6 comentários em “Quem sabe, sabe…

  1. Talvez tenhamos mais, caro Fernandes Filho, o problema é que os desonestos são os preferidos dos capitalistas e por uma razão bem simples. Esses têm naqueles a serventia de um parceiro, de alguém que vai defender os interesses particulares em detrimento do interesse público. Durante as campanhas políticas, esses financiam aqueles para cobrá-los mais tarde. Financiar campanhas políticas não é ideologia, é investimento. O financiamento público de campanha política elimina os desonestos?, acho que não, mas atrapalha de maneira formidável que eles alcancem um mandato simplesmente porque terão de disputar o voto de igual para igual com os outros, sem a vantagem econômica vultosa que caracteriza as campanhas políticas dos gatunos, terão de apresentar propostas e ter coerência com o partido político que representam, já que o partido é maior que o candidato. É um passo a ser dado, na minha opinião, pela melhora na representação no congresso federal e nas câmara estaduais e municipais. O resto é com o povo, que já deu mostra de que sabe o que quer.

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  2. Amigo Lopes, na minha opinião, a financiamento público de campanha, só vai tornar mais barato o “investimento” ao qual você se refere.

    Afinal, os “investidores” não precisarão antecipar o numerário em troca das benesses.

    Sob o meu ponto de vista o que ainda tem algum potencial (ainda que remoto)para refrear as malfeitorias destes “investidores” são as agruras por que passam os empreiteiros brasileiros, especialmente o MO.

    Se bem que já tivemos o estrago feito pelo mensalão, efeito devastador este que não foi capaz de refrear o petrolão.

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  3. Nem tudo é o judiciário, caro Oliveira. É preciso ser feito mais para evitar que nasçam mais casos, e que sejam apenas descobertos quando são caso de STF. Defendo o financiamento público de campanha, afinal, segundo a Lava-Jato, há dinheiro para campanhas, não é isso? Então, é melhor que seja feito tudo legalmente sem a interferência de empresas interessadas em fazer negócios com o governo. O status quo do parlamentar deve ser precário, não deve ser tão poderoso, uma vez que vimos o que um Cunha é capaz de fazer para se manter no poder. É preciso mais ética e mais limites aos legisladores.

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