Remo empata em Tucuruí

Em partida amistosa realizada em Tucuruí, neste sábado à tarde, Remo e Independente não passaram de um empate em 0 a 0 no estádio Navegantão. Mais uma vez a equipe azulina não apresentou um bom futebol e não conseguiu superar o time comandado pelo treinador Samuel Cândido, que estreava no comando do Independente. Com portões abertos, o Estádio Navegantão recebeu aproximadamente um público de 4.500 torcedores. 

A delegação azulina passará a noite em Tucuruí e por volta das 5h da manhã de domingo, logo após o café da manhã, retornou a Belém. Os próximos amistosos do Leão estão marcados para os dias 15 e 22 de agosto. No próximo sábado (15), o Remo viajará até o município de Bujaru para enfrentar a equipe do São Joaquim e, no dia 22, a equipe comandada por Sinomar Naves irá até Almeirim jogar contra a seleção local. (Do site da Rádio Clube)

A Fórmula “Cacá Bueno”

Da ESPN
Revoltado contra uma suposta intervenção irregular da direção de prova no treino classificatório para a etapa baiana da Stock Car, Antonio Pizzonia esbravejou contra a categoria em seu Twitter. No serviço de microblog, o amazonense classificou a disputa de “Fórmula Cacá Bueno”.

“Meu câmbio quebrou logo na primeira fase da classificação e fiquei sem a 2ª marcha. Mesmo assim passei pra segunda fase. Tentamos arrumar, mas não daria tempo. Fomos pra pista mesmo assim e quando finalmente ia abrir a minha volta a direção de prova resolveu encerrar o treino antes do tempo. Curiosamente, somente os 6 primeiros passam para a próxima fase. Adivinhem aonde o Caca Bueno estava?! 6º!!”, escreveu o piloto em mensagens divididas, já que o serviço permite postagens de apenas 140 caracteres por vez.

Candidato a entrar no playoff da Stock, Pizzonia teve então que se conformar em largar apenas da 15ª colocação em uma pista que não favorece as ultrapassagens. “Essa manipulação ridícula destrói o nosso esporte. Falta de profissionalismo absurda. Regras não existem. Cada corrida é uma palhaçada nova”, reclamou Pizzonia, que aproveitou a plataforma para ironizar: “Galera, não percam amanhã a corrida da Fórmula Cacá Bueno as 11 da manhã ao vivo na Globo”.

Filho do narrador da TV Globo Galvão Bueno, Cacá tem dois títulos de Stock Car, conquistados em 2006 e 2007.

Finalmente, aparece alguém para dizer umas verdades sobre mais essa fraude patrocinada pela Globo.

Coluna: Sobre pais e filhos

Só um detalhe ainda faz com que a imprensa e o mundo esportivo de todo o Brasil reconheçam a grandeza do Pará no futebol: a febre de bola que campeia por aqui. Não é pouca coisa. Para nós, aliás, é tudo. Representa a última gota de orgulho que ainda podemos brandir, principalmente depois que Belém perdeu a disputa para sediar jogos da Copa de 2014.
Você há de perguntar por que me refiro a esse patrimônio natural do futebol paraense em pleno dia dedicado aos pais. É simples: dos pais é que nascem as paixões e as escolhas dos filhos. No futebol, embora não haja estudo científico que embase a minha tese, creio que em 99% dos casos os descendentes assumem as mesmas bandeiras de seus velhos.
Pertenço a este mínimo percentual das ovelhas desgarradas, que se insurgiram contra a orientação paterna. Meu pai José, vascaíno de quatro costados, não me transferiu a sua afeição pelo clube da Colina. Não teve culpa. Naquele período, entre 1966 e 1968, de beatlemania e tropicália, a fase não era das mais risonhas lá por S. Januário.
Ao contrário, o Botafogo respirava as glórias recentes de Mané Garrincha, Didi, Amarildo, Paulo Valentim, Nilton Santos, Quarentinha e Zagallo. As revistas que chegavam até Baião relatavam, com fartura de detalhes, as conquistas e mágicas daquele timaço.
Lembro de ficar ao lado de meu pai, debruçado na ampla janela de casa, ouvido ligado na domingueira da PRC-5 a retransmitir grandes embates nacionais, em cadeia com a Nacional e a Globo do Rio.
Ali, entre uma ou outra frase de efeito de Waldir Amaral (“indivíduo competente… 10 é a camisa dele…”), ouvia seus comentários e dicas sobre o futebol romântico que aqueles tempos ainda permitiam.
Quando o Botafogo construiu outro super time, apelidado mui justamente de Selefogo, já veio me encontrar cooptado pela magia da Estrela Solitária. Tempos de Gerson, Jair, Paulo César, Rogério, Roberto Miranda, Leônidas.
Meu pai bem que tentou, à sua maneira, com humor e informação, mostrar que o Vasco era o Vasco, mas, àquela altura, eu já era Botafogo. Até a medula. Era o time da moda, não havia como escapar ao fato. E, com a compreensão generosa que todo pai tem, ele aquiesceu que eu fosse ser botafoguense na vida. 
   
 
Tive mais sorte com os meus. Pedro e João são botafoguenses, cantam o hino, vestem a camisa. Acompanham os jogos, xingam árbitros, sofrem e vibram. Assim é a vida. 
 
 
Na Curuzu, nesta tarde de domingo, que presumo ensolarada, dezenas de pais orgulhosos estarão escoltando os filhos, na esperança de que o objeto da paixão não os decepcione.
O Paissandu, que depende somente de 180 minutos para retornar à Série B, é o alvo desse sentimento. E certamente saberá retribuir à altura.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO deste domingo, 09) 

Leão faz amistoso em Tucuruí

O jovem time do Remo faz, na tarde deste sábado, em Tucuruí, seu quinto e mais difícil amistoso sob o comando de Sinomar Naves. Enfrenta o Independente, treinado por Samuel Cândido e reforçado por um sucatão de veteranos do futebol paraense – Rogério Belém à frente. Levy e Tiago serão os meias. Alessandro e Helington, os atacantes.

Papão já está escalado

Valter Lima já definiu o time para o jogo de domingo: Paulo Wanzeller; Jucemar, Rogério, Luciano e Aldivan; Mael, Dadá, Zeziel e Velber; Torrô e Zé Carlos. É o melhor que o Paissandu tem, nas circunstâncias, para buscar um bom resultado em casa – que se traduz numa vitória sem sofrer gol. A ideia de Valtinho, pela própria escalação do time, é sufocar o Icasa até com três atacantes, pois Velber pode se transformar em terceiro atacante ao longo da partida. Foi uma boa sacada acabar com essa babaquice de suspense na divulgação dos titulares.

Outra vitória baré

A sede da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) será transferida de Belém para Manaus. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira. Na capital paraense ficará apenas um posto de atendimento. Em todo o país, funcionam sete gerências regionais.

Baião e Mocajuba

O governo estadual anuncia as obras de terraplanagem e asfaltamento da PA-151 entre os municípios de Baião e Mocajuba, previstas nas demandas do Planejamento Territorial Participativo (PTP) para a Região de Integração Tocantins. O lançamento das obras será neste sábado (8), com a presença de Valdir Ganzer, secretário de Transportes.
A rodovia será asfaltada em duas etapas, até 2010, com um dos tipos de revestimentos asfálticos mais utilizados nas vias urbanas e rodovias brasileiras, o Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ).
De acordo com o agente do PTP na região, José Maria Lima, a obra trará mais dignidade à população ao tirar os dois municípios do isolamento e promover o desenvolvimento econômico da região, ao facilitar o escoamento da produção local. O trecho das obras, orçadas em cerca de R$ 8 milhões, que se estende por 32 quilômetros, receberá asfaltamento, sinalização adequada, acostamento pavimentado para pedestres e ciclistas, sistema de drenagem e meio fio.
A Região de Integração Tocantins tem 35.838 km² e uma população de 655.955 habitantes, distribuída em 11 municípios. É formada pelos municípios de Abaetetuba, Acará, Baião, Barcarena, Cametá, Igarapé-Miri, Limoeiro do Ajuru, Mocajuba, Moju, Oeiras do Pará e Tailândia.

Aleluia! Um velho pleito de baionenses e mocajubenses vai se concretizar, finalmente.

Abbey Road, 40 anos

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Dezenas de fãs se aglomeram todos os dias em uma das faixas de pedestres mais famosas do mundo, em frente aos estúdios da Abbey Road em Londres, para uma foto no local da famosa imagem dos Beatles atravessando a rua de mesmo nome, há 40 anos. Mas agora, neste dia 8 de agosto, os nostálgicos da maior banda de todos os tempos irão lotar a emblemática rua para celebrar o 40º aniversário da foto, capa do último disco gravado e considerado um dos mais importantes do grupo, também chamado “Abbey Road”.

O ritual se repete a cada dia neste cruzamento, perto de St John’s Wood, no noroeste de Londres. Centenas de turistas se fotografam fazendo os mesmos gestos: em fila indiana, olhar fixos para frente, pernas espaçadas. Fora o fato de as faixas brancas estarem desgastadas, o cenário quase não mudou.

Popular na época, o bairro se tornou uma área residencial afastada de Londres, cheia de propriedades de milhões de libras. Quinze metros mais longe, no número 3 de Abbey Road, o estúdio de gravação é a segunda etapa da peregrinação. Além dos Beatles, Glenn Miller, o Pink Floyd, o Oasis e o U2 já gravaram lá. Mas as milhares de assinaturas e grafites do muro da entrada são dedicados aos Beatles. (Com informações da Folha de S. Paulo)