Separatismo em debate na Unama, na terça-feira

Acontece na próxima terça-feira, 16, na Universidade da Amazônia, importante debate sobre a proposta de divisão territorial do Pará. O evento contará com a participação de especialistas da Unama, UFPA e Idesp, que abordarão as realidades regionais da capital e das mesorregiões sul-sudeste e oeste paraenses, partindo de variáveis econômicas, políticas, sociais, ambientais e culturais, como densidade demográfica, investimentos públicos e indicadores de saúde e educação. Um dos debatedores será o professor-doutor da Unama Carlos Augusto da Silva Souza, autor do estudo “Redivisão territorial no Estado do Pará: motivações políticas e impactos econômicos e sociais”. A pesquisa, de 2010 e 2011, reúne dados das administrações públicas estadual e federal, indicadores de desenvolvimento, Produto Interno Bruto (PIB), repasses da arrecadação municipal, consumo de energia, extensão territorial, densidade populacional e de transportes, dentre outros.

7 comentários em “Separatismo em debate na Unama, na terça-feira

  1. Faltou dizer o horário do debate e o local exato.

    Conheço o Prof. Carlos Augusto, de quem fui aluno, e posso dizer que ele tem dados concretos que atestam que todos perdem com a separação do Estado do Pará. Quero ver os separatistas aparecem por lá para (tentar) contrariar os dados coletados pelo professor.

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  2. Pelo ao menos começou uma ação concreta contra a divisão do Estado e com argumentos coletados em pesquisa o que enfraquece a tese dos separatistas

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  3. Ô André Silva de Oliveira às 15:05 hs., assim foi e é. Como por aquí tambem não vai aparecer ninguem daí de Belém e região para estabelecer o contraditório. O voto decidirá. Os estudos/dados técnicos daí dizem da inviabilidade de Carajás e Tapajós, quando os nossos e do Tapajós dizem da viabilidade de ambos. Quem vive e trabalha tanto na capital como na RM (Região Metropolitana) tem pouco ou quase nenhum conhecimento das dificuldades que enfrentamos em nossa região (Sul/Sudeste). Não temos obras do governo estadual há mais de 2 (duas) décadas, principalmente dos atuais mandatários (PSDB), nos governos de Almir/Jatene e agora Jatene novamente. Queremos sòmente caminhar com as próprias pernas. NADA QUEREMOS DO PARÁ REMANESCENTE. Nosso outrora, querido(por nós) Pará, tem tido muito tempo (falo só de 1970 prá cá) para “dar certo” e não deu (certo) – pelo menos para nós . Essa é a realidade nua e crua que muitos não querem e propositalmente, não veêm. Já está provado e comprovado, que municípios – não digo nem o Pará – de dimensões continentais, são humanamente impossíveis de administrar com eficiência, mesmo com o know how (tecnologia) hoje disponível. Exemplo : De Marabá a Parauapebas são menos de 300 kms., e nessas quase 3 (três) décadas, foram criados 8 (oito) municípios entre as cidades em tela. Toda essa enorme área dos municípios criados fazia parte integrante do município marabaense. São alguns dados a considerar, acho eu, em meu modesto sentir. Abs. Marabá – Ainda Pará.

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  4. Luiz Sérgio e outros

    Só uma pergunta para poder continuar. Você é paraense nato?

    Se não é, não precisa continuar lendo.

    Se é, faça uma pequena reflexão.

    Quem vai assumir o poder se der certo o separatismo?

    Vão ser os marabaenses, os santarenos, paraopebanos (paraopebense é mineiro), os obidenses, enfim,os paraenses?

    Você já percebeu que você já não tem mais nem a cultura nem o linguajar nem muitos outros pequenos ítens de paraenses. Você percebeu que nem paraense você se considera?

    Você já pensou que (se vingar o separatismo) você estará ajudando a criar um pedaço do Sul dentro da Amazonia, que não foram gaúchos, nem paranaenses
    nem catarinenses,nem maranhenses nem outros que desbravaram, criaram condições de vida em terras inóspitas?

    Quando eles chegaram já encontraram tudo pronto, feito pelos PARAENSES. Será que foi para isso que seus pais,seus avós trabalharam tanto?

    Para entregar tudo a quem foi desprezado e não teve oportunidade em suas plagas, e acolhidos com amizade e carinho oferecendo-lhes a chance que lhes foi negada em suas terras e agora agem como a serpente da parábola que picou o peito que lhe ofereceu abrigo, calor e amizade.

    Pense no que você está pensando fazer.

    Ainda há tempo .

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