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É o Diário do Pará prestando serviço – ao atraso. Sai Marinor enojada, entra Jader diplomado. Os Orçamentos Participativos de Marabá e Santarém estão onde sempre estiveram – no limbo do jornal. O Conselho Metropolitano de Belém foi para as calendas do jornaleco (o silênciso)..E o IDH de Melgaço continua o mesmo, com apoio massivo da mídia prioprietária. E o Diário do Atraso segue firme em seu projeto conjunto com o Liberal – debochar do povo cabano.
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A dubiedade do noticiário. Na machete de cima bandido (Jader) diplomado. Na manchete de baixo ladrões (bandidos) mortos. Será que estamos certos de quem é quem?
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Camarada, “enojada” ou empolgada por servir de bucha de canhão, a ex-senadora devia estar satisfeita por ter passado um ano desfrutando de um mandato para o qual não foi eleita (ficou em 4º lugar na votação de 2010), por força do tapetão. Quanto ao jornaleco, tenha mais respeito pelos profissionais que dedicam tempo e talento para fazer um grande jornal, que por nenhum critério (a não ser o da má fé ou da miopia) pode se comparar aos concorrentes. Intolerância, aliás, é uma forma avançada de burrice.
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Gerson, Ancelmo Gois em sua coluna de hoje praticamente afirma que realmente aconteceu o tal fato. Porque o aracaju tem tanta certeza disso?? o homi tambem amanheceu mordido.
Saiu ao pai
Hélder Barbalho, o filho de Jader que é prefeito de Ananindeua, cidade vizinha de Belém, festejou a vitória do pai no STF, mandando atirar rojões na casa de Rômulo Maiorana, presidente do jornal “O Liberal”, que faz oposição à família dele no Pará.
O foguetório apavorou empregados e filhos do jornalista.
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Então, meu caro amigo Gerson Nogueira, me diga, nesses 10 meses em que a senadora Marinor Brito exerceu com dignidade e respeito aos votos que recebeu. Independente de ser no tapetão. O curioso é quem tirou a vaga de senador do ex-deputado não foi a senadora do PSOL, mas sim a justiça eleitoral e a corte máxima da justiça brasileira, o porque todos nós sabemos. Barbalho foi enquadrado na lei da ficha limpa por ter renunciado ao cargo do qual fatalmente seria cassado por quebra de decoro parlamentar. Marinor e o PSOL não tem nada com isso, entendeu?
Agora me diga, qual foi a postura desse “grande” jornal que você se refere, talvez grande por ter mais páginas impressas que o concorrente. Com se comportou seus brilhantes e taletosos jornalistas, com dizes, na cobertura da atuação da professora Marinor Brito? Me diga?
Faça um rápido levantamento, até mesmo nos classificados do Diário do Pará e me responda. Quantas reportagens sobre a CPI do Tráfico de Pessoas que a senadora Marinor Brito aprovou e hojé é relatora. Quando o Diário pautou esse tema, promoroso para o jornalismo, citando a senadora como uma das protagonistas?
Quando você mesmo diz ´”formado por profissionais que dedicam tempo e talento para fazer um grande jornal”, mas faltou pelo menos uma notinha na principal coluna do “grande” jornal da luta pelos 10% DO PIB da educação.
Faltou dizer também, que a parlamentar, Marinor e deputado Edmilson estiveram cobrando das autoridades de segurança do governo Jatene a apuração rigorosa da violência que uma menor sofreu na Colônia Heleno Fragoso ou a violência cometida contra 6 adolescentes na chacina de Icoaraci. No “grande” jornal não saiu uma linha seguer reconhecendo a importância de políticos na investigação para que os casos não caiam no esquecimento.
Seja franco como uma boa parte dos profissionais que compõe sua redação em dizer, até constragidos que “não posso citar a senhora na matéria por ordem superior”. Se um grande jornal é feito dessa forma, me desculpe meu caro amigo, não é o seu jornal ou o jornal que você trabalha. E infelizmente não vejo isso também na concorrência
Reconheço seu ímpar talento como jornalista, crônista esportivo, mas o “grande jornal” deixou de informar seus principais donos, os que o compram todas as manhãs em todo Pará, de o trabalho de uma parlamentar atuante, filha de costureira e que nunca se utilizou do bem público par construir impérios ou se beneficiar dos recursos públicos
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Camarada, entendo perfeitamente seus argumentos em defesa do trabalho da ex-senadora. Não depreciei sua atuação, apenas observei que o mandato não era legítimo. Quanto ao comportamento do jornal, espero que não ignore o fato de que grande parte do noticiário oriundo das casas legislativas embute propaganda explícita. A não citação deste ou daquele parlamentar em determinadas matérias não configura perseguição ou “geladeira”, denota apenas critério editorial. Ao mesmo tempo, duvido que profissionais da nossa valente equipe, notadamente os que cobrem a cena política estadual, todos profissionais experimentados, invoquem “ordem superior” para não acompanhar todos os passos da ex-senadora. A CPI do Tráfico de Pessoas é noticiada normalmente pelo DIÁRIO, como todas as boas iniciativas em defesa dos direitos humanos. Lamento dizer que o senso comum não vê a ex-senadora como protagonista da comissão, mas como uma das várias pessoas envolvidas em sua efetivação. O bom jornalismo costuma valorizar e evidenciar fatos ao invés de pessoas. Quanto ao trágico episódio dos adolescentes executados em Icoaraci, cuja cobertura mais marcante (para variar) foi a do DIÁRIO, não se pode deixar de notar que a ação dos parlamentares junto aos pais das vítimas, mais que meritória, representa uma obrigação. Se não virou notícia, com a exposição pretendida, não perde em valor. De mais a mais, a concorrência – mesmo inferiorizada em termos de tiragem e inserção junto aos leitores -, por motivos mais ou menos óbvios, compensou com sobras eventuais desatenções do DIÁRIO no acompanhamento da feérica agenda de Marinor, mesmo quando os assuntos se revelaram deslavados factóides.
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Uma senadora a pulso é isso que essa Marinor foi, foi ridicula sua passagem lá pelo senado.
Aliás ela sabia que pra ganhar visibilidade precisava se meter em casos que ganhassem repercussão na midia.
Foi assim com o Bolssonaro com quem quase saiu aos tapas por causa do famigerado “kit gay”.
Quando este fato que aconteceu na colônia com aquela moça veio pra cá fazer o quê? Se de lá pra cá nada mudou, mais posou de boa senadora e com boas intenções na mídia.
Só que o tiro saiu pela culatra, pois as pessoas que são contra e a favor de Jader numa coisa devem ser concordantes, Marinor estava de gaiata no navio.
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Se há a mídia independente, propalada nos bancos das universidade e que está na ética de um bom jornalista, com todo o respeito e com toda a certeza, não é no Diário do Pará.
Na minha humilde forma de interpretar esta foto da capa deste jornal, me parece uma clara forma de assegurar seus empregos.
A eleição de Jader, Legitima ou não, todo o povo que acompanha o cirio sabe quem é Jader, mesmo àqueles que deram seu voto, não relutam em comentar de quem se trata, existe vários interesses por trás do voto.
Quer saber quem Jader, é só pegar o imposto de renda dele dos últimos 20 anos. É Xeque-mate.
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