Pequeno grande herói paraense

Por Gerson Nogueira

Sou do tempo em que jogadores de futebol ainda tinham aura de heróis. Principalmente entre nós, moleques pobres, que admiravam os boleiros que davam o salto em direção à glória do reconhecimento e da popularidade. Não tinha esse papo de jogador disputando espaço a tapa com subcelebridades nos sites e colunas de fofocas.

Nos roqueiros anos 60, acompanhava com meu pai pelas ondas possantes do rádio as façanhas de Garrincha, Pelé, Amarildo, Nilton Santos, Zito, Gerson. O futebol era romântico, às vezes épico. Contribuía para isso o fato de que nenhum jogador (nem o Rei) ficava milionário. A maioria apenas fintava a realidade pobre, passando a uma vida mais confortável.

unnamedEm paralelo, vivia ligado na PRC-5 ouvindo a história viva do nosso futebol. Ainda não sabia, mas a época era pródiga. Estava em atividade naquele momento a melhor geração de boleiros que o Pará produziu. E Quarentinha se destacava pelo futebol irrepreensível e pela dedicação exclusiva às cores do Papão.

Dono de futebol elegante e objetivo, Quarentinha chegou a ser sondado pelo Santa Cruz (PE) para deixar a Curuzu em 1960. Ofereceram um bom dinheiro – CR$ 120 mil –, que o clube recusou de pronto.

Quarentinha teve um começo de carreira moldado pelas mãos do acaso. Batalhou por uma chance no Remo, mas foi deixado de lado pelo treinador de plantão, Orlando Bendelack. Desiludido, cruzou com um amigo na calçada do estádio Evandro Almeida. Puro destino. Foi levado até a Curuzu, onde recebeu carinho e atenção. Amor à primeira vista.

O resto da saga de Paulo Benedito dos Santos Braga quase todo fã de futebol conhece. Um prodígio. Franzino, mas incansável em campo, suportou dores e driblou lesões para honrar a camisa alviceleste. Na brilhante carreira, cravou seu nome na história com 86 gols – é o 11º goleador do clube.

Como todos os boleiros daqueles tempos difíceis, ganhou pouco dinheiro com a profissão, mas foi presenteado com a admiração e o amor de uma grande torcida. A homenagem que o clube lhe prestou, inaugurando uma estátua na Curuzu, é daqueles momentos raros em que o futebol se encontra com a decência, premiando o mérito.

Parabéns a todos os envolvidos.

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Remo sacrifica o planejamento

Sem técnico, sem time, o Remo se prepara para um final de ano repleto de incertezas. Os mandachuvas do clube dedicam-se a uma espécie de aposta insana. É como se tentassem testar até onde vai a paciência e a capacidade de tolerância do torcedor.

Durante a semana, o craque Mesquita disse que estão acabando com o Remo. Como ele, uma legião de torcedores se manifesta via redes sociais e nas ruas deplorando a inércia dos últimos nove anos. A empolgação da conquista do título estadual foi abafada pelo fiasco na Série D.

Para agravar o que já era ruim, a perspectiva de mudança pela via institucional sofreu um duro golpe com a anulação da primeira eleição direta da história azulina. A comédia de erros no processo de votação serviu apenas para emoldurar a realidade tumultuada e sombria do clube.

O novo pleito, marcado para o dia 13 de dezembro, já não vem cercado do mesmo entusiasmo da torcida. Mesmo que desta vez as coisas cheguem a bom termo, não haverá como compensar o tempo desperdiçado.

A velha sina se repete. O planejamento do futebol foi sacrificado pelas escaramuças políticas. E o Remo vai de novo fechar o ano curando as feridas abertas na eleição e na busca desesperada por um novo técnico, ainda sem ter um elenco para a disputa do Parazão.

Tudo às avessas, como se a ideia seja de fato contrariar a lógica.

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Dona Fifa e suas hesitações

O bombardeio de críticas em relação ao processo de escolha das sedes das Copas de 2018 (Rússia) e 2022 (Catar) surtiu efeito. Mesmo relutante, a Fifa anunciou que vai reavaliar as investigações conduzidas pelo norte-americano Michael García.

O jurista conduziu os 18 meses de investigações e o relatório produzido (com mais de 200 mil páginas) será enviado ao presidente do Comitê de Auditoria da Fifa, Domenico Scala. Evidências de subornos e favorecimentos pontificam nos autos, obrigando a uma tomada de posição nas próximas semanas.

Segundo fontes da Uefa, é improvável que a Copa de 2018 sofra algum tipo de mudança. A Rússia entregou os 12 estádios da competição e a maioria dos contratos de patrocínio já foram firmados. O Catar, porém, dificilmente será mantido como mandante do mundial de 2022. Nova votação para escolha de país-sede deve ser orientada pelos auditores da Fifa.

O fato é que, apesar da proverbial hesitação da entidade frente à corrupção, a apuração conduzida por Michael Garcia levou à abertura de processos contra vários dirigentes e operadores denunciados no inquérito. Por sinal, a fraude com ingressos na Copa do Mundo no Brasil só foi descoberta por força do trabalho do americano.

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Bola na Torre

O técnico Mazola Junior (PSC) é o convidado do Bola na Torre na RBATV, que começa por volta de 00h15. Guilherme Guerreiro apresenta, com a participação de Giuseppe Tommaso e deste escriba de Baião.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO deste domingo, 23)

45 comentários em “Pequeno grande herói paraense

  1. As múmias já fizeram e fazem sua parte para sugar do Clube do Remo dinheiro, fama e, o pior de tudo, manter o time fora de rumo. Não predominam boas vontades em suas ações. Mesmo que a imprensa por amizade ou interesses os chamem de abnegados, são ultrapassados. Ridículos representantes da decadência. O melhor que poderiam fazer era abrir espaço para novos membros em uma gestão mais profissional, fiscalizando e evitando os aproveitadores, principalmente os que se beneficiam das contratações obscuras. A briga pelo poder em clima de completa incompetência até para fazer uma simples eleição, evidencia que só o amor da torcida ainda mantém a esperança por dias melhores. Mais do que nunca, espero que as múmias se afastem gradativamente do Mais Querido. S[o pra reforçai: FORA MÚMIAS.

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  2. Gerson Nogueira e demais amigos do deste nosso blog, eu fiz duas postagens que agora após a decisão eu quero me manifestar: A primeira é em relação a torcida milionária do Paysandu ou torcida dos milhões. Eu confesso que mesmo conhecendo o nosso poder a nível nacional, confesso que um milhão seiscentos e setenta mil reais de renda nessa decisão a segunda maior de toda rodada só perdendo para cruzeiro e Goiais ( decisão de série A) me deixou muito surpreso porque pela traquilidade daquela massa após a perda do título, deu para perceber que os bicolores não morriam de amor por esse título, mas resolveram prestigiar mesmo assim, provocando a maior arrecadação de um clube da história do futebol de Belém em todos os tempos, acho que só perdendo para jogo seleção brasileira e argentina. Eu quero Gerson nesse momento, ter a notoriedade de reconhecer que perdi no palpite para o nosso Grande bicolor CELIRA, quero parabenizá-lo o qual postou que os ingressos para esse jogo teriam de ser de 60 reiais e eu achei muito e propus até que fosse 40 reais e me enganei em excesso e era mesmo jogo para 60 reais. Parabéns CELIRA por teres acreditado na força dessa torcida mais que eu ainda mas com muito prazer fico muito feliz de ter perdido um palpite para um bicolor. Terrivel seria perder palpite sobre torcida para um azulino sem divisão. Aí seria doloroso. A outra coisa que quero reiterar é que falei antes que a conquista desse título daria ao Paysandu 2 posições no ranking da CBF como grande vantagem, mas disse que tinha outras mas só falaria quais se o Papão fosse campeão para não engordar olhos dos secadores de plantão. Mas mudei de idéia e digo que as outras vantagens do título seriam também colocar o Paysandu como o maior campeão nacional junto com sport Recife no Norte, Nordeste e Centro Oeste, ambos com 4 títulos cada um. Isso é uma glória ou conquista histórica porque sabe-se que nessas regiões tem clubes grandes e de tradição secular no cenário nacional. Esse feito pertence agora ao Sport, mas por incrível que pareça o Papão já teve esse mérito até 2007, porque o Sport assumiu a liderança em nacionais com o título da Copa do Brasil em 2008. E ninguém da mídia local jamais tocou nesse grande mérito, chegaram a falar que o Pará é o maior ganhador de títulos nacionais entre essas regiões e sempre falam que o Paysandu e um dos maiores ganhadores de estaduais do Brasil e só.

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  3. Amigo Nelio,

    Eu comprei o ingresso do meu pai. Ele, que encontra-se a anos desempregado e sem benefício governamental (é motorista, mas tem problemas de ansiedade), cobraria 100 reais a arquibancada ontem. Eu disse a ele que era exagero, mas que 60 reais seria o ideal.

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  4. Nelio,

    Meu Pai falou isso (de cobrar 100) ao entrar e ver o estádio lotado, com muito mais gente do que a quantidade de ingressos disponibilizado pelo Papão.

    Eu falei para ele que não cabia ingressos a 100 reais (apesar de acreditar que teríamos vinte mil pessoas mesmo a 100 reais), mas que o ideal era 60 reais, ja que o clube merecia os aplausos de um estádio lotado.

    Ps.: Este ano me embrou muito o ano 2000, com Givanildo, quando fomos vice da copa norte e depois conquistamos quase tudo.

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  5. Fui ao estádio, mas não consegui ver quase nada do jogo, pois o único local que consegui ficar com meus três filhos foi no anel superior das arquibancadas e havia muita gente, todas em pé. Uma pena a desorganização no trânsito. As 15h não havia um guarda de trânsito na Transmangueirão para orientar os motoristas. Realmente, esse era um jogo pra R$-100,00.

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  6. Fernandes, de algum modo o Mangueirão superlotou. Penso que tinhamos entorno de 50 mil pessoas, tanto que, como você, fiquei sentado no último lance de arquibancada. Ao contrário de você, penso que era jogo para 60 reais (meu pai queria 100, mas discordo dele), todavia o jogo precisava de uma maior organização.

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  7. Amigo Celira, realmente este título que não conquistamos me lembrou bastante aquela Copa Norte, e chego a acreditar que daqui para frente o Paysandú irá repetir os feitos dos anos dourados, temos uma diretoria nova e com boas ideias e um planejamento firme para 2015. Não fiquei triste com a não conquista, até muito contente pois para esta divisão espero que o Paysandú não retorne nunca mais!
    Temos que tomar o prumo das coisas futuras, somos Grande na Amazônia e temos que representá-la muito bem. Temos que nos tornar temidos em casa e impor respeito jogando fora.
    A série B de 2015 será uma das mais disputadas dos últimos tempos, pois, todos sabem da importância do que significa um acesso para a elite, da importância de permanecer nesta e da lição tirada do ano passado, das enormes perdas que o clube teve com a queda para a terceira divisão.
    2015 promete e aguardo ansioso pela próxima temporada. Papão terá: Copa Verde, Campeonato Paraense, Copa do Brasil e a Série B. Ano com calendário cheio, jogos até o final do ano, e quiçá com bons frutos para a galeria de troféus do Papa Títulos da Amazônia.
    O interessante disso tudo é que não ter conquistado a série C não alterou em nada o dia a dia deste torcedor bicolor, que diferente de 2013, ficou muito triste com a queda para a série C.
    De provável rebaixado para o time que contra tudo e contra todos, chegou em mais uma decisão, é um lucro para lá de mais que o esperado com um time limitadíssimo, porém, tinha no banco um treinador que além de competente tem, em seu coração, as cores do Alvi-Celeste Paraense.
    Parabéns MAZOLA você é o CARA!

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  8. Meus amigos Fernandes Filho e CELIRA quem sou agora para discordar de vcs de as opiniões sobre torcida milionária do norte??????????? nem pensar e só tenho que concordar e que pelo que vimos nesse jogo, 50 reais foi barato demais, e era jogo mesmo para ingresso de 60, 70, 80, 90, 100 reais. O Papão por mais incrível que possa parecer, perdeu muito dinheiro nesse jogo rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr porque acho que ingresso de 60 até 70 seria lotação total e de 80 até 100 seria público para 26 mil pagantes, mas qualquer desses preços teríamos renda de mais de 2 milhões tranquilamente. Então o Papão perdeu muito dinheiro na decisão com o Macaé, é incrível mais é a pura verdade dos fatos, não tem como negar rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrkakakakakakakakakakakakak
    com essa torcida não tem lari lari, e nem governador ou prefeito comprando ingresso e doando por um quilo de alimento para poder lotar o estádio como o Jatene fez o azulino bater recorde em 2005.
    kakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakak

    Agora CELIRA, FERNANDES e demais amigos bicolores do blog, será que dessa estupenda renda não dá para tirar 600 mil e comprar, pelo menos dando entrada, logo um grande terreno na região metropolitana de Belém para construir imediatamente o CT bicolor em vez de esperar pelo governo e prefeito??????????? Amigos até agora só perdi em palpite para o CELIRA, na questão do preço do ingresso da decisão mas já reconheci e fiquei feliz de perder para um bicolor, e na questão do CT tenho a opinião que essa é a maior prioridade nesse momento para o maior clube do norte e esperar pelo governo acho temeroso demais pela urgência que o Paysandu possui nesse momento desse espaço para treinar e começar a ser um dos maiores clubes de país em status e estrutura física, porque em torcida, definitivamente já é. É só ver a renda do jogo com MACA É rsrsrsrsrsrsrsrsr
    PEÇO POA FAVOR , VAMOS ABRAÇAR ESSA CAUSA DO CT AMIGOS BICOLORES, porque o MAIA JA QUER GASTAR COM AUMENTO DAS ARQUIBANCADAS DA CURUZU e não acho isso o mais importante no momento. sinceramente. Depois do CT sim, isso deverá ser o o foco principal, antes não.

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  9. Amigo Nélio, entendo e até concordo com a urgência da construção de um CT para o nosso time, e esperar pelas autoridades governamentais para isso é ….
    Também creio que gastar os 2 milhões orçados para a construção de um segundo andar de arquibancadas seja uma necessidade para o conforto de quem banca o nosso time, o aumento da capacidade de público da Curuzú tem sim grandes benefícios e retorno imediato com as rendas que este venha arrecadar.
    Quanto ao CT, nós estamos muito atrás de outras equipes que têm os seus e com isso conseguem plantar e colher bons frutos, ontem mesmo percebemos a diferença em preparo físico entre as duas equipes e o Macaé levou vantagem em tudo. Mas, nada que um bom trabalho realizado por parte da equipe responsável por este setor não possa colocar o time na ponta dos cascos.

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  10. Bem, já que é pra passar o ano embromando inaugurando estatua, porque nem título de peteca voces conquistaram no centenário…Sugiro que peçam pro governo mudar o nome da avenida centenário pra avenida CENTENADA…kkkkkkkkkk…O primeiro centenário a gente nunca esquece…Agora, só daqui a CEM ANOS…HAJA ANUS…KKKKKKKKKKKK

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  11. E se a renda fosse só a metade disso o que já seria um enorme renda, como ficaria a coisa??? são essas coisa que eu não entendo como diz o grande Cláudio Guimarães. mas tudo bem, eles sabe o que fazem. Agora por falar em renda, eu gostaria da opinião dos bicolores do blog e do amigo Gerson Nogueira: Considerando a renda, o preço do ingresso que deveria ser maior, o enorme público, o título que estava sendo disputado amigos, o Paysandu perdeu dinheiro, e se o Paysandu sendo um dos poucos que pode ser tri campeão da série B em 2015, chegasse numa possível decisão, estaria de bom tamanho arquibancadas a 400 reais????????????

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  12. Amigos, não vamos alimentar este tipo de ideia, pois os cartolas pegam corda fácil.

    Ontem, talvez, o máximo seria 70 reais, onde fica a Fiel, 60 onde fica os secadores e 50, as arquibancadas de fundo e 100 as cadeiras.

    Não podemos inflacionar o futebol jamais. Chega de elitismo no esporte do povo.

    Desculpem meu desconhecimento, mas o que fez de importante o Quarenta pra ganhar tão grande homenagem?

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  13. Aliás uma autoridade de Minas, mandou baixar pela metade o que os loucos que dirigem o Cruzeiro queriam cobrar da torcida do Galo na decisão da copa Brasil, de mil, ficou por 500, o que já é um assalto, num país onde o salário só dá pra compar um ingresso desse de 500, e pra comprar um de mil, teria que emprestar do banco.

    Não importa a qualidade do espetáculo, não podemos deixar que em nosso país se cobrem preços de jogo de copa do mundo.

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  14. É com surpresa que tomo conhecimento da informação de que o dinheiro arrecadado na série C não terá sobra. Somando as arrecadações contra Tupi, Mogi e Macaé, temos 3 milhões de reais, algo como seis folhas de pagamento. Nunca um clube arrecadou tanto e no entanto já não resta mais nada. Como acreditar no futuro de nossas agremiações?

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  15. EXCELENTE questionamento grande Jorge Coelho. Amigos bicolores vamos falar em renda líquida que é muito importante e o liquido arrecado nesse ÚLTIMOS 03 jogos do Paysandu foi de DOIS MILHÕES E SETECENTOS MIL REAIS só na bilheteria do Mangueirão ( Tupi 826 mil, Mogi 463 mil, e Macaé um milhão e quatrocentos mil) , fora a renda do sócio torcedor que não paga ingresso na bilheteria. Então podemos crer num líquido para o bicolor de uns de mais de 3 milhões de reais nesses três jogos e me dizem que não dá para tirar 600 mil reais para dar pelo menos a entrada na compra de um terreno para o CT??? Eu também não consigo entender Jorge essa matemática dos nossos dirigentes. Quando não dá renda é porque não tem dinheiro para nada. Quando entre visivelmente muito dinheiro, também não sobra para fazer nada para o clube. Aí eu faço a tua inteligente pergunta: como acreditar num futuro das nossas agremiações de Belém, quando a gente vê Mogi cobrando ingresso a 1 real, Macaé com a prefeitura dando ingresso para a torcida comparecer se não não vai ninguém, e mesmo assim esses timinhos estão estruturados, com CT, com um bom plantel, pelo menos melhor que a dupla REXPA que tem toda essa torcida???? Não dá para entender e é muito triste Jorge. iA outra coisa amigo Edson Amaral é que vc tem muita razão quando diz que não devemos inflacionar ou elitizar o esporte do povo. Mas estou me referindo quando falo no aumento, só para o caso o Papão decidir um tri da segundona e aí eu te digo sim que vale o aumento do preço sem dúvida. Não sei de qual valor mas é justo aumento do preço numa decisão desse porte. Agora em jogos normais a diretoria teria de maneirar para o torcedor e fazer medidas inteligentes para atrair essa torcida. não Colocar preços exorbitantes em jogos comuns porque aí sim eu não concordo com aumento e exploração da torcida.

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  16. Discordo, 6 folhas de pagamento pagaram os salários de setembro (atrasado), outubro, novembro, dezembro e décimo terceiro e uma folha paga as premiações do acesso e as dívidas com o elenco.

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  17. Obrigado amigo Antonio Oliveira. Já estava sentindo falta de sua postagens no blog. Mas sobre a pergunta do Edson eu pelo já respondi. mas não custa repetir: Apesar da minha idade, não posso falar muito porque não vi jogar. Mas quem viu ( crônistas e desportistas bicolores azulinos locais que o elegeram) dizem que a escolha foi mais que merecida. A idéia que posso mentalizar do Quarentinha é que ele jogou 18 anos muita bola só no paysandu porque recusou contratos na época vultosos de times grandes no Brasil para ficar no Papão. Aí ja seria um ítem a favor. Outra é que em 18 anos ganhou estupendos 12 títulos estaduais quase 30% do que o Papão já ganhou e ajudou o Papão a ganhar vaga em quase todas as Taças Brasil da década de 60 ( brasileiro da época) e isso seria outro item a favor. Hoje ainda o Papão possui pouca estrutura e nessa época não possuía nenhuma e nem estádio propício para grandes jogos. O futebol brasileiro não tinha tantas leis em benefício dos atletas e o futebol não era bem remunerado. Mesmo assim esse atleta ganhou todos esses títulos, jogou bem 18 anos, sem se contundir e hoje 80 anos, se apresenta com essa saúde, comparado a jogadores de hoje que tem todo um aparato, físico,clínico, toda uma estrutura mas só vivem em DP médico, se lesionam até em volta em redor do gramado, o Quarenta por tudo isso e muitas outras qualidades que teve é merecedor desse titulo do século e honra ao mérito. Da minha época e dos que conheço 76 para K, os meus candidatos seriam pelo lado azulino Dico, Aderson e o principal Mesquita ( um craque que vi jogar), pelo Lado bicolor( Chico Spina um dos melhores que ví jogar por aqui) , Lupercínio, Cacaio, Dadinho. Já o meu principal candidato até agora para melhor desse século que estamos é sem dúvida o Wandick se não aparecer outro. Mas isso é para o pessoal do futuro escolher.

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  18. Valeu, Nélio!

    Não tenho certeza, mas creio que entre os torcedores paraenses (de Belém, principalmente) quem tem hoje de cinquenta anos pra menos não deve ter tido oportunidade de ver o Quarentinha jogar profissionalmente.

    Dia desses conversando com um dos meus irmãos biclores, tratávamos exatamente desta homengem (e do natural desconhecimento dos novos torcedores, basicamente da referida faixa etária sobre a história do Quarentinha) e ele nos lembrava de uma história engraçada do tempo em que jogávamos disputadas peladas de final de semana lá no antigo campo do Sequami, que ficava ali na Mário Covas, nos idos dos anos 80.

    Um vigoroso lateral esquerdo, de técnica razoável, na época tinha uns 20 e poucos anos, recém baixado do Exército, portanto, ainda com um bom preparo físico, relembra ele que num daqueles jogos, ao final do primeiro tempo, se dirigiu ao treinador (Seu Walter) e pediu para ser substituído. Indagado porque, respondeu: “Hoje a tarde tá muito ruim pra mim, já viu aquele velho que tá caindo lá pelo meu lado, tá fazendo o maior carnaval e não tô encontrando jeito de pará-lo, melhor eu sair se não vamos ser goleados” (o jogo já estava 2 a 0.

    Aí, o seu Walter, virou pra ele e disse: “Deixa de moleza! Tu vais voltar pro jogo, sim. Esse aí que chamas de velho é ninguém mais ninguém menos que o Quarentinha. Volta que estás jogando muito bem.” Diz que naquele dia perderam de 4 a 0.

    Ele se gaba deste dia, dizendo, sempre que tem oportunidade, que nunca viu o Quarentinha jogar pelo rival, mas que pode dizer que teve a felicidade de levar vários dribles dele.

    Descontado algum excesso, que naturalmente apimentam os papos molhados dos antigos peladeiros, este causo dá uma ideia do que representa o Quarentinha pro torcedor listrado.

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  19. Amigos,

    Penso que o preço do ingresso deva ser definido pelo valor do espetáculo. Logo uma final sempre valerá muito. Todavia, como na série B não temos as emocionantes finais, apenas uma competição longa e arrastada, penso que o preço do ingresso deva ser definido pelo valor da partida, aliado a participação do Paissandu na competição. Em outras palavras, dependendo do desempenho do Papão poderíamos ter: e

    – Jogos de 30 (preço mínimo e jogos contra times menores),

    – Jogos de 50 ou 40 contra adversários intermediarios.

    – Jogos de 50 ou 60 contra clubes tradicionais que conta com a fortuna e exposição da globo para serem chamados de grandes.

    – Caso tenhamos sucesso na série B, penso que o jogo do acesso poderia ser 70 e jogo de um eventual título 80 reais. (Claro que sabemos que as chances são pequenas e a competição é muito difícil).

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  20. Nélio – Quanto a falta de dinheiro tenho algumas ponderações..

    Valores de referencia jan – set/2014

    despesas:

    1 – folha salarial do paysandu com os acréscimos legais beira 600 mil
    2- Clube tem outras despesas diversas (pagamento de acordos trabalhistas, água, luz, telefone, manutenção, categoria de base, Funcionários, FPF….) valor média desses gastos 500 mil
    1 + 2 = despesas mensais médias R$ 1.100 milhão de reais

    * De janeiro à setembro/2014 o Paysandu pagou 950 mil em dívidas trabalhistas.

    Receitas fixas:

    Patrocinadores : uns 300 mil
    Sócio torcedor: uns 200 mil ( alto índice de inadimplência)
    Outros (aluguel lojas, royalties….): uns 100 mil

    total de fixos : 600 mil

    Diferença: 500 mi por mês

    Arrecadação dos 3 jogos ( tupi + mogi + macae) uns 2.8 milhões líquidos.

    Pagamentos a serem realizados ( set. + out + nov + dezembro + premiação pelo acesso) = pelo menos uns 2.3 milhões

    Ou seja, no máximo sobrará uns 500 mil reais -> temos que trazer novos jogadores isso tem custo, por isso o Alberto maia Falou que só vai dar para pagar as dividas.

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  21. Carlos Lira, isso chega a ser mais preocupante amigo. Eu também perco muito da esperança de ver esses times de Belém na boa fase que foi o azulino na década de 70 e o Paysandu de 2000 a 2004 no cenário nacional. Tem algo errado aí porque se se gastou tudo isso com folha de pagamento e outras despesas, não era para o Paysandu ter passado esse sufoco no início da temporada quase rebaixado. Já pensastes se isso ocorre? Já imaginou se o time não sobe??? Não dá para entender CELIRA. Pô!! o Goías na primeira divisão, uma das maiores estruturas do Brasil, CT com 5 campos, deve pagar uma folha salarial alta, sempre na elite do futebol brasileiro mas nem tem torcida igual a nossa daqui. A média lá estava dando 5 mil por jogo e vieram jogar em Belém, porque nem Coringão levaria público se fosse lá. Então como a gente pode entender uma cosia dessas?? não tem como. O Paysandu arrecada cerca de 3 milhões líquidos só de bilheteria em 03 jogos, menos de um mês, receita maior que a cota da CBF na segundona de 2013, onde o clube recebeu em 12 parcelas, e no entanto diz-se não tem mais nada dessas rendas dos milhões, aí é triste e algo está muito errado que a gente não sabe. Imaginem então a situação do azulino que está parado e teve um imenso prejuízo esse ano????? Porém ao contrário do Papão, parece uma loucura de informação ou atitude, ou algo de estranho, mas lá no azulino que suponho a situação deve ser desesperadora o pensamento deles que chamei até de soberba é outro e tem candidato que está prometendo treinador de renome nacional ( Geninho, Joel Santana etc) 80 mil por MÊS fora o salário do restante da comissão que virá.
    tem muita coisa estranha que não está batendo no futebol de Belém, sinceramente.

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  22. Nélio, não esqueça que existe a factoring, aquela empresa de emprestar dinheiro, que serviu aos dois grandes de Belém, principalmente ao rival listrado já que o dono é bicolor.

    Mas, o que li foi que o Wandick disse que deixará o Clube sem dívidas para o sucessor. Quer dizer, se isso for verdade mesmo, o fato de não ficar dinheiro em caixa não é o fim do mundo. Lá pros meus lados é que a coisa tá feia mesmo, e está tanto que o gestor muitíssimo mal sucedido não quer largar o cargo. Quer dizer, se ele ganhar o horizonte sombrio parece que ainda vai custar muito a clarear.

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  23. Obrigadíssimo The Jack, pela tua contabilidade, matéria que sou fã, pois sou formado no Curso, e por isso sempre falo em cálculos aqui. Mas como postei acima, diante dessas tuas boas informações meu temor sobre o futuro do Papão e dos times de Belém só aumenta porque falo como desportista nessa. Amigo mesmo diante dessa enorme torcida que a Dupla REXPA tem não é todo Mês que se tem uma receita líquida de mais de 3 milhões de reais em pouco tempo. É raro. Ou seja, significa que esses times estão gastando demais e recebendo pouco resultado em troca. Quer dizer que mesmo o Paysandu tendo ganho uma boa grana na Copa verde, nos 11 clássícos no parazão e nessa série C, se não fosse arrecadação desses 03 jogos, iria virar o ano com uma dívida monstruosa??/ Tá difícil crer em melhoria porque a cota da série B 2015 só será paga em 10 parcelas de 280 se não aumentar. Se o time não começar fazendo boa campanha não tem boa bilheteria igual no início dessa série C. A folha de pagamento e despesas que já foi esse absurdo na C, deverá aumentar assustadoramente com novas contratações. e aí como pensar em melhoria desse jeito??? Diante dessa contabilidade, podemos afirmar então que o Tourinho foi o dirigente mais injustiçados da história, porque o cara foi defenestrado do Papão porque disseram que ele roubou o clube. O LOP falou várias vezes isso. Mas como pode se temos um gasto monstruoso numa sofrível terceira divisão dessa, imaginem o gasto que o cara tinha com o Paysandu disputando Libertadores onde o clube bancava suas passagens, primeira divisão por 4 anos, parazão onde folha naquele tempo era quase o dobro dessa de hoje??? entendestes onde quero chegar???

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  24. Dizem que Pirão e Minowa são ricos. Se for verdade, podem bancar também. Agora se forem ricos e não bancar, é estranho. O bicolor vem sendo bem gerenciado e foi prejudicado pela gangue. Vamos ver ano que vem.

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  25. Amigo Celira, penso que o papão deva investir forte no ST.

    Precisa oferecer mais vantagens.
    Manter os valores atuais.

    Em relação ao parazão, cobrar ingresso de 20 reais.
    Copa do Brasil e Copa verde – 50 reais
    Série B – 30 reais. São quase 4 jogos por mês em Belém.

    Qual a sua opinião?

    Em relação ao 40, amigo Antônio Oliveira, ( saiu do caixão rsrsrs ), ele como muitos jogadores do passado, podem até jogado muita bola, mas o futebol paraense só começou a viver conquistas nacionais de 91 pra cá.

    Por isso o meu questionamento.

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  26. Nelio,
    Não viraria com dívidas, mas também não estaria bem. Renda, nos dias hoje, é complemento de receita. A grande fonte do clube é o sócio torcedor. O grande problema é que alguns querem pagar apenas quando o time está bem na “foto”. Este não entende que nós somos o Papão.

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  27. Amigo Edson sobre os ingressos para o ano que vem penso o seguinte:

    Paraense
    Fase primeira: 25
    Semifinal ou final (sem Remo): 35
    Semifinal ou final (com Remo): 50

    Copa Verde
    Oitavas: 25
    Quartas: 30
    Semifinal (sem Remo): 40
    Semifinal (com Remo): 50
    Final (sem Remo): 50
    Final (com Remo): 60

    Brasileiro
    Jogos contra times de pequeno porte: 30 reais – Curuzu
    Jogos contra times de médio porte: 40 – Curuzu
    Jogos contra times de “grande” porte 50 – Mangueirão

    Ps.: se o Paissandu crescer na competição sugiro que os jogos passem para o Mangueirão.

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  28. O Edson não perde a piada. Rsrsrsrs

    Mas, é isso aí, agora ele tá podendo. Afinal, tá alegre… Acabou de chegar no cacho do açaí. Parabéns, de novo.

    Quanto ao Quarentinha, acho que o Vandick foi muito feliz. Afinal, tendo participado como jogador do período mais destacado do Clube, teve a grandeza de como presidente homenagear um dos tantos que construiu o Clube que ele encontrou quando aqui chegou. Agora, vou homenagear um outro irmão bicolor lembrando o que ele disse, quando alguém questionou o merecimento do Quarentinha à estátua: “o Vandick está concretizando uma das passagens daquele hino listrado que diz mais ou menos assim: Salve o atleta do passado, que nos deu um Paysandu respeitado”.

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  29. Ainda sobre ingressos, Edson, vale lembrar que não teremos na final e semifinal do paraense os jogos de ida e volta. Teremos apenas um único jogo no Mangueirao, com renda dividida entre vencedor e perdedor (60 – 40).

    Copa do Brasill: 30 a 40 reais

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  30. Premonição? Outro dia o preclaro Claudio Columbia informou que se o Minowa for o presidente do Remo o João Galvão, o “bocudo”, seria o futuro técnico do falecido, será?

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  31. Boa Noite

    Celira e Nelio

    Os números que citei são oficiais. Entrem no site doWWW. Paysandu >> LINK paysandu >> Balanço financeiro e baixem os demonstrativos financeiros.

    Os valores gastos no Paysandu são absurdos. e as receitas fixas são muito preocupantes o clube é muito dependente do torcedor.

    por ex.: todas as lojas alugadas na Curuzu, rendem apenas uns 12 mil por mÊs.

    Nas bandas do Emo a situação é pior ainda, a medida em que, após o término do campeonato paraense, eles fazem empréstimos ‘não sei de quem’ para cobrir rombos mensais na ordem de 100 a 300 mil

    Despesas Paysandu Jan – Set >> 11 milhões
    acordos trabalhistas da gestão anterior >> 950 mil

    Receitas Paysandu Jan – Set >> 10.700 milhoes

    Resultado : até setembro Paysandu devia não sei pra quem R$ 1.250 mil ( se vai fechar com saldo positivo é graças a arrancada final que, desde o jogo da reinauguração da curuzu tivemos boas rendas)

    remo : De janeiro a agosto -> devia mais ou menos 1.2 milhões eles nunca fecharam 1 mês com saldo positivo ‘NUNCA’ > isso que é má gestão pura.

    Agora a situação deve ser muito pior, a passo que, esses números são do período em que o remo ainda estava com calendário imaginem depois da eliminação.

    Resumindo:

    Antes do sucesso do Paysandu e do fracasso do remo no brasileirão os clubes encontravam-se da seguinte forma:

    Paysandu gastava R$ 1.250 milhoes/mês e arrecadava R$ 1.180 milhoes/ mês – saldo negativo de 70 mil/ mÊs.

    Emo gastava R$ 1.050 milhoes/mês e arrecadava R$ 900 mil/mês
    saldo negativo de 150 mil.

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  32. Égua, é muita praga do centernada, hj na corrida do centernada da mucura quem ganhou foi um Tunante lá do barreiro kkkkkkkkkkk é muita praga do centernada, eu choro kkkkkkkk 33 33 33 33

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  33. Valeu Celira, acho que a cartolagem bicolor antes de decidir, precisa ouvir a voz da galera.

    O interessante é que a priori o parazão é o campeonato menos interessante, mas tem valor histórico e de calendário.

    Porém, penso que a Série B é o foco maior do clube, mas até ela começar o time já tem que está na ponta dos cascos.

    Por isso o Paysandu vai precisar de um belo planejamento.

    Caro Antônio, eu defendo muito o passado, se o Paysandu hoje é um clube de massa da cidade, deve muito ao 40, aquele grupo que fundou lá no começo o clube, aquela turma que meteu 7×0 no rival, aqueles que venceram o Peñarol, aqueles que conquistaram as duas série B, o pessoal que ganhou do Boca e do Cerro Portenho, assim como Ruan & Cia acabaram de entrar pra história do clube, pois só não deixaram o papão cair, que seria uma tragédia, como heroicamente nos colocaram na série B.

    Por isso que não sou favorável a uma estátua pra uma pessoa, seria mais justo um museu, ou a calçada da fama.

    Se hoje, amigo Antônio, vc sem paixão clubistica há de concordar comigo, o Paysandu é maior que o Remo, passado os 100 anos dos dois, vale engradecer a obra de todos , até do Cesar Pernil, do nosso Zé Augusto, Vagner que quebrou o tal tabu e por aí se vai.

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  34. Quanto à homenagem, nada obstante minha opinião seja oposta a sua, creio que você, sendo torcedor do clube pode avaliar e dizer melhor do que eu. Cada um sabe melhor de si próprio do que os outros.

    Quanto à avaliação da estatura da dupla Re/PA, você só pode falar em análise desapaixonada quando você próprio conseguir tirar o mais querido de sua mente naqueles momentos você está alegre com seu time e tem motivos para estar. Afinal, enquanto ele ocupar os seus pensamentos a toda hora, ele não pode ser menor que o seu Clube.

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  35. Celira e Nélio e demais amigos, com referência a lotação do jogo e preços de ingressos, acho que assim como eu, muitos foram enganados. Paguei 100 reais para os meus dois filhos, pois eu e meu outro filho somos ST. Enganados porque? Nos venderam um jogo para 38.000 mil espectadores, mas dentro do Mangueira havia no mínimo 48.000 pessoas. Vi vários torcedores encostados na mureta do estádio ouvindo pelo radinho o jogo, pois era impossível se aproximar da massa que estava em pé nos anéis das arquibancadas. Porque a diretoria não aplicou a lei da oferta e da procura, de modo que, quem pagou pudesse realmente assistir o jogo? Enfim, reclamar pra quem?

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  36. O problema, amigo Fernandes, é provar que ingressos a mais foram vendidos e/ou investigar quem permitiu esse gigantesco excedente (pelo menos 12 mil pessoas a mais do que o permitido – 38 mil) de pessoas no estádio.

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