Dirigentes confirmam realização de Re-Pa

Dirigentes de Remo e Paissandu entraram em acordo para a realização de um Re-Pa na próxima semana, aproveitando a indefinição quanto ao começo dos campeonatos das séries C e D. Falta só bater o martelo quanto à data. Pode ser na próxima quinta-feira, 7, feriado de Corpus Christi, ou no domingo, dia 10.

Paissandu libera e Magrão deve ir para o Remo

Depois de marcar apenas dois gols pelo Paissandu em mais de três meses de contrato, o atacante Adriano Magrão decidiu atravessar a avenida Almirante Barroso. O presidente do Paysandu, Luiz Omar Pinheiro, confirmou que vai liberar o jogador e, segundo informações, o atleta já teria acertado com o Remo e deve esperar a liberação do Papão para acertar as bases salariais com o maior rival. Depois de boas passagens pelo Fluminense e pelo Sport-PE, Magrão chegou ao Paissandu como esperança de gols para a equipe, no final do primeiro turno do Parazão 2012. Acabou fracassando e, em 16 partidas oficiais pelo clube, marcou apenas duas vezes – uma contra o Sport pela Copa do Brasil, no Mangueirão, e outra no amistoso contra o Nacional-AM, em Paragominas. No Estadual, não marcou uma vez sequer. Pelo visto, LOP conseguirá, depois de vários chutes na trave, acertar em cheio numa transação, repassando o goleador que não faz gol aos azulinos.

Em entrevista à Rádio Clube, o atacante Adriano Magrão disse que não foi comunicado sobre a transferência para o Remo e mostrou-se até surpreso com a notícia de que seria contratado pelo Remo. Por outro lado, o técnico Flávio Lopes revelou que foi consultado e avalizou a contratação do atacante. (Com informações de Giuseppe Tomaso, para a Rádio Clube)

MMA faz outra vítima fatal nos Estados Unidos

Do Portal Terra

Lutador amador de artes marciais mistas (MMA), Dustin Jenson, 26 anos, morreu em um evento não regulamentado do gênero em Dakota do Sul, nos Estados Unidos. Segundo informa o Rapid City Journal, a tragédia ocorreu depois de um combate realizado em 18 de maio no qual ele levou uma chave de perna de Hayden Hensrud. Conforme relatou Violet Schieman, sogra de Jenson, o lutador passava bem e estava “normal” logo após a luta, tendo inclusive permanecido no Rushmore Plaza Civic Center, local das competições, para assistir a outros dois confrontos do card. No entanto, a situação mudou na sequência: quando ele retornou aos vestiários para se alongar, começou a se queixar de algo e de repente sofreu um ataque.

Imediatamente, o serviço de ambulância foi chamado ao local, e o atleta amador, levado ao Hospital Regional de Rapid City. Segundo Schieman, Jenson foi hospitalizado em coma induzido para aliviar a pressão em seu cérebro. Uma cirurgia para diminuir o inchaço foi realizada, mas o lutador não mais acordou até sua morte cerebral ser decretada, em 24 de maio. De acordo com o jornal, Jenson participava de sua quinta luta em menos de um ano. O estado de Dakota do Sul não tem uma comissão atlética para regular o que é profissional e o que é amador no que toca o MMA.

Os amigos do lutador ainda se organizaram e criaram um site na Internet que aceita doações para ajudar nos custos médicos e do funeral de Dustin, cujos órgãos foram doados. Segundo o site MMA Fighting, a morte de Jenson é a terceira de um lutador da modalidade nos EUA depois de uma competição. Antes, Michael Kirkham morreu aos 30 anos após a sua estreia como profissional, na Carolina do Sul, em 2010; já Sam Vazquez morreu aos 35 sofrendo uma hemorragia subdural em seu terceiro combate profissional, no Texas.

Vote no mico da semana

Escolha uma das opções:

1) CBF se enrola toda e não consegue resolver a muvuca das liminares que emperram as Séries C e D. Começo das competições vai para a terceira semana de atraso, sem perspectivas de uma solução.

2) Sidrailson, zagueiro indicado ao Paissandu pelo técnico Roberval Davino, chega contundido e sem jogar há três meses. Passa duas semanas no departamento médico e, quando se recupera, resolve ir embora. E ainda se queixa de perseguição da mídia! 

3) Magnum fica mais de 20 dias sem dar notícias, ignora os prazos para apresentação ao técnico Flávio Lopes e reaparece para reunir com a Diretoria do Remo. Pisa na hierarquia e é provável que ainda ganhe reajuste salarial.

Sobre chegadas e partidas

Por Gerson Nogueira

Quase no mesmo dia em que viu emergir um novo camisa 10 na Seleção, daqueles que surgem só de tempos em tempos e trazem a marca dos grandes maestros, o futebol brasileiro acompanha a despedida protocolar (a real já havia acontecido em 2006) de um outro ilustre usuário dessa camisa nobre. Oscar desfilou no amistoso Brasil x Estados Unidos, na quarta-feira à noite. Ronaldinho Gaúcho, após ação judicial contra o Flamengo, deixou o clube onde poucas vezes fez valer a condição de craque e ídolo. Como é próprio do mundo da bola, quando um astro perde luz outro de imediato desponta no horizonte. Oscar, garoto ainda, franzino para encarar as batalhas na zona mais conflituosa do campo, mostra desembaraço de veterano ao conduzir os avanços da Seleção.
Contra os ianques, deu 42 passes certos (errou apenas um) e deu mostras de indiscutível categoria, com uso da trivela e passes de calcanhar. Além de ter caído como luva no esquema que Mano Menezes estrutura para a Olimpíada, Oscar parece um jogador de futuro mais ou menos desenhado, a partir de sólida formação nas divisões de base do São Paulo, complementada no Internacional, depois de dura batalha judicial.
Em certo sentido, Oscar lembra bastante o exemplo de outra fabulosa cria do São Paulo, o meia Kaká, que sempre manteve exemplar comportamento profissional. Com base nisso, pode-se prever que vai longe no ofício.
No outro extremo, a quinta-feira foi sacudida pelo divórcio entre Ronaldinho Gaúcho e o Flamengo. A rigor, o casamento nunca se consumou de fato, pois o meia-atacante jamais chegou a cair de amores pelo clube, que também nunca escondeu a decepção com o seu rendimento.
Foram raros os momentos em que Gaúcho portou-se como o jogador cerebral que o Flamengo buscava ao contratá-lo. A impecável exibição contra o Santos na Vila Belmiro, no Brasileiro do ano passado, foi seu ponto alto com a camisa rubro-negra e talvez seu canto de cisne como
atleta de futebol.
O rompimento com o Flamengo na esfera judicial veio, por assim dizer, confirmar uma malquerença que já se estabelecia na rotina diária. Gaúcho entra para uma lista seleta de boleiros que, depois de experimentar todas as glórias possíveis, despencou subitamente para a
condição de ex-craque.
Em duas temporadas, de 2004 a 2006, ele saiu do clube privado dos melhores do mundo – escolhidos pela Fifa – ao estágio dos boleiros decadentes que vivem à caça de um clube disposto a bancar seus luxos e caprichos.
O curto espaço entre céu e inferno já foi percorrido por inúmeros outros jogadores, mas quase nenhum fez isso em tempo tão curto quanto Gaúcho. E, para piorar ainda mais as coisas, manchou o currículo fazendo leilão de ofertas no ano passado, praticamente fechando as portas nos principais clubes brasileiros. Fica a impressão de que, mesmo podre de rico, o ex-craque não zela pela biografia. Que o jovem Oscar tenha mais juízo.

Nas redes sociais, a saída de Ronaldinho Gaúcho do Flamengo rendeu de imediato uma cachoeira de piadas. Houve quem lembrasse que a ausência do R10 é o primeiro reforço de peso do clube para o Campeonato Brasileiro. E que, a partir de agora, o rubro-negro carioca vai precisar treinar bastante até se acostumar a jogar com 11 em campo.

—————————————————————

A surpreendente deserção do zagueiro Sidrailson, que estava em recuperação no departamento médico do Paissandu, continua mal explicada. Jogador experiente, considerado da confiança pessoal do técnico Roberval Davino, ele teria ficado magoado com as críticas ao seu estado clínico. Afinal, chegou como reforço para a Série C, mas precisando de um mês para treinar com bola.
Na Curuzu, os defensores de Sidrailson alegam que veio, mas nada custou ao Paissandu. Há controvérsias. O certo é que o clube gastou com passagens aéreas, hospedagem e estadia, além de despesas médicas. Fontes da diretoria garantem que o próprio Davino teria convencido o
zagueiro a deixar Belém, constrangido com a trapalhada envolvendo sua contratação. Foi melhor assim.

Com a língua flamejante dos Rolling Stones no escudo, nasce hoje oficialmente o Boca Quente Costa e Silva Futebol Clube. O ato de leitura da ata de fundação será às 20h, na casa do França, no conjunto Costa e Silva, avenida B. A coluna deseja todo sucesso ao mais novo clube paraense. Se depender da inspiração musical, terá carreira das mais vitoriosas.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta sexta-feira, 01)

Pokémon Leaf Green (parte 4)

Por João Gerson

Kain: “Tudo bem…eu posso comprar pokébolas e aí capturar outros pokémons… e aí eu uso pra arrastar aquele velho maldito de lá! MWAHAHAHAHAHAHAAAAAAA!!!!!!!!!”.

Lojista:Ei,você é de pallet,não?

Lojista:Eu sei porque tem,tipo,umas 5 pessoas vivendo lá.

Kain:calaboca.Me dá uma pokébola.DÁÁÁÁÁÁÁ!

Lojista: “Primeiro leva esse pacote para o professor Carvalho”.

Kain: “Eu odeio essa jornada e todos que eu já encontrei nela”.

Ruan: “Que tal uma batalha?”.

Kain: “Urgência..para…matar…subindo…auto controle…sendo…ignorado…”

Ruan: “É só uma batalha”.

Ruan: “Mamãe!!!!”