Acho muito complexo chegar a uma conclusão sobre a péssima participação do papão nets série B, existente várias vertentes de motivos que levaram ao fracasso, pra mim um dos principais motivos é o fraco elenco montado pela diretoria a frente o presidente Vandick, de quem muito se esperou mas que infelizmente esta decepcionando como cartola, espero sinceramente que o papão não seja rebaixado, caso isto aconteça comemorei quase como a conquista de um titulo.
Eu penso que ficaram bem claros os motivos dessa e de anteriores péssimas atuações do Papão em campeonatos nacionais. Quem esqueceu os memoráveis 9×0 dados por um timinho qualquer de S. Paulo que nunca, mas nunca mesmo teria condições de ter uma vitória dessas frente ao Paysandu se não houvesse essa “entregação” combinada entre os próprios jogadores.
Este ano repetiu-se a mesma história. E dessa vez com a ajuda de alguns elementos da imprensa, alguns talvez de boa fé, mas a maioria fariseus.
Parabéns Augusto Azevedo, pela clareza de entendimentos externados aqui, com os quais concordo em 99%, esse 1% de disconrdancia, refere-se ao 1º parágrafo do teu texto, o qual passo a discorrer, permita-me, “Iarley fugiu e o Paysandu começou a ganhar coincidência? Eu acho que não!!”…
Meu comentário” Iarley não fugiu, ele simplesmente sentindo a iminente queda e o seu não aproveitamento por nenhum dos técnicos até então contratados, teve a dignidade de perceber que a saída dêle contribuiria para melhorar o ambiente na Curuzú e ajudar na recuperação do time, já que essa tíbia diretoria não teve a atitude profissional de rescindir-lhe o contrato; saiu por cima inclusive, pois em entrevista as rádios que cobrem o dia a dia da Curuzú, após o jogo contra o Avaí, no famoso quebra quebra que rolou na Curuzú, ele falou, “O PAYSANDU NÃO ME DEVE NADA!!!”
1º – A rixa com Eduardo Ramos, seja pelo salário maior, quem seria o melhor jogador ou de quem seria o verdadeiro ídolo bicolor desse ano;
Meu comentário: O Iarley não tinha rixa com o ER, essa rixa era DO Eduardo Ramos, que queria aumento de salários para igualar-se ou superar o do Iarley e a diretoria não o atendeu; nessa querela, a diretoria foi sábia, pois havia e há um contrato a ser honrado, quando o ER foi contratado ele impôs o salário que queria ganhar e o Bicolor aceitou, é bem diferente, aí faltou e falta CARÁTER, HOMBRIDADE ao ER no meu entendimento, agora uma coisa que não abordastes e faço questão de frisar, O Câncer do Paysandu ainda está lá, e é exatamente o Eduardo Ramos, que pela contrariedade imposta, joga o que quer e quando quer, como é muitíssimo malandro ele se esconde do jogo e os técnicos até então, à exceção do Arturzinho, estão comendo na mão dele, senão vejamos:
1- ele corre prá não chegar nas bolas;
2- se deixa marcar facilmente;
3- só lança bolas, pros atacantes dividirem com a zaga, ou, nas costas dos atacantes;
4- cobra todos os escanteios, quando deveria estar na grande área para recebê-los e tentar o gol, pela estatura que tem e pela reconhecida qualidade técnica que possui;
5- Cobra todos os escanteios sempre, na mão do goleiro adversário, e ou, prá zaga espanar, (habilidade para bater escanteios ele não tem, haja vista, que nunca fêz um gol olímpico, pelo menos não se tem registro disso, então, não se justifica essa malandra preferência)
Bom essa é minha linha de visão acerca da atuação desse atleta, tomara que ele me queime a língua e volte a jogar o que sabe e tem capacidade, uma vez que o motivo da ciumeira dele, não mais existe, né não?
Ah! ia esquecendo, Ele, ER é o atleta diferenciado que o adversário falido pretende contratar (ou já contratou) para vestir a tal camisa 33.
É a minha opinião!!
(permita-me Cláudio Santos)
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Corretíssimo amigo Augusto Azevedo. Eu ainda acresecentaria que os grandes ídolos ou atletas do passado que contribuíram pelo engradencimento do clube Paysandu, merecem e devem ser preservados e não ressuscitados como você bem frisou. Se observarmos bem, na história do futebol, é muito difícil um atleta que foi grande craque do clube no passado, retornar em fim de carreira e ter o mesmo desempenho de outros tempos. É so olhar historia do futebol mundial e comprovar. No Paysandu, isso é corriqueiro e comum e a lista é imensa: É so lembrar Potyguar, Robgol, Sandro, Welber, Gameleira etc. Jogadores estes que contribuíram para as maiores glórias do Paysandu, do Pará e Norte do Brasil, mas em seus retornos acabaram, infelismente, se queimando com a torcida.
Concordo e assino!
Yarlei não ganhou um título pelo Paysandu e apesar da soberba atuação diante do Boca Juniors em plena La Bomboñera, jamais foi protagonista, mas mero coadjuvante durante o período em que vestiu o Manto Azul-Celeste.
Aliás, ganhou um título: o do Paraense desse ano, quando perdeu três vezes para o vizinho sem divisão. Esse era o time maravilhoso do Vandick e Diretoria sabe-tudo de futebol. E o Yamato foi mandado embora como se não soubesse nada de contratações…
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