Trivial variado das memórias de soldados de milícias

“STF tem uma régua para o grampo ilegal da presidenta Dilma vazada para o JN e outra para vazamento de revista contra seus ministros”. Cristina Andrade

“O JN vai ao ar hoje com um provável recorde. Deixar o telespectador perfeitamente desinformado sobre a ligação da Lavanderia Bolsonaro com o autor de 16 mortes até o momento no desabamento dos prédios em Muzema, dominada pelo caro amigo dela: o miliciano Adriano da Nóbrega”. Palmério Dória

“Nos últimos dias gente que se diz ‘de esquerda’ ficou do lado do Guedes contra o ‘tchutchuca’ do Zeca Dirceu, do lado do Carluxo contra o ‘priminho vai bem’ do Haddad, do lado do Gentili contra sua prisão por ofensa e agora está do lado do Antagonista. A direita agradece a força”. Ricardo Pereira 

“’Museu de História Natural de Nova York cancela evento com Bolsonaro’. Ia ser muito dinossauro junto!”. José Simão

Até José Padilha abandona Moro, o miliciano

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Por Altamiro Borges

Em uma autocrítica incisiva – embora tardia –, o cineasta José Padilha, diretor dos filmes Tropa de Elite (um e dois) e da série O Mecanismo, publicou nesta terça-feira (16) um artigo na Folha com críticas ao “marreco de Maringá”, que hoje ocupa um superministério no laranjal de Jair Bolsonaro.

“O leitor sabe que sempre apoiei a operação Lava Jato e que chamei Sergio Moro de ‘samurai ronin’, numa alusão à independência política que, acreditava eu, balizava a sua conduta. Pois bem, quero reconhecer o erro que cometi”, admite no texto emblemático em que detona o projeto anticrime do ministro.
A autocrítica recebeu aplausos dos que sempre apontaram os abusos da Lava-Jato e alertaram sobre a vaidade e a arrogância do juizeco midiático. Mas o cineasta também foi alvo de ironias. Muitos internautas lembraram que José Padilha – com seus filmes policialescos, sensacionalistas e de escandalização seletiva da política – ajudou a chocar o ovo da serpente fascista no país, que resultou no golpe que depôs Dilma Rousseff, na chegada ao poder da quadrilha de Michel Temer e na eleição de Jair Bolsonaro. Transformado em herói por oportunistas e ingênuos, Sergio Moro teve papel decisivo nessa cavalgada trágica.
O ator José de Abreu, que recentemente se autoproclamou presidente da República, não perdeu a chance para fustigar o “diretor do fake O Mecanismo”: “Elegeram um fascista e agora pulam do barco”.

Já o jornalista Palmério Dória, um dos mais irreverentes na guerrilha do Twitter, brincou com os costumeiros erros de português do falso superministro. “Uma ‘ruga’ entre José Padilha, que fakeia a história, e Sergio Moro. O cineasta bombardeia hoje o pacote anticrime do ministro da Justiça. Diz que é ‘antiFalcone’, o herói do ex-juiz, e turbina as milícias. Assim, dessa maneira, Moro acaba perdendo mais um ‘conje’”.
Apesar das críticas e ironias hilárias, o artigo de José Padilha merece ser lido. Ele é consistente, incisivo e representa mais uma fratura na base de apoio dos atuais milicianos no poder. Reproduzo abaixo:

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O ministro antiFalcone 

Por José Padilha 

Folha, 16 de abril de 2019

Pacote de Moro contra o crime vai fortalecer milícias
Sergio Moro sabe que:
1 – As milícias são organizações criminosas controladas por policiais civis e militares corruptos e violentos;
2 – Esses policiais utilizam o aparato do Estado, como armas, helicópteros e caveirões, para expulsar o tráfico e dominar as favelas;
3 – As milícias cobram por proteção e dominam atividades econômicas importantes nas áreas que controlam: distribuição de sinais de TV e de gás de cozinha e transporte alternativo;
4 – As milícias decidem quem faz propaganda eleitoral nas suas áreas e financiam campanhas políticas;
5 – Milicianos e políticos ligados a milicianos foram eleitos no Brasil para cargos legislativos e executivos em níveis municipal, estadual e federal.
Mesmo sabendo de tudo isso, o ministro Sergio Moro declarou que as milícias representam a mesma coisa que as facções criminosas dentro das prisões, sugerindo que esses grupos operam como o varejo do tráfico de drogas.
Ora, o leitor sabe que sempre apoiei a operação Lava Jato e que chamei Sergio Moro de “samurai ronin”, numa alusão à independência política que, acreditava eu, balizava a sua conduta.
Pois bem, quero reconhecer o erro que cometi.
Digo isso porque não há outra explicação: Sergio Moro finge não saber o que é milícia porque perdeu sua independência e hoje trabalha para a família Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro não foi o senador mais votado em 74 das 76 seções eleitorais de Rio das Pedras por acaso…
O pacote anticrime que Sergio Moro enviou ao Congresso – embora razoável no que tange ao combate à corrupção corporativa e política – é absurdo no que se refere à luta contra as milícias.
De fato, é um pacote pró-milícia, posto que facilita a violência policial.
Se Sergio Moro tivesse estudado os autos de resistência no Brasil teria descoberto que:
1 – Apenas no Rio de Janeiro, a cada seis horas, policiais em serviço matam alguém;
2 – A versão apresentada por esses policiais costuma ser a única fonte de informações nos inquéritos instaurados em delegacias para apurar os homicídios;
3 – Como policial tem fé pública, a sua versão embasa a excludente de ilicitude, evitando a prisão em flagrante;
4 – A Polícia Civil, além de raramente escutar testemunhas ou realizar perícias no local dos assassinatos, tem mania de desfazer as cenas do crime para prestar socorro às vítimas, apesar de a maioria delas morrer instantaneamente em decorrência de disparos no tórax;
5 – Desde 1969, quando o regime militar editou a ordem de serviço 803, que impede a prisão de policiais em caso de “auto de resistência”, apenas 2% dos casos são denunciados à Justiça e poucos chegam ao Tribunal do Júri.
Aprovado o pacote anticrime de Sergio Moro, esse número vai tender a zero.
Isso porque o pacote prevê que, para justificar legitima defesa, bastará que o policial diga que estava sob “medo, surpresa ou violenta emoção” – ou, ainda, que realizava “ação para prevenir injusta e iminente agressão”.
O hábito que os policiais milicianos têm de plantar armas e drogas nos corpos de suas vítimas para justificar execuções é tão usual que deu origem a um jargão: todo bom miliciano carrega consigo um “kit bandido”.
Aprovado o pacote de Moro, nem de “kit bandido” os milicianos precisarão mais.
Sergio Moro nunca sofreu atentados e nunca lidou com a máfia.
Mas o juiz Giovanni Falcone, em quem o ministro diz se inspirar, foi morto aos 53 anos de idade na explosão de uma bomba colocada pela máfia em uma estrada. Sua mulher e três seguranças morreram com ele.
O crime foi uma reação da máfia à operação “Maxiprocesso”, que prendeu mais de 320 mafiosos na década de 1980.
Ela deu origem à operação “Mãos Limpas”, que mostrou que a máfia elegia e controlava políticos importantes na Itália.
Ora, no contexto brasileiro, é obvio que o pacote anticrime de Moro vai estimular a violência policial, o crescimento das milícias e sua influência política. Sergio Moro foi de “samurai ronin” a “antiFalcone”.
Seu pacote anticorrupção é, também, um pacote pró-máfia.

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* José Padilha é cineasta, diretor dos filmes “Tropa de Elite” (2007), “Tropa de Elite 2” (2010) e “RoboCop” (2014).

Prefeito de NY parabeniza Museu de História Natural por cancelar evento com Bolsonaro

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O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, comemorou nesta terça-feira (16) a decisão do Museu Americano de História Natural de cancelar em suas dependências o evento da Câmara de Comércio Brasil-EUA que homenageará o presidente Jair Bolsonaro:

“Jair Bolsonaro é um homem perigoso. Seu racismo visível, homofobia e decisões destrutivas terão um impacto devastador no futuro do nosso planeta. Em nome da nossa cidade, obrigado @AMNH por cancelar este evento”, escreveu no Twitter.

O que está por trás da guerra Antagonista x STF

Por Renato Rovai, na Revista Fórum

“Se algo tem rabo de jacaré, couro de jacaré, boca de jacaré, pé de jacaré, olho de jacaré, corpo de jacaré e cabeça de jacaré, como é que não é jacaré?”, perguntou o velho Leonel Brizola na histórica eleição de 1989 que consolidou a redemocratização do Brasil. Em política cabe muita coisa, menos ser ingênuo.

O episódio de censura (não encontrei ainda outra palavra pra definir) protagonizado pelos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli ao site O Antagonista não é apenas um capítulo de uma novela rocambolesca que se iniciou logo após a reeleição de Dilma e que levou o país a uma crise sem precedentes.

O Antagonista não é um veículo de comunicação, mas um projeto de especulação. Sua principal acionista, a Empiricus, foi multada recentemente num dos casos mais emblemáticos de propaganda enganosa, o da Betina. O critério de verdade de O Antagonista é muito semelhante ao desta propaganda.

Não são poucas as vezes que o site posta notas sem qualquer base factual com o único objetivo de impulsionar ou desacreditar grupos ou pessoas.

Há algum tempo O Antagonista vem mirando em Toffoli. E a rede de apoio de Bolsonaro no Supremo como um todo. A campanha realizada por esses grupos hoje não tem apenas o PT como alvo principal, o STF e seus ministros são tratados no mesmo nível que Zé Dirceu e Lula.

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Como Toffoli é o presidente do Supremo, ao desgastá-lo O Antagonista sabe que atinge a Casa como um todo. E permite com isso que se avance um ataque a um poder que poderia ser uma barreira a um projeto mais autoritário.

Por isso soou bastante estranha a declaração do general Mourão em defesa de O Antagonista ainda na noite de ontem. Logo um general que defende o legado da ditadura militar está preocupado com a censura?

A guerra entre os ministros Tofolli e Moraes x O Antagonista não se reduz a eles. Por isso, mesmo sabendo que a proibição da veiculação da reportagem aponta para um precedente perigoso, talvez seja importante – sem se descuidar de olhar a árvore – tentar verificar o que acontece na floresta.

Que interesses estão por trás do site da turma da Betina? Quem ganha ou perde com isso?

Há uma batalha em curso de interesses nada republicanos que hoje divide o PIB, o governo, as Forças Armadas, o Lavajatismo e ainda conta com interferências externas. O campo progressista virou plateia. E nesta disputa o STF é hoje o alvo principal.

Ou seja, o movimento de O Antagonista de ataque ao presidente do STF é jacaré. Cabe defender a liberdade de imprensa, mas sem deixar de dizer que há um ataque maior sendo construído contra um dos alicerces fundamentais da democracia pactuada na Constituição de 88.

Os antagonistas sabem disso. Mourão também.

Remo abre venda de ingressos para a decisão do Parazão

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A diretoria do Remo disponibilizou nesta terça-feira (16) os ingresso para o jogo final do Campeonato Paraense, contra o Independente, no próximo domingo, no estádio Jornalista Edgar Proença. No lote promocional, válido até quarta-feira (17), a arquibancada custa R$ 30,00 e a cadeira sai por R$ 50,00. No dia da partida, os ingressos estarão sendo vendidos no Mangueirinho e Ceju, das 11h às 16h30.

Sócio-Torcedor

Terão entrada exclusiva no A3, podendo levar um acompanhante que tenha o ingresso adquirido para o Portão A3. ST também poderá entrar por qualquer outro portão no Mangueirão.

Meia entrada

Os bilhetes de meia-entrada serão reservados pelo site do MeuBilhete na sexta-feira (19), a partir das 8h. A retirada do ingresso ocorre no sábado (20), das 9h às 14h, no Ginásio Serra Freire.

Gratuidade

Já as gratuidades para pessoas com deficiência serão entregues AAPPD conforme ajustado com os órgãos públicos. Os ingressos dos idosos serão distribuídas no domingo (21), no Portão A1 do Mangueirão, das 13h às 14h.

Menores

Para ter acesso gratuito, o menor de 12 anos deve estar acompanhado obrigatoriamente do pai, mãe ou responsável legal, mediante apresentação de documentação própria do responsável (documento de identidade e que comprove a sua situação de responsável legal), e da certidão de nascimento ou documento com foto do menor de 12 anos, comprovando a adequação etária do beneficiário. Já maiores de 12 anos terão acesso acompanhados pelo responsável com grau de parentesco ou de um maior de 18 anos, munido de autorização assinada pelo responsável legal.

Estacionamentos

Os tickets de estacionamentos estão disponíveis em todas as Lojas do Remo. O estacionamento dos sócios-torcedores será  exclusivo no A3. 

Os ingressos de estacionamento estarão sendo vendidos apenas um por CPF. Os bilhetes de estacionamento estão à venda apenas no dinheiro e são limitados.

Ingresso no cartão

O torcedor azulino também poderá comprar seu ingresso para Remo x Independente nos cartões de crédito ou débito. Os bilhetes podem ser adquiridos nas Lojas do Remo, com um acréscimo de R$5 (cinco reais) por ingresso.

Confira os pontos de venda:

BILHETERIA BAENÃO

Dia: 20/04/2019

Início: 9h às 17h

Dia: 21/04/2019

Início: 9h às 14h

LOJA DO REMO – SEDE SOCIAL

Dia: 15/04/2019 a 19/04/2019

Início: 9h às 19h

Dia: 20/04/2019

Início: 9h às 17h

Dia: 21/04/2019

Início: 9h às 14h

LOJA DO REMO – BAENÃO

Dia: 15/04/2019 a 19/04/2019

Início: 9h às 18h

Dia: 20/04/2019

Início: 9h às 12h

LOJA DO REMO – CASTANHAL

Dia: 15/04/2019 a 19/04/2019

Início: 9h às 18h

Dia: 20/04/2019

Início: 9h às 12h

LOJA DO REMO – IT CENTER

Dia: 15/04/2019 a 20/04/2019

Início: 9h às 21h

Dia: 21/04/2019

Início: 9h às 14h

LOJA DO REMO – ESPAÇO AZULINO

Dia: 15/04/2019 a 20/04/2019

Início: 9h às 18h

Dia: 21/04/2019

Início: 9h às 14h

LOJA DO REMO – BOSQUE GRÃO PARÁ

Dia: 15/04/2019 a 20/04/2019

Início: 10h às 22h

Dia: 21/04/2019

Início:  14h às 16h

LOJA DO REMO – SHOPPING CASTANHEIRA

Dia: 15/04/2019 a 21/04/2019

Início: 10h às 22h

LOJA DO REMO – SHOPPING PÁTIO BELÉM

Dia: 15/04/2019 a 21/04/2019

Início: 10h às 22h

LOJA DO REMO – PARQUE SHOPPING

Dia: 15/04/2019 a 20/04/2019

Início: 10h às 22h

Dia: 21/04/2019

Início:  14h às 16h

LOJA DO REMO – BOULEVARD SHOPPING

Dia: 15/04/2019 a 20/04/2019

Início: 10h às 22h

Dia: 21/04/2019

Início:  14h às 16h

CEJU/MANGUEIRINHO

Dia: 21/04/2019

Início: 11h às 16h30

MEIAS 

Reserva no dia 19/04/2019

A partir das 8h

Retirada no dia 20/04/2019

Ginásio Serra Freire

Início: 9h às 14h

GRATUIDADES:

PNE = Sede da APPD

IDOSO = Portão A1 – Início: 13h às 14h

MENORES ACOMPANHADOS COM SEU RESPONSÁVEL E DOCUMENTOS DO MENOR E RESPONSÁVEL EM MÃOS 

VENDA DE ARQUIBANCADAS E CADEIRAS NO CARTÃO DÉBITO/CRÉDITO – Acréscimo de R$- 5,00 por ingresso. Opção do compra/venda valida somente nas Lojas do Remo até a data do jogo

Bolsonaro tenta quebrar cartel dando financiamento a caminhoneiro autônomo

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O governo anunciou na manhã desta terça-feira que o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico (BNDES), vai abrir uma linha de crédito no valor de R$ 500 milhões para caminhoneiros autônomos manterem seus veículos. O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal ficarão responsáveis, inicialmente, por oferecer o crédito, mas a ideia é que todo o sistema bancário e as cooperativas de crédito possam oferecer os empréstimos.  O anúncio foi feito pelo ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni, durante coletiva de imprensa, no Palácio do Planalto.

A medida foi anunciada após diversas reuniões dos caminhoneiros autônomos com o governo, que detectou o risco de uma nova greve do setor. Na semana passada, devido à possibilidade de paralisação, o presidente Jair Bolsonaro interveio no anúncio do aumento do diesel. A Petrobras havia anunciado reajuste de 5,75% e voltou atrás.

General é alvo da PF em investigação de fake news contra o STF

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), expediu oito mandados de busca e apreensão no inquérito sigiloso que apura ataques a integrantes a corte. Um dos alvos é o general da reserva do Exército Paulo Chagas, que foi candidato a governador do Distrito Federal pelo PRP em 2018. A operação foi deflagrada um dia após Alexandre de Moraes censurar o site O Antagonista e a revista digital Crusoé, do mesmo grupo editorial, que haviam publicado reportagem que associava o presidente do Supremo, Dias Toffoli, a esquema de corrupção envolvendo a Odebrecht investigado na Lava Jato.

Relator do inquérito que apura ameaças, calúnias e difamações contra ministros do Supremo, Moraes atendeu a pedido de Toffoli ao censurar os dois sites Toffoli diz ser alvo de fake news (notícia falsa).

Há cerca de um mês, o militar fez críticas ao Supremo por meio do Twitter. Ele não estava em casa na hora que as equipes policiais chegaram. Por meio das redes sociais, ele relatou que as equipes chegaram pouco depois das 6 horas desta terça-feira (15/4).

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Em tom debochado, o general escreveu no Twitter que a busca e apreensão em sua casa é sinal de que “estão lendo o que escrevo” e ainda lamentou não estar em casa para receber os agentes federais.

As ações do STF já provocam reações disparatadas no Congresso. O deputado Vinicius Poit (Novo-SP) apresentou na Câmara um projeto de lei que tira do Código Penal os crimes de injúria e difamação. Para o parlamentar, apurações dos chamados crimes contra a honra têm sido usadas, inclusive pelo STF, para reprimir o debate público, ameaçando jornalistas e formadores de opinião com prisão. Ele teve essa ideia por achar que a punição a Danilo Gentili, que insultou a deputada Maria do Rosário (PT), foi “desproporcional”.