7 comentários em “A arte de Atorres

  1. Em sua homenagem, acabo de ouvir “Mon amour, meu bem, ma femme”, 1972.

    O irônico é que o cara é lembrado muito por uma de suas composições mais fracas: “Garçom”, quando o que eu lembro mesmo é de “Tenta esquecer”, “Eu não presto mas eu te amo”, “A raposa e as uvas”, além de “Mon amour…”, e de outras também boas.

    É a tendência para se consagrar no Brasil o “lixo”, digamos assim, desprezando-se o “luxo”.

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  2. Reginaldo Rossi foi um bom cantor e a exemplo do Wando, “o rei das calcinhas”, foi também um tremendo marqueteiro. Acho até que um se inspirava no outro, embora tivessem públicos alvos diferentes (Wando cantava para as mulheres e Reginaldo para os homens). Ao perceber que a qualidade da música brasileira estava em queda livre em meados dos anos 80, ele resolveu assumir seu lado brega para não cair no ostracismo, assim conseguiu manter-se no mercado musical com relativo sucesso.

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