
Os problemas do técnico Flávio Lopes só aumentam no Remo. Em julgamento realizado na tarde desta quinta-feira, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu aumentar a pena do meia Magnum (foto) de seis para oitos jogos de suspensão. O jogador, que vinha atuando graças a efeito suspensivo, está fora da decisão do Parazão, domingo, contra o Cametá. Além de Magnum, o Remo não terá os titulares Reis, Jhonnatan e Cassiano.
A sessão do Pleno do STJD reviveu o tumultuado embate Águia e Remo da semifinal do primeiro turno, com cinco denunciados dos dois times em julgamento. Por maioria de votos, foi aumentada a pena de seis para oito jogos de suspensão a Magnum. A pena de Miro, do Águia, foi reduzida de oito para seis jogos de gancho. Foram mantidos os 12 jogos de suspensão a Alexandre Carioca, também do Águia.
O preparador físico Roberto Ramalho, do Águia, teve a suspensão reduzida de oito para seis jogos de suspensão. Por fim, foram mantidos os quatro jogos de suspensão ao preparador Carlos Rocca, que era do Remo (está no Cametá), e foi reduzida de R$ 5 mil para R$ 500,00 a multa aplicada ao Águia.
A sessão terminou com uma áspera discussão entre o auditor Otacílio Araújo e o advogado Hamilton Gualberto, do Remo. O auditor disse que os torcedores no Pará precisam parar de arremessar objetos nos times adversários que jogam em Belém, citando o jogo entre Coritiba e Paissandu, realizado no Mangueirão pela Copa do Brasil. Exaltado, o advogado iniciou um bate-boca, acusando Otacílio de ter ofendido todo o Estado do Pará. (Com informações do site Justiça Desportiva/foto: MÁRIO QUADROS/Bola)