https://www.youtube.com/watch?v=xxqIzCz1IyA
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Curiosa a entrevista do técnico do Palmeiras nos pós-jogo.
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Eu acompanhei também e vou reproduzir no blog. Fiquei com a impressão de que o Eduardo Batista se referia a Neto e Denilson, da Band, que o criticam muito. Acho apenas que aproveitou o momento da façanha no Uruguai pra mostrar valentia. A conferir as cenas dos próximas capítulos.
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Por outro angulo, percebi que ,após o jogo, os Uruguaios o cercaram e ele tentou se livrar do tumulto.
É claro que sua declaração foi o motivo do tumulto. Mas não vi, na partida, motivos para a confusão. A não ser, única e exclusivamente, a derrota de virada para o Palmeiras.
Pois se o Peñarol vence, náo haveria confusão.
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Ele provocou antes, durante e depois, amigo Rodrigo. A questão é simples: futebol é futebol, jamais uma guerra. Os uruguaios são violentos em campo, mas é estilo deles há 100 anos. Questiono a brabeza do Felipe Melo, que resolveu encarnar o estilo Rambo como recurso de marketing. Há quem aplauda, eu repudio. Acho idiota e irresponsável (ele sozinho gerou tudo aquilo, quase causando uma tragédia nas arquibancadas). É fácil bancar o valente, pois, quando a coisa apertou, ele ficou por trás dos companheiros e seguranças, mas os torcedores ficaram inteiramente expostos.
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