Por Evaldo José (evaldojb@bol.com.br)
Após ler artigo seu, no O Diário do Pará, agora mesmo em agosto, acerca do que vem acontecendo com o Paysandu Sport Club, em termos de escalação (principalmente), gostaria de ratificar: Concordo com tudo o que está na matéria, na qual o sr. “sugere” a reflexão do Clube acerca dos VALORES ESQUECIDOS (sem aspas, mesmo), pois, o clube revela o Leandro Carvalho, o Djalma e outros e, aí, novo treinador traz o que, no futebol, chamamos de “Trem da Alegria” e, todo o trabalho de Base, toda a aspiração de Bom Futuro, idealizada por NOVOS TALENTOS, é FRUSTRADA… Acredito em que, a Comissão Técnica do Paysandu (Rogerinho e Companhia) não entregou ao técnico Vica, ou, talvez, o presidente Vandick não dê, a eles, esse IMPRESCINDÍVEL aval, uma formação, com a qual o próprio Mazola (ex-treinador) vinha trabalhando e que, inacreditavelmente, deixou o Paysandu na condição de ficar VÁRIOS JOGOS SEM PERDER, mesmo atuando nas 4 competições, no primeiro semestre (em várias dessas partidas, o Leandro Carvalho estava em campo). A seguir, elenco algumas atuações minhas (professor Evaldo José), a título de COLABORADOR VOLUNTÁRIO E ESPONTÂNEO, que, quando percebo que o Paysandu precisa de meus Conhecimentos Científicos, de minha Experiência, vou lá e, TENHO PRODUZIDO RESULTADOS, em favor do clube:
1º . ANO 2012 – FINAL DA SÉRIE C, em 2012 e ACESSO À SÉRIE B, contra o Macaé/RJ
Pedi permissão ao Lecheva (técnico à época) e fui lá, ministrar Palestra Motivacional ao elenco, falei sobre temas IMPRESCINDÍVEIS, para aquela partida, como, “A importância da conscientização de honrar as cores de um Clube como o Paysandu”; “A importância de se saber vencer, empatar ou perder etc.”; “A conduta, diante da arbitragem, em momentos de tensão, no jogo” (sou ex-árbitro de futebol, e, ex-atleta do Paysandu – do Expressinho Bicolor, e, com minha experiência, o Paysandu foi lá contra o Macaé/RJ e, 3 x 2 (pra eles), mas, o ACESSO FOI GARANTIDO… pra mim, o que foi dito, após o acesso: nenhum muito obrigado (nenhum telefonema…);
2º. Ano 2013 (QUEBRA DE TABU) – O Paysandu não vencia lá fora, há 1 ano e 3 meses. Lá fui eu de novo, com a permissão do treinador à época, Wagner Benazi
Benazi liberou mais um encontro, o que foi noticiado nos jornais de Belém/PA (de 28 a 30 de outubro de 2014). 20 minutos de um trabalho, que foi parabenizado, pelo próprio treinador Benazi, que disse: “Foi um sucesso ali do rapaz, que fez, em 20 minutos, coisas que já havia feito no acesso, ano passado”. Ao final, com as palavras de FORÇA “Fé, fé; Força, força; Vitória, vitória; Vamos lá Papão, Vamos lá, Papão, Vamos lá”, pronunciadas por todos os jogadores, conseguimos a INESQUECÍVEL (pois, de lá pra cá, não lembro de outra vitória, lá fora) VITÓRIA, sobre o América/MG, gol do atacante Careca. Porém, dessa vez, não é que eu não consegui nenhum muito obrigado (após a essa vitória), é que, o “ataque, pelas costas” foi pior… o Paysandu ainda iria encarar 6 (seis) adversários e, se eu viesse a trabalhar, em, pelo menos, mais 1 (um) confronto, o Paysandu não teria descido a “ladeira” (rebaixado). A ingratidão falou mais alto, mais uma vez e, deu no que deu, e está dando, no que está dando, sabe por quê? É o ponto de número 3;
3º “Eu não trabalho com esse tipo de ferramenta”, falou o ex-técnico Mazola (acerca de Palestra Motivacional). Pra mim, desprezou VALORES da Ciência e da Fé…
Mazola, quando eu, pessoalmente, o procurei – na Curuzu, ANTES DA FINAL DO PARAENSE, e, ANTES DA FINAL DA COPA VERDE, eu quis, novamente, mostrar minha FORÇA de trabalho, voluntário, espontâneo, de graça, em favor do Paysandu, e, e… deu no que deu! Novamente, PERDEMOS: o PARAENSE E A COPA VERDE (que eu acredito, iremos ser CAMPEÕES e, a Copa Verde, vai vir, sim, pra Belém, pro Papão). Isto posto, gostaria
De contar com a sua cooperação e repassar este TESTEMUNHO, a quem for responsável pela pauta, na área de esporte, da TV, que eu, torcedor-professor motivacional, gostaria de contar um pouco dessa história, torná-la pública, pois, os torcedores não têm a dimensão do que acontece com quem, mesmo se empenhando em ser um torcedor, QUE NÃO INVADE CAMPO, QUE NÃO JOGA NADA PARA DENTRO DO CAMPO, mas sim, ser uma espécie de torcedor-modelo, que acontecem coisas conosco, que nos faz desgostar rum pouco em querer ajudar o Clube, que, com certeza, PRECISA MUITO MAIS DE MIM (DO TORCEDOR), DO QUE EU DELE…
Nota: tenho cópia dos vários ofícios de COLABORAÇÕES minhas, para com o Clube que, de repente, pode estar pagando um preço alto, pela INTOLERÂNCIA. Mais respeito comigo, enquanto torcedor, é isso que gostaria de tornar público, e, esse respeito a nós, está amparado no Código do Torcedor, nas Leis de Incentivo ao Esporte.
Meu e-mail, para resposta: EVALDOJB @ BOL.COM.BR








