Archive for 10 de abril de 2017

Rock na madrugada – Dr. Feelgood, Down at the Doctors

10 de abril de 2017 at 23:30 Deixe um comentário

Caetano: “Ajustes de Temer prometem somente aos poucos que já têm muito”

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O cantor e compositor Caetano Veloso diz que não está surpreso com a guinada conservadora que grandes países, como Estados Unidos com Donald Trump e Brasil com Michel Temer, estão dando. “Quando olho para as figuras de Temer, parecendo saído de 1953 –e, como disse a “Economist” num artigo favorável a ele, com o gestual de um mágico de palco –, e de Trump (um pop retrógrado), me lembro do “gosto do que acontece”, diz Caetano em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

Ele pondera que torce para que os ajustes propostos por Temer deem certo, mas lamenta que não tem essa esperança. “Mais prosaicamente, às vezes torço para que os ajustes do governo Temer deem certo, só porque não gosto de ver o Brasil não funcionar. Esses ajustes dos golpistas que prometem pouco a poucos e a prazo longuíssimo não sugerem nada disso. Principalmente quando parecem prometer somente aos poucos que já têm relativamente muito”.

10 de abril de 2017 at 22:42 Deixe um comentário

Para refletir

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10 de abril de 2017 at 22:24 1 comentário

Papão viaja para Santarém com o time definido

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Não há mistério no Papão para o confronto desta terça-feira (20h30), em Santarém, contra o São Raimundo, válido pela semifinal do Campeonato Estadual. O técnico Marcelo Chamusca informou que a escalação será a mesma da partida contra o Águia pela Copa Verde na última terça-feira. O objetivo dele é preservar a formação utilizada a fim de ganhar ainda mais entrosamento.

O Papão deve começar o jogo com o seguinte time: Emerson; Ayrton, Lombardi, Gilvan e Hayner (Willian Simões); Rodrigo Andrade, Wesley e Diogo Oliveira; Alfredo, Will (Bergson) e Leandro Carvalho. Caso não surja nenhum problema de contusão, o time deverá ser mantido para a partida de sábado (15), em São Luís, contra o Santos-AP pela Copa Verde.

A delegação alviceleste viajou na tarde desta segunda-feira para Santarém, com os seguintes jogadores relacionados:

Goleiros: Emerson e Marcão
Zagueiros: Fernando Lombardi, Gilvan e Pablo
Laterais: Ayrton, Hayner, Will, William Simões
Volantes: Augusto Recife, Jonathan, Rodrigo Andrade e Wesley
Meias: Diogo Oliveira e Daniel Sobralense
Atacantes: Alfredo, Bergson, Leandro Carvalho e Leandro Cearense

(Fotos: Fernando Torres/Ascom PSC)

10 de abril de 2017 at 17:15 Deixe um comentário

Revista francesa já projeta Neymar com a Bola de Ouro

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As grandes atuações de Neymar no último mês fizeram com que o brasileiro passasse a ser elogiado, depois de um começo de temporada em que sofreu críticas pelos poucos gols marcados. A corrente que considera que o camisa 11 pode passar a ocupar o posto de melhor jogador do mundo ao fim do ano ganhou força e chegou até mesmo à capa da conceituada revista “France Football”, que dedica sua primeira página da edição abril ao astro.

A publicação dá destaque a Neymar e usa a manchete “Sim, ele quer a Bola de Ouro!” para colocar o brasileiro na briga pelo prêmio que a própria revista organiza. Atualmente, a premiação não é mais considerada mais importante do planeta, perdendo o status para o Fifa The Best desde o ano passado, quando deu fim à parceria com a entidade máxima do futebol mundial. Entretanto, o troféu – concedido desde 1956 – ainda é cobiçado pelos atletas, sendo uma das referência no mundo do futebol.

Embora só chegue às bancas a partir desta terça-feira, a “France Football” deu uma prévia da reportagem sobre o atacante em seu site, onde afirma que a atuação da estrela na goleada histórica sobre o PSG, pelas oitavas de final da Liga dos Campeões, foi um marco na carreira do atleta.

“Haverá para o PSG um antes e um depois de 8 de março de 2017. Para Neymar também”, diz a revista, que ainda aponta que o brasileiro foi “a única estrela” da partida que marcou a maior virada da história dos confrontos de mata-mata da Champions. Além disso, exalta números da carreira do astro, citando os 51 gols pela seleção brasileira e os 100 com a camisa do Barça, aos 25 anos.

O brasileiro terá a chance de brilhar mais uma vez na Liga dos Campeões nesta terça-feira, quando o Barcelona enfrenta o Juventus, em Turim, às 15h45 (de Brasília), no jogo de ida das quartas de final.
MASCHERANO DEFENDE

A expulsão diante do Málaga gerou críticas a Neymar, não só pelos motivos que o levaram a tomar dois cartões amarelos, mas pela postura de ironia ao deixar o campo, que pode deixá-lo suspenso por três jogos e fora do clássico contra o Real. Entretanto, Mascherano fez questão de sair em defesa do brasileiro. Um dos mais experientes do elenco do Barça, o argentino tratou de minimizar o caso, em entrevista coletiva na véspera do confronto contra o Juventus, no jogo ida das quartas de final da Liga dos Campeões, que será realizado nesta terça, em Turim, às 15h45 (de Brasília).

Neymar foi expulso aos 20 minutos do segundo tempo do duelo contra o Málaga, depois atingir de forma dura Llorente – ele havia levado um cartão amarelo no primeiro tempo, quando impediu uma cobrança de falta adversária ao parar para amarrar suas chuteiras em frente à bola. Com um a menos, o Barça sofreu em busca do empate e acabou levando mais um gol, vendo a diferença para o rival Real Madrid aumentar para três pontos. Mascherano, porém, garante que não houve cobrança a Neymar nos vestiários.

– Não punimos uns aos outros, mas pelo contrário. Quando alguém está mal ou entra em dificuldade, somente apoiamos e tratamos de ajudá-lo – comentou.

10 de abril de 2017 at 17:00 Deixe um comentário

Daniel Alves enfrenta o Barça pela primeira vez

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Foram oito temporadas, 391 jogos e 21 gols até que Daniel Alves deixou o Barcelona. Segundo ele, por desgaste. O reencontro está marcado para esta terça-feira, agora defendendo o Juventus, em Turim, pelo jogo de ida das quartas de final da Liga dos Campeões.

Em entrevista ao site da Fifa, o lateral-direito brasileiro detalhou os motivos que o levaram a optar pela mudança de ares – ele assinou contrato por dois anos com a Velha Senhora. Admitiu que estava numa “linha de fogo” e brincou ao falar do presente do Barça:

– Tenho certeza que eles sentem falta de mim (risos)! Eu levei um pouco de alegria ao vestiário. Eu conversei com eles e me disseram que é isso o que eles mais sentem falta de mim: o quão feliz eu sou e como eu sou – disse. Daniel Alves também falou sobre a nova casa e a oportunidade de atuar ao lado de grandes defensores.

Confira a entrevista completa abaixo:

Após muitos anos na Espanha, como você se sente num novo país e clube?

É diferente, mas é um desafio ao mesmo tempo. Foi estranho, mas eu sempre gostei de um desafio, e é por isso que eu decidi mudar.

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Ao mesmo tempo, deve ter sido estranho vestir a camisa preta e branca.

Sim, foi estranho! Eu joguei pelo mesmo time e com os mesmos companheiros por muitos anos. É estranho, mas isso é o futebol. Eu sou uma pessoa muito inquieta e novas experiências me empolgam mais do que qualquer outra coisa. E é o que eu estou tendo agora com Juve.

Como é atuar com defensores do calibre de Buffon, Chiellini e Bonucci?

Eles são lendas do esporte. São excelentes defensores, o que você já esperava, pois a liga italiana é muito exigente nesse sentido. Até mesmo quando você joga numa posição mais avançada como a minha, você precisa trabalhar duro, ser muito competitivo e defender bem. Esse foi o passo que eu precisei dar nos meus primeiros meses aqui. Acho que eu me adaptei às ideias muito rapidamente. Eu me vejo como uma pessoa inteligente e mantive minhas habilidades enquanto meu futebol evoluiu. Se você quer melhorar, você precisa manter o que você tem e aprender novas coisas.

Como você vê o Barcelona agora, à distância?

É estranho! Tenho certeza que eles sentem falta de mim (risos)! Acho que eles me apreciam como profissional, jogador de futebol, e como alguém que era bom ter ao redor, que faz cada jogo único, com uma nova dança, música ou qualquer coisa. Eu levei um pouco de alegria ao vestiário. Eu conversei com eles e me disseram que é isso o que eles mais sentem falta de mim: o quão feliz eu sou e como eu sou. Eles dizem que eu sou único (risos).

O vestiário do Juve é tão diferente?

Esse é um dos desafios que eu precisei enfrentar. Eu preciso sentir alegria na minha vida. Preciso de um bom ambiente. Acredito na energia e sinto que o que você faz em campo reflete em quem você é fora dele. É um dos problemas que eu tive. Na Itália, alguns companheiros podem ser muito sérios e não muito expressivos. Eu sou completamente o oposto! Sou feliz, divertido para estar por perto, e eu gosto de um bom ambiente. Eu me sinto um pouco restrito nesse aspecto e me dá a impressão de que tem algo faltando (risos). Mas, como eu disse, é um desafio, e acho que tenho muito a oferecer ao Juventus. Espero que eles se acostumem comigo, caso contrário, eu vou apenas tentar me encaixar.

10 de abril de 2017 at 16:46 Deixe um comentário

Vale a pena ver (sempre) – “A Embriaguez do Sucesso”

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O subserviente assessor de imprensa Sidney Falco (Tony Curtis) é a contra-face na medida certa para o arrogante, inescrupuloso e manipulador colunista social J.J. Hunsecker (Burt Lancaster) em “A Embriaguez do Sucesso”, obra-prima dirigida por Alexander Mackendrick (1957). Ao longo de 90 minutos o filme descreve uma relação sempre tensa, alimentada por ironia, cinismo e mútua dependência. Com fortes influências do cinema noir, a obra é uma crônica sobre amor e ódio tendo como pano de fundo o jornalismo de futilidades e pequenas maldades.

Os diálogos concebidos por Clifford Odets e Ernest Lehman são autênticas metralhadoras de sarcasmo e desapreço. À época do lançamento nos Estados Unidos, o personagem de Hunsecker foi comparado ao conhecido colunista social Walter Winchell, que usava sua coluna para desancar o sujeito que queria se casar com a sua filha.

Já Martin Scorsese, em A Personal Journey with Martin Scorsese Through American Movies (1995), põe Hunsecker no mesmo patamar do senador conservador Joseph McCarthy, que se cercava de uma rede poderosa de informantes e bajuladores. Suas táticas de intimidação o tornaram uma instituição nacional, mas sua desfaçatez moral se revelaria posteriormente. O filme trata de jornalismo, mas é, acima de tudo, um tratado sobre o cinismo e a manipulação das pessoas.

Lembro que a primeira vez que vi “A Embriaguez do Sucesso” fiquei impressionado com o show de imagens em preto e branco – fotografia de James Wong Howe. A trilha sonora em tons jazzísticos foi confiada a Elmer Bernstein. As tomadas noturnas conferem ao filme o mérito de fazer um retrato primoroso da Nova York dos anos 50. Em meio à luminosidade dos faróis dos carros e letreiros de lojas emerge a verdadeira atmosfera sombria desse drama sujo. “I love this dirty town”, costuma resmungar Hunsecker ao caminhar pelas ruas da Big Apple.

10 de abril de 2017 at 11:49 Deixe um comentário

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