabelecida nas sombras. Reportagem da Agência Pública, em parceria com o site The Intercept Brasil, revela coisas do arco da velha. Por que chamo no título de “conluio” e de “obsceno” o que se deu. Leiam e descumbram.

Reproduzo trecho da reportagem. Prestem atenção!

À frente da Secretaria de Cooperação Internacional (SCI) da Procuradoria-Geral da República, o procurador Vladimir Aras alertou diversas vezes para problemas legais envolvendo a colaboração direta com agentes do FBI. Uma conversa bastante tensa, em 11 de fevereiro de 2016, revela até que ponto a PF mantinha proximidade com o FBI e desconfiava do governo de Dilma Rousseff. A ponto de o próprio chefe da Lava Jato, Deltan Dallagnol, admitir ao secretário de Cooperação Internacional da PGR que a PF preferia tratar direto com os americanos a seguir as vias formais.

Às 11:27:04, Deltan pede que Aras olhe um e-mail enviado para os Estados Unidos. Aras se surpreende com o teor: tratava-se de um pedido de extradição de um suspeito da Lava Jato. Não fica claro quem é a pessoa a quem se referem. O pedido, informal, havia sido enviado ao Escritório de Assuntos Internacionais (OIA, na sigla em inglês) diretamente por Dallagnol, sem passar pela Secretaria de Cooperação Internacional da PGR nem pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), do Ministério da Justiça, autoridade central responsável, de acordo com um tratado bilateral. O diálogo dá a entender que um mandado de prisão ainda estava por ser decretado pelo então juiz Sergio Moro.

“Passa o nome e os dados que vamos atrás. Fizemos isso com o advogado de [Nestor] Cerveró”, responde Aras. “Nosso parceiro preferencial para monitorar pessoas tem sido o DHS, mas podemos trabalhar com o FBI também. Quanto antes tivermos os dados, melhor”, explica Aras, referindo-se ao Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS, na sigla em inglês). Aras prossegue explicando que o pedido de extradição teria de passar pelo DEEST, o Departamento de Estrangeiros do Ministério da Justiça, além do Ministério de Relações Exteriores, “um parceiro importante”.

“Não é bom tentar evitar o caminho da autoridade central, já que, como vc sabe, isso ainda é requisito de validade e pode pôr em risco medidas de cooperação no futuro e a “política externa” da PGR neste campo”, explica Vladimir. “O que podemos fazer agora é ajustar com o FBI e com o DHS [Departamento de Segurança Interna dos EUA} para localizar o alvo e esperar a ordem de prisão, que passará pelo DEEST. Podemos mandar simultaneamente aos americanos”, ele prossegue.

Em resposta, Deltan é direto.

“Obrigado Vlad por todas as ponderações. Conversamos aqui e entendemos que não vale o risco de passar pelo executivo, nesse caso concreto. Registra pros seus anais caso um dia vá brigar pela função de autoridade central rs”, escreveu, deixando no ar a sugestão para que Aras se ocupasse do assunto se um dia comandasse o MPF ou o Ministério da Justiça. “E registra que a própria PF foi a primeira a dizer que não confia e preferia não fazer rs”. Vladimir insiste: “Já tivemos casos difíceis, que foram conduzidos com êxito”. “Obrigado, Vlad, mas entendemos com a PF que neste caso não é conveniente passar algo pelo Executivo”.

Vladimir responde que “a questão não é de conveniência. É de legalidade, Delta. O tratado tem força de lei federal ordinária e atribui ao MJ a intermediação”.

É um deboche. Fica claro que o coordenador da força-tarefa não está nem aí para o Ministério da Justiça ou para a própria PGR.

Parazão recomeça no dia 1º de agosto

Transmissão ao vivo do Parazão 2020 chega ao Amazonas | Remo 100%

Saiu finalmente a decisão: a bola vai rolar pelo reinício do Campeonato Paraense no dia 1º de agosto, com a nona rodada da fase de classificação. A decisão foi tomada em reunião da Federação Paraense de Futebol (FPF) com os 10 clubes que disputam o certame estadual, realizada na tarde desta quinta-feira (2). 

Ficou decidido que a competição vai ter sede única. As duas rodadas finais da fase de grupo, as rodadas das semifinais e da final serão em Belém. Além disso, ficou acertado que nenhum time será rebaixado. 

Outra decisão diz respeito à inscrição de atletas para a continuação do campeonato. Cada clube poderá inscrever mais 15 atletas. O encontro serviu para definir que o protocolo de segurança dos jogos terá cumprimento obrigatório.

Time que não cumprir o protocolo ficará sujeito à perda de três pontos e, em caso de reincidência, será eliminado da competição. Paragominas x PSC será no sábado (01/08) e Remo x Águia será no domingo (02/08).

O Campeonato Paraense foi paralisado em março por causa da pandemia. Na semana passada, o protocolo de segurança foi aprovado pelo Governo do Pará e pela Prefeitura de Belém.

Após vencer pandemia, Cuba reabre portas ao turismo internacional

Havana (Cuba): o que fazer, onde ficar, dicas e FOTOS LINDAS

Do blog Limpinho & Cheiroso – via Pátria Latina

Cuba reabriu na quarta-feira [1º/7] suas portas ao turismo internacional aproveitando o controle da covid-19, quando a cada dia diminuem mais os infectados e aumentam os sistemas de proteção sanitária.

A única província de toda a nação, entre as 15 e o município especial Ilha da Juventude, que ainda se mantém sem passar à fase 1 de redução do isolamento social é Havana, a capital do país, devido a seus casos ativos da doença.

Por sua vez, desde 18 de junho, o turismo nacional realiza reservas principalmente nas bases do Campismo Popular no interior, sempre excluindo Havana.

As agências de viagens e operadoras de turismo ainda precisam de relatórios concretos sobre os primeiros voos à Ilha para os estrangeiros, mas se em seu momento disseram receber várias manifestações de interessados deste tipo do mundo todo.

Oportunamente, o ministro de turismo cubano, Juan Carlos García, informou que a indústria de lazer na Ilha abre a partir de hoje para os estrangeiros.

García explicou as três etapas da reabertura paulatina do turismo, e que desde 18 de junho, os agentes de viagens e operadoras de turismo já podem vender viagens a estrangeiros para 1 de julho.

Hostal Villa Pilar em Santiago de Cuba - Hoteis.com

Disse que no caso dos estrangeiros, poderão visitar este arquipélago só nos ilhéus como Largo (sul-ocidente), Coco, Guillermo, Cruz, e Santa María (centro-norte), sem poder se deslocar pelo resto do país, mas haverá excursões, aluguel de carros e outros serviços nesses lugares.

O Ministério de Turismo (Mintur) também oferecerá pacotes de viagem para se recuperar da mesma pandemia e aproveitar a experiência médica cubana (precisamente para esses isolados ilhéus).

Explicou que nas três fases se aplicarão protocolos de proteção que respondem às indicações da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Organização Mundial do Turismo (OIT) e do Ministério de Saúde Pública (Minsap) de Cuba.

Entre esses protocolos, estão o controle de temperatura, as limpezas constantes dos lugares, superfícies, alojamentos e restaurantes entre outros espaços, medidas implementadas desde os aeroportos.

Também afirmou que cada instalação hoteleira tem à sua disposição equipes de médicos e epidemiologistas que controlarão a situação, e em caso de se apresentar algum problema, tanto em turistas como trabalhadores, estão previstos testes, deslocamentos e hospitalizações oportunas.

Os turistas estrangeiros em sua totalidade serão submetidos a testes em tempo real PCR para identificar possíveis contágios da covid-19.

O eficiente controle sanitário do país facilitou esta medida, explicaram as autoridades. As cadeias cubanas de hotel como Cubanacán e Gran Caribe, e Islazul, já informaram quais os hotéis que iniciam operações na primeira fase, e algumas estrangeiras como a espanhola Meliá.