22 comentários em “O passado é uma parada…

  1. égua GN, essa me fez voltar como disse o Antonio, ao tempo da sabatina (tempos que não voltam mais) hj o ensino tá todo mudado.

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  2. Não devia, afinal, trata-se de relembrança (tabuada) hábil a remeter os comentários para questões bem mais sérias, pois, como diz o Barreto, “hoje o ensino tá mudado”. Mas, acabo não resistindo ao apelo humorístico do Diogo, inclusive, porque, sendo sexta-feira, há que se desopilar. Então, lá vai:

    Houve uma galera listrada que teve que passar 5 anos levando peia adoidado, muito bolo mesmo, para aprender que 3 e 3 não é 6, e, sim, 33.

    Aliás, até hoje o Fenômeno ainda ministra esta aula de aritmética contando pacientemente no Mangueirão 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 …

    Rsrsrsrsrs

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  3. Dessa vez o Gerson se superou. Bela lembrança.
    Saudades de minha 1° escola a Emilia Clara de Lima aqui em marituba e Alacid Nunes lá em Soure.
    Saudades de minha 1° professora, Suelí e lá em Soure do já falecido Francelino, que fazia tabuáda e quem errasse apanhava na mão com uma régua de madeira.

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  4. Égua, essa nova! kkkkkkkkkkkkkkkk

    Eu lembro do tempo que estudava em uma escolinha particular, o nome do professor era Valter, vulgo Gargameu! O mesmo era muito malino, quando eu e os outros colegas erravamos a temida tabuada, o mesmo puxava o cabelo do nosso sulvaco, ou então, furava a nossa mão com o lapís, comumente ele nós dava o famoso bolo com uma regua bastante grande e pesada. kkkkkkkkkk

    Tempos lucos que eu sinto saudade, se esse método de ensino ainda fosse usado hoje em dia, acredito que a criminalidade não seria tão grande.

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  5. Concordo com o Cláudio. Faltaram os micos. Mas o vencedor por antecipação é a CBF com o vai-não-vai na série C, novamente ameaçada agora que o Rio Branco, surpreendentemente, voltou a ingressar na justiça comum, e deu ainda mais lenha para o renitente Treze!

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  6. No tempo dessa tabuada, os professores batiam nos alunos com uma palmatória mas não era assim digamos uma “surra” era apenas uma maneira de fazer com que o aluno realmente aprendesse a fazer contas.

    Nos dias atuais, se um professor ousar usar a palmatória, seria um deus nos acuda, até o pessoal dos direitos humanos seriam chamados a intervir.

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  7. Lembro como se fosse hoje…turma enfileirada, todos uniformizados impecavelmente, unhas limpas, tabuada na ponta da lingua, tudo por conta de um tempo, onde respeito pelo mestre era primordial, na verdade o respeito era pelos mais velhos.
    Agora não existe mais está tabuada, porque não é assim que se ensina, nao existe mais uniforme porque qualquer roupa serve, nao existe mais respeito porque professor é um mero expectador da balburdia.
    Quem me dera poder voltar esse tempo….”que saudade da professorinha, que saudade da minha escola no bairro de Bento Ribeiro…Escola 3.2.XV Conde Afonso Celso…
    Vaaleu Gerson, a lembrança foi na ferida

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  8. Hehehe, aprendi essa tabuada apanhando e muito da minha querida professora Rosa no externato ficava na rua cintra na cidade velha, era uma palmatoria de dois dedos de acapu, amigos era so uma e tinha que ser de mao bem aberta ai como doi, mas aprendi meus primos apanharam muito de mim porque toda sexta-feira era sabatina, e o bicho pegava apanhavamos mais batiamos muito tambem, era bate e pronto perguntar e responder, nao podia ficar pensando muito 3 segundos no maximo, resposta errada palmatoria na mao para aprender.

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  9. Nao só vil a palmatória como a usei muito na FEIJ e com a minha Tia Rosa. Lá, a sabatina era assim: 9+&x8 noves fora+7×8=?????. Nunca apanhei, mas adorada dar porrada segura nas mãos dos moleques parrudos e burros. Depois eu apanhava na rua dos mesmos. Era a força da dialética. Junto com esse material didático, havia outro: a cartilha do ABC. A tabuada, a cartilha do ABC, junto com o lápis preto, a borracha branca (àquela da figura daquele loiro com cara da boiola), a gilette, o livro “Caminho Suave” e o caderno “veleiro” com “convém lembrar” atrás, era o kit escolar de nossa geração. Sem falar na calça de tergal, blusa branca com bolso comprado na secretaria, meia branca fina (quase sempre furada e cheia de carrapicho pregado) e o sapato vulcabrás (muitas vezes um kichute ou uma chulipa). Ah, já ia esquecendo a merendeira (na época não existia essa de merenda escolar) com o mingau de Neston e o famoso “pão massa fina” embrulhado naquele papel cor de rosa comprado na mercearia. Tempos de boa sem educação, sem pedagogos e pais enchendo o saco de professor.

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