Análise do atual momento do Papão

PSCXAtletico PR copa Brasil2013-Mario Quadros (13)
Por Augusto Azevedo (a2mcbarbaro@gmail.com)
Iarley fugiu e o Paysandu começou a ganhar coincidência…? Eu acho que não!!  Todos nós, os bicolores, não esquecemos o que ele fez no passado, nos dando vitórias que seriam impossíveis (La Bombonera), porém é evidente demais que sua saída deu animo e gás ao Paysandu.
1º – A rixa com Eduardo Ramos, seja pelo salário maior, quem seria o melhor jogador ou de quem seria o verdadeiro ídolo bicolor desse ano;
2º – Pelos problemas que “craques” de outras épocas trouxeram ao clube após retornar, Após serem repatriados;
E o pior é que tem exemplos a torto e a direita para não serem seguidos, o exemplo mais evidente foi o Sandro, que comandou o boicote no chamado “Salgueiraço” e todos lembram que em um passado, mesmo que vitoriosos Sandro, Jóbson, Iarley e Robgol foram responsáveis pelas quedas de alguns técnicos que por aqui passaram, devido eles (técnicos) não seguirem a cartilha dessa tal panelinha. A diferença é que mesmo sendo lideres (desagregadores e formadores de “panelinhas”), àquela época eram vitoriosos e venciam qualquer adversário o que encobria a guerra de egos que existia nos bastidores.
Mas isso não foi exclusividade só do Paysandu, mas no futebol paraense em geral, pois qualquer remista não esquece de Landu, Fábio Oliveira (que iria se vestir de Bebel se o Remo caísse, naquela época pra 3ª divisão) e Jóbson (novamente) no maior rival. Pois foi com uma greve que eles, os 3 mosqueteiros, organizaram que iniciou-se esse calvário sem fim azulino…
O que tenho a dizer é que, vou falar do meu time do coração, o Paysandu preste homenagens sim a esses jogadores, como fez com Mendonça no jogo, aqui em Belém, contra o São Caetano e não tentar ressuscitá-los esperando que o futebol deles seja o mesmo de passagens anteriores.
Tem que procurar, é do que precisamos, jogadores com vontade de brilhar mais que tudo, como foi com Thiago Potyguar logo que chegou, parar de escutar empresários e contratar com responsabilidade e não apenas assistindo alguns lances em um DVD editado. Tem que olhar pra dentro do próprio quintal, fazer como em tempos atrás de vitórias espetaculares e empolgantes, nos tempos de estádios lotados em que o time que viesse jogar aqui em Belém entrava na “peia”, com peneiradas, olheiros indo para os interiores e assistindo no minimo 4 jogos do jogador a ser contactado e principalmente parar de trazer jogadores que estejam em atividade, titulares de seus times e não reservas sem ritmo de jogo e sei lá quantos meses parado.
Quando a administração do Paysandu retomar esse estilo aí sim tudo vai dar certo, projetos para jogadores futuros (categorias de base), marketing, sócios torcedores e sócios do clube em dia ajudando ao maior time da região Norte (o ranking atualizado da C.B.F. está aí para comprovar o que estou afirmando) a ser aquele time de chegada, campeão dos Campeões, de outras épocas continuar ganhando o campeonato dentro de casa e aumentando a distância com relação ao rival, a ser novamente campeão da região (agora campeão verde), vencer o campeonato nacional e sonhar alto novamente com um campeonato internacional como a Libertadores da América.
Porém para isso tudo dar certo a mudança, que iniciou-se com eleições diretas no clube, realmente for salutar tem que reorganizar o modelo de gestão. Essa é a minha opinião com relação a fase atual do Paysandu.

7 comentários em “Análise do atual momento do Papão

  1. Acho muito complexo chegar a uma conclusão sobre a péssima participação do papão nets série B, existente várias vertentes de motivos que levaram ao fracasso, pra mim um dos principais motivos é o fraco elenco montado pela diretoria a frente o presidente Vandick, de quem muito se esperou mas que infelizmente esta decepcionando como cartola, espero sinceramente que o papão não seja rebaixado, caso isto aconteça comemorei quase como a conquista de um titulo.

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  2. Eu penso que ficaram bem claros os motivos dessa e de anteriores péssimas atuações do Papão em campeonatos nacionais. Quem esqueceu os memoráveis 9×0 dados por um timinho qualquer de S. Paulo que nunca, mas nunca mesmo teria condições de ter uma vitória dessas frente ao Paysandu se não houvesse essa “entregação” combinada entre os próprios jogadores.

    Este ano repetiu-se a mesma história. E dessa vez com a ajuda de alguns elementos da imprensa, alguns talvez de boa fé, mas a maioria fariseus.

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  3. Parabéns Augusto Azevedo, pela clareza de entendimentos externados aqui, com os quais concordo em 99%, esse 1% de disconrdancia, refere-se ao 1º parágrafo do teu texto, o qual passo a discorrer, permita-me, “Iarley fugiu e o Paysandu começou a ganhar coincidência? Eu acho que não!!”…
    Meu comentário” Iarley não fugiu, ele simplesmente sentindo a iminente queda e o seu não aproveitamento por nenhum dos técnicos até então contratados, teve a dignidade de perceber que a saída dêle contribuiria para melhorar o ambiente na Curuzú e ajudar na recuperação do time, já que essa tíbia diretoria não teve a atitude profissional de rescindir-lhe o contrato; saiu por cima inclusive, pois em entrevista as rádios que cobrem o dia a dia da Curuzú, após o jogo contra o Avaí, no famoso quebra quebra que rolou na Curuzú, ele falou, “O PAYSANDU NÃO ME DEVE NADA!!!”
    1º – A rixa com Eduardo Ramos, seja pelo salário maior, quem seria o melhor jogador ou de quem seria o verdadeiro ídolo bicolor desse ano;
    Meu comentário: O Iarley não tinha rixa com o ER, essa rixa era DO Eduardo Ramos, que queria aumento de salários para igualar-se ou superar o do Iarley e a diretoria não o atendeu; nessa querela, a diretoria foi sábia, pois havia e há um contrato a ser honrado, quando o ER foi contratado ele impôs o salário que queria ganhar e o Bicolor aceitou, é bem diferente, aí faltou e falta CARÁTER, HOMBRIDADE ao ER no meu entendimento, agora uma coisa que não abordastes e faço questão de frisar, O Câncer do Paysandu ainda está lá, e é exatamente o Eduardo Ramos, que pela contrariedade imposta, joga o que quer e quando quer, como é muitíssimo malandro ele se esconde do jogo e os técnicos até então, à exceção do Arturzinho, estão comendo na mão dele, senão vejamos:
    1- ele corre prá não chegar nas bolas;
    2- se deixa marcar facilmente;
    3- só lança bolas, pros atacantes dividirem com a zaga, ou, nas costas dos atacantes;
    4- cobra todos os escanteios, quando deveria estar na grande área para recebê-los e tentar o gol, pela estatura que tem e pela reconhecida qualidade técnica que possui;
    5- Cobra todos os escanteios sempre, na mão do goleiro adversário, e ou, prá zaga espanar, (habilidade para bater escanteios ele não tem, haja vista, que nunca fêz um gol olímpico, pelo menos não se tem registro disso, então, não se justifica essa malandra preferência)
    Bom essa é minha linha de visão acerca da atuação desse atleta, tomara que ele me queime a língua e volte a jogar o que sabe e tem capacidade, uma vez que o motivo da ciumeira dele, não mais existe, né não?
    Ah! ia esquecendo, Ele, ER é o atleta diferenciado que o adversário falido pretende contratar (ou já contratou) para vestir a tal camisa 33.
    É a minha opinião!!
    (permita-me Cláudio Santos)
    ;

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  4. Corretíssimo amigo Augusto Azevedo. Eu ainda acresecentaria que os grandes ídolos ou atletas do passado que contribuíram pelo engradencimento do clube Paysandu, merecem e devem ser preservados e não ressuscitados como você bem frisou. Se observarmos bem, na história do futebol, é muito difícil um atleta que foi grande craque do clube no passado, retornar em fim de carreira e ter o mesmo desempenho de outros tempos. É so olhar historia do futebol mundial e comprovar. No Paysandu, isso é corriqueiro e comum e a lista é imensa: É so lembrar Potyguar, Robgol, Sandro, Welber, Gameleira etc. Jogadores estes que contribuíram para as maiores glórias do Paysandu, do Pará e Norte do Brasil, mas em seus retornos acabaram, infelismente, se queimando com a torcida.

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  5. Yarlei não ganhou um título pelo Paysandu e apesar da soberba atuação diante do Boca Juniors em plena La Bomboñera, jamais foi protagonista, mas mero coadjuvante durante o período em que vestiu o Manto Azul-Celeste.

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  6. Aliás, ganhou um título: o do Paraense desse ano, quando perdeu três vezes para o vizinho sem divisão. Esse era o time maravilhoso do Vandick e Diretoria sabe-tudo de futebol. E o Yamato foi mandado embora como se não soubesse nada de contratações…

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