Mês: abril 2015
Rock na madrugada – Small Faces, If Were a Carpenter
Capa do Bola, edição de quinta-feira, 16
Os gols de Atlético-PR 1 x 1 Remo
Tribuna do torcedor
Atlético-PR x Remo (comentários online)
O passado é uma parada…
Rock na madrugada – Guilherme Arantes, A Cidade e a Neblina
A arte de Atorres
Revisão histórica à moda coxinha
Pesquisa confirma: protestos têm perfil tucano
POR LUIZ MÜLLER, DO BLOG NOTA CRÍTICA
O Instituto Datafolha publicou hoje o perfil dos “manifestantes” que foram às ruas no último domingo, (15). Segundo os resultados, 82% dos entrevistados durante a passeata em São Paulo declararam-se eleitores de Aécio Neves (PSDB) no segundo turno das Eleições 2014. Além disso, quase 40% mencionou ter simpatia pelo PSDB.
O perfil elitista dos participantes ficou evidente conforme o levantamento, o que comprova as diversas críticas, principalmente nos meios de comunicação internacionais, de que os protestos reuniram pessoas “mais velhas, mais brancas e mais ricas” de que em 2013 (Jornal britânico The Guardian).
Mais de 41% dos entrevistados – quase a metade dos participantes – alegaram que recebem mais de 7.888,00 reais por mês.
Somente 14% dos que foram às ruas naquele dia ganham menos do que R$ 2.363,00.
Conforme crítica publicada ontem neste site, o Datafolha confirmou a tese de que foi a primeira vez em que participaram de uma manifestação política nas ruas.
Despolitização revela lado tosco da passeata
“PT trouxe 50 mil haitianos para votar em Dilma Rousseff em 2014”
POR MÁRIO MAGALHÃES
Se você acreditou no título com notícia falsa lá no alto do post, não está sozinho: de cada 100 participantes do protesto do domingo passado na avenida Paulista, 42 levaram a sério a informação delirante sobre a invasão do Brasil por cinco dezenas de milhares de haitianos.
Ninguém viu tanto haitiano por aqui em outubro, mas isso não impediu que os manifestantes pelo “fora, Dilma” achassem ser verdade que a presidente teve o reforço alienígena para conquistar novo mandato.
A pesquisa que constatou a credulidade no inexistente foi coordenada por Esther Solano, professora de Relações Internacionais da Unifesp, e pelo filósofo Pablo Ortellado, da USP. Entre outras questões, eles apresentavam frases para saber se os presentes as levavam a sério.
A notícia sobre o levantamento está na coluna de hoje da Mônica Bergamo.
É claro que a crença no absurdo está relacionada com a intolerância diante do que parece incrível, que outros não concordem com o que cada um pensa.
O mais impressionante é que os 42% retratam o surto de certas cabeças.
Sobre os outros 58%, aceitaram desfilar lado a lado com quem acredita na fantasia sobre os haitianos eleitores de Dilma.






