Trivial variado da Terra do Nunca (e dos tietes de ditadura)

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“Não tinha entendido ainda o que Bolsonaro foi fazer em Israel. Agora sim: Foi abrir um escritório em Jerusalém para arrumar briga com os Árabes e condecorar os soldados israelenses que vieram com 16 toneladas de equipamentos e não conseguiram encontrar um corpo em Brumadinho”. Florisvaldo Raimundo

“Vídeo pró-golpe de 64. Mourão diz que nem viu o vídeo e ninguém do Palácio quer assumir, mas o próprio Mourão já apontou que o Bolsonaro é o pai da criança. Quem vai responder pelo crime de responsabilidade? De tamanha infâmia.” Ivan Valente

“Imaginem a dificuldade do revisor de sentenças, de concordância e escrita, da vara desse juizinho de merda, o marreco de Maringá! Até porque o revisor, de verdade, das sentenças dele, fica em Washington-DC”. Alcides Libório

“É melhor parar de vestir camiseta amarela da CBF no exterior. Não mais por vergonha, mas por segurança”. Ricardo Monier

“Enfim, Deltan Dallagnol falou: “Fundação Lava Jato foi ordem dos EUA”. Isso prova que a CIA orquestrou o Golpe 2016 e que Moro perseguiu Lula, que deve ser solto já”. Carmen Moraes

“Não adianta reclamar. Vocês tiveram a chance de ter um professor doutor em filosofia na presidência. Um legítimo social democrata com uma ampla visão de país. A escolha era entre o tio do Pavê com os filhos trombadinhas e um intelectual de verdade. Vocês optaram pelo tio do Pavê”. Bia Gomes

“Não esquecer: uma semana depois do golpe de 1964, o jornal O Globo indicava seus candidatos ao paredão. Eram os 211 que assinaram o manifesto do Comando dos Trabalhadores Intelectuais: Jorge Amado, Niemeyer, Adalgisa Nery, Eneida, Dias Gomes e Janete Clair, Djanira, Glauber…”. Palmério Dória

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