Botafogo já tem novo camisa 10

O meia Andrezinho, ex-Inter, foi apresentado oficialmente como jogador do Botafogo nesta terça-feira, em General Severiano. O jogador chegou à sala de imprensa cerca de 20 minutos após o previsto, ao lado do vice de futebol do clube, André Silva. Em seguida, o meia deu a sua primeira entrevista coletiva pela equipe carioca. O atleta, 28, já defendeu em sua carreira o Flamengo, o Pohang Steelers, da Coreia do Sul e o Inter. Agora, afirmou que ser campeão pelo Botafogo é o maior objetivo de sua carreira. “Fiquei quatro anos no Inter e agora tenho a chance de jogar o Carioca, o campeonato mais charmoso do Brasil. Todo ser humano vive de desafios, e o desafio da minha vida é vencer no Botafogo. Você só fica marcado em um clube sendo campeão, e esse é o meu desejo aqui”, disse. (Com informações de ESPN, G1 e Folhapress)

Veja ignora sucesso de “A Privataria Tucana”

Por Izabela Vasconcelos, do Comunique-se

O livro A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr, está entre os dez mais vendidos em livrarias e sites de literatura. No entanto, na lista dos 20 mais vendidos da revista Veja, a publicação não aparece em nenhuma das posições. Segundo as livrarias Cultura, Publifolha e Saraiva, além do site especializado Publishnews, o livro que divulga possíveis irregularidades cometidas por integrantes do PSDB figura no 2º lugar entre os mais vendidos, na categoria não-ficção, perdendo apenas para o livro Steve Jobs,  de Walter Isaacson. A obra de Ribeiro Jr aparece em 10º no ranking anual da Fnac. 

No lugar em que deveria aparecer A Privataria Tucana, a Veja destaca o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, de Leandro Narloch. Nas outras listas, o livro de Narloch aparece apenas na 15ª posição.Privataria Tucana, editado pela Geração Editorial, é resultado de 12 anos de trabalho do ex-repórter do jornal O Globo e Estado de Minas, Amauri Rineiro Jr., que acabou indiciado pela Polícia Federal por suspeita de participar de um grupo que tentou quebrar o sigilo fiscal e bancário de políticos tucanos.

Segundo o jornalista, Serra tentou investigar detalhes da vida política de Aécio Neves, do mesmo partido, já que os dois disputavam internamente a candidatura à presidência da República, nas eleições de 2010. Irritado com a repercussão, Serra negou as acusações descritas na obra e chegou a chamar o livro de “lixo”. Procurada pelo Comunique-se, a revista Veja preferiu não se pronunciar.

Te contar…

O adeus do driblador Catê

Morreu em um acidente de trânsito no Rio Grande do Sul, nesta terça-feira (27), o ex-atacante Marcos Antônio Cate Lemos Tozze, conhecido como Catê, campeão mundial pelo São Paulo em 1992. Ele se envolveu em uma batida com um caminhão Scania na rodovia ERS-122, em Ipê (a 184 km de Porto Alegre). O acidente aconteceu por volta das 10h40. De acordo com policiais rodoviários, o Fiat Uno que o ex-jogador dirigia invadiu a pista contrária e bateu de frente com o caminhão. O motorista do outro veículo não se feriu. Chovia no momento do acidente.

Segundo os policiais, Catê, 38, viajava sozinho e provavelmente perdeu o controle do veículo em uma curva, o que fez com que seu Uno fosse parar no sentido oposto. O ex-atacante morreu no local. O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal de Caxias do Sul. Não há informações sobre o velório e o enterro. O ex-jogador integrou o elenco do São Paulo que venceu o Barcelona no Mundial Interclubes de 1992.

Além do clube do Morumbi, Catê defendeu o Cruzeiro (1994), Universidad Católica (1996-1997), Sampdoria (1998-1999 e 2000), Flamengo (2000), Esportivo-RS (2006) e Brusque (2008). Teve também curta passagem pelo Remo, há cinco anos. Na equipe paulista, ele atuou em 136 oportunidades (entre 1991 e 1997) e fez 23 gols. Com as cores do São Paulo, Catê conquistou um Paulista (1992), Mundial (1992), duas Libertadores (1992/93), Recopa (1993) e a Copa Conmebol (1994). (Da Folha SP)

Dossiê Fifa pode comprometer Teixeira e Havelange

Pouco mais de uma semana após o presidente da Fifa, Joseph Blatter, afirmar que uma medida judicial impedia a divulgação dos documentos do caso ISL – que pode comprometer o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o presidente de honra da própria Fifa, João Havelange, segundo a rede britânica BBC -, uma novidade promete agitar o assunto, considerado o maior escândalo de corrupção da federação internacional. O jornal suíço “Handelszeitung” publicou nesta terça-feira que um tribunal do país rejeitou a ação que bloqueava os documentos. E que, com isso, eles serão abertos em até 30 dias, caso nenhum dos dois cartolas envolvidos recorra da ação.

Os papéis tratam da falência da ISL, ex-parceira de marketing da Fifa, e mostraria que os dirigentes receberam US$ 100 milhões (R$ 186 mi) em subornos. A Folha procurou a assessoria de imprensa da federação, que confirmou as informações. “A Fifa soube da decisão da Suprema Corte do cantão de Zug e não vai recorrer, até porque esse é o posicionamento da entidade e do presidente Blatter”, respondeu. Também procurada, a CBF se limitou a dizer que a nova decisão é “indiferente”.

Segundo a BBC, Teixeira e Havelange estão envolvidos no caso, que permanece sob sigilo judicial na Suíça. Por causa de seu teor, poderiam até ser expulsos. O processo judicial de falência da ISL constatou o pagamento de subornos a dirigentes nos anos 1990. Tais informações são mantidas em sigilo por conta de um acordo judicial. Dois cartolas da Fifa admitiram ter recebido suborno, pagaram multas e foram mantidos anônimos.

Após lutar por esse sigilo, Blatter mudou de ideia e prometeu divulgar o processo em meados de dezembro para limpar sua imagem e a da Fifa. Mas recuou sob o argumento de que uma liminar foi obtida para impedir a publicação do dossiê. Extraoficialmente, a Fifa atribui essa medida a Havelange e Teixeira. Enquanto isso, o dirigente da CBF entende que o presidente da Fifa tem medo das consequências do documento, pois o suíço era o secretário-geral da entidade na ocasião. Havelange era o presidente. Teixeira trabalha com a informação de que mais dirigentes estão envolvidos no caso e que, assim, as consequências não pesariam apenas sobre ele e Havelange. Seu discurso soa como uma ameaça velada a Blatter.

Além disso, caso a Fifa de fato divulgue o dossiê ISL, haverá uma nova batalha legal sobre o destino dos envolvidos no caso. Blatter já disse ser a favor da expulsão de membros do Comitê-Executivo implicados no escândalo. Será necessário criar uma comissão independente para julgá-los, pois o Comitê de Ética da Fifa, fundado em 2006, cinco anos após o fim da ISL, não teria competência para decidir punições. (Da Folhapress)

Tribuna do torcedor

Por Jorge Cardoso (jbicolor@gmail.com)

Caro Comentarista,

Em primeiro lugar desejo-lhe que o ano que se inicia seja de plenas venturas. Agora o motivo de escerver-lhe é a constatação de mais um absurdo com o amadorismo da administração que ocorre com os nosos clubes de futebol (sejam eles Paysandu ou o outro time), e o motivo vou relatar a seguir: Estando na época dos festejos natalinos, dirigi-me à Sede Social do Paysandu (Av. Nazaré) para comprar algumas camisas do meu time com a finalidade de presentear familiares. Chegando lá, deparei-me com a boutique que vende os artigos oficiais do Paysandu fechada. Quando indaguei ao porteiro o motivo da mesma estar assim em pleno horário comercial, ele justificou-me que, a pessoa que trabalha na loja estava de férias, e que a mesma só reabriria depois do retorno da funcionária. Ou seja, no mês em que o clube poderia ter mais algum retorno financeiro com a venda de seus produtos oficiais em plena época natalina, e isso não ocorre porque o Paysandu, numa demonstração clara de incompetência administrativa, não designou nenhum outro funcionário para ocupar o lugar da funcionária que entrou em período de férias regulamentares. Agora me digam se é ou não é uma prova inconteste de amadorismo em um clube???

Saudações Alvi-Celestes e um Feliz Ano Novo.

Vocação para o atraso

Por Gerson Nogueira

A gente se ilude, acredita que as coisas evoluíram, mas certos fatos demonstram que o estágio de profissionalização do futebol paraense ainda está engatinhando. Alguns clubes até buscam ficar em sintonia com as novidades administrativas executadas no Sul e Sudeste. Outros, porém, incorrem em erros primários, denunciando essa sinistra vocação pelo atraso.
Funcionários do Paissandu admitiam, ontem, que vários jogadores escalados para o amistoso de sexta-feira contra o Nacional (AM) estavam sem qualquer vínculo contratual com o clube. Uma forma perigosa e até irresponsável de lidar com um problema que há muito tempo é fonte de pesados prejuízos financeiros aos grandes (ainda) da capital. 
Ao contrário do que imaginam alguns dirigentes, a legislação trabalhista resguarda os direitos do profissional mesmo quando este não assinou carteira funcional ou está sem contrato. O vínculo se estabelece quando fica provado que o atleta representava o Paissandu e disputou jogos com a camisa do time.
Não é a primeira ocorrência dessa natureza e, certamente, não será a última, mas os clubes já deveriam ter se cercado de cuidados para fugir a esse tipo de descuido. Além dos diretores que cuidam especificamente das finanças, da segurança e da manutenção do estádio, deveria haver um profissional habilitado a responder pelas questões trabalhistas, justamente para evitar desatenções desse tipo, que não derivam de má fé ou desonestidade, mas de pura desinformação.
Ao mesmo tempo, os atletas também contribuem para a perpetuação dessa triste realidade. Muitos ainda desconhecem seus direitos e não zelam pela própria integridade, arriscando-se a disputar jogos sem qualquer respaldo contratual ou seguro.
E há casos mais alarmantes, como a incrível participação do atacante Rafael Oliveira, há duas semanas, no amistoso entre Remo e Comercial, em Ananindeua. O artilheiro do Paissandu, negociado com investidores e a caminho da Portuguesa de Desportos, teve a coragem de pôr em perigo as canelas (e a própria carreira) defendendo briosamente seu ex-time de pelada.
É preciso sempre levar em conta que a profissão de boleiro é das mais curtas, com prazo de validade que raramente extrapola 15 anos – ainda assim, quando o jogador tem a sorte de escapar das lesões próprias do esporte. Prevenir, no futebol como na vida, é sempre melhor que remediar.
 
 
Os oito clubes que disputam a fase principal do Parazão têm encontro marcado hoje, às 15h, com representantes da Funtelpa para sacramentar o contrato de transmissão dos jogos do campeonato. Apesar da insatisfação com a exibição para as praças onde acontecem os jogos, as agremiações não podem fazer beicinho porque é essa grana que vai assegurar a sobrevivência, principalmente para os seis clubes de porte médio. Se o acordo não é maravilhoso (embora seja muito bom), pior seria sem ele. 
 
 
O Imperador, que só brilhou mesmo nas temporadas de 2004 e 2005, continua a pontificar nas manchetes pelos motivos errados. Depois dos maus antecedentes – farras monumentais na Itália, episódios envolvendo traficantes no Rio e até denúncia de surra em namorada –, eis que o parrudo atacante corintiano rompe o Natal arranjando logo uma nova bronca, com direito a tiro de pistola na acompanhante do momento. Para o Corinthians, foi “uma fatalidade”. Adriano deveria dar graças a Deus por tanta compreensão que desperta e tamanha “$orte” para escapar de enrascadas.

(Coluna publicada no Bola/DIÁRIO, edição desta terça-feira, 27)

As 10 maiores freguesias em clássicos

1º LUGAR
Goiás 136 x 65 Vila Nova
vantagem de 71 vitórias para o Goiás.

2º LUGAR
Sport 220 x 159 Santa Cruz
Vantagem de 61 vitórias para o Sport.

3º LUGAR
Vasco 132 x 79 Botafogo
Vantagem de 53 vitórias para o Vasco.

4º LUGAR
Bahia 177 x 135 Vitória
Vantagem de 42 vitórias para o Bahia.

5º LUGAR
São Paulo 125 x 91 Santos
Vantagem de 34 vitórias para o São Paulo.

6º LUGAR

Palmeiras 126 x 92 Santos
Vantagem de 34 vitórias para o Palmeiras.

7º LUGAR

Atlético-MG 191 x 157 Cruzeiro
Vantagem de 34 vitórias para o Atlético.

8º LUGAR

CRB 183 x 149 CSA
Vantagem de 34 vitórias para o CRB.

9º LUGAR
Santa Cruz 184 x 153 Náutico
Vantagem de 31 vitórias para o Santa Cruz.

10º LUGAR
Remo 249 x 220 Paysandu
Vantagem de 29 vitórias para o Remo.

(Fonte: Blog Futebol Nordestino)