Papão anuncia zagueiro que defendeu o Avaí

20131223_170716destaqueA diretoria do Papão anunciou, na tarde desta segunda-feira (23), a contratação do zagueiro Leandro Silva, que defendeu o Avaí na Série B deste ano, entrando na equipe em alguns jogos como titular. Leandro vai formar a dupla titular da zaga bicolor com Charles, contratado ao Fortaleza-CE. Ele deve ser apresentado oficialmente depois do Natal.

Leandro tem 34 anos e já passou pelos seguintes clubes: Osasco-SP, Cianorte-PR, ADAP-PR, Toledo-PR, CSA-AL,Coritiba-PR,Al-Ahli (Emirados Árabes), Daegu (Coréia do Sul), Paraná-PR, América-RN, Itumbiara-GO, Ponte Preta-SP e Avaí-SC. Foi campeão brasileiro pelo Coritiba em 2007 e campeão catarinense pelo Avaí no ano passado.

O Paissandu já contratou o atacante Lima e o meia Bruninho. Tenta ainda trazer o meia Júnior Xuxa e o zagueiro Aílson, que disputou a Série B pelo Sport-PE.

Passarella acusado de tráfico de ingressos

daniel-passarella_crop_340x234O ex-zagueiro e treinador, Daniel Passarella teve sua prisão decretada na Argentina por envolvimento com o tráfico de ingressos. O pedido foi feito pelo promotor José Maria Campagnoli. De acordo com a acusação, Passarella estaria envolvido com um esquema de tráfico de ingressos. Ele foi indiciado junto com torcedores e dirigentes do River, além de alguns policiais.

A denúncia começou com um torcedor do River, que encontrou seu assento ocupado por outro torcedor na partida contra o Almirante Brown, na última rodada da segunda divisão argentina. Após apuração do diário Olé, descobriu-se um esquema de negociação de ingressos com sócios que não iam às partidas, arrecadando cerca de 500 mil dólares (cerca de R$ 1,2 milhão).

Diego Turnes (vice-presidente), Gustavo Poggi (responsável pela área dos sócios), Eduardo Rabufetti (membro da diretoria) e Andrés Monteiro (gerente da empresa encarregada de entregar os ingressos aos sócios) também foram acusados no caso.

De acordo com a denúncia, Poggi entregava uma lista às organizadas com 10 mil sócios que não iam às partidas, e tinham seus ingressos desviados para revendedores. Monteiro, por sua vez, fazia um registro fictício, afirmando que as entradas haviam sido entregues aos sócios. (Da Revista Placar) 

Contador deu o traço no Pearl Jam

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Um ex-funcionário do Pearl Jam se declarou culpado de roubar US$ 380 mil da banda de Seattle. Rickey Charles Goodrich era gerente financeiro da Curtis Inc, empresa que administra a carreira do grupo, quando retirou o dinheiro, entre 2006 e 2010, ano em que foi demitido.

Goodrich responde a 33 acusações de roubo, num processo aberto em junho de 2012. Segundo os promotores, ele usou o dinheiro para pagar dívidas que ele e a mulher tinham contraído, além de pagar por itens como vinho. Condenado, ele já devolveu US$ 125 mil e concordou em pagar mais US$ 181 mil antes da sentença sair, em 21 de fevereiro.

Segundo o Seattle Times, a banda começou a desconfiar de Goodrich após a turnê de 2010, quando ele afirmou ter pago US$ 15 mil aos funcionários durante as viagens. Confrontado, ele disse que o dinheiro tinha sido usado para pagar bônus, mas a equipe negou ter recebido qualquer quantia extra. Goodrich foi demitido em setembro de 2010 e uma investigação lançada em janeiro de 2011. (De O Globo) 

Papão está de olho em zagueiro do Sport

Posse do Novo Presidente do Paysandu

b5c88d984720131203075647O presidente do Paissandu, Vandick Lima, informou ontem durante participação no programa Bola na Torre (RBATV) que o zagueiro Aílson (foto ao lado), que disputou a Série B pelo Sport-PE, deverá ser contratado para reforçar a zaga bicolor no Campeonato Paraense. O jogador de 34 anos entrou no time rubro-negro na 28ª rodada da competição e não saiu mais. Como ainda não fechou acordo para permanecer na Ilha do Retiro tem boas possibilidades de vir defender o Papão. Em entrevista recente, Aílson confirmou que tem recebido ofertas de outros clubes, embora tenha interesse em permanecer no Sport.

No programa, Vandick garantiu que o Papão fechará a temporada com os salários de funcionários, jogadores e comissão técnica em dia. Lamentou que a diretoria não tenha tido sorte com o futebol, reconhecendo que a torcida se decepcionou com o rebaixamento para a Série C. “Fizemos contratações que não renderam o esperado. Houve falta de envolvimento de vários jogadores, o que comprometeu o resultado da campanha”, admitiu.

Ao mesmo tempo, o presidente descartou o lançamento de uma Camisa 7 a 0 em resposta à Camisa 33 do rival. Para Vandick, o próprio torcedor do Papão não vê com bons olhos a ideia. O clube se prepara para explorar, em 2014, camisas comemorativas da participação na Libertadores 2003, dos títulos brasileiros (1991 e 2001), Copa dos Campeões e em homenagem ao grande ídolo Quarenta.

As dicas do velho Bill

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Bill Gates foi convidado por uma escola secundária para uma palestra. Chegou de helicóptero, tirou o papel do bolso onde havia escrito onze itens. Leu tudo em menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero. O que estava escrito é muito interessante, leiam:

1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.

2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

3. Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.

5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!

9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles. 

(Extraído do Facebook)

A força do abismo econômico

Por Gerson Nogueira

Duas opiniões antagônicas, mas que se complementam, ajudam a desnudar – por especialistas no assunto – o abismo entre times europeus e brasileirs. A eliminação do Atlético-GO na semifinal do Mundial de Clubes para o representante marroquino não invalida a comparação com o campeão Bayern de Munique. Pelo tropeço do Galo diante do azarão Raja Casablanca é possível presumir o que aconteceria na finalíssima diante dos alemães.

unnamed (43)Depois da vitória do Bayern, no sábado, em Marrakesh, Carlos Alberto Parreira e Zagallo se manifestaram, aparentemente com visões diferentes sobre o mesmo tema, mas no fundo dizendo a mesma coisa. Parreira entende que o futebol brasileiro deve ser observado do ponto de vista da seleção, e não dos clubes.
Para ele, qualquer comparação entre clubes é desigual, pois o poderio econômico dos europeus é avassalador, principalmente quando se fala dos principais times de Inglaterra, Alemanha, Espanha e Itália.
O aposentado Zagallo afirma que os clubes brasileiros não têm a menor condição de enfrentar hoje os grandes europeus. Refere-se aos fracassos de Internacional, Santos e Atlético-MG nos últimos mundiais de clubes. Não leva em conta o triunfo corintiano em 2012 por ter sido quase uma zebra, considerando o caminhão de chances que Fernando Torres perdeu naquele confronto e a meia dúzia de gols que o goleiro Cássio evitou.
Na prática, ambos apontam na mesma direção. O Brasil consegue competir com a Europa quando joga contra seleções, mas nem ao menos equilibra quando a história envolve times. E isto começou a partir dos anos 80, quando o êxodo de talentos se intensificou. A exportação em massa de jogadores golpeou fundo nossos clubes, embora não tenha afetado tanto a Seleção.
Remédio, a curto prazo, não existe. Mais do que uma questão futebolística, trata-se de um problema de ordem econômica. Nossos clubes só terão chances contra os gigantes europeus quando tiverem bala na agulha – e organização gerencial – para formar elencos de primeira linha. E isto não é coisa para esta geração, talvez nem para a próxima.
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E o handebol sai do limbo
Esporte dos mais praticados entre nós, o handebol sempre foi uma modalidade segregada, esquecida até. Vista como desimportante pelas autoridades do esporte nacional, somente nos últimos anos emergiu em torneios internacionais. Os resultados ensejaram um investimento maior na preparação, com boa presença no mundial realizado no Brasil (5º lugar) e nas Olimpíadas de 2012. A importação de Morten Soubak, técnico dinamarquês, foi o passo decisivo para tirar o handebol da fila.
Ontem, coroando campanha inédita (oito vitórias em oito jogos), a seleção feminina levantou o título mundial. Algo tão grandioso que causou espanto até no Brasil. Contra a anfitriã Sérvia, o time se superou em técnica e bravura. Em confronto dramático, diante de 20 mil torcedores, as brasileiras marcaram 22 a 20.
A façanha insere o handebol no seleto panteão das seleções brasileiras campeãs do mundo. Antes, somente futebol, basquete e vôlei eram modalidades coletivas vitoriosas mundialmente. O time brazuca é também o primeiro não-europeu, desde 1995 (quando a Coréia do Sul venceu) a levantar o título.
É importante considerar que Alexandra Nascimento e suas companheiras alcançaram um patamar que coloca o Brasil como favorito a uma também inédita medalha de ouro nas Olimpíadas de 2016, no Rio.
(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta segunda-feira, 23)