
A queda diante do Independente tirou a invencibilidade do Paissandu no Parazão e deixou o time em situação desfavorável para o jogo da volta em Belém. “Temos agora que fazer um bom trabalho de recuperação nesses dois dias, trabalhar na melhor estratégia para o jogo. A gente tem que buscar o gol, mas de forma organizada. Se tiver o desespero vai ser complicado”, disse o técnico Léo Condé após a derrota para o Independente, em Tucuruí.
Um ponto fraco do time alviceleste ficou exposto na partida: a fragilidade da zaga nas jogadas aéreas. Dois gols de cabeça do zagueiro Dedé no segundo tempo determinaram a vitória do Galo Elétrico. “Acabamos sofrendo dois gols ali, mérito deles, o zagueiro deles foi muito bem. Temos que neutralizar a jogada para a partida de volta”, disse Condé.
Apesar do resultado negativo, o técnico do Paissandu avalia que o placar pode ser revertido na partida de segunda-feira. “É jogo de 180 minutos. Acabou o primeiro tempo de 90. Assim como eles fizeram o placar aqui, o Paysandu pode tirar com o seu torcedor apoiando”, finalizou.
Nos dois jogos deste meio de semana, mais uma vez, ficou provado que o problema de Remo e Paysandú não é de técnicos mas de continuarem, erroneamente, apostando em jogadores-turistas, sub-40, pré-aposentados, que aqui chegam sem qualquer condição atlética, sem disposição e garra, sem qualquer compromisso, a não ser faturarem alto, arrastar chinelinhos nos DM’s a tratar lesões pré-adquiridas, para, ao final do contrato, ainda se acharem com o direito de levarem os clubes ao TRT/8 pelos serviços não prestados.
No jogo de ontem, nos lances dos 2 gols do Dedé, pelo menos 3 a 4 jogadores do Paysandú cercavam, estáticos, o jogador do Independente, que mostrou como ser zagueiro e atacante, certamente não ganhando nem 20% do salário dos cansados jogadores do time de Belém.
Não satisfeito, o técnico Léo Condé estaria indicando mais 3 jogadores sub-40, que teriam trabalhado com ele no Botafogo(SP), entre eles o Pimentinha, que há muito não arde.
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A ilusão de ter ficado invicto até ontem caiu por terra expondo a fragilidade do elenco Bicolor.
É possível que num gramado que dê condições de jogo o Paysandu reverta a situação.
Mas não esconde jamais a deficiência da zaga em jogadas aéreas.
No segundo gol de Dedé foi de uma infantilidade incrível a falta de marcação sobre o único jogador do Independente na área Bicolor.
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Desde o primeiro jogo, aquele contra o Braga na Curuzu, eu já observava alguma fragilidade na equipe do PSC. Vieram os jogos contra o Castanhal, e as fragilidades se confirmavam.
Até que chegou o jogo contra o Remo, com aqueles atípicos 3 a 0, e a partir de então o time bicolor passou a se
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… sensação do campeonato.
A diretoria do clube, vendo com as lentes da realidade, trocou o treinador, trazendo o Léo Condé. Pronto, agora é que não ia ter pra ninguém.
No entanto eu comentei: será que o problema é só de técnico?
As vitórias mascaram a verdade.
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Bom para o IAC. O campeonato estava muito insosso só com a dupla RE-PA, sem surpresas.
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Eu sou um leitor assíduo do seu blog, muito interessante, diga-se de passagem, todavia uma coisa precisa ser dita, falta isonomia no noticiário de Remo e Paisandu, ou seja, no espaço ocupado; o bicola ocupa praticamente 2 terços e o Leão apenas um terço. Muito injusto. Nos dias de jogo do Remo, o paisandu é notícia, nos dias de jogo do papão, só o paisandu ocupa o espaço. Assim ñ dá. As vezes exito em reclamar e apenas constato pra ver se ñ estou errado mas minha consciência me diz q estou com razão!
Bora ver isso Ferreira, talkei??
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Discordo da afirmação, Mauro, pelo simples fato de que isonomia não pode ser critério num blog que tem por característica destacar os assuntos mais interessantes para o público leitor. Caso precise transformar o espaço em desfile sistemático de notícias da dupla Re-Pa, por simples obrigação de ser “imparcial”, deixo de lado o critério da importância e da urgência jornalística.
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Observo tal discrepância no programa do Paulo Fernando, que veio pelo YouTube. Dia seguinte ao jogo em que o Paysandu perdeu, o clube teve pouco espaço.
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