Remo tem time modificado para jogo contra Independente em Tucuruí

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A levar em conta as mudanças efetivadas pelo técnico João Neto no treino realizado nesta quarta-feira, o Remo será completamente diferente no jogo deste sábado em Tucuruí contra o Independente. As mudanças atingem todos os setores, menos no gol. A ideia é poupar os jogadores considerados titulares para o jogo do meio de semana contra o Serra, no Espírito Santo, pela Copa do Brasil.

Nas mexidas feitas pelo técnico, apenas o lateral-direito Geovane permaneceu no time titular. A zaga teve o volante Vacaria, improvisado, como novidade. A formação utilizada por Netão no treino coletivo foi a seguinte:

Vinícius; Geovane, Kevem, Vacaria e Ronaell; Welton, Dedeco e Echeverria; Alex Sandro, Gustavo Ramos e David Batista.

As principais são as entradas de Etcheverría, Vacaria, Kevem e Ronaell. Este último vinha jogando como titular nos amistosos de pré-temporada, mas acabou não jogando no Estadual devido a uma lesão na coxa. Mesmo com muitas modificações, os azulinos devem manter o mesmo formato de jogo e sistema tático. A expectativa de Ronaell é que o Remo saia de campo ainda invicto e sem tomar gols.

A própria juíza reconhece que Lula não é dono do sítio

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Direto e reto

“Lula vai morrer na cadeia. Aécio viverá livre e curtindo sua grana. Se você acha que isso é justiça, és um merda. Ou o Moro”.

André Forastieri

Ex-presidente só sai da prisão morto ou resgatado pelas ruas

Por Renato Rovai, na Fórum

A forma como foi novamente condenado em tempo recorde por ser considerado dono de um imóvel em Atibaia que não está em seu nome, mostra que Lula não tem chance alguma de se defender do “lawfare” a que está submetido.

Seus processos são tratados de maneira nunca vista nos ritos jurídicos brasileiros. Avançam com uma rapidez imensa. Enquanto Paulo Preto, Serra, Aloysio Nunes, Aécio, Temer, Flávio Bolsonaro e outros com provas robustas se divertem livres leves e soltos por aí.

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Essa nova condenação só deixa ainda mais claro que não será com protestos de advogados ou textos bem-intencionados como este que o ex-presidente da República escapará da morte no cárcere. Lula só conseguirá a liberdade se as ruas virarem o jogo.

Não falo de uma tomada da bastilha, porque isso é impossível no Brasil de hoje. Mas de uma reviravolta política de monta que traga instabilidade ao regime Bolsonaro/Moro. Enquanto isso não acontecer, Lula ficará restrito à solitária da PF.

É triste que isso aconteça, mas a realidade nem sempre é divertida ou feliz. A institucionalidade pura é o caminho do abismo nos dias de hoje. Apostar apenas nela levará ainda muitos outros líderes a terem o mesmo destino de Lula.

Rock na madrugada – John Lennon, You Make Me Dizzy Miss Lizzy

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John Lennon, Eric Clapton, Klaus Voorman e Allan White. Toronto, 1969.

Em nota, PT afirma que nova condenação de Lula é por temor do Nobel da Paz

Mais uma vez, a Lava Jato condenou Lula sem culpa, sem provas e sem mesmo descrever um crime que ele tivesse cometido. A primeira condenação injusta e ilegal, no caso do tríplex, serviu para impedir que Lula voltasse a ser eleito presidente da República pela vontade do povo. A nova condenação, também injusta e ilegal no caso de Atibaia, vem no momento em que Lula é indicado ao Prêmio Nobel da Paz por mais de meio milhão de apoiadores. Mais uma vez, o Judiciário age contra Lula por razões políticas, agora tentando influir sobre a opinião pública internacional.

A maioria da sociedade brasileira e a comunidade internacional sabem que Lula é um preso político em nosso país. Foi proibido de ser candidato, de participar de debates e comícios de nosso partido, o PT. Foi impedido de dar entrevistas, de escolher seus advogados e até de receber assistência religiosa. Foi proibido de comparecer ao funeral do irmão mais velho. Suas cartas e mensagens são censuradas na Globo e na grande imprensa.

Mas Lula está vivo no coração e na memória do povo pobre e trabalhador do Brasil. Está viva na memória da comunidade latino-americana que vinha atuando de forma soberana diante de interesses estranhos nos últimos anos. É por isso que os juízes, a imprensa, o mercado e os poderosos do Brasil e de fora fazem de tudo para tentar apagar essa lembrança. É por isso que fazem de tudo para mudar a imagem de Lula; para transformar o maior presidente da história do país, que deixou o governo com 87% de aprovação, em um condenado por crimes que jamais cometeu.

A defesa de Lula provou que ele jamais foi dono, usuário ou herdeiro do tal tríplex do Guarujá. Os documentos comprovam que o imóvel sempre pertenceu à OAS Empreendimentos, que inclusive o deu em hipoteca para operações financeiras. A defesa comprovou que o sítio de Atibaia pertence à família Bittar, amiga de Lula há mais de 40 anos. E a Lava Jato jamais provou que qualquer destes imóveis tenha relação com contratos entre a OAS e a Petrobrás. Nos dois casos, Lula foi condenado por razões políticas, sem provas, “por convicções”.

Os mesmos delegados, promotores, juízes e desembargadores que condenaram Lula – depois de quebrar ilegalmente seus sigilos fiscal, bancário e telefônico, depois de lhe impor uma condução coercitiva ilegal e vazar clandestinamente suas conversas com a então presidenta da República, Dilma Rousseff – exercem hoje altos cargos no governo de Jair Bolsonaro. Prender Lula e impedir sua candidatura foi essencial para que chegassem ao poder, com a cumplicidade da cúpula do Poder Judiciário, que se omitiu, postergou ou acolheu as ilegalidades contra Lula.

Estes mesmos atores, que exercem contra Lula uma vingança política sem precedentes na história do Brasil, são completamente omissos em relação às graves denúncias sobre a fábrica de mentiras no submundo da internet, sustentada por caixa 2 e inteligência estrangeira na campanha de Bolsonaro; sobre os desvios criminosos de dinheiro nos gabinetes da família presidencial; sobre o financiamento ilegal de campanhas do chefe da Casa Civil e do ministro do Turismo; sobre a enxurrada de denúncias contra o novo governo.

Vamos repetir para sempre: Lula é um preso político. Não cometeu nenhum crime. Não teve um julgamento justo. Vamos levar essa denúncia a todas as instâncias internacionais, como é o caso do Comitê de Direitos Humanosda ONU, que deve pronunciar sua decisão em abril. Vamos lutar pela verdade, porque a verdade sempre vencerá.

Comissão Executiva Nacional do PT

Justiça carrega nas tintas contra Lula e o vitimiza

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Por Kennedy Alencar

A Justiça está carregando nas tintas contra Lula e vitimizando o ex-presidente da República perante boa parte da opinião pública no Brasil e no exterior. Agora, o petista está condenado a 25 anos de prisão.

Substituta de Sergio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba, a juíza Gabriela Hardt condenou Lula a 12 anos e 11 meses no caso do sítio de Atibaia (SP). O petista já cumpre pena de 12 anos e 1 mês em Curitiba devido ao processo a respeito do apartamento no Guarujá (SP).

A decisão de Hardt é mais uma sentença controversa. Lula foi acusado pelo Ministério Público de ser proprietário do sítio, mas a juíza escreveu: “Já foi narrado nesta sentença que não se discute aqui a propriedade do sítio”. A exemplo do que aconteceu no processo do apartamento Guarujá, há um ajuste na acusação ao longo da contenda para fins de condenação.

Outra semelhança entre os dois casos: a falta de ato de ofício da parte de Lula. No lugar disso, há um debate sobre a formação do governo em 2003, a indicação de diretores da Petrobras e a responsabilidade de Lula na chefia de suposta organização criminosa.

As duas penas são severas demais em processos nos quais não há prova cabal de que Lula seria proprietário dos imóveis que receberam benfeitorias de empreiteiras. Nesse contexto, repete-se um rigor jurídico que reforça a percepção de uma Justiça persecutória em relação ao ex-presidente.

Tampouco pode se invocar que condenações tão duras tenham ocorrido para servir de exemplo de que poderosos passaram a ser punidos no Brasil pós-Lava Jato. Sentenças não são manifestos de mão pesada contra a corrupção.

Exemplos nesse sentido são dados pelo avanço institucional na luta anticorrupção. É inegável que nos governos petistas houve investimento inédito na modernização da Polícia Federal, respeito à autonomia do Ministério Público com indicação para procurador-geral da República do mais votado na lista tríplice da categoria e a criação de nova lei de organização criminosa que regulamentou o instrumento da delação premiada.

Na administração Temer, Raquel Dodge virou procurador-geral da República depois de ficar no segundo lugar na votação interna da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República). Antes de assumir a Presidência, Jair Bolsonaro sugeriu que poderá escolher um procurador-geral da República que não conste da lista tríplice.

Trivial variado da perseguição a Lula

“Segundo a doutora juíza que condenou Lula, Léo Pinheiro é uma pessoa e José Aldemário é outra. E não me venha falar em erro material. A vontade de condenar Lula era tão grande que ela sequer leu os autos. O poder judiciário do brasil é uma grande merda”. Gilvan Freitas

“Lula sofre nova condenação. Mais 12 anos. Enquanto isso: Temer solto. Jucá solto. Aécio solto e deputado. Flávio Bolsonaro no Senado. A cada dia fica mais clara a parcialidade do Judiciário contra Lula. É um preso político.  Guilheme Boulos

“Lula acaba de ser condenado a 12 anos de prisão por um sítio que nunca foi seu, depois de ter sido também por um apartamento que nunca foi seu. A farsa que se montou tem o único propósito de fazer com que o maior líder contemporâneo da América Latina morra trancafiado”. William De Lucca

“Deram golpe. Entregaram pré-sal. Gastaram bilhões em fakes para eleger um entreguista como eles. Mas como não se engana todo mundo todo tempo, a verdade corrupta deles apareceu. O que fazer? Condenar Lula de novo. Mas os verdadeiros bandidos seguem soltos. E alguns, no poder”. Bohn Gass

“Que fique bem claro. A segunda condenação de Lula, de quase 13 anos, não foi aplicada por uma juíza obscura de Curitiba. Mas por todas as forças que entregam hoje o país às traças, das quais faz parte o ser corrupto que interditou sem provas o ex-presidente para que chegassem lá”. Palmério Dória

Clássico espanhol termina empatado e com gol brasileiro

https://www.youtube.com/watch?v=_9GUWB-SEGM

Nos bastidores do rock

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A morte de Kurt Cobain completará 25 anos em abril e surge uma nova perspectiva sobre a trajetória de um dos ícones do rock moderno. Com franqueza, honestidade e empatia, Danny Goldberg (foto), um dos empresários do Nirvana entre 1990 a 1994, compartilha as suas memórias do período em companhia com Kurt e a banda no livro que irá se chamar “Serving The Servant: Remembering Kurt Cobain” (a ser lançado no dia 2 de abril).

O resultado é um retrato franco de um ídolo controvertido. Quando Goldberg concordou em trabalhar com o Nirvana, ele não tinha ideia de que Cobain se tornaria um astro. Goldberg trabalhou com Kurt no auge do sucesso obtido pelo disco “Nevermind” (2º álbum, 1991), que transformou o Nirvana na banda de maior sucesso em todo o mundo.

O livro fala também sobre o encontro, casamento e relacionamento tempestuoso de Kurt com Courtney Love. Sobre o nascimento da filha do casal, Frances Bean, e finalmente, as lutas públicas de Kurt contra o vício em drogas que culminariam com o suicídio.

Ao longo deste período, Goldberg permaneceu ao lado de Kurt como empresário e amigo próximo. Baseando-se nas memórias de Goldberg, arquivos que anteriormente nunca foram divulgados e entrevistas com outras pessoas, a família próxima de Kurt (incluindo Courtney), amigos e ex-companheiros de banda, o livro “Serving The Servant: Remembering Kurt Cobain” traz uma nova luz sobre aqueles anos críticos.