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Se eu escutei mal peço perdão, mas um lider religioso do Marajó deu a entender que além do Bolsa família, Bolsa estudo, as drogas é uma das rendas de algumas pessoas lá de Curralinho.
Meu amigo isso é o fim da picada! Ainda que fosse verdade, jamais deveria ser colocado como fonte de renda.
Escutei isso ontem a noite na TV Liberal, no jornal da noite.
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Amigo Edson, só é equivocado incluir o tráfico de drogas no mesmo patamar das concessões de Bolsa Família ou ajudas desse porte. A mistura só aprofunda preconceitos. O auxílio aos mais necessitados jamais deveria ser visto como algo ruim, principalmente num país tão desigual como o nosso.
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Morei em um município paraense, cujo nome eu não vou revelar porque tenho parentes morando lá, que após vinte anos de instalação, a sede não conta sequer com o serviço de água potável. Os prefeitos se sucessem com o intuito apenas de ajudar parentes e amigos, e quando o prefeito é evangélico tem a cara de pau de privilegiar os irmãos na fé com cargos e salários.
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amigo Edson, se fosse só lá essas “fontes de renda” o Pará estaria muito melhor.
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A única rsslva que em relação à capa e essa história de caminho do bi que acaba caindo no canto dessa mídia paulista. Fora isso, fantástica.
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