
O Remo confirmou nesta segunda-feira mais três reforços para o elenco que disputará o Brasileiro da Série C. São o lateral direito Daniel Damião. o atacante Nino Guerreiro e o meia Kaio Wilker (foto acima). Os atletas foram avalizados pela comissão técnica e se incluem no teto orçamentário do clube.
Daniel Damião é natural do Rio, tem 28 anos e já defendeu Bangu, Guarani e Sampaio Corrêa. Kaio Wilker tem 24 anos, nasceu em Goiás e passou pelo Ypiranga, Mogi Mirim e Tupi de Juiz de Fora. Nino Guerreiro é natural da Bahia, tem 33 anos e teve passagens por Crac-GO, Juazeirense e Cuiabá.
Do trio, Daniel já foi integrado ao grupo e já participa normalmente dos treinos. Kaio e Nino já estão em Belém, mas ainda serão submetidos a exames médicos.
O Nino Guerreiro parece ter a marca de 23 gols na carreira (vide http://futeboldegoyaz.com.br/jogadores/868/nino-guerreiro), e já está com a idade de Cristo… Será que joga mais do que os que temos no atual elenco…(?). Se havia essa demanda, por que não contrataram o Magno então?
O Kaio parece ser bom jogador.
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Esse tal de Nino está me cheirando a mais um cone enganador que virá pra enganar.
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O Remo tem quer valorizar os jogadores da terra espero quer de certo mais estão contratando muito sem necessidade 8 ou 9 estão de bom tamanho
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Espero quer o Josué de chance pra jogadores da terra na Série C só porque o Remo não tem dinheiro já vão desvalorizar os da terra
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Exagero de contratações.
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Também acho um exagero. Temo pelo abandono dos jogadores de base.
Contratações deveriam ser pontuais.
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Na minha opinião, antes é preciso separar as coisas.
Há a necessidade de se ter um elenco e um time minimamente dotado tanto de quantidade, quanto de qualidade, para disputar uma competição importante, não só para tentar o acesso como também para garantir a permanência na “C”.
Também há a necessidade de se ter respeito com as carências econômico-financeiras do Clube e, principalmente, com o patrimônio do Clube.
Também é preciso respeitar os atletas que estão disputando o campeonato paraense, principalmente, aqueles que emergiram da divisão de base.
Pois bem, cotejando todos estes aspectos com as contratações feitas fico com a impressão de que os dirigentes atuais estão agindo igualzinho os dirigentes dos últimos 30 anos. Numa palavra, se portando com extrema irresponsabilidade com o patrimônio do Clube.
Deveras, como se vai pagar esse povo? Ainda que o futebol por eles jogado tenha qualidade, será responsável contrair tamanha dívida, diante do tanto que o Clube já deve? E se não for possível pagar, resultado não será pior tanto dentro, quanto fora de campo? A mais recente ação na justiça do trabalho parece responder que sim.
Ah, quanto à qualidade dos novos contratados? Ah, isso é uma incógnita. Tal qual alguns alados, podem dar bons num local e abrirem asa noutros. E neste caso, como nem houve teste antes da aquisição, só será possível saber quando o oponente bater.
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