37 comentários em “Capa do Bola, edição de terça-feira, 03

  1. Ainda na questão da divisão da renda do único clássico previsto para este ano, será que se o Paysandú estivesse com o rival na final, e por ter melhor campanha, o rival não estaria, agora, com pires na mão pedindo que a renda fosse compartilhada?
    A terra é redonda e nada melhor que um dia após o outro.
    Na minha opinião, para os dias de hoje, as palavras seguem ao vento,vale o que está escrito, portanto, se era para haver a divisão de renda deveria estar documentado e assinado pelos que aprovaram a fórmula de disputa.
    Penso, também,que mesmo sendo o Maia um grande advogado, nesta questão ele foi muito amador em confiar que o rival que vive no “osso” iria abrir mão de metade da arrecadação em favor do Paysandú.
    Agora, é dar tempo ao tempo, e nunca mais acreditar nas palavras do adversário, esperar cavalheirismo entre a dupla da capital é coisa do passado. Se isso aconteceu, morreu, e que fique bem enterrado. Hoje é imprescindível ser 100% profissional, é inadmissível que o Paysandú ainda aja desta maneira se portando como um time amador.

  2. O problema foi o Maia fazer confusão quando o Independente quis jogar em Belém contra o remo. Saiu bradando que era armação para favorecer o remo.

  3. Que fique bem claro que eu sou totalmente contra a partilha da renda já que o que está previsto no regulamento é que esta pertence ao time que tem o mando de campo. Cabe ao Maia e sua trupe de “intelhijentes” ficar mais atento aos regulamentos e exigir que seja determinado neste a partilha de renda.
    Outra, uma vez que a competição não previa jogos de ida e volta, o mais sensato seria que a tradição fosse mantida, ou seja, 60% para o vencedor , 50 % em caso de empate e 40% para o perdedor.
    A impressão que tenho é que a dupla da capital se achava tão superior aos concorrentes e que fariam caixa fácil, fácil, como aconteceu ano passado. Esqueceram de combinar com os irmãos do interior!

  4. O Paissandu dançou na divisão de renda no clássico, já que topou uma tabela que colocou, baseada em não que critério, o Remo como mandante do jogo.

    É provável que os dirigentes do Paissandu tenham acreditado que o longo acordo de cavalheiros fosse ser mantido, todavia, a arrogância de alguns diretores do rival tem falado alto, principalmente devido a ausência de dinheiro nos arraiais azulinos.

    Penso que o prudente é manter a divisão de renda no REXPA, ja que, os dirigentes do rival parecem esquecer que pelo Estatuto do Torcedor o regulamento deve ser mantido por no mínimo dois anos anos, logo, ano que vem o mando provavelmente será do Paissandu, pergunto: eles não gostariam de dividir a renda do ano que vem?

  5. Amigos, todo dinheiro é bem vindo, mas penso que os nossos dirigentes, mesmo diante de toda esta situação, devam manter o que foi acordado.

    Desde que, ano que vem este mesmo regulamento seja mantido e os mandos invertidos, assim o Paysandu, mesmo um ano depois, poderia ficar também com toda renda.

    Como já disse antes, o Remo está certo no momento, o problema foi que fez isso antes, pois sabia muito que o remo seria beneficiado, ou seja agiu sorrateiramente.

    O mundo dá voltas, 2016 vem aí, não custa tanto esperar, quem tá com o pires na mão, são eles.

    Que fiquem com o dinheiro, mas ficarão sem série como castigo pela PATIFARIA!

  6. Falando nisso,o Minowa já sabedor que ficará sem série, já tentou abriu para que os derrotados na eleição DIRETA venham socorre-lo, pois sabe que toda essa rendona não vai suprir os 8 meses que vão ficar atolados na lama.

  7. Em relação a este problema entre esses dois times, bem que o coronel podia levar pro sitio dele, fazia depois da final, um churrasco e não teria prejuizo

  8. A direção do Papão foi muito ingênua. Deveria ter questionado isso desde a elaboração da tabela.

    Agora, não adianta chorar o “leite derramado”. Deveriam ter algum documento que garantisse a divisão de renda.

    “Madito o homem que confia no homem”.

    Este regulamento do Parazão é muito confuso. Tomara que tudo se resolva e tenhamos jogo no próximo domingo.

  9. Engana-se quem pensa que isso foi acordo de cavalheiros. isso foi na verdade um contrato verbal firmado pelos presidentes dos clubes no momento de pactuação das regras do campeonato.
    Veja, ao firmar um acordo verbal com o vandick, então presidente do papão, o Pirão, na condição de presidente do Remo, obrigou não a si mesmo, mas à Agremiação por ele representada.
    Importante observar que o acordo não precisa ser escrito pra ser considerado válido. Salvo algumas exceções, a forma é livre e uma vez que as partes consentirem, seja por escrito, seja oralmente, está celebrado o acordo. Mais importante ainda é que o acordo já foi reconhecido pelo próprio Pirão, não podendo o Minowa alegar que não houve o pacto..
    Logo, o acordo firmado pelos presidentes é válido entre as partes e obriga os clubes que dela participaram.
    A simples mudança de comando não é justificativa para a nova administração descumprir os compromissos firmados pelas administrações anteriores em nome dos clubes. Se isso fosse possível se estabeleceria o caos nos negócios, pois a instabilidade jurídica seria gigante.
    O maia sabe disso pois é advogado calejado, e caso o remo não queira cumprir o acordo, ele vai entrar na justiça exigindo o cumprimento do pactuado, acredito até que liminarmente, antes do jogo.

  10. Penso que o Remo, terá que dividir a renda com o Paysandu…Não pode querer se aproveitar de um vacilo do diretor técnico, pra se apoderar de toda renda… O que aconteceu com o Independente, é que ele queria inversão de mando, isso seria ridículo e abriria precedentes que trariam muitos prejuízos ao nosso futebol.
    Nesse 2º turno, cada clube, faz 2 jogos em casa… Apenas onde temos classicos, houve um 3º jogo…Remo x Paysandu e São Francisco x Tapajós.. Logo, não tem como Remo e São Francisco serem mandantes, pois ficariam com 3 mandos e os demais, só com 2…O que prova que, apenas não foi relatado no regulamento ou firmado esse acordo, pra divisão de renda, por parte da FPF. Agora, SF e Remo, não podem fazer vista grossa, só olhando pro regulamento… Isso, é má fé, a meu ver.

  11. Muito pertinente o seu comentário,Cláudio.

    Pensando bem, não faria o mínimo sentido o Paysandu ter 2 e o Remo, 3 mandos de campo; bem como no caso de S. Francisco e Tapajos, respecticamente.

  12. Muito pertinente o seu comentário,Cláudio.

    Pensando bem, não faria o mínimo sentido o Paysandu ter 2 e o Remo, 3 mandos de campo; bem como no caso de S. Francisco e Tapajós, respectivamente.

  13. O remo está num beco sem saída.

    O curioso disso é que muitos torcedores do remo estão apoiando isso. Adoram ser enganados.

    Senão vejamos:

    O Remo não conseguindo a vaga na série D
    E ainda que seja campeão da copa verde, só voltará em 2016.

    Mesmo que tenha a copa do Brasil, quando o time vai passando de fase é um jogo aqui e outro acolá.

    Pra onde vai toda essa renda?

    O cachorro de peruca tá pagando seus erros do passado mas mesmo assim não se emenda.

  14. Amigos eu já postei tanto aqui no blog uma coisa que os que frequentam esse espaço devem lembrar muito bem o que é, mesmo que tenham lido rapidamente minha mensagem: No futebol, tem muitos que dizem que quem vive de passado é museu. Eu descordo e digo que quem vive de passado no futebol, e alguém que está por dentro da história desse esporte no passado, para tirar lições no presente e encaminhar o bom futuro do clube. Levando essa tese para essa polêmica, eu já estava sabendo do caso REXPA, e estava somente esperando o Gerson postar aqui para eu tecer meu comentário. Só não sabia que os interioranos estavam também polemizando. Mas ocorre o seguinte: Pela primeira vez vou defender o DR maia esse ano e dizer a vcs que nessa ele não tem culpa. Quem fez esse acordo verbal numa santa ingenuidade e e em mais um enorme vacilo, foi o WaNDICK em 2014, em reunião com a FPF de testemunha e diretoria azulina. Desse vacilo o maia está livre. Gente, quando falo que Wandick vacilou mais uma vez e cito o passado do futebol, onde caberia muito bem aquela titulo de filme: O PASSADO TE CONDENA, para os mandatários azulinos, é que essa já é a segunda vez nesse caso que o Paysandu e logrado nesse acordo ou é a segunda vez que a diretoria passa a perna no mandatário bicolor. Quem não lembra de 2006, na série b??? se os dirigentes atentassem para o passado do futebol, iriam lembrar que em 2006, o azulino Raimundo Ribeiro, na cara de pau 10 dias antes do primeiro REXPA com mando azulino, foi na FPF desfazer o acordo dizendo que não iria mais dividir a renda do REXPA com o Papão. O acordo tinha sido feito muito tempo antes e verbal como sempre e nunca tinha dado problema. Aí Tourinho ficou furioso, revoltado mas dançou feio e o R Ribeiro ficou com 520 limpinhos do REXPA. Digo Robeiro porque isso foi pro bolso dele, não do Remo. rsrsrsrsrsrsrrsrsrsrsrsr. O curioso é que igual como hoje, a nossa midia no geral, abraçou a causa em favor azulino, dizendo que o azulino estava sendo esperto, exigindo o que era seu, nada tinha de escrito e assinado sobre o acordo e Tourinho teria de aguardar o segundo REXPA para ter sua renda. Mas esse de 2006 ainda tenham dois REXPA, esse ano não e os bicolores dirigentes (Wandick) dançou vacilou mesmo em acreditar em palavra de remista.Desde quando remista tem palavra??? LOP, isso mesmo o LOP numa temporada pelo estadual, não lembro o ano, quis dar o troco porque LOP era empresário e não tinha nada de bobo por isso tentou desfazer um desses acordos com azulinos onde o primeiro mando era bicolor, e levou o farelo na mão da midia local, que dessa vez ficou do lado azulino dizendo que se tinha um acordo era para ser cumprido, igual como falou bem o Columbia, disse que LOP estava sendo sem palavra e criando casa à toa. LOP desistiu e diante de tanta pressão, teve de dividir a renda com o azulino.

  15. não negocio de show da xuxa é coisa de bicolete criado com vó. Edson não sei das quantas. ele que disse que assistia show da xuxa com um primo dele do interior trancado no quarto.

  16. Penso o contrário amigo Cláudio, para mim parece mais um engodo em fim de carreira. Mas vamos esperar, vai que a contratação funciona.

  17. Certeiro, Carlos Lira, também acho um engodo em final de carreira, virá para o Papão frequentar assiduamente o departamento médico bicolor e jogar uma partida para cada 4 no estaleiro. Anotem!

  18. “Beco sem saída”, Edson?! Pô, só falta cantares, agora, o “bilu, bilu, bilu, bilu…”. Rsrsrsrs
    Bom, mas, o fato, é que a coisa tá feia mesmo pro lado do Mais Querido. Ocorre que mesmo com toda a dificuldade que enfrenta é o Leão quem ainda pode ajudar o listrado neste momento em que este o listrado, se encontra necessitado, passando por uma sofrência financeira danada.
    Sabe, mesmo sabendo que o Da curuzu nao tem direito, eu acho que o melhor que o Leão tem a fazer é proceder com o “raxaxa”, com o “fift/fift” da renda. Afinal, pra que enfezar o, nas palavras do sabio Nicacio, já enfezado bicóla, correndo o risco deste, em retaliacao, como ja esta acostumado a fazer, entregar os jogos para os adversarios e dificultar ainda mais a ja dificil tarefa azulina de vencer o segundo turno e o campeonato. Depois, ainda rende mais um bom motivo para tirar um sarrinho dos enfezados bicolores. Já pensou, o Leão mesmo experimentando as mais rigorosas privacões, ainda se dispõe a dar uma esmola pro seu adversário.

  19. A Verdade é que as crianças que são remistas, só torcem pro remo por imposição dos pais, tenho um amigo que me confessou que o filho dele de 8 anos perguntou pra ele o que era divisão.

  20. Amigo Antônio, todo inicio do ano tanto seu time como o meu, prospectam ganhar pelo menos uns 250 mil limpos proveniente de um clássico Re-Pa.

    Talvez por isso o Maia esteja fazendo toda esta onda.

    Apesar do seu time está na merda, e não precisa nenhum jogador de vcs dizer isso, porque todos sabemos, a soberba é companheira fiel de vcs.

    Só não entendo porque isso, pois repito, o time de vcs tá na merda por tempo indeterminado.

    SE eu sou presidente do papão, já disse o que faria, não faria mais barulho por essa renda, e esperava passar o tempo para que em 2016 venhamos ter este mesmo direito de ter uma renda de Re-Pa só nossa.

    E ainda fazia um marketing em cima disso, provocaria a Fiel Bicolor a fazer o jogo do milhão no parazão, só pra mostrar que não precisamos de vcs pra nada.

    É só o presidente botar a cabeça pra funcionar.

    Temos série, série B e nosso estádio não virou mictório público.

    Temos o que fazer, 19 jogos pra fazer o caldeirão ferver.

    Em resumo:

    Como é bom ser Papão!

  21. É, amigo Edson, as verdades nicacianas continuam machucando, detonando o humor dos listrados. kkkkk
    Quanto à renda, como bem disse o Titular do blog na Coluna de hoje, os indirigentes do Mais Querido, já se renderam ao bom senso, e aquiesceram à solucão salomônica que foi encenada pelo vitalício da fpf. Aceitaram meu conselho e instituíram a “Bolsa dos Sem Renda” para ajudar os necessitados do setor. Uma atitude madura que é capaz de agregar muitos frutos pois como bem sabes amigo, tá escrito que a solidariedade material daqueles que também se encontram enfrentando dificuldades é muito mais valorizada no tribunal excelso.
    No mais, não esquente sua cabeça que já haverá verba para ajudar a pagar o Sousa. Faça como aconselhava um listrado que por questões paralelas, foi exilado do blog: “sem stress”.

  22. Já disse aqui, o Paysandú, mesmo com a atual dificuldade financeira, não precisa da renda deste clássico, que a torcida bicolor se una e em jogos contra os demais adversários encha a Curuzú e ajude financeiramente o Paysandú. Que o clássico deste ano seja presenciado só pelos enlutados e mesmo assim, acredito em vitória bicolor!
    Mas como apareceu, do nada, o tal documento prevendo o racha das finanças…
    Uma boa oportunidade de fazer caixa será no jogo contra o Nacional de Manaus, onde, o torcedor do Papão deveria lotar a Curuzú.

  23. Meu amigo Antônio, não nos conhecemos pessoalmente, mas gosto do amigo, principalmente quando consigo lhe tirar do sério.

    O que mais nos diferencia é que torcemos pra times rivais.

  24. Gostaria de saber quem é esse empresário que manda carradas de jogadores que passaram aqui em Criciúma e adjacências para Remo e Paysandu. Se pelo menos fosse o Eduardo Uram, que reserva alguns bons jogadores para o Figueirense, mas não, só vem a turma que passou e não deixou saudades, tais como Maurício, Souza, Rogélio, Marlon e outros menos votados.

  25. Elton, subscrevo tranquilamente esta lista que vc fornece de jogadores que nao deixaram saudades por aí, com destaque para o Rogelio. Todavia, ressalvo o Marlon. Este, ainda nao se encontrou por aqui depois que retornou, mas parece que cumpriu um bom papel quando este por aí no Criciuma, tendo, por conta disso, até sido contratado pelo Vasco, onde fez algumas boas partidas. Ou, não?

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