“Quando você apóia alguém que diz que mulheres devem ganhar menos porque engravidam; ou diz que filho gay é falta de porrada; ou que ‘não corre o risco de ter uma nora negra porque os filhos foram bem educados’; que afirma que não aceitaria ser operado por um médico cotista; que diz que o erro da ditadura foi torturar ao invés de matar; quando você concorda com alguém que apoia o assassinato de outras pessoas independente do que essas pessoas sejam…. Então nossa divergência não é política. A nossa divergência é moral”.
Patricia Pilar, atriz