22 responses to “O passado é uma parada…”

  1. Avatar de Cláudio Santos - Técnico do Columbia - Val de Cans

    Essa fez eu voltar ao passado, mesmo. Boa lembrança.

  2. Avatar de Antonio Oliveira
    Antonio Oliveira

    Tabuada… irmã mais velha da Sabatina, da Régua e do Bolo. Bons tempos…

  3. Avatar de Carlos Barreto/VAMOS SUBIR PAPÃO!!!!!!!!!
    Carlos Barreto/VAMOS SUBIR PAPÃO!!!!!!!!!

    égua GN, essa me fez voltar como disse o Antonio, ao tempo da sabatina (tempos que não voltam mais) hj o ensino tá todo mudado.

  4. Avatar de Diogo Silva
    Diogo Silva

    7+0= 7. Foi a soma que aprendi. Rsrsrsrs

  5. Avatar de Antonio Oliveira
    Antonio Oliveira

    Não devia, afinal, trata-se de relembrança (tabuada) hábil a remeter os comentários para questões bem mais sérias, pois, como diz o Barreto, “hoje o ensino tá mudado”. Mas, acabo não resistindo ao apelo humorístico do Diogo, inclusive, porque, sendo sexta-feira, há que se desopilar. Então, lá vai:

    Houve uma galera listrada que teve que passar 5 anos levando peia adoidado, muito bolo mesmo, para aprender que 3 e 3 não é 6, e, sim, 33.

    Aliás, até hoje o Fenômeno ainda ministra esta aula de aritmética contando pacientemente no Mangueirão 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 …

    Rsrsrsrsrs

  6. Avatar de Daniel Malcher
    Daniel Malcher

    Essa eu tinha e era item obrigatório para os estudantes.

  7. Avatar de jmsiqueira
    jmsiqueira

    estudei muito com ela… saudades da professorinha…

  8. Avatar de Mauricio Carneiro
    Mauricio Carneiro

    Comprava-se na FEMESC, lá em baixo, na 7…opa! 7? Diz aí Edson!rsrs

  9. Avatar de Carlos Júnior
    Carlos Júnior

    Pegue muito bolo nas sabatinas de tabuada.

    era sinistro.

  10. Avatar de ANTONIO Valentim

    Estudei muito por essa tabuada.

  11. Avatar de Édson7X0Eterno! A Série B te pertence, vamos subir papão!
    Édson7X0Eterno! A Série B te pertence, vamos subir papão!

    Dessa vez o Gerson se superou. Bela lembrança.
    Saudades de minha 1° escola a Emilia Clara de Lima aqui em marituba e Alacid Nunes lá em Soure.
    Saudades de minha 1° professora, Suelí e lá em Soure do já falecido Francelino, que fazia tabuáda e quem errasse apanhava na mão com uma régua de madeira.

  12. Avatar de roselino almeida
    roselino almeida

    Em minha época era palmatória. Porém eu nunca apanhei. Era bom em matemática, sem modéstia, até hoje!

  13. Avatar de Cláudio Santos - Técnico do Columbia - Val de Cans

    Amigo Gerson, cadê os micos?

  14. Avatar de André PSC

    Égua, essa nova! kkkkkkkkkkkkkkkk

    Eu lembro do tempo que estudava em uma escolinha particular, o nome do professor era Valter, vulgo Gargameu! O mesmo era muito malino, quando eu e os outros colegas erravamos a temida tabuada, o mesmo puxava o cabelo do nosso sulvaco, ou então, furava a nossa mão com o lapís, comumente ele nós dava o famoso bolo com uma regua bastante grande e pesada. kkkkkkkkkk

    Tempos lucos que eu sinto saudade, se esse método de ensino ainda fosse usado hoje em dia, acredito que a criminalidade não seria tão grande.

  15. Avatar de Diogo Silva
    Diogo Silva

    Naquela época só não valia chute no culho~…….rsrsrsrsrs

  16. Avatar de Carlos Lima
    Carlos Lima

    Concordo com o Cláudio. Faltaram os micos. Mas o vencedor por antecipação é a CBF com o vai-não-vai na série C, novamente ameaçada agora que o Rio Branco, surpreendentemente, voltou a ingressar na justiça comum, e deu ainda mais lenha para o renitente Treze!

  17. Avatar de Antonyo Rafael - Codó - MA
    Antonyo Rafael – Codó – MA

    No tempo dessa tabuada, os professores batiam nos alunos com uma palmatória mas não era assim digamos uma “surra” era apenas uma maneira de fazer com que o aluno realmente aprendesse a fazer contas.

    Nos dias atuais, se um professor ousar usar a palmatória, seria um deus nos acuda, até o pessoal dos direitos humanos seriam chamados a intervir.

  18. Avatar de jjss555
    jjss555

    Eu vi a palmatória, mas nunca a vi sendo utilizada.

  19. Avatar de Alberto Lima - Recife
    Alberto Lima – Recife

    Eu aprendi tabuada numa dessa!

  20. Avatar de Rejane Bandeira
    Rejane Bandeira

    Lembro como se fosse hoje…turma enfileirada, todos uniformizados impecavelmente, unhas limpas, tabuada na ponta da lingua, tudo por conta de um tempo, onde respeito pelo mestre era primordial, na verdade o respeito era pelos mais velhos.
    Agora não existe mais está tabuada, porque não é assim que se ensina, nao existe mais uniforme porque qualquer roupa serve, nao existe mais respeito porque professor é um mero expectador da balburdia.
    Quem me dera poder voltar esse tempo….”que saudade da professorinha, que saudade da minha escola no bairro de Bento Ribeiro…Escola 3.2.XV Conde Afonso Celso…
    Vaaleu Gerson, a lembrança foi na ferida

  21. Avatar de Jaime (Atlanta, EUA)
    Jaime (Atlanta, EUA)

    Hehehe, aprendi essa tabuada apanhando e muito da minha querida professora Rosa no externato ficava na rua cintra na cidade velha, era uma palmatoria de dois dedos de acapu, amigos era so uma e tinha que ser de mao bem aberta ai como doi, mas aprendi meus primos apanharam muito de mim porque toda sexta-feira era sabatina, e o bicho pegava apanhavamos mais batiamos muito tambem, era bate e pronto perguntar e responder, nao podia ficar pensando muito 3 segundos no maximo, resposta errada palmatoria na mao para aprender.

  22. Avatar de Cássio de Andrade
    Cássio de Andrade

    Nao só vil a palmatória como a usei muito na FEIJ e com a minha Tia Rosa. Lá, a sabatina era assim: 9+&x8 noves fora+7×8=?????. Nunca apanhei, mas adorada dar porrada segura nas mãos dos moleques parrudos e burros. Depois eu apanhava na rua dos mesmos. Era a força da dialética. Junto com esse material didático, havia outro: a cartilha do ABC. A tabuada, a cartilha do ABC, junto com o lápis preto, a borracha branca (àquela da figura daquele loiro com cara da boiola), a gilette, o livro “Caminho Suave” e o caderno “veleiro” com “convém lembrar” atrás, era o kit escolar de nossa geração. Sem falar na calça de tergal, blusa branca com bolso comprado na secretaria, meia branca fina (quase sempre furada e cheia de carrapicho pregado) e o sapato vulcabrás (muitas vezes um kichute ou uma chulipa). Ah, já ia esquecendo a merendeira (na época não existia essa de merenda escolar) com o mingau de Neston e o famoso “pão massa fina” embrulhado naquele papel cor de rosa comprado na mercearia. Tempos de boa sem educação, sem pedagogos e pais enchendo o saco de professor.

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