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Com esta bolinha de “resultados” o pescador tem que ficar esperto para não ser engolido pelo peixe.
A realidade do futebol Paraense é vergonhosa, nunca vi em tantos anos de futebol os dois Titãs estarem tão nivelados por baixo times do Norte tornaram-se ameaças reais às aspirações do futebol papa-chibé.
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Infelizmente você está coberto de razão, amigo Miguel. Os titãs do norte já não fazem jus à sua força em campo. Saíram desses confrontos enfraquecidos, sendo pior ao Remo pelo indigesto placar do último jogo. O que vem pela frente, só Deus sabe porquê o futebol em campo não agrada aos seus torcedores.
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Há alguns comentários colocando o Luverdense como o futuro campeão da CV deste ano, o Luverdense também vai mal das pernas, a vitória de 5 x 0 sobre o fraquíssimo Rio Branco também passou a falsa impressão de que o time está uma máquina, ledo engano, lá como cá, o futebol dá calo nos olhos.
Mesmo com o gol oriundo de uma jogada onde o Gilvan bateu com a mão na bola, o que vale é o que vai para a súmula. Não foi a primeira e nem será a última vez. Tanto faz para os azulinos quanto para os bicolores.
O futebol de um treinador limitado se vê nos resultados e na forma como são conquistados. É frustante ver uma equipe mal treinada tendo nos “resultados” a desculpa para manter um técnico ruim na frente de um trabalho que vai exigir muito na série B.
Vejo o Paysandú como favorito diante do Santos porém vamos aguardar, futebol é jogado!
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Para o Remo restou apenas o parazão neste primeiro semestre. É inegável que o prejuízo financeiro é imenso e poderá ser maior se não passar pelo Independente, coisa que não é difícil de acontecer. O previsível e horrível futebol azulino pode ser superado pelo time organizado do Galo que pode, assim como o Santos-AP, não ter camisa, mas certamente virá com vontade de fazer história.
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A vitória azulina no primeiro clássico, assim como, o empate no final do jogo no último, mostra que o time azulino não tem esquema de jogo, não é organizado e parte para o abafa para tentar alcançar algum êxito.
A “tática” não deu certo contra o Santos, time leve e que soube explorar as inúmeras fragilidades do adversário.
É certo que a carrada de gols perdidos poderiam ter feito a diferença, mas no futebol o que vale é bola na rede e isso o time do Remo está devendo para a sua torcida.
No Paysandú com o Chamusca, é difícil fazer qualquer comentário positivo, eu acompanhei o trabalho dele no Fortaleza e Guarani, e até hoje me pergunto qual a razão para ele estar no Paysandú, um treinador que bateu na trave várias vezes quando no Fortaleza, justamente por praticar um futebol covarde e de resultados, e foi vice de uma terceira divisão. O presidente atual bicolor vai na contra-mão da razão. Quero eu estar enganado mas não acredito que o Chamusca passe da terceira rodada da série B.
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