A caminho da redenção

Por Gerson Nogueira

O resultado, nas circunstâncias, foi quase uma vitória. Valorizado ainda mais pelo esforço nos minutos finais, quase obtendo a virada consagradora. De qualquer modo, para quem enfrentava o líder da chave dentro de seus domínios, o Paissandu pode considerar o empate um grande feito. Terminou o jogo com nove jogadores (Harison e Tiago Potiguar foram expulsos), o que aumenta o grau de dramaticidade.

Depois de levar um gol nos primeiros minutos, o Paissandu tentou se articular para reagir, mas falhava muito na ligação entre meio e ataque. Fator agravado pela apagada atuação de Rafael Oliveira e o sumiço de Héliton, que poucas vezes foi notado em campo. O dedo do destino acabou contribuindo para mudar as coisas, positivamente.

Uma confusão envolvendo Harison e um adversário deixou os dois times com 10 jogadores, antes dos 30 minutos de jogo. Com isso, Givanildo Oliveira viu-se na obrigação de alterar a configuração da equipe. Tirou Héliton e pôs Alex Willian em campo. Tanto Harison quanto Héliton eram peças tão improdutivas no jogo que a simples saída de ambos deu um novo impulso ao Paissandu.

Alex Willian deu velocidade à saída de jogo e passou a acionar os laterais Pikachu e Pablo. Graças à boa participação do meia-armador, Pikachu voltou a jogar como nos velhos tempos, transformando-se no grande nome do time, além de artilheiro. Tiago Potiguar passou a jogar mais perto de Rafael Oliveira, mas o último chute continuou a sair torto, desperdiçando boas chances.

Veio o período final e, mesmo com maior volume ofensivo do Paissandu, o Luverdense ampliou aos 21 minutos, aproveitando descuido da zaga. Acontece que, logo em seguida, aos 23, Pablo descontou, desviando cruzamento de Alex para as redes. O gol reacendeu esperanças e fez o time se desdobrar no ataque, correndo alguns riscos com os contragolpes do Luverdense.

Até que, aos 35 minutos, Pikachu decretou o empate, após milimétrico passe de Robinho. Placar merecido pelo esforço e a boa produção do meio-campo bicolor durante a maior parte do jogo. O importante resultado obtido só não esconde os problemas do ataque, onde nenhum dos jogadores utilizados consegue dar conta da função básica, que é fazer gols. (Foto: MÁRIO QUADROS/Bola)

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A derrota já seria ruim, mas por dois gols de diferença tornou a missão do Remo delicadíssima no mata-mata com o Mixto. No relato dos companheiros da Rádio Clube, o time foi bem no primeiro tempo, envolvendo constantemente a marcação adversária e criando situações perigosas. Fábio Oliveira perdeu dois gols e Ratinho mandou uma bola na trave. O Mixto, encolhido, quase não ameaçava.

No segundo tempo, Reis e Ratinho estiveram muito perto de abrir o marcador, mas voltaram a falhar nos arremates. Aos poucos, aparentando cansaço, o meio-campo azulino afrouxou e o Mixto passou a pressionar mais, explorando o contra-ataque. Nonato, que não é bobo, teve duas oportunidades e aproveitou a ambas, num espaço de cinco minutos. E podia até ter fechado o caixão remista, marcando o terceiro.

Com a desvantagem, Marcelo Veiga tirou Ratinho, seu melhor atacante, e botou Laionel, fazendo ruir o que havia de organização (mesmo precária) no setor de armação. Reis, que apareceu muitas vezes ao lado de Fábio Oliveira, não teve bom rendimento no papel de homem de ligação. Mendes entrou no final, substituindo a Fábio, mas pouco acrescentou.

O fato é que a equipe não reeditou ao longo do segundo tempo a boa produção da primeira etapa e ainda permitiu as chances que o Mixto não desperdiçou.

Para domingo, no jogo decisivo, o aspecto emocional pesa mais do que o técnico. Até porque o Remo vem de uma decisão traumática nas finais do Parazão. Contra o Cametá, precisando fazer dois gols de diferença, acabou entregando o ouro quando vencia por 2 a 0 a cinco minutos do apito final. Tudo isso estará junto e misturado na nova decisão.

Ao longo da semana, Veiga terá que ser alertado para o potencial dos atacantes Cassiano e Marcelo Maciel, aparentemente esquecidos nesta nova fase, mas que podem ser muito úteis na arrumação do esquema ofensivo para domingo. Reverter o placar é missão dificílima, mas não impossível.

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Alan Fonteles, marabaense de nascimento, alcança a glória paraolímpica aos 20 anos de idade. É o coroamento de um projeto de vida, que priorizou a atividade esportiva. A medalha obtida ontem vem sendo trabalhada há 12 anos no esforço diário para alcançar a excelência.

Triste observar apenas a reação pouco generosa de seu principal oponente (e ídolo), o campeão Oscar Pistorius. Inconformado com a derrota, o sul-africano apresentou reclamação formal contra o resultado.

Uma injustiça com o herói paraense, já carinhosamente chamado de Alan Bolt, inclusive no super pôster que o DIÁRIO publica na edição de hoje em sua homenagem. Garoto de ouro.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta segunda-feira, 03)

37 comentários em “A caminho da redenção

  1. O Paysandu continua deixando as vitórias escaparem pelos dedos. Teve o jogo nas mãos ao empatar, mas novamente não conseguiu obter os três pontos, como em outras partidas, e já acumula uma montanha de pontos perdidos que poderão fazer falta lá adiante.

    A torcida e a mídia seguem os altos e baixos do clube. Agora a equipe, que antes era ruim e não tinha chances, virou um bom time e já tem a vaga praticamente encaminhada. Esses prognósticos, no entanto, variam de acordo com a campanha oscilante do clube e mudam drasticamente no primeiro resultado ruim.

    É cômica a idolatria que alguns demonstram pelo engodo Tiago Potiguar, chegando mesmo a considerá-lo craque. O jogador tem futebol mediano. É irregular, vivendo apenas de alguns raros lampejos. Não decide as partidas, pelo contrário: esconde-se nos jogos importantes. Não tem liderança. Não emplacou em nenhum time por onde passou. E agora deu pra ser indisciplinado, sofrendo cartões em demasia. Alegam que foi o melhor que passou por aqui nos últimos anos, mas isso não significa em absoluto que ele seja bom jogador. Significa, sim, que não tivemos atletas de qualidade neste período.
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    O time sub-40 do Remo fez o que já se esperava, praticamente jogou fora a vaga. Foi melhor enquanto os velhinhos aguentaram correr. Depois que cansou, cedeu espaço para o humilde time do Mixto e sofreu dois gols do gordo atacante Nonato, possivelmente o jogador mais obeso em atividade no Brasil, superando o Ronaldo Fenômeno em seus piores dias. Agora terá de fazer o jogo de volta sob absoluto descrédito e ainda convivendo com os fantasmas do cansaço no segundo tempo e da perda do Parazão, ocorrida em circunstâncias semelhantes (o time atual é pior). Precisa se lançar ao ataque, mas não pode sofrer gols – ocorre que o Remo tem uma defesa mais furada que queijo-suíço, que fica mais exposta ainda na etapa final, quando os jogadores de meio-campo abrem o bico. Possibilidades diminutas.

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  2. – Gerson e amigos, penso que o Paysandu conseguiu um excelente resultado, em virtude dos outros resultados da rodada.Se o Icasa, Salgueiro e Santa Cruz, tivessem vencido seus jogos, esse empate não seria tão importante, mas como 2 deles empataram e 1 perdeu, o empate para o Papão, caiu como uma luva, como se diz.

    – Acredito até, que pela quantidade de empates que estamos tendo nesse grupo, as 3ª e 4ª colocações, deverão ser ocupadas, por quem alcançar de 26 a 28 pontos.

    – Quanto ao jogo do papão, só pra não perder o costume, os amigos perceberam o posicionamento do Thiago Costa, nos 2 gols do Luverdense? Te dizer… Continua, a entregar o ouro, mas não se ouve alguém falar sobre isso.

    – Paysandu tem 14 pontos e, agora, terá 4 jogos em casa e 4 jogos fora. Se vencer todos em casa, chegará aos 26 pontos, aí, é só beliscar pontos fora de casa. Papão está mais vivo do que nunca nesta série C, só não pode é vacilar mais.

    Vale lembrar, que Giva falou em uma entrevista, que já estava preparando o Alex Willian para entrar no lugar do Héliton, antes da expulsão do Harison e que, com a expulsão, só fez acelerar a substituição.

    Quanto ao Remo, é rezar e torcer para que jogadores e torcedores levem o Leão à classificação. Difícil a parada para o Remo, mas não impossível.

    É a minha opinião.

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  3. A espera de um milagre. O clube do Remo sofre por ter uma diretoria amadora, sem visao de futebol. Eu já havia dito aqui que só um milagre poderia nos levar, com esse time, a terceirona. Espero que mais um ano de humilhacão permita o surgimento de eleicões diretas e o fim do monopólio comecial nos contratos de ex jogadores do tipo Mendes. Precisamos de juventude em campo e na diretoria.

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  4. Interessante como alguns torcedores,aproveitam esses espaços nos blogs de nossos cronistas esportivos, sempre com a firme intenção de impressionar a todos com seus comentários. deixam de ser torcedores, e passam a incorporar o espirito critico de Gerson Nogueira,Carlos Castilho,João Cunha,Rui Guimarães,José Lessa,Aiton SiIva e outros mais. Cada um tem a fórmula perfeita para o sucesso das equipes paraenses, nas competições futebolisticas em que tomam parte nossos tradicionais clubes de futebol. Portanto a derrota normal do Remo para o Mixto, será transformada durante toda a semana, em algo quase que impossível de se reverter. Dirão alguns iluminados, que se o Remo não fizer um gol logo nos quinze minutos iniciais, não conseguirá reverter o quadro, como se no futebol tivemos apenas 15 minutos de jogo e não 90 minutos. Outros dirão que se o campeonato terminasse agora, o Remo estaria eliminado, mesmo sabendo que nunca o campeonato termina nesse agora. O que eu gostaria de dizer , é que acreditar sempre, é a missão de um torcedor, deixem que eles fiquem puxando o tapete azulino durante toda a semana,deixem eles dizerem que é impossivél, que chegou o fim, que agora é esperar por 2013,deixem eles falarem do 3-5-2,4-4-2,5,4,1 do 1-5-4, enfim de qualquer coisa. Mais você torcedor azulino, não se deixe envolver por nada disso, se concentre positivamente, se encha de fé e de esperança, prepare seu espirito para torcer e vencer. E você verá, que as coisas são mais simples do que aparentam ser. Eu não esmoreço, sou remista convicto, como convicto estou de que no domingo , o mais querido, fará uma grande atuação, e passará para a outra fase da competição, e aguardará o vencedor de Sampaio x Vilhena, para saber contra quem decidirá uma vaga para a terceira divisão de 2013. O que eu gostaria que acontecesse, era que a nossa imprensa, deixasse as dificuldades e as criticas de lado, e insuflasse com comentários positivistas a massa azulina, que esquecesse as mazelas de alguns dirigentes, pois sobre esses assuntos eles já passaram o ano todo comentando. Façam senhores cronistas como fizeram pelo Paisandu no jogo contra o Coritiba, mesmo sabendo que a tarefa não era nada facil, os senhores passaram o tempo todo que antecedeu o jogo, dizendo que o paisandu iria conseguir,que a coisa não era tão dificil como aparentava ser, e chegaram até ao cúmulo de dizer que o Coritiba era uma equipe ruin, e até inferior ao listrado. Mais como eu sei que isso não vai acontecer, peço aos torcedores que não embarquem nessa conversa ,e que compareçam domingo no mangueirão,e que torçam e vibrem, pois sei que no final triunfaremos contra tudo e contra todos.

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  5. Gerson,penso que quando um time como o do Remo que esta em uma fase de mata e jogando fora de casa podería se utilizar dos contra ataques para se beneficiar logo nesse 1º jogo,e tendo em seu elenco jogadores velozes,abilidos e jovens em seu elenco como:Cassiano e Marcelo Maciel e o treinador em detrimento a eles mantém um time somente com jogadores pesados,realmente como torcedor tiro o meu time de campo nesse ano.P.QUE.P.será que ninguem no Baenão tem coragem de falar aos técnicos que aparecem no Remo que alguns jogadores que estão lá tem a confiança e o apoio da torcida como os dois que citei?Agora lá vamos nós para o sufoco no domingo,podendo ser eliminados pelo time do gorducho Nonato,MEU DEUS!

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  6. Penso que o Mixto começou a 1a etapa preocupado em não levar gol e respeitando a tradição que o Remo tem. Na segunda etapa se conscientizou que uma vitória até por placar mínimo era de suma importância e jogou mais ofensivo facilitado pelo cansado de alguns jogadores do azul.

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  7. A missão do Remo só não chega a ser impossível pela mediocridade do Mixto, uma equipe que jogando em casa leva sufoco da fraca equipe remista. E uma equipe que pode ser tranquilamente goleada de 4 a 5, o problema é que o Remo não é confiável e já prenuncio mais uma tragédia anunciada. Acho que a torcida deve deixar de ser boba e não presenciar mais esse fracasso. Penso que o Remo deu adeus ontem à série D para começar um novo ciclo. Parece que estou vendo o enredo: dispensas, formação na base e treinador estilo Sinomar para começar o campeonato ano que vem e assim a história se repetindo como farsa e tragédia. Torcemos para que esses jogadores que estão aí se façam de sujeitos da história e mudem esse enredo. O ataque do Remo é broxa pois não consegue penetrar perereca…

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  8. Já o papão é um time imprevisível, podendo jogar bem e perder, jogar mal e ganhar. Ontem poderia ter alcançado um melhor resultado, mas o empate foi justo.

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  9. O Paysandú continua um verdadeiro enigma, ninguém pode prever o que acontecerá!
    De certo que os outros resultados colaboraram com a nossa ida para o G4, mas o futebol é assim mesmo!
    Acho que a sorte nos sorriu quando o Salgueiro levou uma sapecada do Treze, vejam só, o possível saco de pancadas do grupo, dando de 4 em um dos clubes que é forte concorrente a uma das vagas no G4.
    Contra o Luverdense o Paysandú conseguiu um grande resultado, estávamos perdendo de 2 e buscamos um empate que soou como vitória já que o bicho papão da chave não era o Papão mas o LEC que ainda continua líder!
    Agora temos mais um jogo contra um lanterna, chego a temer pois será que o ressuscitador de mortos vai dar mais uma mãozinha pra o finado? Se isso acontecer gente, é dar adeus a série B do ano que vem e rezar para se manter na C deste ano.
    Com muita “pulga atrás da orelha” ainda sou mais Papão para se classificar para a próxima fase!

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  10. Ser torcedor do bicolor amazônico, realmente é saber que vai sofrer. Nada vem fácil pra esse time. O resultado de ontem renovou um pouco as minhas esperanças. Juro que não esperava nem pelo empate. Quando estava dois a zero, pensei: aconteceu o óbvio. Mas futebol e Paysandu pregam muitas peças na gente. Sábado em estarei lá. Confiante. Pelo menos, por 90 minutos.

    Quanto aos amigos remistas, segura o coração, porque vão sofrer por 90 minutos. Mas eu também acredito numa vitória azulina de 3 ou 4. Esse Misto é bem ruim.

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  11. Sendo Paysandú de coração, mas paraense, antes de tudo, poderia dizer que foi bem feito para o Remo o resultado de ontem, não se pode entender como o treinador bota em campo uma equipe velha, cansada depois de ter no elenco duas peças que certamente jogariam muito mais que as múmias que entraram em campo.
    Mas mesmo assim ainda acredito na classificação azulina, sem essa de traumas passados. O momento é outro e o importante é focar no objetivo, primeiro não tomar gol e depois vencer e vencer( 2 x 0, vai para os penaltys, 3 x 0 classifica direto, mas se tomar gol ….)!
    Boa sorte ao Remo e a sua torcida que como a minha cansamos de ser humilhados por tantos anos!

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  12. Quarta feira passada estava querendo assistir Remo x Vilhena, mas por falta de tempo nao consegui ir ao mangueirão, desde quarta feira passada eu ja tinha garantido minha presença no mangueirão domingo que vem, mas para ser sincero, estou preocupado em presenciar novamente uma desclassificação como vi ano passado contra o vila aurora, posso ate ir, mas se for para eu ir e ver jogadores novos e velocistas como Cassiano, Joãozinho e Marcelo Maciel ficarem no banco e ate mesmo nem serem relacionados e vê entrar no time essa “PORCA-RIA” chamado “MENDES” vou te contar, vou esperar os noticiarios das radios, tv ou internet pra saber, se eu ouvir o comenetario que ele (MENDES) vai ser relacionado ate mesmo para o banco de reservas será 15,00 a menos na renda, pq nao irei ao mangueirão pra ver esse cara paradão, lento, velho. nao será nele que minhas poucas esperanças vai ser depositadas, eu como torcedor que vou ao estadio EXIGO MARCELO MACIEL E CASSIANO NESSE TIME PARA DOMINGO. que esse comentario possa chegar ate os olhos do tecnico remista.

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  13. E não esqueçamos que os salários continuam pendentes, logo foi um empate de time que quer subir este ano, espero e torço pra que aconteça,

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  14. Como havia dito em outra coluna, eu já não acreditava mais no Paysandu pelos resultados anteriores ao jogo de ontem. Mais pelo que eu houvi na rádio, o Paysandu foi outro time, mostrando personalidade e reagindo na hora certa, não deixando se abater no terreiro inimigo e mesmo tendo de busca um resultado adverso de dois gols a favor do adversário, que não era qualquer um “adversário” era o líder da competição.
    Agora falta saber o que realmente o jogadores, treinador e diretoria do Paysandu querem para os próximos jogos, se querem confirmar o bom momento, ou então querem alternar os resultados, onde se ganha ponto de equipes melhores e entrega para as mais fracas.

    Outra coisa, o Givanildo vai ater ate a próxima sexta-feira, para encontrar dentro do elenco substitutos para suprir a falta do Harisson e Potiguar! Acredito que, o treinador irá optar pela permanência do Alex Willian que foi um dos destaques da partida com um assistência, ao lado do meia Washington, deixando o Robinho de sobre aviso para a segunda etapa.
    Outra coisa que precisa ser repensado pelo Givanildo, é a presença no time titular do Rafael Oliveira, será se o gigante Kiros, não poderia reaparecer diante do Guarani de Sobral? Afinal de contas, foi contra a equipe cearense que o pernambucano marcou seu primeiro gol com a camisa bicolor em um jogo valido pela terceirona, é o Rafael Oliveira não vem rendendo o que se espera dele, outro que merece um oportunidade na equipe e o Pantico, já que o velocista Helinton já esgotou todo o seu estoque de chances e não agarrou nenhuma.

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  15. Devido a escassez de gols dos atacantes do Paysandu, um amigo meu, me disse hoje cedo, que sente saudades do Adriano Magrão! Eguá, eu já nem lembrava mais do goiano. hehe
    Mais penso que ele chega ate ter razão, pelo menos o Magrão lutava e dava opções para os outros jogadores do Paysandu, já o Rafael não faz nenhuma coisa nem outra, como o gigante Kiros e preterido ao posto de titular, penso que o Magrão poderia está sendo útil ao time nesta campanha da terceirona.

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    1. André, como esse teu amigo é desmemoriado, hein mano? Adriano Magrão fez um gol com a camisa do Papão, naquele jogo diante do Sport no Mangueirão. Depois, fez outro lá em Paragominas num amistoso com o Nacional de Manaus. Saudades do quê? O Paissandu precisa de atacante que faça gol e está saudoso de um que fazia menos que o Rafael e o Kiros?? Vá entender cabeça de torcedor…

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  16. Caro Gerson, na maioria das vezes procuramos expressar a nossa opinião utilizando a narrativa de um fato, por outros observados. Neste caso, o eufemismo dos nossos radialistas nem sempre nos permite acreditar no que narram. Remo e PSC não passam confiança. Pensar que o Remo poderá reverter a situação é sonhar bem alto. Acreditar que depois de 3 empates seguidos, o PSC vai engrenar só porque conseguiu empatar um jogo quando estava perdendo de 2 x 0 é ilusão. O que deve está dizendo o Luverdense – “Deixamos escapar 3 pontos para um time que não consegue ganhar dos lanternas”. Eles sim podem se amargurar e eu não vejo redenção alguma.

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    1. Concordo até certo ponto, amigo Natanael, mas a reação no segundo tempo do Paissandu não pode ser menosprezada. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra, camarada.

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  17. Senhor Gerson

    Fiquei surpreso ontem quando ontem, no Bola na Torre, o senhor assumiu acreditar nessa conversa de “jogador com nome esquisito”.

    Logo o senhor que sempre foi firme e coerente em suas convicções
    embora algumas vezes elas me contrariem?!?!?!

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    1. Esquisita é a sua reação, camarada. Não creio em superstições, gosto apenas de cultuar o lado folclórico do futebol. Nesse ambiente de times ruins, jogadores meia-sola, resta-nos brincar um pouco com a realidade. Já fiz manifestei isso em colunas e posts aqui no blog, diversas vezes. Óbvio que o nome não determina o grau de periculosidade de um atacante, assim como o cabelo esquisito ou a cor da chuteira não influem no rendimento de ninguém. Quero dizer com isso que humor é fundamental. Pena que o amigo não entendeu o espírito da coisa.

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  18. Gérson, gostei de ver os gols do Moysés, pelo PAPÃO, ontem no Bola na Torre. Deu até para ficar motivado e ter reacesa a chama da esperança para que tenhamos um atacante no time que faça gols, pois os que aí estão são só ruindade. Se o Moysés voltar com “FOME” de gols e for ainda aquele veloz e ousado atacante, será importantíssimo para a campanha rumo à subida para a B.

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  19. Gerson, eu lhe compreendo perfeitamente! Se levarmos em consideração a quantidade de gols que o Magrão fez quando jogou pelo Paysandu, não tem como requerer o mesmo no time, mais se olharmos por outro lado, podemos constatar que o mesmo, nunca deixou de lutar em campo. Mais como ele foi mais um a não dar certo por aqui, é melhor nos contentarmos com o que temos em mãos, afinal de contas, o Magrão não está mais no Paysandu, em compensação, temos o Rafael Oliveira (verminoso) e o guaraná soberano do Kiros (ruim pra porra). kkkkkkkkkkkkk
    Mais quem sabe umas dessas pomadas de arnica, não desencantem lá na frente e possam ajudar ao Paysandu em busca do seu objetivo…

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    1. Amigo André, artilheiro é aquele que faz gol. O sujeito não é contratado para jogar na área e fica só lutando, tem que botar para as redes. Fosse assim, seria mais lógico escalar o Zé da Fiel de novo.

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  20. Gerson e amigos, o Régis ficou chateado por não ser relacionado e pediu pra sair. Isso mostra o grau de comprometimento de alguns jogadores com a causa maior do Paysandu, que é chegar a série B. Ou seja, nenhuma. Essa é a verdadeira explicação dos seguidos fracassos do Papão. Falta de ombridade e amor pelo clube. Muitos jogadores não conseguem ver que subir de divisão ou mesmo ser campeão, é uma grande vitrine para eles próprios, como profissionais. Em vez de lutar, acima de tudo, para serem vencedores, ficam chateados por motivos menores. Incluo aí até a questão salarial. Porque se eu, caso fosse jogador, iria preferir jogar mais, jogar tudo que pudesse, para poder me sagrar campeão, pois aí sim eu teria maiores chances de ser visto por grandes clubes. Quando um jogador se deixa influenciar por criticas ou questões salariais, isso só prova a mentalidade pequena. Vá com Deus, Régis e quem mais quiser ir!

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  21. Sobre o CR, creio que só tomou os gols por enorme vacilo dos zagueiros, que insistem em ficar olhando a bola e não olhar atrás de si mesmos e em torno, para ver se não há adversários chegando. É erro PRIMÁRIO !! Égua, aprendi isso jogando bola na rua, em Bragança. Égua, tem muito jogador ruim que conseguem vagas nesses nossos PSC e CR. Vou te contar ! Acho que o Mixto, quente ou frio, não é esse suco de bacuri ou cupuaçú todo, não. Acho que o CR tem plenas condições de resolver. Acho que poderá naturalmente fazer 2 gols, mas acho que o temeário é a sua zaga horripilante evitar gols. O Mixto não é isso tudo, não. Se os jogadores entrarem concentrados e determinados, tem grandes chances de levar para penâlties ou mesmo ganhar por 3 gols de diferença.

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  22. O Paysandu conseguiu um bom resultado ontem,devido às circuntâncias do jogo,mas melhor seria uma vitória,sem dúvida… Contra o Guarany de Sobral não será fácil não,porém espero que o Paysandu vença,nem que seja por 1 x 0,pois o importante é que some os 3 pontos,além dos desfalques que terá,vale salientar… Já o Remo ,pode reverter ,sim,mesmo tendo um time fraco tecnicamente,até porque o Mixto é do mesmo nível,é certo que será difícil,atenuado ao fato de não ter marcado gol fora,isso pode ser determinante em prol do time Matogrossense…

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  23. Em relação aos centroavantes do Paysandu, concordo com o Gerson, ter saudades de Adriano Magrão é demais. Se é pra brigar com zagueiros, põe o Lyoto Machida no ataque, hehehe. Atacante, camisa 9, tem que fazer gols, coisa que ultimamente não vem ocorrendo com os avantes bicolores. Mas se formos pensar um pouco quem foi o último artilheiro do Paysandu, o próprio Rafael Oliveira, não é meio que irônico?

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