Papão é 34º no ranking de transmissões

O Flamengo divulgou uma nota na tarde desta quarta-feira afirmando que segue líder nas assinaturas de TV fechada (pay-per-views) para as transmissões dos jogos do Campeonato Brasileiro. Segundo o clube, uma pesquisa realizada pelo Ibope e pelo Datafolha mostrou que o Rubro-negro teve um crescimento de 8% o número de pacotes vendidos em relação a 2010. Hoje, o Flamengo lidera o ranking de clubes de assinaturas com 15,85% pelo Ibope e 16,70% pelo Data Folha. O Corinthians aparece em segundo com 11,93% e 12,63%, respectivamente, e o São Paulo em terceiro com 7,75% e 8,96%.

O Paissandu foi incluído na lista do Datafolha (embora não tenha jogos vendidos no sistema pay per view) e surge em 34º lugar no levantamento, mas não aparece na pesquisa do Ibope. O Remo, fora de competições nacionais, não é citado. O surpreendente é que o vice-campeão paraense fica atrás de clubes sem maior tradição, como Rio Negro (AM), América (RJ), Vila Nova (MG), Juventus (SP), Corinthians (PR), Criciúma (SC) e até do Rio Branco (AC), que é o 32º colocado.

(Com informações do Globoesporte.com)

Boataria corre solta na Curuzu

Nem bem sentou a poeira do suposto interesse do Paissandu em Jóbson (que nem pode mais disputar a Série C), um outro nome voltou a ser mencionado como nos planos do clube. Trata-se do veterano Kléber Pereira, que já defendeu Atlético-PR, Internacional e Santos, mas que se encontra no Moto Clube (MA) sem jogar há um bom tempo. A diretoria não confirmou a negociação.

Moju sedia os Jogos Abertos do Pará

Começa nesta quinta-feira a VI Edição dos Jogos Abertos do Pará, o maior evento esportivo amador do Estado. A etapa regional, que envolve as regiões do Baixo Tocantins e Marajó, tendo Moju como cidade-sede, começa com a participação de cerca 15 municípios. Durante quatro dias, atletas a partir de 15 anos irão competir em seis modalidades: atletismo, basquete, futsal, handebol, tênis de mesa e vôlei. O secretário de esporte e lazer, Marcos Eiró, estará presente na abertura do evento, falou da importância em realizar essa competição. Mais de 1.500 atletas estão inscritos.

Coluna: O mau exemplo europeu

Tivesse acontecido em Belém o episódio seria certamente visto e analisado com tintas pesadas, resultando em punição rigorosa. Mas, como estamos falando do prestigiado (e rico) futebol europeu, é quase certo que a coisa será acomodada em suspensões suaves e alguma reprimenda pública. Refiro-me às cenas grotescas transmitidas pela TV dos tumultos ocorridos na decisão da Supercopa da Espanha, entre Real Madri e Barcelona, no último fim de semana.
Insatisfeito com a nova derrota para o maior rival, o técnico português José Mourinho literalmente furou o olho de Tito Vilanova, auxiliar técnico do Barcelona, em meio ao sururu generalizado, no estádio Camp Nou. A briga foi iniciada pelo lateral brasileiro Marcelo, que entrou criminosamente em Cesc Fábregas.
Como há o risco de nova sanção ao clube, o Real se apressou ontem em apresentar defesa antecipada de Mourinho, sabidamente um treinador afeito a criar polêmica de qualquer natureza, desde que isso lhe garanta alguns minutos de exposição midiática.
De competência comprovada, depois de títulos ganhos com o Porto, Chelsea e Internazionale de Milão, Mourinho derrapa feio nas atitudes extra-jogo, insistindo em aparecer mais que os craques que comanda e sempre pronto a provocar torcidas adversárias. Comporta-se como autêntico “bad boy” fabricado, um rebelde sem causa, que mal disfarça a condição de mau perdedor.  
 
 
O Grêmio Barueri é protagonista de uma farsa escabrosa. Graças a um acordo com empresas da região, o clube tem a segunda média de público da Série B, apesar de jogar sempre para arquibancadas vazias. No papel, a média é de time de massa: 12.466 pagantes. Quando alguém se espanta, vem a explicação da própria CBF: as empresas compram ingressos dos jogos, distribuem para funcionários e convidados, que não se arriscam a ver as fracas apresentações do Barueri, um dos piores times da competição.
 
 
Para refletir. Jóbson recebeu 14 propostas (uma delas teria sido do Paissandu) desde que foi dispensado do Bahia por reincidência em atos de indisciplina. Será mesmo que o futebol está tão carente de atacantes que os clubes nem pesam as conseqüências de certas contratações? 
 
 
Ganhei de presente, do alvinegro juramentado Ronaldo Passarinho, mais uma obra respeitável sobre nosso amado Botafogo. Trata-se de “Botafogo: o Glorioso”, do jornalista Roberto Porto, lançamento da Editora Leitura. Além de depoimentos saborosos de botafoguenses ilustres, como Marcos Penido, Marcelo Anthony e Beth Carvalho, o livro levanta diversas questões polêmicas sobre a Estrela Solitária.
Destaque para a dúvida eterna sobre o melhor ataque do clube em todos os tempos: Garrincha, Didi, Amarildo, Quarentinha e Zagallo ou Garrincha, Didi, Paulo Valentim, Quarentinha e Zagallo.
De minha parte, humildemente, prefiro a segunda formação. Amarildo era um excepcional avante, mas Valentim era um centroavante típico, que raramente perdia gols, e Quarentinha (o nosso Valdir Cardoso Lebrêgo, maior artilheiro botafoguense de todos os tempos, com 308 gols) fazia afiadíssima dupla de área com ele, apesar de sequer se cumprimentarem.  

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quarta-feira, 24)

Torcedor cria incidente em treino na Curuzu

Em semana decisiva para o clube na Série C, os jogadores do Paissandu treinam em ritmo forte para enfrentar o Luverdense domingo à tarde, na Curuzu. A concentração no jogo gera alguns desentendimentos normais durante os treinos, nem sempre compreendidos pelos torcedores. Na tarde desta terça-feira, depois que pedou mais atenção ao jovem volante Neto, o lateral direito Sidny passou a ser alvo de xingamentos e críticas aos gritos de um homem que estava nas arquibancadas. O auxiliar técnico Zé do Carmo foi até o cidadão e exigiu que se comportasse, evitando insultar os atletas.

Depois do treino, surgiu a informação de que o tal torcedor era um parente de Neto que se aborreceu ao ver Sidny criticar o volante. O lateral disse que fez observações normais de jogo a Neto e que os torcedores devem procurar respeitar o trabalho desenvolvido pelos jogadores.