
Técnico de personalidade, Morten Soubak já deu o que falar antes mesmo de os Jogos Olímpicos começarem. O “chefe” da seleção brasileira feminina de handebol podia escolher em que grupo queria estar e optou pelo que era teoricamente mais difícil. E deu certo. Com uma rodada de antecipação, o Brasil está classificado para as quartas de final. Para o dinamarquês, no entanto, as coisas não são bem assim.
“Já ouvi várias vezes isso de que escolhi o grupo mais complicado. Não concordo. E fico feliz que, há algum tempo, o brasileiro não sabia nem o que era handebol e agora sabem quem é bom e que é ruim. Não vejo assim. O handebol feminino é a única modalidade na Olimpíada com 12 equipes em condições de conquistar o título”, disparou em entrevista coletiva nessa sexta-feira.
As falas de Morten vieram depois da vitória do Brasil sobre a sensação Angola por 28 a 24, pela quarta rodada da fase de grupos. No primeiro tempo, as brasileiras precisaram suar a camisa e saíram com empate em 13 a 13.
“Fico feliz com a vitória por nos garantir nas quartas de final, que é o principal. Mas o combinado não estava saindo nem. Foram os 30 minutos em que mais tivemos erros técnicos”, avaliou. (Da ESPN)
De fato, esse time angolano lembrou a Coreia do Norte da Copa do Mundo de 1966, que derrotou a Itália e quase derruba Portugal do Eusébio, Torres, Simão e Vicente, entre outros. Um time tinhoso, dinâmico, incansável e atrevido que deve dar muito trabalho pra quem atravessar na sua frente.
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Taí um esporte que tem tudo pra crescer no Brasil. Esporte dinâmico, vibrante e com jogadas sensacionais.
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