A piada do dia

Juiz Moro baixou os olhos ao dirigir-se a Lula e perguntou: “Temos provas de suas contas na Suíça, de seu apartamento na Europa e de seus depósitos em paraísos fiscais. Não adianta negar!!”
E finalizou: “Só queremos saber porque usou esses codinomes: José Serra, Fernando Henrique, Aécio Neves e Eduardo Cunha”…

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Em vantagem, Peixe aposta na velocidade do contra-ataque para se classificar

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Após jogos ruins e a eliminação precoce no Campeonato Paulista, o Santos conviveu com críticas em boa parte do primeiro semestre. Aos poucos, porém, a equipe comandada por Dorival Júnior parece começar a “encaixar” na temporada. Na última semana, bateu o Santa Fe por 3 a 2 no Pacaembu e deu um passo importante para passar de fase na Libertadores. Apesar da vantagem de 2 a 0, construída no duelo de ida, na Vila Belmiro, o Santos está ciente de que não terá vida fácil no estádio do Mangueirão, em Belém, contra o Paysandu, a partir das 21h45 (horário de Brasília).

Bruno Henrique, autor de um golaço no primeiro confronto, não tem vergonha de usar a estratégia do arquirrival para a equipe ter sucesso nas oitavas de final da Copa do Brasil. “Hoje em dia, todos os clubes brasileiros e europeus jogam assim, fechadinho. O Corinthians foi campeão assim, saindo no contra-ataque. Por que não podemos fazer isso? Vamos sair rápido, Ricardo pelo meio, saindo no contra-ataque. Se fizermos um gol, eles terão que fazer quatro”, analisou o atacante, sem deixar de ressaltar o regulamento.

“A gente teve um bom resultado em casa, vamos usar o fator placar. Sabemos que jogar aqui é difícil, vamos respeitá-los e impor o jogo que sempre estamos jogando”, disse.

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Mesmo sem ser brilhante no confronto de ida, no último dia 26 de abril, o Santos venceu por 2 a 0, na Vila Belmiro, e conquistou uma boa vantagem para o duelo desta quarta. Afinal, pode perder por até um gol de diferença que mesmo assim avança para as quartas do torneio mata-mata.

Apesar da superioridade no placar, os santistas têm pregado respeito ao Paissandu. “Sabemos que lá (Belém) tem o apoio da torcida deles. Já joguei por aqueles lados e sei que a torcida influencia bastante. Temos que nos defender bem e sair fortes nos contra-ataques”, explicou Jean Mota.

O santista será uma das novidades do técnico Dorival Júnior contra o Papão. Suspenso na vitória sobre o Santa Fe, Mota foi substituído por Matheus Ribeiro nas últimas duas partidas. O lateral ambidestro, porém, não encantou o comandante e voltará ao banco de reservas.

Meia de origem, Jean Mota já tinha assumido o posto de lateral-esquerdo após a saída do titular Zeca, lesionado desde o início de abril, depois do jogo contra a Ponte Preta, nas quartas do Paulistão. Outra mudança na equipe será a entrada de Cleber Reis. Ele assume a vaga de David Braz. Isso porque o titular da zaga santista sentiu dores na coxa esquerda durante o treino do último sábado, e, após passar por exames, foi vetado pelo departamento médico.

Com apenas essas duas alterações, o Santos deve entrar em campo com: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Cléber Reis e Jean Mota; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Vitor Bueno, Bruno Henrique e Ricardo Oliveira.

Antes de encarar o Santos no duelo de ida, no último dia 26 de abril, na Vila Belmiro, o Paissandu vinha de uma invencibilidade que durava 15 partidas. Na época, o time comandado por Marcelo Chamusca ostentava o fato de estar há mais tempo sem perder no ano entre todas as equipes que disputam as Séries A, B e C do Brasileirão. (Com informações de ESPN, Gazeta Esportiva e Folha de SP) 

Local: Estádio Jornalista Edgar Proença, 21h45 
Árbitro: Andre Luiz de Freitas Castro; assistentes  Cristhian Passos Sorence e Leone Carvalho Rocha

Ingressos – arquibancada, R$ 30,00; cadeira, R$ 50,00

PSC: Emerson; Ayrton, Gilvan, Perema e Hayner; Wesley, Rodrigo e D. Oliveira; Leandro Carvalho, Bergson e Alfredo. Técnico: Marcelo Chamusca

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Cleber Reis e Jean Mota; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Vitor Bueno, Bruno Henrique e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior

Povo acompanha Lula em Curitiba

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No centro de Curitiba, manifestantes se reúnem em apoio ao ex-presidente Lula, que presta depoimento nesta quarta-feira ao juiz Sérgio Moro, da Lava Jato. Ônibus de todos os Estados brasileiros levaram militantes, sindicalistas e agricultores para manifestações em defesa de Lula na capital paranaense.

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Fim da Farmácia Popular prejudica pacientes de baixa renda

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A partir deste mês, os pacientes de baixa renda ou que dependem de medicamentos importantes que até então eram distribuídos gratuitamente enfrentarão mais uma dificuldade. É que neste mês de maio serão fechadas as 393 unidades da rede própria do programa Farmácia Popular, de distribuição de medicamentos gratuitos ou com até 90% de desconto. Agora, os produtos serão distribuídos unicamente pela rede de farmácias conveniadas. E essa medida do Ministério da Saúde prejudica os pacientes.

É o que afirma a advogada especializada em Direito à Saúde, Claudia Nakano, do escritório Nakano Advogados Associados. “O fechamento das centenas de unidades Farmácia Popular vai afetar principalmente os pacientes que procuram por medicamentos específicos e que não são encontrados facilmente nas farmácias conveniadas”, ela pontua.

A quantidade de remédios ofertados pode diminuir em cerca de 72%. Na rede própria, são ofertados, hoje, 112 medicamentos – sendo os mais procurados os remédios para hipertensão, diabetes e asma. Já nas drogarias com desconto são disponibilizados apenas 32 medicamentos. Caso o remédio que o paciente necessita não esteja disponível nas conveniadas, o paciente precisará se informar para saber onde consegui-lo.

“Todo o processo ficará mais dispendioso para a população carente que faz uso desse serviço. Além de ser responsável por procurar uma unidade básica de saúde para descobrir onde encontrar o remédio, corre-se o risco de acabar tendo que pagar o valor cheio em uma farmácia particular comum”, avalia.

A especialista alerta também para a dificuldade que isso poderá trazer aos moradores mais carentes que vivem longe dos grandes centros, nas cidades do interior. “Quem mora nas capitais pode encontrar alternativas, mais recursos, já que os governos estaduais e municipais têm alguns outros programas de fornecimento de remédios. Porém, em muitas cidades do interior, a Farmácia Popular é a única opção para quem toma medicamentos onerosos e de uso contínuo”, conclui.

Segundo o Governo Federal, a desativação da rede própria irá economizar aproximadamente R$ 80 milhões para os cofres públicos. A intenção é repassar o montante para a compra de medicamentos.