Paulo Henrique Ganso já é jogador do São Paulo

O meia-armador paraense Paulo Henrique Ganso é jogador do São Paulo. O contrato com o clube foi assinado na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, em uma reunião com representantes de Santos, São Paulo e do grupo DIS, detentor da maior parte dos direitos do atleta. O vínculo de Ganso com o novo time será de 5 anos. O jogador fará exames médicos na manhã de sexta-feira, no HCor, na capital paulista. A apresentação deve acontecer no domingo, já no estádio do Morumbi, antes do duelo contra o Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro.
Para contar com Ganso, o São Paulo vai pagar à vista ao Santos o valor de R$ 23,914 milhões, referentes aos 45% dos direitos do jogador. A partir de agora, a DiS passará a ter 68% dos direitos de Ganso; o São Paulo ficará com 32%. O time paulistano também concordou com outra exigência da cúpula alvinegra, que terá direito a 5% do dinheiro em uma possível futura venda do meia.
Sobre a exigência feita pelos santistas para a DIS, a empresa não cedeu aos pedidos dos dirigentes do clube. Para liberar Ganso, o Santos queria que o investidor perdoasse pelo menos metade da dívida contraída por não ter feito o repasse de 25% da venda do meia Wesley, hoje no Palmeiras, para o Werder Bremen (Alemanha), em 2010. A situação segue inalterada e será resolvida na Justiça, mesmo assim, o Santos liberou Ganso para assinar com o São Paulo. (Da ESPN)

O passado é uma parada…

A foto acima, uma das mais famosas do século XX, está completando hoje 80 anos. Foi tirada por Charles C. Ebbets no dia 20 de setembro de 1932. Intitulou o registro de “Lunch Atop a Skyscraper”. Ebbets fotografou onze operários almoçando sentados sobre uma viga no 69º andar do edifício GE Building em Manhattan, Nova York. Em função do ângulo arrojado e inusitado, a foto levantou suspeitas de fraude, mas a análise do negativo confirmou sua veracidade. O negativo de vidro da fotografia pertence à agência Corbis, detentora dos direitos da imagem. Ken Johnston, diretor de fotografia da Corbis, analisou o negativo a pedido do jornal The Telegraph. Segundo ele, a imagem não é uma montagem. “Quando você tem um negativo de cópia, você geralmente consegue ver a borda da cópia por trás, e geralmente teria clipes, porque você faria uma cópia de outra fotografia. E eu não vejo nada disso aqui. Este é o negativo original”, afirmou Johnston à época. (Fonte: Agência Reuters) 

Papão perde dois mandos de campo

O Paissandu foi condenado pelo STJD à perda do mando de campo de duas partidas em função dos objetos atirados no gramado do Mangueirão no jogo contra o Icasa-CE, há duas semanas. Além dos mandos, o Paissandu foi condenado a pagar multa de R$ 3 mil, mas pelo menos conseguiu a liberação dos jogadores Tiago Potiguar e Harison, que estão livres para enfrentar o Santa Cruz, sábado. A pena será cumprida nos jogos contra o Treze-PB, no dia 6 de outubro, e contra o Salgueiro, no dia 21 de outubro. Os clubes paraenses são reincidentes na prática de arremesso de objetos estranhos em campo. Para agravar ainda mais a situação, o STJD ainda não julgou as denúncias do árbitro do jogo entre Paissandu e Guarani de Sobral. A previsão é de uma pena ainda mais rigorosa.

Parabéns a todos os envolvidos.

Tribuna do torcedor

Petruchio Roceiro (petruchioroceiro@yahoo.com.br)
Meu Caro Gerson..
Você diz no seu blog que a melhor campanha da Libertadores foi do Payssandu, mesmo ele não tendo conquistado o titulo. Isso não corresponde a verdade. Ele fez boa campanha em 2003, mas o Cruzeiro em 1976 fez uma campanha muito melhor superando os 87% de aproveitamento. Foram 11 vitorias, 1  empate e 1 derrota nos 13 jogos. Você tá manipulando a informação porque vc deve tá juntando todas as participações dos outros clubes, por ex.: Cruzeiro tem 13 participações, e feito uma média. O Payssandu apenas uma participação. Mas em uma participação a melhor campanha de um clube brasileiro em uma edição da Libertadores foi em 1976. 

Para ser liberado, Ganso cobra palavra de dirigente

Irritado com o vaivém nas negociações sobre seu futuro, Ganso decidiu cobrar Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, o Laor. Entre ontem e hoje o meia telefonou para o presidente santista a fim de pedir que ele cumpra a promessa de liberá-lo mediante o pagamento de R$ 23.940.000. Até a publicação deste post, o craque ainda não tinha conseguido falar com o cartola, que viajou no final da tarde de ontem para a Europa e não atendeu ao menos a duas ligações.

Ganso se queixa de que o presidente falou publicamente que, se a parte equivalente a 45% da multa rescisória fosse paga, ele deixaria o jogador sair da Vila Belmiro. São Paulo e DIS chegaram a esse valor, mas o Santos só vai aceitar o negócio se a empresa topar um acordo para encerrar a briga com o clube na Justiça.

Ganso afirma a amigos que para o Santos vale tudo em busca de seus objetivos. Até quebrar promessa. Fala ainda que o clube parece não se importar que em jogo está o seu futuro. Laor já conversou com sua equipe após desembarcar na Europa, mas não comentou sobre o meia ter tentado contado. No entendimento do Santos, o clube cumpriu a promessa e aceitou a oferta do São Paulo. Mas precisa seguir a recomendação de seu departamento jurídico.

A bandeira levantada agora é que o clube não pode vender seus 45% se ainda briga na Justiça para recuperar 25% que estão com a DIS. Porém, Wesley e André foram vendidos pelo Santos e estão no mesmo imbróglio judicial. A diretoria alega que nesses casos não repassou o dinheiro à empresa.

Para aumentar a confusão, a DIS jura que não fará o acordo proposto pelo Santos (aceitar entre R$ 2 milhões e R$ 4 milhões no lugar dos R$ 8 milhões que pede na Justiça). Assim, falar com o presidente parece ser a única saída para Ganso. (Do Blog do Perrone)

Remo engaveta eleições diretas

Por Gerson Nogueira

O Conselho Deliberativo do Remo (com 32 presentes) empurrou com a barriga outra vez a proposta de reforma do estatuto do clube, que deve ser analisada apenas em novembro, inviabilizando sua aplicação nas eleições deste ano. A ideia do voto direto parece aterrorizar os conselheiros e, enquanto isso, a representação política no clube vai se esgarçando cada vez mais.

Resulta desse cenário o distanciamento que a torcida mantém de evento tão importante para o futuro do clube. Enquanto cabeças coroadas se preparam para escolher (pelo voto indireto) o novo gestor, os torcedores permanecem ao largo, conscientes de que pouca coisa de fato irá mudar.

As candidaturas definidas até agora são as de Roberto Macedo e Raphael Levy (com Max Fernandes como vice). Aldemar Barra permanece no páreo, mas já avisou que só concorre se tiver amplo apoio dos conselheiros, o que é pouco provável. O projeto de Marcelo Carneiro, que representaria um sopro de renovação, carece de mais musculatura junto ao colégio eleitoral.

Na seara do futebol profissional, ainda imerso em indefinições depois do fiasco na Série D, o clube anuncia a intenção de honrar compromissos com jogadores que integravam o elenco e esperam pela liberação. A promessa de acerto vem do dinheiro obtido com a venda parcial dos direitos federativos do meia-atacante Reis.

Jogador criticado pela torcida em diversos momentos, Reis virou salvação da lavoura e foi negociado ontem pelo Remo com investidores ao preço de R$ 150 mil (mais 20% de participação em futura transação). No fim das contas, apesar do valor aparentemente modesto, significa que a base continua a dar resultados.

Mesmo com pífios investimentos nessa área, formar jogadores ainda é a saída para os grandes clubes paraenses. Só os míopes ou mal-intencionados não veem isso. Com um pouco mais de interesse e participação dos dirigentes, os resultados viriam rapidamente. Até porque a revelação regular de bons atletas permitiria cobrar preços mais competitivos.

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Parece piada de mau gosto, mas é apenas uma triste verdade. Para o jogo decsivo contra o Santa Cruz, a diretoria do Paissandu definiu o preço do ingresso de arquibancada em R$ 20,00 demonstrando o mais completo desinteresse na presença de um grande público. Em evidente descompasso com o bom senso, a diretoria sinaliza que prefere esvaziar qualquer possibilidade de protestos no Mangueirão.

Depois da derrota diante do Fortaleza e da queda para a sétima colocação na classificação, esperava-se que o torcedor fosse incentivado a comparecer e empurrar o time a uma vitória contra o Coral pernambucano. Afinal, só os três pontos podem aliviar um pouco a situação de quase desespero vivida pelo Paissandu no grupo A da Série C.

Ou a diretoria teme mesmo ser vaiada ou, imaginando que o barco está mesmo afundando, tenta faturar uns cobres a mais. De qualquer maneira, a atitude representa um desrespeito em relação à massa torcedora alviceleste.

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Aristeu Leonardo Tavares, presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, em carta divulgada ontem, confirma a tese defendida por este escriba a respeito da anulação de gol do Vasco contra o Cruzeiro. Contestando as afirmações arrogantes de Arnaldo Cézar Coelho, Aristeu cita o livro Regras do Jogo 2012/2013. E declara que a “decisão arbitral deveria ter sido de não considerar-se como envolvido em jogo ativo, por ganhar vantagem, o atleta do Vasco da GAMA, por conta de ter sido a jogada consequência de um passe, pois dois jogadores em sequência tiveram a bola disponível para jogar e o fizeram por três vezes, e não de rebote e sim consequência de má técnica dos envolvidos. (…) Para finalizar que o gol produzido deveria ter sido validado”.

Afirmei mais ou menos isso na coluna de segunda-feira, com o fato adicional (e significativo) de não haver consultado nenhum livro ou especialistas da Conmebol. Minha posição se baseou somente nos princípios mais elementares do velho esporte bretão.

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Via Twitter:

“Ué, não é a gestão que está saneando o clube? Que livra patrimônios das vendas? A base tbm é patrimônio”.

De Marcos Pina Jr., questionando a gestão de Sergio Cabeça no Remo quanto ao FGTS dos garotos da base.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quinta-feira, 20)

Ex-técnico do Paissandu vai tentar salvar o Palmeiras

Por Mauro Cezar Pereira (ESPN)

Gílson Kleina trocará a Ponte Preta pelo Palmeiras e vai comandar o 19º colocado do Campeonato Brasileiro, a priori, até o final do ano que vem. Faz todo sentido. Treinador de 44 anos, ele dirigiu o time de Campinas no retorno à Série A. Quando foi rebaixado, em 2007, o Corinthians também foi buscar um técnico com tal experiência: Mano Menezes, que treinou o Grêmio na volta à primeira divisão em 2005. Decisão absolutamente pertinente dos dirigentes palmeirenses. Não, isso não é uma ironia.
Na situação atual, o melhor a fazer é pensar no ano que vem. Se Kleina conseguir o “milagre” que seria a permanência do Palmeiras na Série A, ótimo. Como isso é muito improvável, nada mais adequado do que pensar na campanha pelo retorno à elite, com direito à disputa da Libertadores.
A meu ver Cristovão Borges, seria uma opção mais interessante, pela experiência no torneio internacional e por ser um dos responsáveis pela permanência do Vasco entre os quatro melhores do Campeonato Brasileiro por quase cinco dezenas de rodadas. Mas Kleina não é má ideia. A questão agora é: cartolas e torcedores irão cobrar do novo treinador que mantenha o Palmeiras na Série A em 2012 ou que devolva o time à primeira divisão em 2013? Como será na prática?

A Ponte de Kleina nos rankings:
13ª em cartões amarelos, 60
6ª em cartões vermelhos, 2
17ª em cruzamentos, 15,8 por jogo
9ª em desarmes certos, 22,3 por jogo
7ª em faltas cometidas, 19,3 por jogo
3ª em faltas recebidas, 20,5 por jogo
3ª em finalizações, 14,2 por jogo
11ª em impedimentos, 3,5 por jogo

Gilson Kleina despontou para o futebol nacional depois de curta passagem pelo Paissandu no Campeonato Brasileiro.

Da série “O futebol pode ser maravilhoso”

Vida de boleiro abonado é outra coisa. Em alta no Atlético-MG, vice-líder do Brasileiro, o meia-atacante Ronaldinho Gaúcho saboreia literalmente a grande fase. Quando está a fim de saborear uma boa pizza à moda carioca, aluga um jatinho, pousa no Rio, fecha um restaurante na Barra da Tijuca, devora fartos pedaços e logo depois retorna para Belo Horizonte de bucho forrado.