Diretoria anuncia Fred como gerente de futebol

A diretoria do Paissandu se manifestou no começo da noite desta segunda-feira, anunciando Fred Ca rvalhocomo novo gerente de futebol. A informação desmente a notícia do site Futebol Interior, segundo a qual o presidente Luiz Omar Pinheiro pretendia recontratar o ex-atacante Robgol, ex-deputado estadual (2007 a 2010), para ocupar a função de gerente de futebol. A escolha de Carvalho para gerenciar o futebol não significa que Robgol não venha a ser chamado para exercer um outro cargo no clube. (Com informações da Rádio Clube e do Bola)

Fernandes impõe condições para permanecer

Depois de uma conversa com o presidente Luiz Omar, o técnico Roberto Fernandes decidiu permanecer no Paissandu, apesar da proposta recebida do Americana (SP). Segundo gente ligada ao treinador, o papo com o dirigente serviu para delimitar os espaços de cada um: Fernandes condicionou ficar desde que LOP não se intrometa mais em assuntos diretamente ligados aos jogadores. Invadir vestiário depois de jogo para esculhambar o time, nunca mais. O presidente teria concordado com a exigência. (Com informações da Rádio Clube)

É só o começo…

Do Blog do Juca Kfouri

O “Jornal Nacional”, da Rede Globo de Televisão, acaba de contar a nebulosa história do amistoso entre Brasil e Portugal, em novembro de 2008 (relembre-a aqui). O “Jornal Nacional” é aquele que é o único que importa, segundo ele mesmo disse à revista “piauí”, ao presidente da CBF, e do COL, Ricardo Teixeira. O que um repórter, Gabriel Castro,  da rádio CBN, começou,  tem mais um capítulo agora, na TV Globo (veja aqui).

Some-se a isso a absoluta indisposição da presidenta Dilma Rousseff que não quer saber dele nem pintado a ouro, mais as manifestações ainda restritas às redes sociais, mas já com alguma visibilidade nas ruas (acima, foto de manifestação realizada sábado, no centro de São Paulo) e pronto: a cama de Teixeira está arrumada.

Ele deveria ter se mantido à sombra, como sempre fez. Botar a cara na janela foi fatal.

Ismael lança “Sujando os Sapatos”

Foi no IAP, sábado à noite, o concorrido lançamento do livro “Sujando os Sapatos – O caminho diário da reportagem”, do repórter Ismael Machado. O livro reúne reportagens assinadas por Ismael no DIÁRIO nos últimos quatro anos. A temática é quase sempre de valorização do homem comum, que vive esquecido e à margem dos acontecimentos. Na foto acima, o autor se prepara para autografar um exemplar para o amigo João Vital, também escriba de fina estirpe.

A frase do dia

“Temos que nos acostumar a jogar contra a arbitragem. Aconteceu de novo nesse jogo com o Paissandu, mas já estamos acostumados, temos que vencer o adversário e o árbitro. Tem dúvida de que teremos jogador expulso lá em Belém? Apesar disso, vamos lá e vamos ganhar, com 10, com 9 jogadores…”

De Lisca, técnico do Luverdense, botando a culpa na arbitragem pelo empate em casa diante do Paissandu.

Coluna: Quem não se comunica…

Do episódio que concentrou as atenções do mundo esportivo paraenses nas últimas horas – a suposta saída do técnico Roberto Fernandes (não confirmada oficialmente até o fechamento desta edição) – um lado pelo menos já saiu bastante chamuscado: a comunicação do Paissandu. Clubes de futebol costumam subestimar o papel de uma assessoria de imprensa.
Em geral, a tarefa é repassada a ‘aspones’ ou puxa-sacos de dirigentes. Raramente, um jornalista é chamado para exercer a função. O amadorismo prevalece, nem sempre por ingenuidade. Na maioria dos casos, a improvisação é proposital.
E se há algo que pode ser decisivo (tanto para o bem quanto para o mal) nos dias de hoje é a comunicação. O princípio vale para todo tipo de atividade, da siderurgia à coleta de lixo, passando pela física nuclear ou clubes de boliche. Ninguém sobrevive, na era digital, sem se comunicar bem. Aliás, há 30 anos, Chacrinha já avisava à massa o quanto isso era importante. 
Em tempos de Twitter e Facebook, que personificam a informação ágil, repassada em tempo real através de celulares, notebooks ou netbooks, deixar de informar a clientela constitui pecado capital.
Milhares de torcedores do Paissandu passaram o domingo esperando, ansiosos, por uma notícia oficial sobre a situação de Fernandes. Foram dormir sem saber ao certo se o time amanheceria com ou sem técnico. Não deixa de ser um tremendo desrespeito.    
 
 
Sobre a permanência ou não de Fernandes, a única certeza é de que uma crise interna é a última coisa de que o Paissandu precisa neste momento. O treinador teria ficado indignado com a intervenção do presidente Luiz Omar Pinheiro, criticando o time ainda nos vestiários do estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde.
Além de configurar uma deselegância em relação ao técnico, a esculhambação geral não traz nenhum efeito prático benéfico para o clube. Afinal de contas, de cabeça quente, ainda sob o calor da refrega, ninguém pensa de maneira racional. Nem os atletas, nem o presidente. E é preciso entender, ainda, que o empate não foi um mau resultado.
Para agravar ainda mais as coisas, Fernandes havia recebido ainda no sábado uma proposta para assumir o Americana (SP), que demitiu o técnico Toninho Cecílio após goleada sofrida para o Vitória. Portanto, a ação intempestiva do presidente pode ser o pretexto que faltava para Fernandes pedir o boné e sair por cima, afinal o time está invicto e é líder de sua chave na Série C. 

 
Flamel, com o golaço de sábado à noite, mandando na gaveta em chute de fora da área, prova que poderá ser utilíssimo ao Águia nesta Série C. Cabe observar que, no recente campeonato paraense, a ausência de um bom jogador de ligação atrapalhou os planos de João Galvão. Flamel, que não mostrava suas qualidades há algum tempo, pode estar reconstruindo a trajetória em Marabá. Excelente negócio para os dois lados. 

O Remo completa hoje 100 anos de reorganização e aproveita para fazer um grande evento, na sede social. Missa em ação de graças e recepção para os associados integram a programação.