A quem interessar possa…

Agenda do presidente Lula para esta quarta-feira, 26:

09h – Despacho interno – Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)

09h30 – Guido Mantega, ministro da Fazenda

11h30 – Miguel Carrizosa, presidente do Congresso do Paraguai

12h30 – Despachos internos

15h – Coordenação Nacional das Entidades Negras (CONEN)

16h – Dilma Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil

18h – Abertura do Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico – Escola de Administração Fazendária (Esaf), Km 04, Estrada Brasília/Unaí (Lago Sul), Brasília/DF  

(Fonte: Secretaria de Imprensa da Presidência)

“Abraço” prorrogado

O espetáculo “Abraço”, que o Grupo Cuíra apresentou durante todo o mês de agosto, teve sua temporada prorrogada por mais um mês, ficando, portanto, até o dia 27 de setembro, naquela casa de espetáculos, sempre às sextas, sábados e domingos, às 21h. “Abraço” tem por novidade o retorno aos palcos do grande ator e ícone do teatro paraense, Cláudio Barradas, juntamente com Zê Charone, fazendo uma dupla que está recebendo os maiores elogios por sua performance. O espetáculo tem a duração de 50 minutos, com direção, texto e música de Edyr Augusto Proença.

Braaasiiiiillllll…

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A foto, publicada pelo The New York Times desta terça-feira, já está rodando o mundo. Mostra uma nesga de floresta nativa cercada de área devastada para plantação de soja, no Estado do Mato Grosso, terra do incansável Blairo Maggi. A imagem serve também para os nativos que insistem em achar que desmatamento deve ser preocupação apenas de eco-chatos. Não. Deveria ser prioridade nas discussões de todos os que se preocupam com o futuro. Ainda mais quem tem filhos.

CBF consagra a marmelada

O regulamento é absurdo, sem pé nem cabeça. Desde o lançamento oficial da Série D esses erros ficaram expostos. Hoje, novas declarações do diretor técnico de competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Virgilio Elísio, confirmaram ainda mais essa impressão. Ao Portal Futebol Interior, ele disse que o critério de desempate, das melhores equipes com índice técnico, é a somatória da pontuação de toda a competição. “Nós já falamos disso antes, e, agora, voltamos a esclarecer. Os melhores serão definidos pela somatória de toda a competição, não somente na terceira fase da Série D”, afirmou Elísio.

Com o esclarecimento sobre o confuso regulamento, constata-se que Macaé e Chapecoense já estão classificados à quarta fase do campeonato Brasileiro, por terem 17 pontos, na liderança da somatória de pontos. Outros times que estão perto da classificação pela vaga de índice técnico são: Tupi-MG, Cristal-AP e São Raimundo-PA. 

A situação é tão surrealista que se a Chapecoense perder seus dois jogos vai ficar com 17 pontos, podendo ser ultrapassado apenas por Macaé ou Tupi e Cristal ou São Raimundo. Mesmo caso dos cariocas, que só ficarão atrás da Chapecoense e de Cristal ou São Raimundo, mesmo se perderem os dois jogos. 

Para que Cristal e São Raimundo se classifiquem é simples. Ambos os times podem “combinar” de cada um vencer a partida por 1 a 0. Assim, a decisão da vaga direta seria na cobrança de penalidades. Com isso, cada time chegaria aos 17 pontos e um passaria pelo índice técnico e outro pela vaga. Isso aconteceria porque apenas Macaé ou Tupi ficariam à frente dos times do Norte, mas, como ambos se enfrentam, um não ficará na briga pelo índice técnico. (Com informações do Futebol Interior)

Em outras palavras, a moderníssima CBF criou mais um monstrengo, que praticamente obriga dois times a fazerem arranjos no mata-mata, prejudicando os demais competidores.        


Tribuna do torcedor

Por Sebastião Junior

Sempre que escrevi a você, procurei sempre expressar minhas opiniões evitando o “calor da emoção”, com serenidade e de forma fria coloquei meus pontos de vista. Porém o que o presidente do Paissandu tem feito é no mínimo irritante.
Assim que o Paissandu sai da Série C, os portões da Curuzú foram fechados e por decisão dele, e somente dele, o time ficará sem jogar este resto de ano. A instituição não pertence a uma pessoa somente, e este senhor deveria ouvir seus conselheiros e a torcida. Vale lembrar que ano que vem, o Paissandu, diferente do seu rival irá disputar três campeonatos: o fraco campeonato paraense, a Copa do Brasil que pode lhe render  uma boa grana se conseguir passar pelo menos da primeira fase e a série c que está se tornando um tormento.
Então por que sempre deixar para montar time em véspera de campeonato? Será que ninguém aprende?
O círio está aí, devemos Ter muita gente em Belém, não seria uma boa oportunidade para um RexPa no Sábado? Lembro que anos atrás sempre ocorria o RexPa do Círio.
Eu nunca fiz marketing e não entendo como essas pessoas que estão a frente de Remo e Paissandu não conseguem ganhar dinheiro para os clubes.
Não concordo com o fechamento das atividades do Paysandu este ano, o presidente não pode ser o centro das atenções neste clube e não pode tomar as decisões sozinho.
Ele diz que quer que a imprensa o esqueça, a imprensa pode esquecer dele sim, mais não levar o Paissandu junto. É muito fácil numa horas dessas jogar a culpa na imprensa.

Arbitragem eletrônica?

Por Juca Kfouri, na Folha de S. Paulo

PEGUEMOS O jogo do Pacaembu entre Corinthians e Botafogo, 3 a 3.

A rigor, dos seis gols, três podem ser contestados. O segundo e o terceiro gols do Corinthians em falta e pênalti cavados por Jucilei e por Jorge Henrique.

E o segundo do Botafogo, com a mão esquerda de André Lima, que depois ergueu as duas mãos ao céu, para agradecer ao “deuslize”. Além disso, houve um provável pênalti em Victor Simões no primeiro tempo que o árbitro deixou passar em branco.

Resultado: o resultado do jogo, com arbitragem eletrônica, seria outro, bem diferente, talvez 3 a 2 para os cariocas.

Só que arbitragem eletrônica é um sonho que está longe de se realizar, razão pela qual o mais inteligente é tratar menos de arbitragens, porque apesar da fragilidade dos apitadores, temos de reconhecer que é covardia comparar o olho humano ao da TV. E mesmo assim cabem ponderações: provavelmente o apitador de ontem, dirá que o lance em Victor Simões não foi mesmo nada, pura encenação, e que tanto Jucilei como Jorge Henrique de fato receberam apenas dois leves empurrões, mas suficientes para derrubá-los em terreno tão escorregadio como estava o gramado do Pacaembu.

E ao reconhecer a mão na bola de André Lima (3 a 2 para o Corinthians…) diria que é humano, que erra, e lembraria o gol de Maradona contra a Inglaterra ou o de Túlio contra a Argentina, ou o de… Mas, se esperto, diria também que Jorge Henrique e Dentinho perderam dois gols feitos no primeiro tempo.

Que Mano Menezes demorou a tentar trancar o esfacelado Corinthians e que nada justifica o pênalti cometido pelo zagueiro botafoguense Léo Silva que atropelou Dentinho como uma jamanta desgovernada. Porque é isso mesmo. Jogadores, técnicos, analistas de arbitragem, jornalistas em geral, também erram muito e será honesto reconhecer que o empate no Pacaembu se desenhava independentemente da arbitragem.

O raro leitor e a amável leitora já se deram conta de que não há mais uma entrevista de treinador que tenha perdido um jogo que não se livre da responsabilidade atribuindo-a ao apitador. Há até aqueles que dizem não ter por hábito falar do árbitro para, em seguida, abandonar o discurso. É claro que não dá para fazer a crônica desse 3 a 3 sem referência às lambanças, mas é de se ter sérias dúvidas se foram elas as responsáveis pelo placar final.

Como é de se lamentar a necessidade de ficar de olho no apito porque, de tempos em tempos, somos assolados por casos “Cattani”, em 1996, “Ivens Mendes”, em 1997, “Loebeling/Armando Marques”, em 2001, e, mais recentemente, o caso “Edílson Pereira de Carvalho”, em 2005.

Vale lembrar, porém, que quem mais reclama da solução encontrada em 2005 – a repetição dos jogos suspeitos – é quem hoje mais suspeitas lança sobre as arbitragens, o cartola Fernando Carvalho, do Inter, que lembra o senador Aloizio Mercadante, pois promete ir às últimas consequências, mas se curva, pragmaticamente. 

Premiê enche a bola de Ronaldinho

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O premiê da Itália e proprietário do Milan, Silvio Berlusconi, quer Alexandre Pato, Ronaldinho e Seedorf na linha ofensiva para o clássico do próximo fim de semana contra a Inter de Milão. Assim disse o político em declarações nesta segunda-feira à noite a um programa de TV, reproduzidas nesta terça-feira pela imprensa esportiva do país. Nelas, mais uma vez Berlusconi mostra sua confiança em Ronaldinho e diz que o meia vale o ingresso. “É um jogador íntegro. Jogue onde jogar, com suas invenções já vale o ingresso. Apesar dos 29 anos, é um jogador que eu não trocaria por nenhum outro”, comentou. “Se eu tivesse que fazer a escalação, poria Seedorf de meia, Pato de primeiro atacante e Ronaldinho de segundo”, palpitou o primeiro-ministro, que disse já ter sido ouvido pelo técnico Leonardo e recebido apoio.

Abbey Road 40 anos

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A descolada revista Mojo deste mês traz matéria de capa celebrando os 40 anos de Abbey Road, o mega disco dos Beatles, que representou a valsa de adeus da banda. De brinde, um CD reunindo gravações de vários jovens artistas em tributo ao Fab Four, denominado Abbey Road Now.  

1 The Invisible – Come Together LISTEN TO A CLIP HERE!
2 The Leisure Society – Something LISTEN TO A CLIP HERE!
3 Let’s Wrestle – Maxwell’s Silver Hammer
4 Broken Records – Oh! Darling
5 Jeffrey Lewis – Octopus’s Garden LISTEN TO A CLIP HERE!
6 Robyn Hitchcock – I Want You (She’s So Heavy)
7 Charlie Dore – Here Comes the Sun
8 Martin John Henry (De Rosa) – Because
9 Glenn Tilbrook – You Never Give Me Your Money
10 Gomez – Sun King LISTEN TO A CLIP HERE!
11 Cornershop – Mean Mr. Mustard/Polythene Pam
12 Karima Francis – She Came in Through the Bathroom Window
13 Blue Roses – Golden Slumbers
14 Noah And The Whale – Carry That Weight
15 Loose Salute – The End
16 The Low Anthem – Her Majesty

O rei dos pênaltis cavados

Alguns dos craques da simulação são bem conhecidos na Série A do Brasileiro. Jorge Henrique, Juan, Dagoberto, Cleiton Xavier. Sabem cair na área, enganam com facilidade árbitros desatentos e mal colocados. Neste campeonato, porém, eles enfrentam um concorrente acima da média, que vem cavando pênaltis como nenhum outro: Gilmar, meia-atacante do Náutico. Em quase todas as rodadas, ele arranja um penal para o time pernambucano. Contra o Cruzeiro, domingo, agiu conforme sua especialidade. Leva a bola para o interior da área, espera a chegada do zagueiro e se atira. O teatro é tão bem feito, que quase sempre dá certo. Deve treinar muito esse tipo de truque. Ou, então, é apenas um senhor ator.