29 comentários em “Raja Casablanca elimina o Galo e vai à final

  1. Não pesou não caro Édson. Quer ver uma coisa? O Bayern vai ganhar desse time marroquino e sem fazer força. Não nos iludamos: nossa seleção brasileira é uma coisa, nosso futebol brasileiro é outro. O Corinthians ano passado foi uma excepcionalidade… e quase caiu nas semis também para aquele time da Tunísia.

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    1. Bem lembrado, amigo Daniel. Não esquecer também que o Chelsea não era mais o timaço que havia ganho a Champions League. Havia perdido Drogba, seu principal jogador.

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  2. Na verdade amigo Édson, esta derrota atleticana é uma pequena demonstração do quanto o futebol de clubes do Brasil e da América do Sul deixou de ser competitivo e referencia técnica em termos coletivos para o mundo. Em termos individuais existem algumas excepcionalidades, verdadeiras ilhas de excelencia. Em termos técnico-táticos, de ordem coletiva, de conjunto,nossos times integram a Série B do futebol mundial.
    Tudo bem que o resultado foi uma zebra, que esta faz parte e é a graça do futebol, pois é plausível um time de menos recursos vencer um outro time com melhores predicados. Contudo, não é de se estranhar que desde o fim dos anos 90 nossas equipes nacionais e continentais não jogam de igual pra igual com os europeus e se atrapalham com equipes de menor tradição da Ásia e da África no mundial de clubes? Pois é…

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  3. O melhor jogador do Galo era o Bernard, porém o mais famoso é o Gaúcho que atrai todos os holofotes. Após a saída do primeiro o time caiu de produção. O futebol brasileiro está horrível, afunilado, ninguém vai à linha de fundo e para piorar, o jogador brasileiro não tem humildade de marcar e nem gosta de jogar sem a bola. A segunda derrota de um time brasileiro para um time africano deve acender o sinal de alerta de que já não somos mais o país do futebol.

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  4. Drogba este que, caso estivesse em campo amigo Gérson, teria guardado pelo menos umas duas bolas que o caneleiro espanhol Fernando Torres perdeu de cara frente ao goleiro “Greg” Cássio do Corinthians.

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  5. Pelo que vi, desconfio que o Galo perdeu totalmente o foco da partida, indo junto a jóia da coroa- a marcação na saída de bola do adversário. Com isso, o Raja foi vendo que o bicho não era tão feroz quanto parecia.
    Lembrou o galo da anedota do Rolando Boldrin. Um sujeito metido a esperto chega numa rinha, no interior da Bahia, e pergunta, qual é o bom aqui? e o tabaréu baiano aponta, é aquele lá. Um galo bonitão, branco, rico em penas. Aí o sujeito aposta R$500 nele. Na hora da luta, apanha feio de um daqueles galos magros, pescoço pelado, cara de assustado e jeito de corvo. Puto da vida o apostador vai questionar o capiao e pergunta, você não disse que aquele que era o bom? E houve como resposta, pois é, ele era tão bonzinho, não fazia mal a ninguém, diferente desse ‘pretinho’ que vive dando porrada em todo mundo.

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  6. EFEITO MAZEMBI : Sr. Gerson e amigos comentaristas, o Galo, a exemplo do Inter-RS, entrou em campo achando que ganharia o jogo quando quisesse. O Raja explorou bem varias vezes os dois lados do seu ataque, inclusive permutando seus atacantes para confundir a defesa atleticana e conseguindo, principalmente o lado esquerdo, quando o ala do Atlético subia ao ataque. O que se viu foi um Atlético quase apático, sem coordenação entre defesa, meio e ataque, com alguns lampejos ofensivos de Fernandinho e R 10. Aliás, Rever e R 10 sem ritmo de jogo destoaram dos demais. O Raja foi sempre muito mais objetivo, chegando ao ataque com 2 ou 3 passes, enquanto os meias do Galo se revezavam em passes laterais. Tardelli foi muito esforçado mas pouco produziu na posição que jogou, deixando Jô isolado na briga com 2 zagueiros, tendo um sempre na sobra. O Atlético, foi muito diferente – dado seu favoritismo – do Bayern, que desde o início do seu jogo, acuou o adversário(Guangzhou) em seu campo e construiu seu placar em ritmo de treino. O time alemão continua favorito e não vai dar chance ao Raja. Em 19.12.13, Marabá-PA.

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  7. Acho que mais preucupante que a derrota do Galo Mineiro, foi a forma como ela ocorreu ( o time marroquino passeou em campo), é o temor do fraco desempenho de alguns jogadores que certamente comporão o grupo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2014, como esse atacante jô. O motivo da minha precucupação é que pelo futebol que vi ontem desse jogador, não acredito que dá para ele ajudar o Brasil a ganhar a Copa do Mundo.

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  8. AGORA JUSTIÇA SEJA FEITA:
    Qualquer time profissional listrado, em qualquer cor, em qualquer tipo de decisão é um perigo iminente para qualquer adversário. Para quem ainda não entendeu, estou dizendo time listrado que chega em decisão de títulos, dificlmente perde. Os exemplos são vastos como Barcelona, Milan, Botafogo do Gerson, Santos quando joga com a camisa listrada, esse Rajacasablanca, Paysandu Sport Clube e o próprio Atletico mineiro quando joga com a tradicional camisa listrada. Ontem o galo, não jogou com sua camisa listrada e levou o farelo, para um time listrado. Eu queria que alguem me respondesse de onde vem esse peso, essa força, esse poder ou essa supremacia que os times de camisa listrada possuem sobre seus adversários de camisa não listrada.

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  9. Se esse Rajacasabalnca vier com a camisa listrada na decisão e o poderoso Baier de Munique não vier, podem apostar que o título será do RAJA, é aguardar para ver.

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  10. Sem forçar o Bayern vai meter pra mais de 5 nesse time fraco do Raja. O Galo há muito não era o mesmo do primeiro semestre, principalmente pela perda do Bernard. Não sei se Guilherme e Luan também sairam.
    R10 continua craque na atenção e simpatia para com os fãs. Impressionante a idolatria dos adversários por ele, e sua humildade e paciência após a derrota.

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  11. Acrescentando a tudo que já foi dito, tem o fato de que, na véspera de um torneio importante, o técnico Cuca anunciou que está de saída do galo. Certamente refletiu no campo, vide a substituição do ala Marcos Rocha que saiu ofendendo o técnico, provando que já não havia mais liderança sobre o grupo.

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    1. Aliás, o tal Marcos Rocha é um jogador supervalorizado, embora seja um lateral de parcos recursos. Foi, inclusive, dominado por completo pelo rápido ataque do Raja.

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  12. Caros colegas do blog e Gerson.

    Temos que admitir que nosso futebol, falo de times, está mais para clubes asiáticos e africanos, do que para times europeus.

    Talvez, nossos times estejam um pouco acima dos clubes dos continentes citados, mas muito distante dos europeus.

    Tal fato pode ser visto nos sufocos que nossos times (São Paulo, Inter – duas vezes e Corinthians) passaram contra esses clubes no mundial.

    Incrível que pareça, a exceção foi o Santos, que ao passar a final, tomou um passeio do Barcelona.

    Ano passado o Chelsea perdeu as melhores chances de gol. Ao time de mosquiteiro coube uma única bola. A do gol. Isto quer dizer que o Brasil tem grandes times como na Europa do futebol? Claro que não. Isto apenas mostra que podemos ganhar um jogo, mas futebol por futebol. Eles estão em outro planeta.

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  13. Puts. Escrevi un texto enorme e não consegui publicar.

    Mas em linha gerais, disse que estamos muito longe do futebol europeu, em termos de times, e muito mais próximo do futebol asiático e africano (talvez um pouco acima), por mais que não aceitemos isso.

    Basta ver o sufoco que temos tomado nas semi de torneio. E na pressão que os clubes europeus exercem sobre os brasileiros na final.

    O Corinthians, por exemplo, jogou por uma bola. O Chelsea teve pelo menos 4 chances claras de gol naquela final.

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  14. É verdade amigo Maurício. R -10 é uma humildade só com os fãs. Mesmo com a derrota. Infelizmente, no campo, ele não é a sombra dos tempos de PSG e Barcelona. Para mim, onte. Ele cavou de vez a sua não convocação (com imprensa ou sem imprensa ele está fora).

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  15. É verdade amigo Celira. É só ver como anda o Chelsea e como está o Corinthians hoje. O tal “futebol moderno” corinthiano era uma versão de grife do medíocre futebol jogado no Brasil há pelo menos 7 anos. Compactação e aproximação apenas das linhas defensivas e a proposta de jogo visando uma bola apenas não difere em nada
    do jogo jogado em 70 metros e recheado de volantes, chutões, ligação direta e chuveirinho.
    Ontem fiquei indignado ao ver o Fernandinho tentando se safar de dois marcadores do Raja pela esquerda enquanto os demais atleticanos estavam parados e o companheiro mais próximo estava a no mínimo 15 metros dele. Detalhe: se alguém se apresentasse, sairia nas costas dos marroquinos por uma verdadeira avenida. O que na Europa – e mesmo na Argentina – seria trivial, para nós soa colossal.

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