Trivial variado da república da hipocrisia

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“Moro disse que Lula faz parte do passado dele, mas fez tudo para impedir e por fim tumultuar a entrevista. Ciente de sua incapacidade, despreparo e insignificância, enxotado de Portugal dias antes, ele só não fica ainda menor porque um jeca batoré, se diminuir, desaparece”. Toni Bulhões

“O Brasil mergulhou na deprê desde que parte dos brasileiros se deixou iludir pela extrema-direita, fazendo o golpe contra Dilma, prendendo Lula, elegendo Bolsonaro. Deprê total”. Cynara Menezes

“De acordo com , Boris Casoy criticou Lula por ‘usar entrevista como palanque para atacar adversários’. Boris está senil ou acha que somos todos idiotas? O que ele queria que Lula fizesse? Que elogiasse os canalhas que o prenderam injustamente?”. Jean Wyllys

“Bozo, em resposta ao grande Lula, disse: ‘Pelo menos não é um bando de cachaceiro’ (o governo). Não. É pior que isso: o governo Bozo, além de maluco, é comandado por corruptos, milicianos, laranjas, entreguistas, desqualificados, traficantes de índio, cachaceiro e sonegadores”. Gilvan Freitas

“Viva o Brasil ‘cachaceiro’! Mais feliz do que o Brasil ‘pistoleiro'”. Antero Greco

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Bastidores do rock: como teria ficado a música do Pearl Jam com Dave Abbruzzese?

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O ex-baterista do Pearl Jam, Dave Abbruzzese, foi entrevistado pela revista Rolling Stone India e foi questionado sobre a trajetória que ele poderia ter construído com a banda se não tivesse sido demitido em 1994. Abbruzzese entrou no grupo para fazer a turnê do 1º disco, “Ten” (1991), e gravou o 2º e 3º disco, “Versus” (1993) e “Vitalogy” (1994), respectivamente.

Jornalista: Você foi o baterista de 02 dos mais influentes álbuns do PEARL JAM. Como foi essa experiência? Você desejaria que as coisas tivessem sido diferentes?

Abbruzzese: Como foi a experiência? Ah… Essa é uma pequena pergunta com uma resposta enorme. Foi uma boa experiência, nós trabalhamos muito e geramos o sucesso que se seguiu. Foi realmente incrível fazer parte de um grupo tão poderoso, de onde estávamos quando iniciamos até onde estávamos quando fui demitido da banda, mas foi uma experiência gratificante.

Abbruzzese: Eu não olho para a vida de tal forma que me permite desejar que as coisas tivessem sido diferentes, tipo, querer mudar as coisas, sabe? Faço todos os esforços para apreciar todos os aspectos da minha experiência de vida que passei e dito isso, eu somente me pergunto o que a música teria sido se a banda tivesse continuado com aquela formação.

A demissão do baterista não foi explicada no documentário que narra a história do Pearl Jam e que celebra os 20 anos de banda, “PJ20″ (2011), do diretor Cameron Crowe. Em 2017, os jurados do Rock’n Roll Hall of Fame não incluíram Abbruzzese na cerimônia de premiação junto com o PJ, apesar do grupo ter soltado uma nota oficial convocando todos os ex-bateristas que passaram pela banda.

Há um tempo atrás, Abbruzzese havia sido entrevistado pelo jornalista Michael Aubrecht e disse: “Essa experiência começou num período muito desafiador na minha vida, quando fui demitido de uma banda. Então, ser desacreditado, desrespeitado e ainda ficar de fora da história desse grupo, com o passar do tempo, parece que isto gerou um rancor que se formou em torno da minha participação…”

O site rockinthehead tem publicado a resenha do álbum “Versus” e uma entrevista que o guitarrista Mike McCready havia feito em 2015, onde há vislumbres do motivo da demissão deste grande baterista e que marcou uma época.

Para conferir, é só clicar nos links abaixo:

Pearl Jam: resenha do álbum “Versus”
Pearl Jam: “eu sei que há músicas escondidas e materiais extras para um 2º ‘Lost Dogs'”

Acima, a performance ao vivo do Pearl Jam no MTV VMA em 1993, na canção “Animal” (2º disco, “Versus”), com Dave Abbruzzese na bateria.

Justiça autoriza mais três entrevistas com Lula

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O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski autorizou que mais dois jornalistas e uma emissora de TV a entrevista o ex-presidente Lula, que está preso em Curitiba há mais de um ano.

Nesta quinta (26), Lula falou pela primeira vez à imprensa desde que foi obrigado a cumprir provisoriamente a pena do caso triplex. Os jornalistas Monica Bergamo (Folha) e Florestan Fernandes Jr. (El País) esperaram quase 8 meses o trâmite na Justiça até que o Supremo, enfim, suspendeu a censura ao petista.

O jornalista Glenn Grenwald, do site The Intercept Brasil, e Eleonora de Lucena, do Tutaméia, conseguiram decisão de Lewandowski no dia 24 de abril.

A TVT também tem permissão para entrevistar Lula. Na decisão, o ministro anotou que “ainda que se encontre em execução antecipada da pena, [Lula] não pode ter seus direitos fundamentais restringidos pelo Estado, dentre eles a liberdade de expressão.”