16 comentários em “Revisão histórica à moda coxinha

  1. Pra ser justo, creio que a charge merece dois ajustes: (a) o primeiro na periodização, eis que o pt deve figurar no comando do poder até 2014. De 2015; o segundo, no texto, cujo teor deve ser o seguinte: ao contrário do que prometeu, o pt fez igualzinho aos governos que lhe antecederam.

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  2. Amigos, Não adianta o amigo petista GERSON E OUTROS defenderem seu partido político com unhas e dentes, sendo que tem todo direito para isso. Não adianta a PROPAGANDA ENGANOSA do fome zero, do aumento de emprego, dos pobres que passaram para a classe média e dos classes médias que passaram a ser milionários, da justiça social, da melhoria da qualidade de vida dos pobres etc. Nada disso me convence porque é propaganda enganosa e só um cego ou fissurado pelo PT não consegue enxergar. Mas as provas estão aí para o mundo todo e todo mundo ver. Dessa forma, não existe mais argumento que me convença a votar em petista para executivo federal, estadual ou municipal. Definitivamente não tem. Eu tenho mil e um motivos para isso porque como paraense e cidadão de Belém senti na pele o que foi o desastre do governo do Edmilson Rodrigues na PMB e da CAREPA no Estado onde a segunda nem conseguiu reeleição, onde todo mundo tem certeza hoje que um governo que não consegue se reeleger é porque foi terrivelmente péssimo nos seus 4 anos de administração. Daí afirmo que Posso até votar em algum petista para legislativo como oposição, porque para isso eles talvez ainda sirvam. Mas para executivo…. ZEFINIII. ZEFINIII E ZEFEINIIII

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  3. Prezado Gerson Nogueira, você não postou absolutamente nada sobre a prisão do lider do PT na Câmara dos Deputados, João Vaccari Neto.Qual tua opinião sobre ele? acreditas que ele é inocente e apenas esta sofrendo perseguição politica? .vai lá tenta defender o companheiro.de esquerda.

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  4. Maecelino, como visitante habitual do blog, sabes bem que evito postar prisões que o impoluto Moro autoriza a rodo, de esquerdistas ou nao. Observe e confirme o critério.

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  5. Nélio, normalmente ignoro – por desimportantes – tuas análises da conjuntura política, sejam contrárias ou não ao que defendo. Neste caso, nem vou analisar os termos da postagem, mas corrigir um erro deliberado teu: não sou petista, amigo. Como jornalista, não tenho partidos. Sou um homem de esquerda, com convicções bem definidas.

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  6. Nélio, meu amigo bicolor velho de guerra, me permita discordar de você quanto ao Prof. Edmilson Rodriguês, meu candidato permanente, mesmo neste ultimo pleito presidencial tendo migrado pra reeleita no segundo turno.

    Ele se reelegeu prefeito e só não venceu o pleito pro governo do estado porque o baronato paraense se uniu, inclusive com a grande imprensa do estado para lhe impedir de emprestar sua competência e entusiasmo em prol da causa paroara. O Prof. Edmilson é uma das poucas provas de que o pt um dia já foi PT.

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  7. O que é mais impresionante é que os que nã gostam do PT, não tem coragem de dizer qual sua preferencia politica, sera por que são PSDB e lhes faltam argumentos para citar alguma coisa boa feita nos 08 anos de governo Tucano e os varios escandalos encobertos, como o principal deles que foi a compra da reeleição do FHC.

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  8. E os politizados deverian saber que a esposa do Juiz Moro é assistene juridica do PSDB, por este motivo ele não é isento, bem como o filho do Joaquim Barbosa trabalha no governo Tucano em São Paulo. Voçes deviam ler mais e se informar em varios veiculos de comunicação e não só assistir a Globo.

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  9. Bicolor, de minha parte, lhe digo que você poderia ler mais o Blog. Aí vc saberia minha preferência no que respeita a partidos.

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  10. Amigos, por mais que respeite as pessoas (até por que vivemos o tempo das diferenças) que participam das passeatas, penso ser difícil engolir os enunciados despejados por estes movimentos visceralmente apoiado pela grande mídia nacional.

    Sinceramente, essa ressemantização do “Fora Fulano” comigo não cola, pelo contrário, causa-me temor saber que alguns brasileiros ainda se sintam incomodados e inconformados com a vitória legítima de alguém.

    Penso que tivemos a oportunidade de mudar nas urnas, mas o povo que votou resolveu manter de forma democrática a mandatária; agora, deve-se respeitar a vontade de quem foi votar naquele dia.

    No mais, penso que estamos deixando passar coisas extremamente importantes em nosso país sem fazer um “pio” – como a PL da terceirização, que é extremamente danosa ao trabalhador – indo na corda da grande-velha, porém pequena nas ideias, mídias nacional.

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  11. Celira, me permita duas ou três considerações acerca do seu comentário.
    Pois bem, fui conferir as duas manifestações. Nelas vi de tudo. Foram plurais, inclusive no que respeita ao poder aquisitivo. E nem poderia ser diferente, pois a alta da inflação, a ineficiência do sus, a facada nos direitos trabalhistas e previdenciários, o ajuste fiscal, afetam todo mundo, e, principalmente, aquela maioria dos votos válidos que votou na reeleição.

    E se vc foi lá conferir também, certamente viu que este negócio de pedido de intervenção militar decorreu de uma expremida minoria.

    Quanto à legitimidade do mandato da reeleita, e a necessidade de se garantir-lhe o democrático exercício, isto é fato fora de qualquer dúvida. A Constituição manda que Ela governe. Mas, aí eu lhe pergunto: vc acha que o exercício do mandato decorrente da reeleição está imune a qualquer ato ou omissão da reeleita? Eu acho que não. O impedimento presidencial, presentes as condiçoes normativas de sua imposição, atestadas pelas autoridades competentes, é acontecimento democraticamente constitucional e deve ser reconhecido como tal. Ou não?

    Numa palavra, o mesmo povo que legitima e diretamente elegeu ou reelegeu um governante, agora indiretamente através de seus representantes, também é legítimo para constitucionalmente impedir a permanência deste mandato. A responsabilidade do governante é da essência da democracia. Ou não?

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  12. Amigo Antônio,

    Permita-me ponderar algumas das suas falas.

    “as duas manifestações. Nelas vi de tudo. Foram plurais, inclusive no que respeita ao poder aquisitivo. ”

    – Amigo, Belém é uma cidade provinciana com desejo de ser Sampa, não por acaso, mesmo com um excelente primeiro mandato na prefeitura, Edmilson sofreu para vencer fraquíssimo Dudu (ainda bem que ele se ausentou daquele debate na RBA), logo, é de esperar pessoas de diferente poder aquisitivo em manifestações em Belém.

    “a facada nos direitos trabalhistas e previdenciários, o ajuste fiscal, afetam todo mundo, e, principalmente, aquela maioria dos votos válidos que votou na reeleição”.

    – Eu confesso que sou a favor de grande parte dos ajustes fiscais, trabalhistas e previdenciários (não de tudo, ok?), por sinal, este foi um dos erros da mandatária em seu primeiro mandato. Ela devera ter feito isso em doses homeopáticas, com certeza o Brasil estaria em situação melhor.

    “o mesmo povo que legitima e diretamente elegeu ou reelegeu um governante, agora indiretamente através de seus representantes, também é legítimo para constitucionalmente impedir a permanência deste mandato”.

    – Nós até podemos chamar de povo um grupo que vai em manifestação, amigo Antônio, contudo, não podemos chamar de maioria. Penso que a maioria ainda está com ela (mesmo que as pesquisas digam o contrário).

    – Já sobre nossos representantes (confesso que tenho grandes dúvidas se eles são nossos ou deles – isso vale para todos) penso que, mais do que defender o povo, eles querem engordar o seu lado. Se realmente quisessem votar com o povo, a PL da terceirização, por exemplo, não seria nem proposta. Em síntese, os que podem tirar a mandatária querem tirar para si, nunca para o povo.

    PS,: Um detalhe, a ineficiência do SUS e Educação Básica é, em sua maior parte, responsabilidade do Governo do Estado e do Município, cabendo a União destinar as verbas, logo, deve-se reclamar com o “tricampeão” – não sei como as pessoas se deixam enganar por esse camarada – em pesca o Governador do Estado.

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  13. Celira, meu amigo, suas ponderações sempre acrescentam, mesmo quando acirram a controvérsia, o que quase nem acontece nesta oportunidade.

    De fato, hoje, quase todas as suas ponderações não chegam a contestar o que afirmei.

    P. ex., eu disse que em Belém a manifestação foi plural, inclusive no que respeita ao poder aquisitivi. Você pondera que devido ser uma cidade provinciana, logo é de esperar pessoas de diferentes poder aquisitivo em manifestações em Belém. Ponderação que não contesta o que eu disse.

    Outro exemplo: eu disse que houve facadas nos direitos trabalhistas e previdenciários, o que justificaria a insatisfação de todas as classes nos protestos. Já voce ponderou que não é contra alguns dos cortes trabalhistas e previdenciários que integram o ajuste fiscal, sustentando até que eles deveriam ter sido feitos paulatinamente desde o primeiro mandato da reeleita. Isto é, ao ponderar vc não negou que pessoas de todas as classes participaram das manifestações, e que os ajustes influenciaram nesta participação.

    Mais um exemplo: eu disse que o mesmo povo que legitimamente elegeu ou reelegeu um governante, também é legitimo, através de seus representantes no parlamento, para impedi-lo de governar, acaso presentes as condições de impedimento. Você pondera declarando sua dúvida quanto a estes representantes do povo, representarem realmente o povo. Aqui, eu preciso lhe dizer que nossa posição é quase idêntica, eis que eu não tenho a menor dúvida que tais parlamentares não nos representam, que representam a si próprios e os interesses daqueles que patrocinaram sua respectiva eleição.
    Ocorre que não é este exatamente o ponto de que estamos tratando. Deveras, do que falamos aqui é do processo democrático formal que por um lado garante a manifestação direta do povo para a eleição, e a manifestação indireta do povo quando se tratar do impedimento. Isso é a democracia representativa. Valendo chamar atenção para o fato de que a crítica quanto a efetividade da representação do parlamento, também vale para o executivo. O mesmo descompromisso que pode afetar os parlamentares, também çode afetar os presidentes, governadores e prefeitos.
    Cont.

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