“Se não te cuidares do corpo, cuida teu espírito torto que teu corpo jaz perfeito.
Se não te cuidares do peito, cuida teu olho absurdo que teu peito tomba morto, diante de tudo.
Se não te cuidares, cuidado com as armadilhas do ar.
Qualquer solto som pode dar tudo errado”.
De Paulo César Pinheiro e Eduardo Gudim, em “Mordaça”.