Xico Sá é o novo reforço da ESPN

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Um dos mais respeitados jornalistas e escritores do país, Xico Sá é o mais novo reforço dos Canais ESPN para a cobertura da Copa do Mundo da Rússia. A estreia do comentarista será já nesta sexta-feira (18), às 21h, no programa Linha de Passe. Xico Sá vai participar também de edições do Bate-Bola até o fim do Mundial. Na próxima terça-feira (22), ele ainda será o entrevistado do programa Bola da Vez, ao vivo, às 21h30, na ESPN Brasil e no WatchESPN.

“Eu me considero aquele cara que traz o comentário do torcedor para o debate. Gosto da opinião de quem está na rua, na conversa pela manhã na padaria, na brincadeira com o porteiro do prédio”, conta Xico Sá, que revelou ter entrado nas mesas redondas do jornalismo esportivo graças a um convite de Sócrates.

Para João Palomino, vice-presidente de Jornalismo e Produção, a chegada de Xico Sá reforça o investimento da marca no amplo trabalho de cobertura para a Copa do Mundo. “Xico é desses caras que a gente para pra ouvir. Inteligente, tem o dom do debate e representa a opinião do torcedor. É a voz das arquibancadas e consegue humanizar a discussão. Estamos muito felizes com a presença dele na ESPN”, destaca.

Segundo a emissora, a contratação de Xico Sá é mais um passo “para levar ao fã do esporte a melhor cobertura da Copa, com a união de suas equipes ao redor do mundo”. Xico Sá nasceu em Crato, no Ceará, em 6 de outubro de 1962. O jornalista e escritor começou a carreira em Recife e, dentro de seus vários trabalhos, foi colunista do jornal Folha de S. Paulo, integrou a bancada do programa Cartão Verde, da TV Cultura, e do programa Saia Justa, do canal a cabo GNT. (Da ESPN)

Direto do Twitter

“Lava Jato foi feita pra pegar o PT. Operadores do PSDB estão soltos. Moro vai a festinha do Doria e tira foto com Aecio. LJ serviu pra tirar Dilma e ora desmontar economia brasileira – do jeito que os gringos queriam. Gilmar é só mais escancarado…”.

Rodrigo Vianna, jornalista, no Twitter

Filho de Branco faz teste no Papão

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Stephanno Leal, de 23 anos, será incorporado ao elenco do Paissandu para um período de testes. O jogador é carioca e filho de Branco, lateral-esquerdo tetracampeão da Copa do Mundo de 1994 pela Seleção Brasileira. Meia-armador, ele defendeu o Boa Vista no Cariocão 2018. Está em Belém desde o começo da semana, trazido pelo pai, e deve iniciar treinamentos a partir desta sexta-feira.

“É um atleta jovem, que vem para ser avaliado conosco. Atendendo as nossas expectativas, poderá dar sequência”, disse o executivo André Mazzuco. Segundo ele, o filho de Branco chega sem custos para o clube.

Stephanno foi revelado no Fluminense, onde o pai jogou por muitos anos. O atleta, caso seja aprovado, ganhará contrato para defender o Papão na Série B.

Não é a primeira experiência do Paissandu nessa área. Há dois anos, o clube trouxe o meia-atacante Rivaldinho, filho de Rivaldo, campeão mundial pelo Brasil em 2002. Apesar de ter tido várias chances, o jogador não emplacou e foi liberado.

Nunes, um macho-man no Itamaraty

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Por Luis Nassif, no Jornal GGN

Poucas vezes na história do Brasil viu-se chanceler mas sem noção do que Aloysio Nunes. Nada surpreendente para um governo que tem Elsinho Mouco como marqueteiro, Eliseu Padilha como Chefe da Casa Civil, e Moreira Franco como o estrategista dos macro-negócios.

Mesmo nesse time de campeões, Aloysio tem merecido justo destaque.

Para rebater manifesto de algumas das maiores lideranças mundiais, em favor de Lula, recorreu ao mesmo estilo que emprega em bate-bocas com manifestantes em aeroportos ou em guerrilhas de Twitter: o do macho latino-americano, que não leva desaforo para casa.

Ele, Roberto Freire, Marcelo Itagiba são a prova viva da deformação retórica de qualquer um que se abrigue ou se abrigou sob o guarda-chuva de José Serra. Na modelagem delicada e sutil da política, trocam o cinzel pelo martelo. Sua única função é a de guerrear, e Nunes sempre guerreou com a agressividade de um pitbull sem noção e respeito pelos cargos que ocupou e ocupa.

Como tem o atrevimento de questionar o direito de seis personalidades internacionais de manifestar sua opinião pessoal em favor de Lula? François Hollande, ex-presidente da França, José Luis Rodrigues Zapatero, ex-presidente espanhol, Massimo D´Alema, Enrico Letta e Romano Prodi, ex-presidentes do conselho de ministros da Itália, e Elio Di Rupo, ex-primeiro ministro da Bélgica, não estão mais no exercício de mandato. Falam em seu nome pessoal. E, como tal, denunciaram a farsa do julgamento e prisão de Lula. Aloysio solta uma nota oficial do Itamaraty, grosseira, invocando o “legítimo processo legal”, querendo justificar o aparato jurídico do fascismo para líderes de países que sofreram o fascismo na veia.

Aloysio não se dá conta de que ele não é um chanceler qualquer. É Ministro do governo Temer, o mais corrupto da história, e é padrinho político de Paulo Preto, o Paulo Roberto Costa do PSDB. Está sendo salvo de denúncias pelo trabalho pertinaz do Ministro Gilmar Mendes, no Supremo Tribunal Federal.

Não se exija dele a postura de um diplomata que ele nunca foi. Mas ao menos o pudor de se resguardar em um momento em que Gilmar Mendes se sacrifica estoicamente para não deixar nenhum companheiro ferido no campo de batalha.

Renato: ‘Ao me cortar, Telê tirou a chance de o Brasil ganhar a Copa’

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Por Cosme Rímoli, no R7

Foi o corte mais polêmico da história da Seleção.

Um churrasco regado a bebidas acabou com a chance real de o Brasil conquistar a Copa de 1986. Os detalhes estão explicados de maneira explícita por Renato Gaúcho, como nunca foram.

Amargo, como poucas vezes se viu, ele mostrou na entrevista, sua maior frustração na carreira. Ele tinha certeza de que poderia ter feito o Brasil campeão mundial no México.

“Eu havia sido o melhor jogador da Seleção nas Eliminatórias. Tinha 23 anos, estava voando fisicamente. O Brasil iria jogar no México ao meio-dia. O time já tinha algumas peças envelhecidas. Tinha certeza que seria muito importante”, aposta Renato.

“O Telê Santana não me puniu. Puniu um país para manter a disciplina. Me cortou e, em seguida, perdeu o Leandro, que não foi à Copa, por solidariedade”, diz.

Com o polêmico corte do atacante, Leandro, que foi carregado para a concentração por Renato, desistiu de ir para a Copa. Por solidariedade ao amigo. A Seleção perdeu a fortíssima ala direita. E mais, Telê perdeu o grupo. Os jogadores não concordaram com o rigor do treinador. O ambiente foi péssimo no Mundial do México.

Logo após a eliminação nas quartas de final, vários jogadores se reuniram para comemorar o fim do ciclo de Telê Santana na Seleção. Na famosa noite de bebedeira com a presença de jornalistas, a ausência de Renato Gaúcho e Leandro foi lamentada.

“Telê foi injusto. E puniu o Brasil. Eu nunca faria o que ele fez…”.

Papa faz homilia que parece ser endereçada ao golpe no Brasil

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Transcrito da Revista Fórum

Na missa celebrada na manhã desta quinta-feira (17), na Casa Santa Marta, no Vaticano, o Papa Francisco dedicou a sua homilia ao tema da unidade, inspirando-se na Liturgia da Palavra. Em um trecho intitulado “Intrigar: um método usado também hoje”, o Papa parece ter se dirigido ao Brasil, ao golpe e à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao fazer uma descrição exata da nossa atual situação política.

De acordo com transcrição literal do Vatican News, o Papa Francisco disse: “A vida civil, a vida política, quando se quer fazer um golpe de Estado, a mídia começa a falar mal das pessoas, dos dirigentes, e com a calúnia e a difamação essas pessoas ficam manchadas”. Depois chega a justiça, “as condena e, no final, se faz um golpe de Estado”.

Veja o trecho completo abaixo:

Intrigar: um método usado também hoje.
“Criam-se condições obscuras” para condenar a pessoa, explicou o Papa, e depois a unidade se desfaz. Um método com o qual perseguiram Jesus, Paulo, Estevão e todos os mártires e muito usado ainda hoje. E Francisco citou como exemplo “a vida civil, a vida política, quando se quer fazer um golpe de Estado”: “a mídia começa a falar mal das pessoas, dos dirigentes, e com a calúnia e a difamação essas pessoas ficam manchadas”. Depois chega a justiça, “as condena e, no final, se faz um golpe de Estado”. Uma perseguição que se vê também quando as pessoas no circo gritavam para ver a luta entre os mártires ou os gladiadores.

Leia a homilia do Papa Francisco na íntegra no Vatican News