Neymar dá soco em torcedor após derrota na Copa da França

Uma imagem de Neymar socando a cara de um torcedor, após a derrota nos pênaltis para o Rennes, na final da Copa da França, começou a circular na internet na noite deste sábado. O astro do Paris Saint-Germain não gostou do que ouviu ao subir nas arquibancadas do Stade de France e acabou agredindo o torcedor que o insultou.

Ao subir as escadas do estádio francês, como manda o protocolo tradicional, para receber a premiação pelo vice-campeonato do torneio, Neymar foi alvo de provocações por parte de um dos torcedores que ali se encontravam.

Em primeira instância, o brasileiro empurra a mão do fã para impedir que o mesmo continuasse gravando o momento com seu celular. Após mais uma ‘troca de gentilezas’, o jogador acerta um soco na cara do indivíduo.

Neymar não foi o único atleta do PSG a ser insultado pelo torcedor em questão. Ao brasileiro, o francês falou para “aprender a jogar bola”. Verratti, por sua vez, foi chamado de “racista”, enquanto Buffon de “palhaço”.

Nos vestiários, Neymar prolongou a polêmicas. Em entrevista na zona mista, criticou os jogadores mais jovens do PSG. “Tem que ser mais homem dentro do vestiário, mais unido, todo mundo correr. O que eu vejo ali, tem muito jovem que é um pouco… não digo perdido. Mas falta mais ouvidos do que a própria boca”, disse, dando a entender que não há respeito ou hierarquia no elenco.

Apesar do vexame, o time do Parque dos Príncipes contou com uma boa atuação do camisa 10 neste sábado. Foram uma assistência e um golaço de cobertura para ele, que, mesmo com os esforços, não conseguiu dar o título à sua equipe.

Direto do Twitter

“Senado faz sessão especial pelo aniversário da Globo. Que no Jornal Nacional não noticiou a primeira entrevista de Lula depois de preso. Sessão com elogios de Toffoli à ‘dramaturgia’ da Tv. E o Marinho no Senado ainda disse que a Globo ‘não faz proselitismo’”.

Bob Fernandes, jornalista

Trivial variado da república da hipocrisia

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“Moro disse que Lula faz parte do passado dele, mas fez tudo para impedir e por fim tumultuar a entrevista. Ciente de sua incapacidade, despreparo e insignificância, enxotado de Portugal dias antes, ele só não fica ainda menor porque um jeca batoré, se diminuir, desaparece”. Toni Bulhões

“O Brasil mergulhou na deprê desde que parte dos brasileiros se deixou iludir pela extrema-direita, fazendo o golpe contra Dilma, prendendo Lula, elegendo Bolsonaro. Deprê total”. Cynara Menezes

“De acordo com , Boris Casoy criticou Lula por ‘usar entrevista como palanque para atacar adversários’. Boris está senil ou acha que somos todos idiotas? O que ele queria que Lula fizesse? Que elogiasse os canalhas que o prenderam injustamente?”. Jean Wyllys

“Bozo, em resposta ao grande Lula, disse: ‘Pelo menos não é um bando de cachaceiro’ (o governo). Não. É pior que isso: o governo Bozo, além de maluco, é comandado por corruptos, milicianos, laranjas, entreguistas, desqualificados, traficantes de índio, cachaceiro e sonegadores”. Gilvan Freitas

“Viva o Brasil ‘cachaceiro’! Mais feliz do que o Brasil ‘pistoleiro'”. Antero Greco

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Bastidores do rock: como teria ficado a música do Pearl Jam com Dave Abbruzzese?

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O ex-baterista do Pearl Jam, Dave Abbruzzese, foi entrevistado pela revista Rolling Stone India e foi questionado sobre a trajetória que ele poderia ter construído com a banda se não tivesse sido demitido em 1994. Abbruzzese entrou no grupo para fazer a turnê do 1º disco, “Ten” (1991), e gravou o 2º e 3º disco, “Versus” (1993) e “Vitalogy” (1994), respectivamente.

Jornalista: Você foi o baterista de 02 dos mais influentes álbuns do PEARL JAM. Como foi essa experiência? Você desejaria que as coisas tivessem sido diferentes?

Abbruzzese: Como foi a experiência? Ah… Essa é uma pequena pergunta com uma resposta enorme. Foi uma boa experiência, nós trabalhamos muito e geramos o sucesso que se seguiu. Foi realmente incrível fazer parte de um grupo tão poderoso, de onde estávamos quando iniciamos até onde estávamos quando fui demitido da banda, mas foi uma experiência gratificante.

Abbruzzese: Eu não olho para a vida de tal forma que me permite desejar que as coisas tivessem sido diferentes, tipo, querer mudar as coisas, sabe? Faço todos os esforços para apreciar todos os aspectos da minha experiência de vida que passei e dito isso, eu somente me pergunto o que a música teria sido se a banda tivesse continuado com aquela formação.

A demissão do baterista não foi explicada no documentário que narra a história do Pearl Jam e que celebra os 20 anos de banda, “PJ20″ (2011), do diretor Cameron Crowe. Em 2017, os jurados do Rock’n Roll Hall of Fame não incluíram Abbruzzese na cerimônia de premiação junto com o PJ, apesar do grupo ter soltado uma nota oficial convocando todos os ex-bateristas que passaram pela banda.

Há um tempo atrás, Abbruzzese havia sido entrevistado pelo jornalista Michael Aubrecht e disse: “Essa experiência começou num período muito desafiador na minha vida, quando fui demitido de uma banda. Então, ser desacreditado, desrespeitado e ainda ficar de fora da história desse grupo, com o passar do tempo, parece que isto gerou um rancor que se formou em torno da minha participação…”

O site rockinthehead tem publicado a resenha do álbum “Versus” e uma entrevista que o guitarrista Mike McCready havia feito em 2015, onde há vislumbres do motivo da demissão deste grande baterista e que marcou uma época.

Para conferir, é só clicar nos links abaixo:

Pearl Jam: resenha do álbum “Versus”
Pearl Jam: “eu sei que há músicas escondidas e materiais extras para um 2º ‘Lost Dogs'”

Acima, a performance ao vivo do Pearl Jam no MTV VMA em 1993, na canção “Animal” (2º disco, “Versus”), com Dave Abbruzzese na bateria.

As frases de Lula

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“Imagine se os milicianos do Bolsonaro fossem amigos da minha família?”.

“Quero sair daqui com a cabeça erguida”.

“Fico preso cem anos. Mas não troco minha dignidade pela minha liberdade”.

“Sei muito bem qual lugar a história me reserva. E sei também quem estará na lixeira”.

Justiça autoriza mais três entrevistas com Lula

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O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski autorizou que mais dois jornalistas e uma emissora de TV a entrevista o ex-presidente Lula, que está preso em Curitiba há mais de um ano.

Nesta quinta (26), Lula falou pela primeira vez à imprensa desde que foi obrigado a cumprir provisoriamente a pena do caso triplex. Os jornalistas Monica Bergamo (Folha) e Florestan Fernandes Jr. (El País) esperaram quase 8 meses o trâmite na Justiça até que o Supremo, enfim, suspendeu a censura ao petista.

O jornalista Glenn Grenwald, do site The Intercept Brasil, e Eleonora de Lucena, do Tutaméia, conseguiram decisão de Lewandowski no dia 24 de abril.

A TVT também tem permissão para entrevistar Lula. Na decisão, o ministro anotou que “ainda que se encontre em execução antecipada da pena, [Lula] não pode ter seus direitos fundamentais restringidos pelo Estado, dentre eles a liberdade de expressão.”

O começo da caminhada

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POR GERSON NOGUEIRA

Remistas e bicolores entram em estado de concentração máxima hoje com a estreia de suas equipes no Brasileiro da Série C. Muito acima das contidas emoções do Campeonato Paraense, a competição nacional faz com que dirigentes, técnicos e jogadores liguem o alerta para a batalha mais importante da temporada.

Todos os esforços e investimentos dos clubes têm como objetivo a disputa do Brasileiro. Até as frequentes trocas de jogadores, custosas e quase sempre contraproducentes, visam preparar os times para o desafio maior.

A dupla Re-Pa contratou mais de 40 jogadores desde o começo do ano sob a justificativa maior de que a Série C exige elencos bem reforçados. Chegou o momento de mostrar que os esforços foram bem sucedidos.

Com técnicos que chegaram há pouco tempo, ainda buscando se firmar em relação aos elencos, os dois grandes de Belém devem sofrer as consequências de quem ainda está conhecendo as características de seus comandados.

Bem verdade que Márcio Fernandes chegou antes de Léo Condé e teve mais tempo para avaliar os atletas sob seu comando, mas sinais discretos da fase de adaptação ainda brotam aqui e ali nas escalações (e substituições) no Remo.

Léo Condé terá a missão mais espinhosa, estreando fora de casa contra adversário pouco conhecido e que tem bom retrospecto como mandante. Além do Ypiranga, o técnico enfrenta ainda o fantasma da eliminação no Campeonato Paraense, perda ainda não assimilada por grande parte da torcida.

As escolhas de Condé irão determinar o grau de expectativa do torcedor. Pelo que esboçou nos treinamentos, os nomes do time que terminou (mal) o campeonato estadual devem predominar na escalação da estreia.

É claro que os 12 dias extras de tempo para treinar a equipe podem ter contribuído para mudanças de sistema de jogo. Condé tem por característica montar times que jogam em bloco, marcando forte e valorizando a posse da bola. Foi assim no Sampaio e no Botafogo-SP.

O grande problema é o perfil dos jogadores que o PSC tem hoje. Os novos contratados, indicados e avalizados por Condé, talvez não estejam em plenas condições para aproveitamento imediato.

Isso gera a obrigatoriedade de jogar com as peças que já vinham atuando e o grande xis da questão é o meio-campo, cuja instabilidade marcou a trajetória do Papão até aqui. Tiago Primão e Leandro Lima, os meias de criação, não emplacaram ainda. Deixaram profundas dúvidas na torcida quanto à utilidade que podem ter numa competição difícil como a Série C.

O ataque também não se definiu, pois até o fim do Parazão permanecia a dúvida quanto aos homens de frente. Paulo Rangel, Paulo Henrique, Elielton e Vinícius Leite foram os mais utilizados, mas nenhum pode ser considerado titular absoluto e inquestionável.

 

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Do lado azulino, Márcio Fernandes também ganhou alternativas, como a de Carlos Alberto, jovem meia-atacante, que pode atuar como quarto homem de meia-cancha ou entrar como atacante de lado.

A vantagem é que as finais do Estadual fizeram com que o técnico encontrasse o trio ideal, dentro das circunstâncias, para a linha ofensiva: Alex Sandro, Emerson e Gustavo.

Ocorre que, se resolveu a questão do ataque, Fernandes ainda precisa queimar pestanas montando o meio-de-campo. Sem Djalma, contundido, trabalha com a ideia de lançar Ramires, Yuri e Douglas Packer.

Em termos técnicos, são jogadores de boa resposta, mas Ramires tem as limitações físicas de quem ainda está se recondicionando. Dificilmente poderá atuar a partida inteira contra o Boa Esporte.

Nas laterais, mais desafios para a capacidade de observação do treinador. Na direita, a ausência de Geovane oportuniza a estreia de Michel, artilheiro do Parazão pelo Paragominas. Pela esquerda, Fernandes deve dar nova chance a Ronaell, jogador que pouco mostrou até o momento.

Dificuldades existem para os dois titãs nesta abertura de Brasileiro, mas o Remo inegavelmente tem maiores possibilidades de estrear com vitória – desde que tenha aplicação e se organize melhor em campo do que nas últimas partidas.

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Direto do blog campeão

“O desempenho pífio de Tiago Luís, este ano, no São Bento, foi apenas uma continuação de sua passagem pelo Goiás, no período 2017/18, onde não passou de reserva de luxo. Certamente, credenciais que não justificariam o Paysandú a traze-lo de volta, já aos 30 anos, com contrato de 3 anos. Infelizmente, os clubes do futebol paraense continuam sendo comandos por dirigentes acadêmicos e amadores”.

George Carvalho, um bicolor de olhar crítico e ferino.

A frase do dia

“Não entendo o espanto quando o presidente censura anúncio, quer destruir a universidade pública e o meio ambiente, é misógino, racista, homofóbico, obscurantista, tem ligações com a milícia, apoia a tortura etc. O sujeito foi eleito exatamente por causa disso”.

Luiz Antonio Simas, no Twitter

Lula fala à imprensa e garante que não dará trégua aos que o perseguem

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Preso há um ano e 19 dias, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu uma entrevista pela primeira vez, nesta sexta-feira (26). Ele falou com os jornalistas Florestan Fernandes, do El País, e Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, por duas horas e 10 minutos.

“Fico preso mais cem anos. Mas não troco minha dignidade pela minha liberdade”, afirmou o petista ao reafirmar sua inocência. Questionado sobre a possibilidade de nunca mais sair da prisão, respondeu: “Não tem problema”, e completou: “Eu tenho certeza de que durmo todo dia com a minha consciência tranquila. E tenho certeza de que o [procurador Deltan] Dallagnol não dorme, que o [ministro da Justiça e ex-juiz Sergio] Moro não dorme.”

“Vamos fazer uma autocrítica geral nesse país. O que não pode é esse país estar governado por esse bando de maluco que governa o país. O país não merece isso e sobretudo o povo não merece isso”.

Ponderou também sobre o tratamento da imprensa. “Imagine se os milicianos do Bolsonaro fossem amigos da minha família?”, questionou, referindo-se ao fato de o filho do presidente, Flávio Bolsonaro, ter empregado familiares de um miliciano foragido da Justiça em seu gabinete quando era deputado estadual pelo Rio.

Lula chorou quando falou da morte do neto, Arthur Araújo Lula da Silva, de 7 anos, que morreu em março deste ano, e do irmão Vavá, dois meses antes. “Esses dois momentos foram os mais graves. O Vavá é como se fosse um pai pra família toda. E a morte do meu neto foi uma coisa que efetivamente não, não, não… [pausa e chora]. Eu às vezes penso que seria tão mais fácil que eu tivesse morrido. Porque eu já vivi 73 anos, eu poderia morrer e deixar meu neto viver.”

A entrevista conjunta ocorreu após o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli derrubar, na semana passada, liminares que haviam impedido o ex-presidente de falar à imprensa no ano passado.

“Não trocarei a minha dignidade pela minha liberdade. Eu quero provar a farsa montada aqui dentro [no Brasil], no Departamento de Justiça dos Estados Unidos e mais agravado com a criação da fundação criança esperança do Dallagnol, pegando R$ 2,5 bilhões da Petrobras pra criar uma fundação para eles”, critica o ex-presidente.

Remo apresenta novo reforço e relaciona atletas para a estreia

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O volante Rafael Tufa foi apresentado na tarde desta quinta-feira (25), pelo diretor de futebol Paulo Mota Filho, como novo reforço do Leão para a Série C. O jogador, de 27 anos, disse estar ansioso para estrear e mostrar serviço. “Estou pronto para os jogos e para o que vier. Estou trabalhando, me dedicando nos treinamentos e quero ajudar o grupo. Estou ansioso, quero estrear e conquistar o carinho da torcida”, disse.

“Quando tiver minha oportunidade, vou tentar desempenhar meu trabalho da melhor forma possível para conquistar os objetivos do clube na temporada”, acrescentou o volante, que foi indicado pelo técnico Márcio Fernandes.

Tufa é um dos relacionados para o jogo contra o Boa Esporte, neste sábado à noite, no Mangueirão. A lista completa é a seguinte:

Goleiros: Vinícius, Thiago e Evandro Gigante

Zagueiros: Rafael Jansen, Fredson e Marcão.

Laterais: Ronael, Michel, Daniel Vançan e Hélio.

Volantes: Dedeco, Yuri, Pingo, Ramires e Rafael Tufa (foto).

Meias: Douglas Packer, Lailson e Carlos Alberto.

Atacantes: Alex Sandro, Gustavo, Mário Sérgio, Emerson Carioca e Tiarinha.